Economia

SÓ NO NOSSO: Cesta básica em João Pessoa tem variação de 165%

Preço da cesta básica tem alta de 16% em 12 meses em Natal, aponta Dieese | Rio Grande do Norte | G1
Pesquisa para preços de alimentos da cesta básica realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor nos supermercados da Capital no dia 31 de janeiro encontrou variação de 165,52% na massa para cuscuz flocão São Braz 500g, com preços entre R$ 1,45 (Bemais – Bancários) e R$ 3,85 (Super Box Brasil – Geisel), diferença de R$ 2,40.

De acordo com o levantamento do Procon-JP, a maior diferença ficou com o leite em pó integral 750g, R$ 9,42, com os preços oscilando entre R$ 29,48 (DoDia – Manaíra) e R$ 38,90 (Super Box Brasil – Geisel), variação de 31,95%.

Mais variações – As outras maiores variações registradas no levantamento ficaram com a margarina Deline 250g, 115,58%, com preços entre R$ 1,99 (São João – Centro) e R$ 4,29 (DoDia – Manaíra), diferença de R$ 2,30; e com o macarrão espaguete Fortaleza 500ml, 108,27%, com preços entre R$ 3,29 (Cestão – Geisel) e R$ 6,85 (São José – Rangel), diferença de R$ 3,56.

Mais diferenças – As outras duas diferenças mais significativas foram encontradas na manteiga Betânia 200g, R$ 6,59, com preços oscilando entre R$ 8,90 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 15,49 (Carrefour – Bancários), variação de 74,04%; e na manteiga Itacolomy 200ml, R$ 4,50, com preços entre R$ 8,49 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 12,99 (São João – Centro, DoDia – Manaíra, e Menor Preço – Bairro dos Estados), variação de 53%.

Os estabelecimentos visitados – A pesquisa visitou os seguintes supermercados: São João (Centro); Carrefour e Bemais (Bancários); Latorre e O Baratão (Torre); Menor Preço (Bairro dos Estados); Cestão e Super Box Brasil (Geisel); Assaí (Epitácio Pessoa); Manaíra e DoDia (Manaíra); Varejão do Preço (Varjão); Super Bom Preço (Jaguaribe); e São José (Rangel).

Para conferir a pesquisa completa acesse o portal da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP –  www.proconjp.pb.gov.br

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Economia

João Pessoa é a capital que mais gerou empregos formais no País em dezembro, diz Caged

Sine-JP disponibiliza 97 vagas de trabalho a partir desta segunda-feira
João Pessoa despontou no ranking nacional como a capital que mais gerou empregos formais em dezembro passado. Com a marca de 253 novos postos firmados, a cidade registrou o 11º mês consecutivo com saldo positivo de contratações.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados, nesta terça-feira (31), pelo Ministério do Trabalho e Previdência. A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest), tem se empenhado com programas e ações para continuar fomentando oportunidades para os trabalhadores.

Conforme o levantamento, o Brasil fechou dezembro com o saldo negativo de 431.011, resultado de 1.382.923 admissões e 1.813.934 desligamentos. Apenas duas capitais registraram marcas positivas: além de João Pessoa, teve Florianópolis, em Santa Catarina, com 65 postos criados.

O saldo pessoense é resultado de 5.625 admissões registradas no mês, contra 5.372 desligamentos. A indústria foi o setor que mais empregou na capital paraibana, com a abertura de 404 postos de trabalho, seguida pelo comércio (88) e pela construção civil (37).

De acordo com o secretário-executivo da Sedest, João Bosco Ferraz, os números alcançados por João Pessoa refletem os esforços da gestão municipal, ao longo de todo o ano passado, para projetar um melhor ambiente de negócios na Capital.

Saldo – O economista Amadeu Fonseca, do Observatório Econômico da Sedest, frisou que o Brasil registrou índices negativos em todas as áreas econômicas, no último mês de 2022. “Apesar do tombo nacional, João Pessoa continuou avançando na geração de empregos. Tivemos números positivos no mercado de trabalho formal, com destaque para indústria, que alcançou em dezembro a melhor performance do ano passado e acabou puxando a alta de empregos do mês”, analisou.

Ele também destacou que, geralmente, em dezembro, percebe-se um elevado volume de desligamentos de trabalhadores contratados temporariamente para as festas de fim de ano. “Mesmo assim, o saldo do comércio na Capital paraibana foi positivo”, acrescentou. O setor de serviços (-272) e o da agropecuária (-4) foram os únicos com marcas negativas na cidade.

Análise anual – Além de dezembro, João Pessoa registrou saldo positivo nos meses de fevereiro (908), março (579), abril (874), maio (1.104), junho (1.006), julho (430), agosto (246), setembro (472), outubro (793) e novembro (1.469). Os setores que mais cresceram na cidade, ao longo de 2022, foram indústria (7,67%), serviços (5,36%), construção (3,49%) e comércio (2,59%).

De janeiro a dezembro, a Capital paraibana acumulou um saldo positivo de 8.023 postos de trabalho – diferença de 81.592 admissões contra 73.569 desligamentos. Levando em consideração o estoque total, no período, a cidade somou 182.380 empregos formais, que representa o número total de vínculos com carteira assinada ativos contabilizados a partir da declaração do Novo Caged.

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Economia

Contribuintes do IRPF crescem 31,28% na PB; cada vez mais pessoas pagam o imposto

Imposto de Renda 2022: no último dia, PB atinge meta de declarações
O número de contribuintes de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) na Paraíba cresceu 31,28%, no período de 2017 a 2022, conforme dados da Receita Federal do Brasil.

No recorte temporal, a Paraíba ganhou 89.583 contribuintes. Com a faixa de isenção do tributo congelada em R$ 1.903 desde 2016, cada vez mais pessoas tornam-se contribuintes. Neste ano, trabalhadores que ganham em torno de um salário mínimo e meio serão obrigados a pagar o tributo.

No exercício de 2017, a Delegacia da Receita Federal na Paraíba recebeu 286.379 declarações de Imposto de Renda. O número foi aumentando ano a ano, chegando a 375.962, em 2022. Conforme a delegacia, ainda não há previsão para o exercício de 2023.

Conforme medida provisória editada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o valor do salário mínimo é de R$ 1.302. Levantamento feito pelo Sindifisco nacional, formado pelos auditores da Receita Federal aponta que quem recebia até nove salários mínimos em 1996 estava isento do tributo.

No ano passado a proporção era de 1,57 salários mínimos e, neste ano, deve ser de 1,46, se não houver nenhum tipo de mudança.

No período de 1996 a 2022, os auditores fiscais apontam uma variação de 420,09% na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), enquanto que os reajustes nas faixas de cobrança do IRPF foram de 109,63%, o que representa uma defasagem de 148,1%.

Segundo o Sindifisco, se a tabela do Imposto de Renda fosse realmente corrigida pela inflação, a faixa de isenção seria de R$ 4.683,95. Se isto ocorresse, a estimativa é de perda de 13 milhões de contribuintes.

Blog do BG com União

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Economia

SÓ NO NOSSO: Preço da gasolina ultrapassa a casa dos R$5 em JP; confira valores


Pesquisa comparativa de preços para combustíveis realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor no dia 30 de janeiro encontrou a gasolina comum oscilando entre R$ 4,590 (Posto Epitácio Pessoa – Tambauzinho) e R$ 5,050 (Ataíde Bezerra – Torre) para pagamento à vista, com diferença de R$ 0,46, variação de 10% e média de R$ 4,870.

Quando comparado ao levantamento do último dia 25, o menor preço do produto caiu R$ 0,05 e, o maior, subiu em R$ 0,06. A pesquisa, que foi realizada em 110 postos, também constatou que a gasolina aumentou em 99 locais, reduziu em seis e se manteve em quatro em relação à semana passada. Para pagamento no cartão, os preços oscilam entre R$ 4,590 e R$ 5,190.

Quanto ao produto aditivado, os preços se mantiveram os mesmos nas duas pontas da pesquisa anterior: R$ 4,690 (Epitácio Pessoa – Tambauzinho) e R$ 5,290 (Araújo – Centro). A média foi registrada em R$ 5,034, a diferença em R$ 0,60 e a variação em 12,8%.

Álcool – O álcool foi outro combustível que não sofreu alteração nas duas pontas em comparação ao levantamento da semana passada, oscilando entre R$ 3,490 (Auto Posto – Valentina) e R$ 4,190 (Setta – Alto do Mateus), com média de R$ 3,729, diferença de R$ 0,70 e variação de 20,1%. Em relação ao último dia 25, o produto subiu em 17 estabelecimentos, caiu em três e se manteve em 88 postos.

S10 – O diesel S10 também mostra os mesmos preços registrados nas duas pontas quando comparado ao levantamento anterior e está sendo comercializado entre R$ 6,140 (oito postos) e R$ 6,870 (Free Way – Miramar), com variação de 11,9%, diferença de R$ 0,73 e média de R$ 6,370. O produto aumentou em dois postos, reduziu em 11 e se manteve em 91 estabelecimentos em relação à pesquisa passada.

Diesel comum – O diesel comum reduziu um centavo no menor preço considerando o último dia 25, e está sendo vendido nas bombas a R$ 5,980 (Independência – Tambiá), com o maior permanecendo em R$ 6,390 (Boa Viagem – Distrito Industrial e Três Lagoas – Costa e Silva). A média de preço do produto está em R$ 6,148.

GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) manteve o menor preço da última pesquisa do Procon-JP, e está sendo comercializado a R$ 4,440 (10 postos), com o maior reduzindo de R$ 5,050 para R$ 4,490 (Posto Z – Jardim Cidade Universitária), mostrando diferença de R$ 0,05, variação de 1.1% e média de R$ 4,445. Dos 11 revendedores visitados pela equipe da Secretaria no último dia 30, todos mantiveram os mesmos preços em comparação com a quarta-feira da semana passada.

Blog do BG PB

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Economia

Agência aprova redução de até 18% no preço do gás natural na Paraíba

A Agência de Regulação do Estado da Paraíba aprovou redução de 6,2% da tarifa média sobre o preço do gás natural comercializado pela Companhia Paraibana de Gás. A resolução foi publicada na edição desta terça-feira (31) do Diário Oficial do Estado.

A redução será de 5,8% no segmento Industrial; 6,5% no segmento de Gás Natural Veicular (GNV); 18,1% no Gás Natural Comprimido (GNC); 4,6 % no Comercial; 3,5% no segmento Residencial; 6,7% no segmento dos Energéticos de Baixo Valor Agregado (EBVA); 14,8% no segmento Geração Distribuída (GD); 6,4% no segmento Cerâmico e Mineração; e 4,6% no segmento Poder Público.

A decisão da redução dos preços ocorreu em reunião da Diretoria Colegiada, nessa segunda-feira (30).

MaisPB

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Brasil

Americanas tem dívidas de mais de R$ 5 milhões com credores da PB; Veja lista

A Americanas tem dívidas de mais de R$5 milhões com credores instalados na Paraíba. A rede de lojas está em processo de recuperação judicial após se descobrir um rombo financeiro de mais de R$40 bilhões.

As dívidas constam numa extensa lista com 287 laudas com nomes de credores divulgada por determinação judicial. Os registros apontam débitos abertos com 27 fornecedores ou prestadores de serviços com empresas instalados na Paraíba. Os créditos de empresas paraibanos somam exatamente R$5.051.690,71.

Uma unidade de uma grande empresa instalada no Distrito Industrial, em Alhandra, tem o maior v9lume de crédito – R$4.426.367,00, mas existem também dívidas de porte médio com construtoras, prestadores de serviços de refrigeração e técnicos, fornecedores de produtos locais, incorporadoras, empreendimentos imobiliários e até empresas de turismo.

Além disso, a Americanas tem dívidas de locação de imóveis em Cajazeiras e Campina Grande, uma conta em aberto com o antigo controlador com o shopping de Campina Grande (Shopping Igautemi) e débitos de impostos nas prefeituras de Cajazeiras, Pombal, Bayeux e João Pessoa.

Algumas das dívidas já estão em execução judicial, mas grande parte, especialmente a de pequenos fornecedores, está apenas cadastrada.

Bancos e centrais sindicais já entraram na Justiça solicitando o bloqueio de recursos da Americanas e de seus principais sócios para garantir o pagamento de dívidas.

A crise na Americanas veio à tona há três semanas quando um executivo contratado para assumir o controle da gestão se recusou a assumir o cargo alegando que havia inconsistência no balanço da rede de lojas. Era uma manobra contábil que escondia dívidas de cerca de R$40 bilhões. Desde então as ações da rede despencaram, a empresa entrou em processo de recuperação judicial e existe o temor de falência, apesar da discussão sobre a venda.

F5 Online com Portal T5

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Economia

Campina Grande supera João Pessoa no Índice de Concorrência dos Municípios; Veja ranking

A cidade de Campina Grande está na frente de João Pessoa no Índice de Concorrência dos Municípios (ICM), divulgado pelo Ministério da Economia. A avaliação foi feita considerando os indicadores econômicos de 119 cidades brasileiras.

O índice leva em conta segmentos e fatores integrantes do ambiente de negócios dos municípios, como empreendedorismo, infraestrutura, construção, qualidade da regulação urbanística, liberdade econômica, concorrência em serviços públicos, segurança jurídica, contratações e tributação.

Na pontuação geral do ICM, Campina Grande obteve 498,51 pontos (44º lugar), ficando entre as dez com melhor desempenho na região Nordeste (confira lista no fim da matéria), enquanto a capital, na 90ª posição, obteve uma média de 427,24 pontos.

Campina também superou municípios como Caruaru (PE) – 467,26; Feira de Santana (BA) – 344,33; Imperatriz (MA) – 483,26; Juazeiro do Norte (CE) – 341,47; Mossoró (RN) – 477,06; Olinda (PE) – 446,18; São Luiz (MA) – 416,66 e Teresina (PI) – 475,27.

Desempenho das cidades paraibanas

Campina Grande e João Pessoa tiveram bom desempenho no quesito Qualidade da Regulação Urbanística. Campina chegou a 61,66 nesse índice, enquanto a capital aparece com 56,87 pontos.

Em relação à questão de estímulos tributários, o município campinense é o segundo maior do Nordeste, com 68,97, atrás apenas de Paulista (PE), com 79,31. João Pessoa, por sua vez, aparece com 41,38.

Campina Grande também superou a capital paraibana em outros quesitos, como empreendedorismo com 56,29 pontos contra 55,69; infraestrutura (56,14 pontos contra 50,43) e no item contratações com o serviço público (68,89 pontos contra 12,28).

Top 10 – região Nordeste

  1. Recife (PE) – 583,62
  2. Fortaleza (CE) – 568,67
  3. Natal (RN) – 551,36
  4. Aracaju (SE)- 549,85
  5. Salvador (BA) – 543,91
  6. Jaboatão dos Guararapes (PE) – 530,85
  7. Paulista (PE) – 528,38
  8. Vitória da Conquista (BA) – 519,81
  9. Campina Grande (PB) – 498,51
  10. Imperatiz (MA) – 483,26

Portal Correio 

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Brasil

Americanas tenta impedir na Justiça corte de luz e internet em suas lojas

A Americanas entrou nesta segunda-feira (30) com o pedido de recurso na Justiça do Rio de Janeiro para que as empresas de energia elétrica e telecomunicações não cortem por inadimplência os serviços de suas operações. Na petição, a varejista pede que Enel e Light mantenham o fornecimento do serviço de energia em suas lojas. A Americanas pede ainda que a Internet não seja cortada por falta de pagamento.

A Americanas pede uma multa diária de R$ 100 mil para manter os serviços funcionando.

Procurada Americanas não se pronunciou até a publicação desta reportagem.

De acordo com especialistas consultados pelo Estadão, a varejista precisa mais do que nunca manter sua operação funcionando para conseguir ampliar seu caixa e assim negociar preços e prazos melhores com os fornecedores.

Após bloqueios judiciais e cancelamento de adiantamentos, a varejista ficou com o caixa quase vazio. Conforme adiantou o Estadão, a empresa tem estimativa de quatro meses de estoque sem o aporte dos acionistas de referência – Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.

Em 20 de janeiro deste ano, a companhia entrou em recuperação judicial, reportando dívidas de R$ 41 bilhões.

Terra

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Economia

PRÉVIAS DE CARNAVAL: Ocupação de hotéis em João Pessoa será de 85%, diz ABIH

ABIH Nacional divulga expectativa de ocupação para o Carnaval 2020 — Revista Hotéis %
A taxa de ocupação da rede hoteleira de João Pessoa deve girar em torno dos 85% no mês de fevereiro,
potencializada pelas prévias do Folia de Rua e do período de Carnaval. A projeção é do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Paraíba (ABIH), Rodrigo Pinto, e encontra eco em vários gestores do trade turístico que já sentem na prática o aumento de reservas para o período.

As prévias representam um diferencial no calendário turístico da cidade. Rodrigo Pinto aponta que a
busca dos turistas por hospedagem gera maior movimentação, em especial, na primeira quinzena de fevereiro. “Esse é um período bom para o setor e estamos esperando uma faixa de ocupação de cerca de 85%. Especialmente, os primeiros 15 dias de movimentação na rede hoteleira no mês de fevereiro representam bons lucros”, analisou.

Rodrigo destacou que a divulgação das atrações do Folia de Rua desperta o interesse de pessoas de diversos estados do país. “É uma iniciativa muito boa porque em relação ao mês, o próprio carnaval já representa 45%”, disse. A taxa de ocupação na rede hoteleira não é o único reflexo do impacto do Folia de Rua e programação do Carnaval.

O presidente da ABIH, Rodrigo Pinto, enfatizou que outros segmentos da economia são impulsionados neste período. “O turismo não traz lucros apenas para os hotéis. É um segmento que movimenta toda uma cadeia que começa com o vendedor de espetinho e segue promovendo dividendos para taxistas, motoristas de aplicativos, donos de quiosques e de restaurantes, entre outros segmentos”, explicou.

A prévia carnavalesca de João Pessoa deverá atrair turistas de várias cidades e estados. A festa terá início no dia 9 de fevereiro com show da cantora e ministra da Cultura, Margareth Menezes. Em seguida, até o sábado de Carnaval, dezenas de blocos desfilarão pelos bairros.

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Economia

Mudança no ICMS deixará remédio mais caro a partir de fevereiro

Foto: Reprodução

Mudanças no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) podem deixar os remédios mais caros a partir de fevereiro. Além de alteração na base de cálculo do imposto em São Paulo, outros 12 estados aumentaram as alíquotas sobre medicamentos para 19% a 22% (veja tabela abaixo).

As associações da indústria e dos laboratórios já se mobilizaram e mandaram ofícios aos estados para tentar reverter ou suspender essas medidas.

Além do impacto do ICMS, em abril também está previsto reajuste de 10 mil medicamentos que são regulamentados uma vez por ano. Quem define os valores é o CMED (Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que é o órgão interministerial responsável pela regulação do mercado de medicamentos, e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exerce o papel de secretária-executiva.

Outros estados

Nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins, o aumento das alíquotas estão previstos para vigorar entre março e abril.

O presidente executivo do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), Nelson Mussolini, afirmou que já enviou ofício aos 12 estados. “O Sindusfarma vem fazendo gestões junto aos estados, para tentar reverter este aumento do ICMS, um absurdo tributário, repito, que, por força de lei, é repassado automaticamente para o consumido”, afirma Mussolini.

R7

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