Brasil

Americanas anuncia que não vai pagar aluguéis atrasados das lojas de shopping centers; Dívida chega a R$ 11,6 milhões

Foto: Divulgação

A direção da Americanas anunciou que não vai pagar os aluguéis atrasados das lojas em shoppings centers. A suspensão do pagamento dos alugueis atine dívidas até 19 de janeiro, quando a empresa entrou em recuperação judicial. A companhia deve R$ 11,6 milhões a quase 90 credores espalhados por todo país.

No comunicado divulgado aos shoppings, a Americanas alega que o eventual pagamento do aluguel implicaria no favorecimento de alguns credores em detrimento de outros. Já os valores devidos a partir de 20 de janeiro serão quitados normalmente.

Para a Associação Brasileira de Shopping Centers, o rombo das Americanas de R$ 48,9 bilhões serve de alerta.

A 4ª vara empresarial do Rio de Janeiro nomeou a empresa de auditoria Moore do Brasil para apurar as inconsistências contábeis apontadas no balanço das Americanas, que também faz uma investigação interna.

Empréstimo de R$ 2 bilhões

A justiça autorizou ainda a varejista a fazer um empréstimo de R$ 2 bilhões para manter o capital de giro usado para pagar fornecedores, empregados e parceiros.

Para analistas do mercado financeiro, mais que resolver problemas emergenciais, a americanas precisa agir com mais transparência.

“A gente ainda não sabe se foi um erro contábil ou uma fraude. Ainda está bem nebulosa essa parte. A gente tem umas inconsistências em relação a números, tanto de dívida, quanto de giro da companhia, quanto eles estão precisando, quanto eles têm em caixa hoje, ainda tá bem disperso, então, acho que tá faltando informação e clareza para o mercado”, explica Fabiano Vaz, analista de mercado acionário da Nord Research.

SBT News

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

PESQUISA: Variação no preço do gás de cozinha chega até R$ 30 em João Pessoa; confira valores

Botijão de gás chega a custar R$ 160, aponta ANP; veja valores por estado | Economia | G1

Pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor na Capital encontrou o preço do botijão de 13 quilos do gás de cozinha para pagamento à vista oscilando entre R$ 89,99 (SOS Gás – Torre) e R$ 120,00 (Kiko Gás – Alto do Mateus, Real Gás – Bancários e Arlete Gás – Manaíra), com diferença de R$ 30,01, variação de 33,3% e média de R$ 110,92. O Procon-JP também traz preços para garrafão de 20 litros da água mineral. Clique e confira as pesquisas de gás e água mineral.

O levantamento, que foi realizado no dia 08 de fevereiro de 2023 em 36 revendedores de 21 bairros de João Pessoa, registra, ainda, que para pagamento no cartão de crédito, o menor preço está sendo praticado a R$ 99,99 (Posto Setta – Ilha do Bispo) e, o maior, a R$ 130,00 (Kiko Gás – Alto do Mateus), com média de R$ 114,44, variação de 30% e diferença de R$ 30,01.

O segundo menor preço da pesquisa para pagamento à vista está sendo praticado a R$ 104,00 (SOS Gás – Torre), seguido de R$ 105,00 (Depósito Galvão – Mangabeira, Depósito Novais – Cruz das Armas e Casa do Gás – Treze de Maio).

Onze revendedores estão comercializando o produto a R$ 110,00:   Tito Gás e Flash Gás (Torre); JR Gás e Água e Brasil Gás (Manaíra); Brito’s Distribuidora (Expedicionários); Depósito D’Almir (Bairro dos Estados); Casa do Gás (Treze de Maio); Alex Gás e Depósito Novais (Cruz das Armas); Fernando Gás (Cidade Verde/Mangabeira); e Depósito Galvão (Mangabeira).

Água mineral – A pesquisa do Procon-JP para água mineral encontrou os preços bem diferenciados. A marca Platina é quem apresenta o menor, oscilando entre R$ 9,00 e R$ 12,00, diferença de R$ 3,00 e variação de 33,3%. Já a marca Indaiá registra o maior, com os preços sendo praticados entre R$ 13,00 e R$ 20,00, diferença de R$ 7,00 e variação de 53,8%

Confira as tabelas completas acessando os sites da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP – www.proconjp.pb.gov.br

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Carnaval estimula negócios e anima empresários da PB

Retomada do Carnaval movimenta pequenos negócios voltados ao setor da moda - Estadão
A Secretaria de Turismo de João Pessoa, afirma que a ocupação da rede hoteleira pode chegar a 75% em fevereiro, superando 2022. De acordo com economistas, a classe empresarial está otimista, considerando a demanda reprimida por produtos e serviços após dois anos sem festejos e que vão desde a agência de viagens até o taxista, passando pelos bares e restaurantes.

Se conseguir atingir as metas, uma estamparia, localizada em João Pessoa, deve entregar 30 mil peças dos abadás de blocos de Carnaval. O segmento de estamparias é um dos que mais registra crescimento na demanda, assim como o de confetes, serpentinas e glitter, além de roupas coloridas para curtir os dias de folia.

O proprietário Duarte Silva, comenta que os pedidos de encomendas começaram nos primeiros dias de janeiro. Mas a grande movimentação só começou em fevereiro. “São muitos pedidos para produzir camisetas. Em um ano bom, chegamos a 30 mil, que é a nossa meta para 2023, considerando que o último Carnaval foi o de 2020”.

Blog do BG PB com União

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

PESQUISA: Preço da gasolina em JP registra diferença de R$ 0,30 no litro; confira valores

Petrobras anuncia nova alta nos preços da gasolina, diesel e gás
A diferença no preço da gasolina comum na Capital para pagamento à vista está em R$ 0,30, registra pesquisa comparativa de preços para combustíveis realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor no dia 8 e divulgada nesta quinta-feira (9), com o produto oscilando entre R$ 4,690 (Elesbão – Água Fria) e R$ 4,990 (Santa Rita – Mangabeira, Cow Boy – Valentina e Setta – Alto do Mateus). A variação está em 6,4% e a média em R$ 4,851. Para pagamento no cartão, os preços estão entre R$ 4,690 e R$ 5,090.

O levantamento do Procon-JP, que foi realizado em 110 postos, constatou que, em relação à pesquisa do último dia 30 de janeiro, o menor preço da gasolina comum subiu R$ 0,10, com o maior caindo R$ 0,06. Em comparação à semana passada, o produto aumentou em quatro postos, reduziu em 33 e se manteve em 71 estabelecimentos.

Já a gasolina aditivada mostra alta de R$ 0,10 no menor preço se comparado ao levantamento anterior, saindo de R$ 4,690 para R$ 4,790 (Extra Petróleo – Mangabeira e Auto Posto – Valentina) e o maior caindo de R$ 5,290 para R$ 5,190 (Cidade – Cidade Universitária, Auto Posto Global – José Américo e Shopping Bessa – Bessa). O produto está com média de R$ 5,012, diferença em R$ 0,40 e variação em 8,4%.

Álcool – O álcool manteve os mesmos preços nas duas pontas se comparado à pesquisa anterior e está sendo comercializado entre R$ 3,490 (Auto Posto – Valentina) e R$ 4,190 (Setta – Alto do Mateus), mostrando média de R$ 3,733, diferença de R$ 0,70 e variação de 20,1%. O etanol aumentou em 13 locais, reduziu em sete e se manteve em 88 estabelecimentos.

S10 – Quando comparado ao dia 30 de janeiro, o diesel S10 manteve o menor preço em R$ 6,140 (cinco postos), com o maior registrando queda, saindo de R$ 6,870 para R$ 6,790 (Select – Tambaú). A diferença está em R$ 0,70, a variação em 11,5% e a média em R$ 6,354. O Procon-JP não encontrou aumento em nenhum posto, mas 16 reduziram e 87 locais mantiveram os preços em relação à pesquisa passada.

Diesel comum – O diesel comum manteve os mesmos preços nas duas pontas em relação ao levantamento anterior e está oscilando entre R$ 5,980 (Independência – Tambiá) e R$ 6,390 (Boa Viagem – Distrito Industrial e Três Lagoas – Costa e Silva), mostrando média de R$ 6,132.

GNV – Outro combustível que registra queda de preços nas duas pontas é o Gás Natural Veicular (GNV) em relação à última pesquisa do Procon-JP, com o menor preço saindo de R$ 4,440 para R$ 4,240 (cinco postos), e o maior caindo de R$ 4,490 para 4,290 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial), com diferença de R$ 0,05, variação de 1.2% e média de R$ 4,249.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

TIRO NO PÉ: Críticas de Lula ao Banco Central podem aumentar inflação e juros, dizem analistas

Nos últimos dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom das suas críticas ao Banco Central e ao comandante da instituição, Roberto Campos Neto. Na segunda-feira, 6, por exemplo, o petista disse que não “tem explicação” para o patamar da taxa básica de juros (Selic) – atualmente em 13,75% ao ano.

Na leitura dos economistas, é difícil entender a estratégia de combate adotada pelo presidente. Eles dizem que se trata de um discurso “ingênuo” e que esse conflito é um tiro no pé do próprio governo, que pode colher uma inflação mais elevada e juros altos por um período prolongado .

“O que parece existir por trás desse discurso é a ideia de que a política monetária é meio voluntarista. É uma visão ingênua, para dizer o mínimo, de que o Banco Central coloca o juro nesse patamar porque ele quer, sem considerar todas as questões de fundo que nós temos”, afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da consultoria Tendências.

A queda de braço entre governo e BC já traz consequências para a economia. Os juros futuros subiram, encarecendo o crédito para famílias e empresas, o real se desvalorizou nos últimos dias, mesmo num cenário de melhora global, bem como as empresas perderam valor na Bolsa de Valores. Na prática, a subida de patamar do câmbio pode resultar em mais inflação, dificultando a condução da política monetária.

“O que o presidente tem feito apenas prejudica seu próprio governo, sem nenhum ganho, pelo contrário”, afirma Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados. “O presidente quer ajudar a população mais pobre, mas pode prejudicá-los ainda mais fazendo como tem feito.”

Subida de tom

O embate entre Lula e o Banco Central subiu de patamar com o comunicado da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em que não houve uma menção ao pacote de ajuste fiscal apresentado pelo Ministério da Fazenda no mês passado.

Na ata, divulgada nesta quarta-feira, 7, alguns diretores do BC citaram os efeitos que o pacote apresentado poderia ter no combate à alta de preços, mas ponderaram sobre os “desafios de implementação”.

No pacote apresentado, o governo se comprometeu a pelo menos reduzir o déficit de 2023 de 2,1% do PIB% para 1% do PIB – o que representa um rombo próximo a R$ 100 bilhões.

“O governo está seguindo o caminho errado de brigar com o BC enquanto todos sabemos que a fonte dos problemas está no fiscal. Quanto mais o presidente fala, mais o Haddad (Fernando Haddad, ministro da Fazenda) terá que vir com um arcabouço fiscal ainda mais forte”, diz Vale.

“Como o presidente não insiste nos assuntos que são relevantes, que são um bom ajuste fiscal e uma reforma tributária, nós vamos continuar vendo desajustes nas expectativas de inflação e juros para os próximos anos”, acrescenta.
Cobrança por nova regra

Desde a aprovação da PEC da Transição, no fim do ano passado, analistas e economistas já viam um crescimento da incerteza fiscal no País e redobraram a cobrança para que o governo Lula desenhe um novo arcabouço fiscal crível, em substituição ao teto de gastos – a regra será apresenta até abril, segundo Haddad.

À época, uma parte do mercado financeiro já apontava que a Selic poderia cair apenas em 2024, cenário que foi reforçado não só com as declarações de Lula contra o Banco Central, mas também por um discurso que passou a dominar o governo de revisar as metas de inflação dos próximos anos.

“Tem uma política fiscal bastante expansionista. Isso significa um aumento importante na demanda agregada da economia e, consequentemente, na pressão sobre a inflação”, diz José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos. “Com um política fiscal expansionista, a política monetária necessária para fazer com que a taxa de inflação convirja para a meta, a taxa de juros vai ter que ser bastante elevada.”

Num cenário mais pessimista do que o mercado, Márcio Camargo avalia que o BC terá de aumentar a Selic para 14,5% em 2023 se quiser chegar na meta de inflação de 2024, que é de 3%, com intervalo de 1,50% a 4,50%.

Terra

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

João Pessoa tem a segunda maior alta na cesta básica entre capitais

Em janeiro, o custo da cesta básica subiu em 11 das 17 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo o levantamento, que foi divulgado nesta terça-feira (7), as maiores altas foram observadas na capitais nordestinas, com destaque para Recife (7,61%), João Pessoa (6,80%), Aracaju (6,57%) e Natal (6,47%).

Por outro lado, as capitais da Região Sul do país apresentaram as maiores quedas, com Florianópolis na liderança (-1,11%), seguida por Porto Alegre (-1,08%) e Curitiba (-0,50%).

Assim como ocorreu em dezembro, São Paulo continua aparecendo na pesquisa como a capital onde o conjunto de alimentos básicos apresenta o maior custo. Na capital paulista, o custo médio da cesta básica em janeiro era de R$ 790,57. Em seguida, apareceram as cestas básicas do Rio de Janeiro (R$ 770,19), Florianópolis (R$ 760,65) e Porto Alegre (R$ 757,33). Já a cesta mais barata era a de Aracaju, onde o custo médio correspondia a R$ 555,28 em janeiro.

Com base na cesta mais cara, que em janeiro foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para cobrir despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário mínimo deveria ser de R$ 6.641,58 em janeiro, o que corresponde a cinco vezes mais do que o valor vigente, que é de R$ 1.302.

Portal T5

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

PESQUISA DATA QUALYT: Metade dos pessosenses começou 2023 sem pagar cartão, moradia e empréstimos

Veja como fica o funcionamento de serviços e comércio durante virada de ano na Paraíba - Portal Correio
Uma pesquisa realizada no mês de janeiro, pela Data Qualyt – Inteligência em pesquisas – traçou um perfil do endividamento da população de João Pessoa e revelou que pelo menos 33% da população da capital paraibana estava com contas em atraso. Ao mesmo tempo, outros 56% afirmaram que o vencimento já ultrapassava os 30 dias.

A pesquisa foi realizada entre 13 e 14 de janeiro deste ano e entrevistou 400 residentes de João Pessoa, com base em uma amostragem aleatória simples com um nível estimado de 95% de confiança e uma margem de erro estimada de cinco pontos percentuais sobre os resultados encontrados.

Os números revelaram que o principal vilão do endividamento era o cartão de crédito, com 52% das dívidas, seguido pela prestação habitacional ou o aluguel com 17% (confira gráfico abaixo).

Fonte: Data Qualyt

Questionados sobre a capacidade de pagamento das dívidas, 76% dos entrevistados disseram acreditar que teriam condições de liquidar de débitos dentro do mês.

Outro dado que chamou a atenção foi o comprometimento da renda em relação às dívidas. Para 60% do público esse comprometimento variou entre 20% e 60% da renda. O reflexo disso impacta diretamente na saúde do pessoenses: 36% disseram que o fato de estarem endividados atrapalha muito a qualidade do sono.

Apesar das dificuldades, apenas 12% da população endividada pretende realizar algum tipo de empréstimo para saldar os débitos.

Fonte: Data Qualyt

Para realização da pesquisa, foram selecionados de maneira aleatória 50 pontos amostrais proporcionalmente ao tamanho, visando abranger toda a cobertura geográfica do município, distribuídos em quatro regiões: Aeroclube, Bancários, Bessa, Cabo Branco, Castelo Branco, Jardim Oceania, Manaíra, Miramar, São José e Tambaú (Zona Leste); Alto do Céu, Estados, Ipês, Mandacaru, Padre zé, Roger, Torre e Treze de Maio (Zona Norte); Alto do Matheus, Cristo Redentor, Cruz das Armas, Ilha do Bispo, Jaguaribe, Oitizeiro, Trincheiras e Varjão (Zona Oeste); Água Fria, Costa do Sol, Costa e Silva, Cuiá, Ernani Sátiro, Ernesto Geisel, Funcionários, Gramame, Industrias, Jardim cidade Universitária, Jardim Veneza, João Paulo II, José Américo, Mangabeira, Mumbaba, Paratibe, Planalto Boa Esperança e Valentina (Zona Sul).

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Abono salarial de até R$ 1.302 poderá ser consultado a partir deste domingo

O abono salarial começa a ser pago no dia 15 de fevereiro

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep, ano-base 2021, começa no dia 15 de fevereiro. A consulta aos valores e às datas de pagamento poderá ser feita a partir deste domingo (5) por meio do portal gov.br e da Carteira de Trabalho Digital.

A liberação do dinheiro é feita de acordo com o mês de nascimento dos trabalhadores. Os primeiros a receber serão os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro (veja calendário abaixo). Os valores variam de R$ 108,50 a R$ 1.302, dependendo da quantidade de meses trabalhados em 2021.

Terão direito 22,9 milhões de pessoas que trabalharam com carteira assinada em 2021. Desse total, 20,4 milhões da iniciativa privada receberão o PIS (Programa de Integração Social), pago pela Caixa. Outros 2,5 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito ao Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), que recebem pelo Banco do Brasil.

Quem tem direito

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base considerado para a apuração, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais).

Como consultar

A consulta pode ser feita ainda pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou plataforma de serviços no portal gov.br. Para ter acesso às informações do abono salarial na Carteira de Trabalho Digital, será necessário que o trabalhador atualize o aplicativo e posteriormente acesse a aba “Benefícios” e “Abono salarial”, para verificar valor, dia e banco de recebimento.

Informações adicionais poderão ser solicitadas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho, pelo telefone 158 ou pelo e-mail: [email protected] (substituindo os dígitos uf pela sigla do estado de domicílio do trabalhador).

O valor do abono é proporcional ao período em que o empregado trabalhou com carteira assinada em 2021. Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 108,50, com períodos iguais ou superiores a 15 dias contados como mês cheio. Quem trabalhou 12 meses com carteira assinada receberá o salário mínimo cheio, de R$ 1.302.

Confira abaixo as datas de pagamento

PIS

Nascidos em janeiro – 15 de fevereiro
Nascidos em fevereiro – 15 de fevereiro
Nascidos em março – 15 de março
Nascidos em abril – 15 de março
Nascidos em maio – 17 de abril
Nascidos em junho – 17 de abril
Nascidos em julho – 15 de maio
Nascidos em agosto – 15 de maio
Nascidos em setembro – 15 de junho
Nascidos em outubro – 15 de junho
Nascidos em novembro – 17 de julho
Nascidos em dezembro – 17 de julho

Pasep

Final de inscrição 0 – 15 de fevereiro
Final de inscrição 1 – 15 de março
Finais de inscrição 2 e 3 – 17 de abril
Finais de inscrição 4 e 5 – 15 de maio
Finais de inscrição 6 e 7 – 15 de junho
Finais de inscrição 8 e 9 – 17 de julho

Como é feito o pagamento

Trabalhadores da iniciativa privada com conta-corrente ou poupança na Caixa receberão o crédito automaticamente pelo banco, de acordo com o mês de seu nascimento.

Os demais beneficiários receberão os valores por meio da poupança social digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e a senha, em terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências, também de acordo com o calendário de pagamento escalonado por mês de nascimento.

O pagamento do abono do Pasep ocorre via crédito em conta para quem é correntista ou tem poupança no Banco do Brasil. O trabalhador que não é correntista do BB pode efetuar a transferência via TED para conta de sua titularidade via terminais de autoatendimento, no portal www.bb.com.br/pasep ou no guichê de caixa das agências, mediante a apresentação de um documento oficial de identidade.

O que é o abono salarial PIS/Pasep

É um benefício anual no valor máximo de um salário mínimo. Neste ano, o valor varia de R$ 108,50 a R$ 1.302, conforme a quantidade de meses trabalhados. Poderá sacar a quantia máxima quem trabalhou os 12 meses de 2020.

Quem tem direito ao abono?

• É preciso estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;

• Ter trabalhado formalmente (com carteira assinada) no mínimo 30 dias em 2021;

• Ter recebido até dois salários mínimos;

• Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ou no esocial, conforme a categoria da empresa.

Quem não tem direito

• Empregado doméstico;

• Trabalhadores rurais empregados por pessoa física;

• Trabalhadores urbanos empregados por pessoa física;

• Trabalhadores empregados por pessoa física equiparada à jurídica.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Consumo de etanol cresce 221% na PB em 10 anos

Escassez de açúcar pode aumentar preço do etanol nas bombas | RCIA Araraquara

O consumo de etanol hidratado – utilizado no abastecimento de veículos – cresceu 221% em 10 anos no estado, de acordo com o Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool-PB). Em 2013, o consumo foi de 54,2 milhões de litros.

Já em 2022, foram 174,4 milhões de litros. No mesmo período, o consumo de etanol anidro – usado na mistura da gasolina e na fabricação de bebidas, solventes e perfumes – aumentou apenas 10,9%, passando de 168,7 milhões de litros para 185,9 milhões de litros.

O levantamento do Sindalcool-PB é baseado em dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP), que revelam o valor comercializado pelos postos na Paraíba. Como o mês de dezembro de 2022 ainda não foi divulgado pela ANP, o Sindalcool-PB fez uma projeção para o período, com base no consumo dos últimos três anos. O presidente-executivo do Sindalcool-PB, Edmundo Barbosa, afirma que, em 10 anos, o Brasil mudou bastante.

“As pessoas não falavam tanto em sustentabilidade ou em descarbonização. Hoje, as empresas colocam o tema na sua agenda de meio ambiente, social e governança. A Energisa Paraíba, por exemplo, adotou o uso de etanol para seus veículos leves. As empresas que apresentam balanço social têm adotado essa prática, recentemente”. Edmundo Barbosa destaca que desde 2013 tem havido o aumento da frota de veículos, inclusive com motor flex.

Ela enfatiza que, se antes o consumidor só abastecia com etanol hidratado por causa do preço, outros fatores estão sendo considerados. Ele refuta o argumento de que o preço do etanol deve corresponder a, no máximo, 70% do valor da gasolina, considerando a produtividade do biocombustível.

“Acredito na forte tendência de substituição dos antigos combustíveis poluentes, porque o etanol está cada vez mais popular aqui na Paraíba. Parece haver, hoje em dia, a maior compreensão dos seus efeitos positivos para a maior durabilidade dos motores. Todos sabem que se tornou mais difícil adquirir um veículo e, quem tem, quer conservar bem o seu carro. A mobilidade sustentável com o etanol é também mais econômica”, complementa Edmundo Barbosa.

Blog do BG PB com União

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Não vejo com bons olhos o futuro da economia, diz Bolsonaro

Visto de Bolsonaro vence: entenda a situação do ex-presidente nos EUA | Mundo | O Globo
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou, nesta sexta-feira (2), durante o evento “Power of the People”, na Flórida, nos Estados Unidos, que não vê com os bons olhos o futuro da economia brasileira diante das medidas adotadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não vejo com bons olhos o futuro da nossa economia com as medidas adotadas pelo atual governo. E a economia que dita o futuro de um regime”, afirmou Bolsonaro.

Essa foi a primeira fala em evento depois de sua saída do governo em 31 de dezembro do ano passado. Um dia antes, Bolsonaro viajou para os EUA e não participou da cerimônia de posse de Lula no dia 1º de janeiro, com a tradicional passagem da faixa presidencial.

Em pouco mais de 1 hora e 30 minutos, o ex-chefe do Executivo brasileiro falou sobre feitos do seu governo, respondeu perguntas sobre a Venezuela e falou da estadia de brasileiros nos EUA.

“Encontro nesse país muita gente que pretende voltar ao Brasil e vão atrasar um pouco mais esse retorno. Muitos outros agradecem aos Estados Unidos a oportunidade de aqui poder ficar. Mas, por melhor que estejamos aqui, sempre nos preocupamos com nossos amigos e parentes que lá ficaram”, declarou.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.