Brasil

Congresso quer pagamento de 13º para o Bolsa Família apesar de resistência do governo Lula


Foto: KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Deputados e senadores querem alterar a medida provisória do governo federal que recriou o Bolsa Família para fazer com que as famílias atendidas pelo programa recebam o pagamento de um 13º. O Executivo garante que não vai repassar uma parcela extra aos beneficiários.

O 13º foi pago apenas uma vez, em 2019, primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro (PL). Segundo a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a parcela extra não faz sentido para o Bolsa Família, porque o programa é de assistência e de complemento de renda, e não uma remuneração salarial.

Apesar disso, deputados e senadores de oposição e até de partidos que estão à frente de ministérios do governo Lula vão tentar garantir o pagamento do 13º. Entre as emendas (sugestões de alteração) que já foram apresentadas à medida provisória, há propostas para a transferência de uma parcela adicional ao fim do ano ou para que os beneficiários recebam, nos meses de junho e dezembro, um acréscimo de 50% do valor do auxílio.

Algumas das emendas foram elaboradas por parlamentares de MDB e União Brasil, que juntos comandam seis pastas do governo federal.

R7

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Brasil

Lula quer programa para oferecer passagens aéreas ao valor de R$ 200

 

O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, disse que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve implementar um programa para baratear as passagens de avião. Segundo o ministro, o programa será destinado aposentados, estudantes e funcionários públicos que recebam até R$ 6.800.

França afirmou que a meta do governo é ocupar as vagas ociosas dos voos oferecendo as passagens aéreas a R$ 200. O ministro também estabeleceu um limite de 4 passagens por ano (contando ida e volta) para cada beneficiário.

“O plano está montado, agora é uma questão de o governo concordar. Será uma revolução na aviação brasileira. A meta é encontrar passagens a R$ 200 (o trecho), R$ 400 ida e volta, de qualquer lugar do país”, declarou o ministro em entrevista ao Correio Braziliense.

“O que estamos buscando é comprar a ociosidade dos espaços. As companhias brasileiras chegam na faixa de 30 milhões de passageiros, cada uma delas, operando com 78% a 80% de vagas ocupadas. Outras 20% saem vazias. Eu quero essas vagas para as pessoas que não voam”, completou.

Ainda não há detalhes sobre como será o programa. Segundo França, a ideia será apresentada ao governo e depois levada as companhias aéreas. As compras deverão ser feitas em aplicativos veiculados a bancos estatais. O ministro destacou ainda que não se trata de um subsídio, mas sim de um acordo intermediado pelo governo.

“Nós temos hoje 90 milhões de passageiros, mas só 10 milhões de CPFs que voam. Veja que absurdo, 90 milhões de passagens emitidas por ano, para apenas 10 milhões de pessoas”, afirmou França.

Poder360

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Brasil

ANTAGONISTA: “O que querem esconder?”

“O que querem esconder?”

O senador Rogério Marinho questionou neste domingo (12) o motivo de o governo Lula rejeitar a criação da CPMI sobre os atos de 8 de janeiro.

Em publicação no Twitter, o parlamentar comentou a fala do senador petista Humberto Costa de que o governo “vai investir pesadamente” contra o requerimento para criação da comissão.

“O que querem esconder?”, perguntou Marinho.

O Palácio do Planalto, como mostramos, ameaçou não pagar emendas aos deputados de primeiro mandato que endossaram a investigação entre Câmara e Senado.

O Antagonista

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ALERTA DE TRETA: Governo Lula assina contratos milionários com indícios de ‘cartel do asfalto’

Foto: Adriano Vizoni/Folhapress

O Governo Lula assinou cerca de R$ 650 milhões de contratos herdados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) de empreiteiras e condutas suspeitas de práticas de cartel em obras de pavimentação. As empresas e as práticas suspeitas são semelhantes às reveladas no ano passado em auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), chamado de ‘cartel do asfalto’.

Esse ‘cartel’ agia a partir de licitações da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Apesar das investigações e suspeitas de irregularidades e superfaturamento, Lula manteve este ano a direção nomeada por Bolsonaro. O ex-presidente entregou a estatal ao centrão por apoio no Congresso, o mesmo feito pelo petista.

O governo de transição, inclusive, criticou a maneira como a estatal era gerenciada por recursos de emendas parlamentares. Mas o governo definitivo barrou qualquer grandes alterações na empresa, para justamente deixar o controle ao centrão.

Apesar das suspeitas, a Codevasf afirmou que suas licitações seguem o que a lei diz e não fixam limites mínimo para participantes ou descontos em relação aos valores de transferência. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional lembrou que a estatal possui autonomia administrativa, cabendo a ela prestar contas à sociedade.

FolhaSP

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Mulheres e pandemia: covid acentuou desigualdade no trabalho doméstico

Uma das primeiras mortes por covid-19 no Brasil foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro em 12 de março de 2020. A vítima, uma mulher de 63 anos, trabalhava como empregada doméstica e pegou o vírus depois que a patroa retornou de uma viagem à Europa e testou positivo para a doença.

No mesmo dia, a Secretaria de Saúde de São Paulo também confirmou uma morte pela doença. A vítima, outra mulher, de 57 anos, que trabalhava como diarista e deixou um filho com deficiência. Os primeiros óbitos causados pelo vírus no país são emblemáticos e refletem a vulnerabilidade das mulheres frente à doença – sobretudo as mais pobres e negras.

Pesquisa da Sempreviva Organização Feminista, realizada nos primeiros meses da pandemia, mostra como a crise na saúde e o isolamento social acentuaram as desigualdades nas tarefas domésticas. Segundo a entidade, a sobrecarga de trabalho e de cuidado foram questões que as mulheres sentiram logo que as medidas de isolamento social começaram.

Três de cada quatro mulheres ouvidas no levantamento e responsáveis pelo cuidado de crianças, idosos ou pessoas com deficiência, afirmaram que a necessidade de monitorar e fazer companhia aumentou. Para a organização, essa é uma dimensão do cuidado que muitas vezes é invisibilizada. “Em casa, os tempos do cuidado e do trabalho remunerado se sobrepõem no cotidiano das mulheres: mesmo enquanto realizam outras atividades cotidianas, elas seguem atentas”, indica o relatório da Sempreviva.

“As dinâmicas de vida e trabalho das mulheres se contrapõem ao discurso de que a economia não pode parar, mobilizado para se opor às recomendações de isolamento social. Os trabalhos necessários para a sustentabilidade da vida não pararam – não podem parar. Pelo contrário, foram intensificados na pandemia”, destacou a entidade. Os números apontam que metade das mulheres brasileiras passou a cuidar de alguém durante a pandemia.

Ainda de acordo com o levantamento, 40% das mulheres ouvidas afirmaram que a pandemia e a situação de isolamento social colocaram o sustento da casa em risco. A maior parte das que têm essa percepção são mulheres negras (55%) que, no momento em que responderam à pesquisa, tinham como dificuldades principais o pagamento de contas básicas ou do aluguel. O acesso a alimentos também foi uma preocupação.

Agência Brasil

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Morre o ator Antônio Pedro, aos 82 anos

O ator, diretor, roteirista e produtor Antônio Pedro morreu hoje (12), aos 82 anos. A informação foi confirmada pela filha do ator, Ana Baird, nas redes sociais.

No Instagram, ela compartilhou uma sequência de fotos ao lado do pai. “Referência. Amor incondicional. Honra e orgulho. Obrigada por tudo. Obrigada por tanto. Vai na luz, Pai. Tem um elenco maravilhoso te esperando do outro lado para a festa. O Teatro te agradece. Eu te agradeço imensamente. Te amo”, escreveu.

Ele estava internado em um hospital no Rio de Janeiro e morreu em decorrência de insuficiências renal e cardíaca. O velório está acontecendo na capela 2 do Crematório e Cemitério da Penitência. Às 15h30, o ator será cremado.

Antônio Pedro deixa três filhos: a atriz Alice Borges, filha da francesa Yvette Tuffal, a atriz Ana Baird, filha da cantora Margot Baird, e Fabio Borges, de seu relacionamento atual com a atriz e maquiadora Andrea Bordadagua.

Vida dedicada às artes

Antônio Pedro Borges de Oliveira foi uma figura conhecida na televisão e no cinema. Ele começou a carreira na década de 1960 e participou de dezenas de filmes, peças e produções para as telinhas.

UOL

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Indicado por Margareth Menezes para a Cultura foi punido pela CGU e não pode ser contratado

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, escolheu para secretário de Cidadania e Diversidade Cultural o arquiteto Edvaldo Mendes Araújo, que recebeu punição da CGU (Controladoria-Geral da União) por improbidade administrativa e está proibido de ser contratado pela administração pública.

Zulu Araújo, como é conhecido, foi anunciado no perfil oficial do Instagram da pasta e aparece em publicações participando de agendas, mas ainda não está nomeado oficialmente.

Os relatos obtidos são de que ele está trabalhando normalmente. Integrantes do ministério se disseram surpresos ao serem informados de que o indicado pela ministra não foi oficializado ainda no cargo.

O processo foi instaurado em 2013, em decorrência da atuação de Araújo na Fundação Palmares, instituição que presidiu de 2007 a 2010. A sanção veio em setembro de 2015, por improbidade administrativa, com a proibição de nova investidura em cargo público.

Zulu é militante do Movimento Negro Brasileiro e era a primeira escolha da ministra para a secretaria-executiva. Ele é mestre em Cultura e Sociedade e doutorando em Relações Internacionais pela Universidade Federal da Bahia.

Procurado, o ministério afirmou que Zulu foi indicado, mas que seu nome foi submetido “às instâncias regulatórias para a ocupação de cargo público no governo”. A pasta negou que ele esteja exercendo funções informalmente.

Folha de S. Paulo

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Com oito ministérios sem site oficial, governo Lula fere a Lei de Acesso à Informação

Foto: LULA MARQUES/AGÊNCIA BRASIL

Passados mais de dois meses da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao menos oito ministérios estão sem portal oficial na internet. O levantamento das páginas foi feito pelo R7 com base nas informações divulgadas pelo Executivo federal na aba “órgãos do governo”, que lista os sites das pastas.

Não há menções aos seguintes ministérios:

• Cultura
• Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
• Igualdade Racial
• Mulheres
• Pesca e Arquicultura
• Portos e Aeroportos
• Povos Indígena
• Previdência Social

Com 37 pastas, o governo Lula fica atrás apenas do de Dilma Rousseff (PT), que teve recorde de 39. Na gestão anterior, Jair Bolsonaro (PL) contava com 23 ministérios. Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto respondeu, em nota, que “os sites dos novos ministérios estão sendo criados e em breve estarão no Gov.br [portal do governo federal]”.

Atualmente, o salário mensal de um ministro é de R$ 31 mil, além de décimo-terceiro salário (R$ 31 mil), 1/3 de férias (cerca de R$ 10 mil) e auxílio-moradia (R$ 7 mil).

Consequências para a sociedade

Na avaliação do advogado e doutor em direito constitucional Acacio Miranda da Silva Filho, a falta de portais oficiais prejudica o acesso da população às informações a respeito da administração do Estado, que devem ser públicas.

“A publicidade se dá por meio do Diário Oficial da União, das redes e dos sites oficiais dos órgãos. A partir do momento em que as informações não são externadas, é natural que a população sofra com o déficit, uma vez que não encontra caminhos para fiscalizar e ter acesso aos atos praticados por aqueles órgãos”, aponta.

Para o advogado especialista em direito administrativo Rafael Arruda, a falta de canal oficial de órgãos públicos na internet fere princípios da Lei de Acesso à Informação, sancionada em 2011 e da Lei de Conflitos de Interesses, sancionada em 2013. As normas determinam, por exemplo, que as agendas de autoridades públicas, como ministros, devem ser divulgadas na internet.

R7

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VÍDEO: Dois aviões de pequeno porte caem na Grande Belo Horizonte no mesmo dia


Foto: Corpo de Bombeiros MG/Divulgação

Dois aviões de pequeno corte caíram neste sábado (11) na região metropolitana de Belo Horizonte, em um intervalo de poucas horas.

Um avião monomotor de pequeno porte faz pouso forçado. O acidente ocorreu por volta das 11h em Sabará, região metropolitana de BH. O piloto acionou o paraquedas da aeronave para amortecer a queda, e ninguém se feriu.

Horas depois, outro avião caiu em BH. O monomotor se chocou contra residências, deixando o piloto e uma passageira feridos.

O primeiro acidente

A aeronave transportava seis tripulantes: quatro adultos, uma criança de três anos e um recém-nascido.

Devido ao sistema de amortecimento, ninguém se feriu. Quando os Bombeiros chegaram ao local, o grupo dispensou atendimento médico.

O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) foi acionado e vai apurar o caso.

O segundo acidente

As duas vítimas foram retiradas inconscientes da aeronave e com politraumatismo. O piloto e a passageira foram encaminhados pelas equipes do Samu a um hospital na capital mineira.

Segundo o Corpo de Bombeiros, trata-se de um pai e uma filha de 60 e 33 anos, respectivamente. Não há, até o momento, informações atualizadas sobre o estado de saúde deles.

Não houve vítimas nos imóveis atingidos. A queda ocorreu no bairro Jardim Montanhês, nas proximidades do Aeroporto Carlos Prates, que recebe monomotores e aviões de pequeno porte na região nordeste de BH.

Não há risco de explosão. Os tanques situados nas duas asas da aeronave foram encharcados com espuma mecânica, informaram os Bombeiros.

A Polícia Civil foi acionada e iniciou os trabalhos de perícia no local, que foi isolado. O Cenipa também foi chamado para perícia.

UOL

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Brasil

Governo Lula troca emendas e cargos por retirada de assinaturas a favor de CPMI do 8 de Janeiro

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está oferecendo cargos e emendas parlamentares a congressistas que não assinarem ou retirarem o apoio à instalação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) sobre os atos de 8 de janeiro em Brasília, dizem deputados ouvidos pelo R7.

De acordo com as denúncias, parlamentares que mantiverem apoio à CPMI estariam de fora da distribuição de R$ 13 milhões em emendas individuais neste ano. Cargos de segundo e terceiro escalão em estatais e autarquias ligadas ao governo também entram nas trocas.

A mira do Palácio do Planalto estaria direcionada sobretudo a deputados em primeiro mandato. Isso porque esses parlamentares não entraram na conta das emendas definidas em 2022 para execução neste ano. Com isso, os estreantes só estariam na divisão a partir de 2024. A ideia do governo federal é captar essa parcela com a distribuição de R$ 3 bilhões em emendas parlamentares a 218 recém-chegados.

Quanto aos cargos, a ameaça velada é de perda de cadeiras a partidos que possuem comandos em estruturas do Executivo, como é o caso do MDB e União Brasil. Em meio ao movimento, os deputados Célio Silveira (MDB-GO), Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) e José Nelto (PP-GO) retiraram sua assinatura do pedido de abertura da CPMI. Até mesmo integrantes da oposição cederam, como é o caso do deputado Pastor Gil (PL-MA).

O R7 acionou os citados para questionar a retirada, mas não obteve retorno até a última atualização.

Denúncias

De acordo com denúncia do deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estaria articulando, só para a retirada de apoio da CPMI, R$ 60 milhões em emendas. “Em confirmando, vou buscar responsabilizar os envolvidos na prática de corrupção ativa e passiva”, disse. A pretensão é entrar com uma representação junto à Procuradoria-Geral da República (PGR).

O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) também declarou suposta intimidação dos colegas recém-chegados. “Estão convocando os parlamentares novos até o Palácio do Planalto para intimidá-los. Quem não tirar a assinatura da CPMI não vai receber o dinheiro, que é um direito nosso para levar ao estado”, declarou, na tribuna de imprensa da Câmara.

Segundo Trovão, ele foi um dos convidados para uma reunião. “Eles [governo] têm a cara de pau de querer coagir os novos deputados que chegaram à Casa”, afirmou.

Parlamentares governistas têm articulado para esvaziar a abertura tanto da CPMI como da CPI com o mesmo tema no Senado. O entendimento é que, neste momento, uma comissão do tipo serve apenas aos interesses da oposição.

Para justificar o novo posicionamento, os parlamentares comentam o trabalho avançado do Judiciário nas investigações, fazendo um paralelo com a CPI da Pandemia. “Temos mais de 700 mil mortos, e ninguém está preso. O ato terrorista tem centenas de presos, alvos de ações penais, inquéritos”, sustentou o senador Fabiano Contarato (ES), líder do PT no Senado.

O governo decidiu concentrar as negociações de emendas nas mãos do ministro Alexandre Padilha, que chefia a Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação política. Uma portaria interministerial definiu que a liberação de recursos precisa passar pelo aval de Padilha antes de decisões nas pastas.

Na prática, a portaria centraliza o fluxo das emendas no Palácio do Planalto. Isso significa ditar a ordem dos despachos — o que deve ser usado pelo governo para condicionar apoio de congressistas.

Questionado sobre as denúncias, o Palácio do Planalto ainda não respondeu.

R7

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