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Ex-ministro Eliseu Padilha morre em decorrência de câncer aos 77 anos


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-ministro Eliseu Padilha morreu, nesta segunda-feira (13), em decorrência de um câncer no estômago descoberto há um mês. Ele estava internado em estado grave no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. A informação foi confirmada pela analista de política da CNN Basília Rodrigues.

Desde a semana passada, o quadro de saúde dele já era “grave e irreversível”, de acordo com assessoria dele, em decorrência de complicações de um mielomona, tipo de câncer que afeta células da medula óssea.

O velório será aberto ao público nesta quarta-feira (15), no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, das 10h às 17h. Após isso, o corpo será levado ao Angelus Memorial e Crematório para uma cerimônia restrita aos familiares.

Natural de Canela, na Serra Gaúcha, ele deixa a esposa, Simone Camargo, seis filhos e cinco netos. Padilha se formou em direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Ele foi prefeito de Tramandaí – no litoral norte do estado – entre e 1989 e 1993. Atuou como deputado federal de maneira ininterrupta entre 1995 e 2011. Durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foi ministro dos Transportes entre 1997 e 2001.

No governo de Dilma Rousseff (PT), esteve como ministro da Secretaria de Aviação Civil entre 1º de janeiro e 1º de dezembro de 2015.

No mandato de Michel Temer (MDB), foi ministro da Casa Civil entre maio de 2016 e 1º de janeiro de 2019.

CNN Brasil

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Marina Silva é internada em hospital de Brasília

Marina Silva — Foto: TV Globo/ Reprodução

 

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, foi internada, em um hospital particular do lago sul,nesta segunda-feira (13), em um hospital de Brasília com suspeita de malária.

Segundo a assessoria da ministra, ela está em avaliação e sem sintomas.

A agenda de Marina Silva foi cancelada.

Entre os exames pedidos, está o teste de Covid-19.

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Ministro da Justiça diz que governo prepara projeto para regulamentar redes sociais

Flávio Dino – (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse nesta segunda-feira (13) que, junto com a Secretaria de Comunicação (Secom), a pasta está preparando proposta de projeto de lei de regulamentação das redes sociais. A estimativa, segundo ele, é encaminhar o texto – que já tem as linhas gerais definidas e unidade na equipe de governo – para avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima semana.

Dino informou que se o presidente concordar com a proposta, o texto será encaminhado à Câmara dos Deputados.

“Já temos a tramitação de um projeto de lei lá, sob a relatoria do deputado Orlando [Silva] e a nossa ideia inicial é que o conteúdo seja aproveitado para qualificar, e termos uma legislação moderna, adequada e que proteja as liberdades e garanta, ao mesmo tempo, que a internet não seja uma guerra. Que haja dever e cuidado por parte das empresas, e haja um sistema de responsabilidade, no caso de cometimento de crimes por intermédio dessas plataformas”, disse.

Segundo o ministro, o projeto em discussão na Câmara já passou pelo Senado e, aparentemente, vai ocorrer mudança por parte dos deputados e isso implica no retorno à avaliação dos senadores. Mesmo assim, ele disse esperar que a lei seja aprovada ainda neste ano.

Dino lembrou que, em paralelo, há duas ações diretas de inconstitucionalidade tramitando no STF. “Haverá uma audiência pública no dia 28 de março, e claro, concluída esta fase o Supremo também pode julgar, de modo que são dois caminhos diferentes que irão se complementar, no sentido de termos novos marcos jurídicos sobre internet no Brasil ainda neste ano de 2023, seja por deliberação do Congresso, seja por deliberação do Supremo”, completou.

Agência Brasil

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Morre Canisso, baixista dos Raimundos, aos 57 anos

Canisso, baixista do Raimundos, morre aos 57 anos

Canisso, baixista da formação inicial dos Raimundos, morreu nesta segunda-feira (13). A informação foi confirmada pela família nas redes sociais do artista e pela filha dele pelo Instagram.

Segundo a filha, Canisso teria sofrido um acidente em casa no fim da manhã. Ele foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Na página oficial de Canisso, foi informado que ele “sofreu uma queda decorrente de um desmaio”.

Com mais de 35 anos de carreira, o grupo de Brasília lançou nove álbuns de estúdio e emplacou hits nos anos 90 como “Eu Quero Ver o Oco”, “Mulher de Fases” e “A Mais Pedida”.

A banda famosa por unir ritmos populares brasileiros com o peso do punk e do hardcore também ficou conhecida pelas letras irreverentes.

Foram duas fases principais do Raimundos: uma com o vocalista Rodolfo Abrantes (até 2001) e outra com o guitarrista Digão assumindo os vocais (a partir de 2001).

BandNews

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Moraes quer que redes sociais sejam classificadas como empresas de comunicação

Foto: Reprodução.

O ministro do STF Alexandre de Moraes defendeu hoje que as redes sociais devem ser classificadas como empresas de comunicação, para que se responsabilizem pelo conteúdo divulgado nelas. O magistrado deu a declaração à imprensa antes de participar de um evento na Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro, sobre liberdade de expressão.

“Temos que mudar a forma jurídica de responsabilização de quem é o detentor das redes. Não é possível ainda hoje que as grandes plataformas sejam consideradas empresas de tecnologia. Elas são também empresas de comunicação, empresas de publicidade. O maior volume de publicidade no mundo quem ganha são essas plataformas”, afirmou Moraes.

Ainda ao falar sobre o tema, o ministro, que preside o TSE desde o ano passado, disse que a “a Constituição não garante uma liberdade de expressão como liberdade para agressão, discurso de ódio, para discurso contra a democracia”.

“O modelo negocial das redes é diferente e exatamente por isso temos que negociar a forma de regulação. Sempre levando em conta que a Constituição não garante uma liberdade de expressão como liberdade para agressão, discurso de ódio, para discurso contra a democracia. E nós vimos o que vem ocorrendo e o que ocorreu nas eleições“, afirmou Moraes.

Por Antagonista.

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Rogério Marinho questiona governo Lula rejeitar a criação da CPMI: “O que querem esconder?”


Foto: Alan Santos/PR

O senador Rogério Marinho questionou neste domingo (12) o motivo de o governo Lula rejeitar a criação da CPMI sobre os atos de 8 de janeiro.

Em publicação no Twitter, o parlamentar comentou a fala do senador petista Humberto Costa de que o governo “vai investir pesadamente” contra o requerimento para criação da comissão.

“O que querem esconder?”, perguntou Marinho.

O Palácio do Planalto, como mostramos, ameaçou não pagar emendas aos deputados de primeiro mandato que endossaram a investigação entre Câmara e Senado.

Lula tem se posicionado contrário à abertura de uma CPI desde janeiro. Segundo ele, a instalação de uma investigação pode “criar uma confusão tremenda”.

“Comissão de Inquérito pode não ajudar e causar uma confusão tremenda”, disse numa entrevista à GloboNews. “É uma decisão do Congresso Nacional, não é minha. Mas se eles me pedissem um conselho eu diria: não faça uma CPI porque não vai ajudar”.

O Antagonista

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VÍDEO: Gustavo Scarpa revela angústia após prejuízo milionário em esquema de criptomoedas: ‘É meu patrimônio quase todo’


Foto: Reprodução

Gustavo Scarpa procurou Willian Bigode após o golpe financeiro do qual ele foi vítima e se mostrou desesperado com a situação. No diálogo, o meia, hoje no Nottingham Forest, da Inglaterra, chegou a dizer que se tratava do “patrimônio quase todo” e não podia “correr o risco de perder”.

“Estou triste, parça, de verdade. Estou triste porque é meu patrimônio. (…) É meu patrimônio quase todo. Eu não posso correr esse risco de perder”. As conversas foram reveladas na noite deste domingo (12) pelo Fantástico, programa da TV Globo.

A atração mostrou também que Scarpa avisou a Willian Bigode que, após orientação dos advogados, ia registrar um boletim de ocorrência e citar a empresa do ex-companheiro de Palmeiras.

“Sempre via as pessoas caindo em pirâmide, estelionatários, coisas do tipo, e me ver em uma situação dessa está sendo horrível”, disse Scarpa.

O ex-meia do Palmeiras ouviu do jogador do Fluminense que não havia muito mais a ser feito: “Scarpinha, agora não tem nem mais questão de confiança, irmão. Questão que agora é orar. Fazer o que eu sei. Agora é esperar no Senhor”.

Scarpa, então, avisou que iria à polícia denunciar o caso e citaria o antigo companheiro de clube. “Bigode, o meu advogado está me orientando a fazer um B.O., mano. criminal. Na polícia mesmo”, disse.

“Pelo respeito, amizade, consideração e amor que eu tenho por você, queria te dar um toque antes. Infelizmente vou ter que falar da sua empresa”, prosseguiu.

O Fantástico mostrou ainda um diálogo do meia com Gabriel Nascimento, um dos sócios da Xland, no dia em que o Alviverde jogaria com o Fortaleza. Naquela noite, o time de Abel Ferreira venceu por 4 a 0, e Scarpa teve boa atuação.

A conversa se deu após a empresa depositar apenas R$ 1,2 mil na conta do jogador, valor nem próximo do que havia sido investido por ele.

Em certo momento, enquanto buscava soluções, Scarpa afirmou que estava “se sentido burro”.

Ao programa da Globo, Gabriel Nascimento afirmou que a Xland foi vítima da FTX, com sede nos Estados Unidos e que encerrou as atividades em novembro do ano passado. O empresário garantiu ter documentos que comprovam as transações e que vai entrar na fila de credores.

UOL

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Deputados e senadores tentam reverter medidas de Lula que restringem armas de fogo


Foto: EDILSON RODRIGUES/AGÊNCIA SENADO

O grupo de deputados e senadores que defende o armamento da população civil tenta reverter medidas adotadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que restringem ou modificam o acesso a armas de fogo. O tema é discutido em ao menos dois projetos de decreto legislativo que revogam medidas do presidente da República.

A exigência de um cadastro eletrônico dos equipamentos no Sistema Nacional de Armas, da Polícia Federal, é um dos pontos questionados. A medida dá 60 dias para que os proprietários de armas adquiridas após decreto federal 9.785, assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) em 7 de maio de 2019, insiram os dados no sistema.

O decreto do ex-presidente flexibilizou as regras para registro, posse, porte e comercialização de armas e munições a caçadores, atiradores e colecionadores (CACs). Lula estabeleceu 3 de abril como prazo para o cadastro, ficando o proprietário sujeito a ter a arma apreendida e ser alvo de apuração pelo cometimento de crime em caso de descumprimento.

O deputado Alberto Fraga (PL-DF) afirma que o decreto de Lula é ilegal. Ele explica que os cadastros devem ser feitos apenas junto ao Exército, conforme a lei. Ao condicionar o envio de informações à Polícia Federal, a norma estaria contrariando essa previsão legal. “A lei não pode ser alterada por decreto, isso o direito prevê. O decreto é para regulamentar a lei e não para modificá-la. Estamos discutindo isso”, disse.

Alberto Fraga e outros deputados ligados à segurança pública estiveram reunidos com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para discutir o assunto. A frente quer espaço para discutir as medidas de Lula na Casa e buscam, ainda, maneiras de reverter o “revogaço” promovido pelo governo sobre o tema.

R7

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Desde a volta dos impostos, preço médio da gasolina subiu 9,6% na bomba, mostra ANP


Foto: Bloomberg/Getty Images

Dez dias após a volta dos impostos sobre a gasolina, o preço médio do litro do insumo subiu 9,6% para R$ 5,57 nos postos de abastecimento de todo o País. Essa foi a variação de preço identificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nas duas últimas semanas. No fim de fevereiro, este preço estava em R$ 5,08.

Nesta semana, entre os dias 5 e 11 de fevereiro, o aumento foi de 6,1%, com salto de R$ 5,25, no início do intervalo, para o preço mais recente, de R$ 5,57.

Os aumentos são um desdobramento da volta da incidência de Pis/Cofins nos preços de refinaria, gradualmente repassados ao consumidor final nas bombas.

A alta veio a galope, mesmo com a redução anunciada pela Petrobras para a gasolina, de 3,9% ou 13 centavos por litro em suas refinarias. A medida também veio no início do mês para atenuar o aumento final associado à volta dos tributos.

Agora, uma semana e meia após o anúncio da reoneração pelo governo federal, o impacto nos preços começa a ficar claro, mas, segundo especialistas ouvidos pelo Broadcast, ainda pode haver altas residuais em função da dinâmica de estoques e incorporação dos aumentos pelo varejo.

Os preços praticados pelos lojistas são livres, ainda que, historicamente, ancorados mas variações ocorridas nas refinarias onde as empresas distribuidoras compram cargas para revender aos postos.

Exame

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Maioria do STF rejeita ação contra Bolsonaro por “sabotagem” na pandemia

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria, em julgamento em plenário virtual, e negou uma queixa-crime apresentada pela Avico (Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da covid-19) para investigar condutas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na gestão do combate à pandemia.

Na ação, a associação listou uma série de atitudes do ex-chefe do Executivo, as quais considerou “reveladoras de sabotagens e subterfúgios de toda ordem para retardar, frustrar e sabotar o processo de enfrentamento da pandemia da covid-19”. Falou também em “inércia” do Ministério Público para apresentar denúncia e responsabilizar Bolsonaro pelas mortes por covid.

Em 29 de novembro de 2022, a ação já havia sido negada pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso. Ao analisar recurso contra a decisão do magistrado, 8 ministros acompanharam o voto de Barroso: André Mendonça, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques, e pela presidente da Corte, Rosa Weber. A sessão foi encerrada na 6ª feira (10.mar.2023).

Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram para que o caso fosse enviado para a Justiça do Distrito Federal devido à perda do foro privilegiado de Bolsonaro.

Em sua decisão (eis a íntegra – 132 KB), o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que não ter sido registrado inação do MP e considerou que a associação não teria legitimidade para apresentar a queixa-crime ao STF. Lembrou trecho de manifestação apresentada em 2022 pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, que pediu a abertura de apurações com base na CPI da Covid –mas que também pediu o arquivamento em novembro do nao passado. Os mesmos argumentos foram usados em seu voto no julgamento.

“Restou demonstrado que não houve inércia por parte do titular da ação penal a autorizar o ajuizamento de ação penal subsidiária da pública”, disse Barroso em referência a Bolsonaro.

“A própria querelante é explícita e inequívoca em registrar que ‘em 25 de novembro de 2021 o procurador-geral da República ajuizou perante este Supremo Tribunal Federal 10 manifestações com requerimento de providências com vistas à eventual responsabilização das 13 autoridades com foro de prerrogativa de função nesta Corte indiciadas no mencionado relatório final, uma das quais o querelado, Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro’.”

Poder360

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