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Governo muda regras para ingresso no Bolsa Família; confira

Ministro diz que 1,4 milhão de famílias foram excluídas do Bolsa Família; veja irregularidades encontradas
O governo federal mudou as normas para o ingresso de famílias no programa Bolsa Família. Foram alterados também os procedimentos para o pagamento dos benefícios. As novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feria (17) pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Para a inclusão no programa, o principal critério é a renda mensal calculada por pessoa da família. O valor corresponde à soma de quanto cada integrante ganha por mês dividida pelo número de pessoas que moram na casa.

O programa passa a considerar como aptas a receber o benefício as famílias que têm renda mensal de R$ 218 por pessoa. Antes, as famílias beneficiadas eram as que tinham renda entre R$ 105,01 e R$ 210 por pessoa.

O período de validade do benefício passa a ser de 24 meses (antes, era de 12 a 24 meses), sem que haja o cancelamento dos pagamentos caso a família alcance renda por familiar superior ao que foi definido como critério para receber o benefício.

No entanto, essa renda por pessoa da família não poderá superar o valor de meio salário mínimo. Na regra anterior, a renda familiar per capita não podia ultrapassar duas vezes e meia o que era definido como linha da pobreza em 2021, ou R$ 525.

A portaria também acrescentou ao Bolsa Família o benefício Primeira Infância, com o acréscimo de R$ 150 por criança com até 7 anos. O pagamento do benefício, no entanto, acaba no dia em que a criança completa 7 anos.

Quem tem direito

As famílias devem atender a parâmetros de elegibilidade e ter os dados atualizados no CadÚnico (Cadastro Único) nos últimos 24 meses. Além disso, é preciso que não haja divergência entre as informações declaradas no cadastro e as que estão em outras bases de dados do governo federal.

AgênciaBrasil

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Helicóptero cai e 4 pessoas morrem em SP

Queda de um helicóptero na Barra Funda deixa 4 mortos. — Foto: Reprodução/ TV Globo
Quatro pessoas morreram durante a queda de um helicóptero na Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

Segundo os bombeiros, a queda ocorreu às 14h45 entre as ruas Pedro Luís Alves Siqueira e James Holland.

Nove viaturas foram encaminhadas para o local.

G1

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LESA PÁTRIA: PF cumpre mais de 30 mandados de prisão em nova fase de operação contra atos de 8 de janeiro

A Polícia Federal (PF) iniciou, nesta sexta-feira (17), a oitava fase da Operação Lesa Pátria, que tem como alvos suspeitos de envolvimento nos atos criminosos contra as sedes dos Três Poderes de 8 de janeiro.

Os policiais cumprem, no total, 46 mandados de busca e apreensão e 32 de prisão preventiva.

Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, São Paulo e no Distrito Federal.

“Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido”, informou a PF em nota.

Com CNN

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BB e Caixa também suspendem consignados do INSS

Após os bancos privados suspenderem o crédito consignado para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), nesta sexta (17) tanto a Caixa quanto o Banco do Brasil também suspenderão a possibilidade.

O movimento do setor econômico acontece após o governo federal reduzir as taxas de juros da modalidade de crédito, de 2,14% para 1,7% ao mês. A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) alertou que a medida poderia inviabilizar a operação.

Na segunda-feira (13), a FEBRABAN afirmou que o mercado financeiro havia se manifestado contra a decisão de reduzir a taxa de juros para empréstimos consignados. “Neste momento, considerando os altos custos de captação, eventual redução do teto poderia comprometer ainda mais a oferta de empréstimo consignado e do cartão de crédito consignado”, pontua a nota da FEBRABAN.

Entre as instituições que decidiram interromper a oferta do crédito estão todos os grandes bancos privados. São os bancos Mercantil do Brasil, Pan, Pag Bank, Bem Promotora, Daycoval e Itaú, C6 e Bradesco. Segundo os bancos, a suspensão ocorre por não ser economicamente viável para as instituições financeiras.

Com Band

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STF suspende regra que proíbe indicar ministros e secretários para estatal

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski decidiu nesta quinta-feira (16) suspender parte da Lei das Estatais, norma aprovada em 2016 para proibir indicações de pessoas ligadas diretamente a governos e com ligação direta com partidos políticos para a diretoria de empresas públicas.

Na decisão, o ministro suspendeu o trecho da norma que impedia ministros de Estado e secretários estaduais e municipais de atuarem nas diretorias e nos conselhos de administração de estatais.

Lewandowski afirmou ainda na decisão que continua proibida a indicação de pessoas que ainda participam da estrutura decisória de partidos ou que possuem trabalho vinculado às legendas e à campanhas políticas.

A constitucionalidade da lei estava sendo julgada nesta semana no plenário virtual da Corte, mas Lewandowski atendeu ao pedido liminar feito pelo PCdoB, autor da ação, após pedido de vista feito pelo ministro André Mendonça para suspender o julgamento.

Na decisão, o ministro disse que a lei restringiu as indicações para as estatais.

“Não obstante os bem-intencionados propósitos do legislador nesse aspecto, a Lei das Estatais, ao que tudo indica, foi muito além das limitações já positivadas no ordenamento jurídico, criando hipóteses de vedação à escolha de administradores, que funcionam como impedimento absoluto à nomeação”, escreveu.

A liminar está valendo, mas será levada para julgamento definitivo no plenário virtual da Corte. A data ainda não foi marcada.

Com Agência Brasil

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Lula faz piada com obesidade de Flávio Dino e oposição reage: “Vai rolar cancelamento ou ele pode?”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou sobre a obesidade do ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), em um evento público nesta quarta-feira (15), e foi alvo de críticas de opositores em redes sociais.

Lula classificou a obesidade como uma doença que causa tanto mal quanto a fome, sendo necessário cuidado do Estado para este problema, e disse que Dino agora estaria se exercitando, andando de bicicleta, por estar acima do peso.

“Aqui ninguém está com excesso de magreza, a não ser o nosso poeta. O restante está tudo com um pouco de obesidade, que também é uma doença que nós precisamos cuidar. A nossa médica que é ministra da Saúde sabe perfeitamente bem que a obesidade causa tanto mal quanto à fome. E por isso que o Flávio Dino está andando de bicicleta, porque ele sabe que isso vai precisar que o Estado cuide com muito carinho desse mal”, disse o presidente.

A declaração foi dada na cerimônia de lançamento do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), vinculado ao ministério que Dino chefia.

Em discurso, Lula afirmou que a sociedade “não está precisando só de mais polícia”. Acrescentou que é necessária a atuação do Estado para garantir condições mínimas de dignidade para as pessoas, para não haver o estímulo para o início de atividades de criminalidade.

Antes, o próprio ministro havia feito piada ao falar do viés social do novo projeto.

“Um trabalhador da construção civil que tem uma bicicleta furtada não é a mesma coisa que uma pessoa que usa a bicicleta uma vez por ano para fazer atividade física. Falo de mim mesmo, como dá para notar”, disse Dino, o que se seguiu de risos da plateia.

A fala do presidente gerou críticas de membros da oposição nas redes sociais. O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP), escreveu: “Alô galerinha chata que acha obesidade lindo: o Lula falou o óbvio aqui. Vão chamá-lo de gordofóbico também? Ou vão parar de glamourizar uma doença?”

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um tuíte dizendo haver dois pesos e duas medidas envolvendo o presidente. “Lula diz que banheiro trans é invenção de satanás e que obesidade é doença e faz piada sobre. Não importa o que diz, mas quem diz. Só pra registrar mesmo.”

A página do MBL (Movimento Brasil Livre) também reagiu, repostando o vídeo e perguntando “E agora? Vai rolar cancelamento ou ele pode?”.

O episódio ocorreu dois dias após outra declaração de Lula que motivou críticas, desta vez relacionando a escravidão com a miscigenação brasileira.

“Resolveram contar a história que os índios eram preguiçosos e, portanto, era preciso trazer o povo negro da África pra produzir nesse país. Ora, toda a desgraça que isso causou ao país causou uma coisa boa, que foi a mistura, a miscigenação. Da mistura entre indígenas, negros e europeu, permitiu que nascesse essa gente bonita aqui”, afirmou o petista enquanto visitava a terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima.

A fala também foi alvo de ataques por opositores ao presidente. O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou haver silêncio dos movimentos negros após o discurso.

“O presidente da República, que subiu a rampa com o discurso dourado de minoria, declara que a escravidão ‘causou uma coisa boa, que foi a mistura, a miscigenação’. Cadê os movimentos negros para explicar o tamanho do racismo praticado por Lula? Silêncio absoluto”, escreveu o senador nas redes sociais.

Já o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB) criticou o mandatário afirmando que nada justifica o processo de servidão estabelecido no Brasil por séculos.

“Então, o senhor acha que a ‘preguiça dos índios’ levou à escravidão de negros, africanos, e que isso foi bom, porque provocou a miscigenação? Presidente, nada justifica a escravidão. A ditadura, que o senhor não combateu, submeteu os brasileiros a um tipo específico de escravidão”, escreveu o tucano.

Folha de São Paulo

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J. R. GUZZO: Por que Lula teme a CPI dos atos de 8 de janeiro?

De todos os esforços que o governo Lula fez durante estes seus primeiros meses, poucos têm sido tão frenéticos quanto o seu ataque sem trégua para impedir a instalação de uma CPI destinada a investigar os atos de violência contra os edifícios dos Três Poderes no dia 8 de janeiro, em Brasília.

É como se esse fosse o principal, ou o único, programa de governo do PT até agora. Não é o avanço da economia, a criação de empregos, ou o “combate fome”, ou qualquer das miragens prometidas por Lula durante a campanha eleitoral. Não é um projeto para construir alguma coisa; é para destruir. É, em suma, uma batalha campal na qual está valendo tudo, a começar pela compra aberta de votos de deputados e de senadores. Fique contra a CPI. Ganhe, em troca, verba pública, cargos no governo e outras esmolas gordas.

Por que será, não? Num ambiente em que houvesse um mínimo de honestidade e de determinação sincera em apurar o que realmente houve, o governo Lula deveria ser o primeiro e o mais radical defensor da CPI – não foi ele, afinal, a vítima principal do ataque “terrorista” de Brasília? Não era Lula que os autores dos atos de vandalismo queriam derrubar? Porque, então, essa súbita guerra contra a tentativa de esclarecer os fatos por parte do Congresso? Nos primeiros dias, o PT, a esquerda e adjacências se lançaram a uma gritaria histérica em favor da CPI – sua ideia fixa, na ocasião, era reprimir, punir, prender e esfolar os “golpistas”.

O presidente do Senado, num momento em que ficou especialmente excitado nas suas funções como despachante de Lula no Congresso, chegou a dizer que a “primeira assinatura” pedindo a CPI seria a sua. Hoje está entre os seus principais inimigos, da mesma forma como Lula e o PT. A neurose inicial, depois de alguns dias, foi sendo substituída pelo silêncio – não se falou mais em caçar “terroristas”, nem em investigar os fatos, nem em fazer mais nada. Transformou-se, hoje, em hostilidade aberta à CPI; quem é a favor da apuração é inimigo. A única punição que vale, no caso do 8 de janeiro, é o surto de prisões em massa comandado pelo STF e escondido do público – isso sim, uma afronta sem precedentes ao direito de defesa, ao processo penal e ao resto da legislação brasileira.

A desculpa do governo é uma piada: dizem que a CPI iria “tumultuar” a atmosfera política e “prejudicar as apurações”. Tumulto? Que tumulto? O tumulto já houve, em janeiro; o que importa é que ele seja apurado de verdade. De mais a mais, desde quando Lula e o PT se preocuparam em evitar tumulto? Sua história é fazer exatamente o contrário – a última baderna que promoveram foi a alucinada “CPI da Covid”, quando passaram seis meses inteiros usando o aparelho legal e as verbas do Congresso para fazer uma grosseira campanha política contra o adversário nas eleições presidenciais de 2022. Não apuraram absolutamente nada; toda essa palhaçada de “CPI da Covid” não resultou, até agora, numa única ação penal.

Lula e o seu Sistema, na verdade, não querem a
CPI do 8 de janeiro porque não querem, de jeito nenhum, que se saiba nada mais sobre os crimes cometidos no ataque aos edifícios-sede dos Três Poderes da República. Apuração, só vale uma – a do STF, que pune até quem não estava presente na cena dos ataques. Além disso, é terminantemente proibido, para o governo Lula, fazer qualquer pergunta sobre o que de fato aconteceu. De novo: por que isso? A única conclusão possível é que o governo quer esconder alguma coisa muito grave sobre os acontecimentos de Brasília. Sabem algo que o público não sabe. Estão querendo proteger gente que poderia se ver em dificuldades com a CPI. Se não têm nada a temer, por que estão agindo assim?

Revista Oeste

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TSE rejeita ação do PSOL contra posse de Wallber e Cabo Gilberto Silva

O ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou, na tarde desta quinta-feira (15), o pedido apresentado pelo PSOL da Paraíba para barrar a posse dos deputados Cabo Gilberto Silva e Wallber Virgolino, ambos do PL.

A ação levava em consideração uma suposta participação dos parlamentares com os atos antidemocráticos registrados no início do ano em Brasília.

Na decisão, o ministro disse que o pedido é “incabível”.

“No caso, apesar de a impugnação envolver as eleições gerais de 2022, o RCED é manifestamente incabível, uma vez que apresentado com fundamento em suposta causa de inelegibilidade surgida em janeiro de 2023”, disse.

MaisPB

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Pastor se passa por Deus e exige sexo com fiel ‘por salvação’: ‘vou cobrar’

Um pastor foi preso em Goiânia suspeito de cometer crime de violação sexual mediante fraude contra uma fiel de 20 anos. Segundo a Polícia Civil, o homem usava a religião e a fé da vítima para ameaçar tanto ela, quanto sua família.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa do suspeito até a última atualização dessa reportagem.

Segundo o relato da delegada Amanda Menuci Petelinkar, da Delegacia Especializada no Atendimento à mulher (Deam), Márcio Cabral Conceição, que atuou como pastor por sete anos, se apresentava como ministro de estudos bíblicos e, nos encontros que ele marcava, começou a usar artifícios para convencer a vítima de que sua salvação espiritual dependia dele.

“O suspeito e a vítima tinham uma relação de confiança. Inclusive, ele sabia detalhes da vida dela. Sabia que ela já havia sofrido abuso sexual na infância, e usou dessa confiança para coagí-la”, explicou a delegada.

A investigação também apurou que o marido da vítima participava dos estudos bíblicos ao lado da esposa, mas foi proibido pelo pastor de continuar frequentando os encontros. De acordo com a delegada, ele usou sua influência como líder religioso para convencer o homem, da mesma forma que fez com a vítima.

Em janeiro, em um desses encontros, a vítima foi coagida a ir até um motel com o suspeito. Após isso, a mulher percebeu que estava sendo enganada e se negou a encontrar o pastor novamente. Ao ser rejeitado, o suspeito começou a ameaçar a vítima.

Em janeiro, em um desses encontros, a vítima foi coagida a ir até um motel com o suspeito. Após isso, a mulher percebeu que estava sendo enganada e se negou a encontrar o pastor novamente. Ao ser rejeitado, o suspeito começou a ameaçar a vítima.

Em trechos de uma conversa por mensagem, divulgada pela polícia, o pastor diz que se a vítima batesse de frente com o Pai (referindo-se a Deus), ele não teria misericórdia dela. “Eu sou o senhor dos exércitos, o criador dos céus e da terra, ninguém pode me vencer. Se você não mandar mensagem amanhã de dentro do ônibus, tudo que eu disse ao (sic) seu respeito vai se cumprir”, escreveu o suspeito.

Em outro trecho, o pastor também ameaça o marido da vítima: “Que (sic) me rejeitar, é meu inimigo. Vou matar metade da população mundial, e se você não largar o marido morto pelo vivo, eu vou recolher você”.

Após essa série de ameaças, a vítima procurou a polícia. O inquérito foi finalizado e, inicialmente, o suspeito poderá responder por abuso sexual mediante fraude. Contudo, após o caso, surgiu uma nova vítima do pastor. A delegada também não descarta a possibilidade de que ele tenha feito outras vítimas.

G1

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Gol e Azul aceitam participar de programa que ofertará passagem por R$ 200

Ao menos duas companhias aéreas já sinalizaram positivamente à proposta de passagens de avião por R$ 200, o trecho. A informação foi dada pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Márcio França.

Segundo o ex-governador de São Paulo, a Gol e Azul já “toparam” participar, apesar de dizer que a proposta teria surgido das companhias aéreas. “Elas estão formatando as ideias de como vão propor isso. Pelo menos duas toparam já, a Gol e a Azul, e tenho certeza também que a Latam vai topar”, disse.

O programa em fase de gestação tem o objetivo de reduzir preço das passagens de avião a R$ 200,00 para estudantes, servidores públicos com renda até R$ 6,8 mil e aposentados.

Em entrevista ao Estadão, perguntado se não havia se precipitado ao anunciar o Voa Brasil, França disse que apresentou o programa internamente durante a reunião ministerial realizada na última sexta-feira por Lula. “Falei sobre esse assunto. Em reunião com 50 pessoas, é claro que não ficaria reservado para mim”, disse o ministro. Ele disse que há um “erro” de interpretação sobre o programa, que, segundo ele, não é do governo, mas das empresas.

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