Polêmica

Justiça libera lancha de empresário apreendida em operação contra Braiscompany

A lancha apreendida na operação da Polícia Federal contra a Braiscompany e seus sócios, em fevereiro, foi liberada nesta terça-feira (16.maio.2023) pelo juiz Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande, a pedido do cliente que sofreu calote de Antônio Neto Ais.

A embarcação estava na posse do dono da Braiscompany e foi avaliada por peritos em R$ 600 mil. Ele pertence ao empresário pessoense José Marcolino de Souza Neto, que chegou a investir R$ 1 milhão na financeira.

Em depoimento à Justiça Federal, em abril, Marcolino disse que decidiu investir na Braiscompany por acreditar que haveria credibilidade na empresa investigada já que havia a presença de pessoas influentes.

Com MaurilioJR

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Polêmica

(VÍDEO) Humorista insinua fim da relação do casal Braiscompany: “Ela quer me dar um golpe”

O humorista paraibano Lucas Veloso publicou um novo vídeo satirizando o dono da Braiscompany, Antônio Neto Ais, acusado de aplicar um golpe superior a R$ 1 bilhão em negócios de criptomoedas.

Nesta segunda-feira (15.maio.2023), o personagem de Veloso, Chico Bitcoin aparece desesperado com o fim do seu casamento. Ele ironiza o suposto fim da relação de Ais com Fabrícia Campos, que também é alvo da Polícia Federal. O (ex) casal está foragido.

“A Peppa está se separando de mim, ela quer me dar um golpe, quer levar tudo que tenho, sou um ladrão roubado”, diz.

Lucas Veloso foi responsável por deflagrar publicamente a crise na financeira de Campina Grande. Em dezembro de 2022, o artista abriu a caixa preta ao revelar irregularidades na empresa de Ais, que naquele momento, ainda gozava de prestígio na sociedade campinense.

Mauriliojr

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Polêmica

Braiscompany: Justiça não reconhece vínculo de emprego entre funcionário e empresa

PF mira gerentes da Braiscompany em nova operação - Livecoins

Além de repercussões na seara criminal, o caso Braiscompany também tem especificidades na área trabalhista. Uma decisão do juiz Francisco Xavier de Andrade Filho, que atua na 4ª Vara do Trabalho de Campina Grande, julgou improcedente o pedido de reconhecimento de vínculo de emprego formulado por um agente/Broker Intermediador em relação à empresa.

De acordo com o magistrado, a Braiscompany estaria associada à modalidade de esquema equivalente aos de Ponzi (Pirâmide Financeira), em que se prometem rendimentos altíssimos aos investidores sem efetivo lastro ou comprovada licitude da operação.

Ele explica, também, que para a garantia da perpetuidade de tal esquema, é necessário que novos investidores continuem aparecendo para poder custear as retiradas daqueles que estão no topo da cadeia de operação.

Dessa forma, o juiz Francisco Xavier destacou que a atividade daqueles que estão dentro desse esquema multinível não encontra amparo no sistema legal vigente.

“No plano moral, é a principal causadora de tragédias familiares pela venda incessante a pessoas financeiramente leigas de sonhos irrealizáveis e de promessas de uma renda exata e perpétua. Assim, incentiva novos clientes ou reaplicações pelos antigos, enquanto o dinheiro principal dos entrantes ainda resta dentro da estrutura para circular entre os líderes e liderados, e alguns que entraram primeiro”, explicou.

O magistrado ponderou ainda que “se já não seria possível reconhecer a licitude de tal atividade desde seu nascedouro, chancelar um privilégio àquele que dela participou ganhando altas comissões e atraindo cada vez mais pessoas da região para uma areia movediça não deveria ser algo que deva ser legitimado pelo juízo”.

Para ele, os órgãos da Justiça cível  e  criminal  devem  seguir  o  curso  regular  com  relação  aos  que  foram supostamente lesados como clientes e aos responsáveis criminalmente.

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

JornalPB

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Polêmica

Casal Braiscompany debocha da PF e Justiça

Caso Braiscompany: casal Ais impõe condição para se entregar à Justiça, diz defesa | Paraíba Já

Os advogados do casal Braiscompany, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias Campos, resolveram ‘debochar” da Polícia Federal e da Justiça.

Em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Record, resolveram impor condições para que os dois se apresentem.

A defesa quer o cancelamento do mandado de prisão expedido contra eles, considerados foragidos há pelos menos três meses, após a PF deflagrar a Operação Halving.

Os advogados consideram abusivo o pedido de prisão da Justiça Federal.

“Antônio Neto e Fabrícia estão aguardando o reconhecimento da ilegalidade da prisão deles para se apresentarem e esclarecerem todos os fatos. É apenas isso que estão aguardando. Temos notícias de grandes empresas recentemente falindo e você não nota nenhum sócio mendigando, pedindo empréstimo. Ao contrário, o empresário sempre acredita que no dia seguinte terá um dia melhor ao dia anterior”, afirmou na entrevista um dos advogados.

De acordo com o MP, só aqui no estado mais de 3 mil pessoas colaboram com o órgão.

A Braiscompany, com sede em Campina Grande, conseguiu milhares de investidores, que aplicaram milhões de reais em criptomoedas com a promessa de rendimento mensal de 6% a 8% ao mês. O “olho cresceu’ e muitos confiaram todo o patrimônio ao casal.

O Procon-MPPB, a Defendoria Pública e várias ações judiciais focam na devolução do dinheiro.  Eles podem responder por associação criminosa, pirâmide financeira e lavagem de dinheiro.

Por enquanto, o casal debocha dos órgãos de Justiça, cria a própria história de fracasso, com os dois sendo as vítimas. Podem até provar essa tese, mas vão ter que aparecer para se explicar, como qualquer cidadão.

Os advogados fazem o trabalho deles. O sistema de Justiça, também.

JornalDaParaíba

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Polêmica

Braiscompany: PF revela que parte dos valores investidos eram transferidos para conta do casal Ais

O caso Braiscompany segue chamando atenção, após quase seis meses do início das reclamações de investidores de um suposto calote. No último domingo (07) o programa Domingo Espetacular, da RecordTV, trouxe uma reportagem sobre o caso com depoimentos de vítimas, especialistas e de um delegado da Polícia Federal.

Ao longo do material, foi exposto que parte dos R$ 2 bilhões dos investimentos na Braiscompany passou pela conta pessoal do casal Ais, e não pela da empresa.

“(Parte) Esse dinheiro que deveria transitar na carteira de pessoa jurídica da empresa, não transitou, foi todo para a pessoa física dos sócios” detalhou o delegado Guilherme Torres, da Polícia Federal na Paraíba, durante a reportagem da RecordTV. De acordo com a PF, a empresa prometia aos clientes que os valores empregados por eles iriam ser transformados em investimentos em criptomoedas, com rendimentos de 8% ao mês.

Porém, na verdade, os contratos eram pagos com dinheiro que era colocado por novos investidores, o que caracterizaria um sistema de pirâmide financeira. O golpe vinha sendo realizado, segundo a PF, há ao menos quatro anos. Um outro fato que chama atenção é que segurando apurou a reportagem a empresa campinense não possui registro na Comissão de Valores Mobiliários, órgão que supervisiona o sistema financeiro do país.

Desde que foi ao ar, o conteúdo já acumula quase meio milhão de visualizações apenas no Youtube.

Com Clickpb

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Polêmica

FORAGIDOS: Especialistas analisam prováveis paradeiros de casal da Braiscompany

Operação da PF caça donos da Braiscompany, considerados foragidos | Portal do Bitcoin

De início era um livro infantil escrito por Martin Handford. Depois, nos anos 90, foi transformado em desenho animado. A série ‘Onde Está Wally?’ encantou milhares de crianças e despertou a curiosidade de milhões.

A busca pelo personagem poderia ser adaptada para um outro roteiro – a do paradeiro do casal proprietário da Braiscompany, Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos.

Os dois estão foragidos desde 16 de fevereiro, quando foi deflagrada a Operação Halving.

Alguns especialistas e investigadores comentaram sobre prováveis rotas percorridas pelos dois. Todos pediram reservas sobre o tema, mas dizem que a hipótese mais provável é de que Antônio Neto e Fabrícia estejam ainda na América do Sul.

Eles justificam que a saída deles do país aconteceu, provavelmente, por uma “fronteira seca”, sem a necessidade de deixar maiores rastros.

“Uma possibilidade é que tenham fugido para o Paraguai inicialmente, onde não há grandes dificuldades em atravessar a fronteira”, analisou um dos investigadores consultados pelo Blog.

Entre as destinos possíveis ainda estão o Uruguai e a Argentina.

Fato é, porém, que nem a Polícia Federal nem autoridades internacionais conseguiram, por enquanto, localizá-los. O mistério de ‘Wally’ continua…

A investigação na Braiscompany

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

JornaldaPB

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Investidor Tiago Reis faz desabafo sobre Braiscompany: ”Por que parei de expor pirâmides financeiras?”

O analista de investimentos financeiros, Tiago Reis, desabafou através de um post nas redes sociais, nesta sexta-feira (21), a experiência dele após denunciar esquemas de pirâmides financeiras para ”proteger as pessoas de indivíduos desonestos”, e citou o caso da Braiscompany em Campina Grande, na Paraíba.

Tiago Reis revelou que foi processado pela empresa e destacou que a Brais não foi a única pirâmide financeira que o processou. O empresário fez uma reflexão e questionou se tudo isso valeu a pena. Mas ressaltou que o feito de denunciar a Braiscompany foi uma vitória pessoal”.

“Ao longo dessa jornada, enfrentei processos judiciais e gastos enormes com advogados e, no final das contas, nenhum “obrigado” das pessoas que eu estava tentando proteger. O desgaste psicológico e gastos financeiros são enormes. Não valeu a pena”… explica.

No entanto, Tiago Reis diz que ainda acredita na importância de alertar as pessoas sobre esquemas fraudulentos, mas tirou uma lição após todos esses processos e falta de agradecimento por parte de quem ele tentou alertar.  “Aprendi que, às vezes, é melhor gastar minha energia ajudando aqueles que estão realmente interessados em aprender e crescer, em vez de tentar salvar pessoas que não estão dispostas a ouvir’.

Confira o relato na íntegra:

POR QUE PAREI DE EXPOR PIRÂMIDES FINANCEIRAS?

Há alguns anos, eu tinha uma missão pessoal de expor pirâmides financeiras e proteger as pessoas de serem enganadas por indivíduos desonestos.

Talvez você tenha até me conhecido por conta desta minha obsessão.

Uma dos meus maiores feitos nessa área foi expor a Brais Company dois anos antes de ela enfrentar problemas e não pagar seus investidores.

Foi uma vitória pessoal, mas o que realmente ganhei com isso?

Ao longo dessa jornada, enfrentei processos judiciais e gastos enormes com advogados e, no final das contas, nenhum “obrigado” das pessoas que eu estava tentando proteger.

Essa experiência me ensinou uma lição valiosa: só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado.

A Brais não foi a única pirâmide financeira que me processou, outras também fizeram o mesmo: tentar calar o analista de investimento que as expõe.

O desgaste psicológico e gastos financeiros são enormes.

Não valeu a pena…

Não me interpretem mal, eu ainda acredito na importância de alertar as pessoas sobre esquemas fraudulentos.

No entanto, aprendi que, às vezes, é melhor gastar minha energia ajudando aqueles que estão realmente interessados em aprender e crescer, em vez de tentar salvar pessoas que não estão dispostas a ouvir.

Com PolêmicaPB

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Polêmica

Vítimas da Braiscompany criam expectativas em prisão do casal Ais, após extradição de Thiago Brennand,

 

Acusado por estupro, agressão e ameaças a mulheres, o empresário Thiago Brennand, de 42 anos, foi preso ontem (17) nos Emirados Árabes Unidos. Ele estava foragido após acusações na justiça brasileira. Embora não tenha relação direta com o caso, a prisão trouxe uma nova centelha de esperança as vítimas do casal Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos, criadores da Braiscompany.

Não há informações sobre a localização do casal desde o dia 16 de fevereiro, mas após a extradição de Brennand, as vítimas da Braiscompany renovaram esperança em prisão dos dois.

A associação de vítimas da empresa fez uma publicação nas redes sociais relacionando os casos. inclusive em relação a rapidez no processo de extradição.

Hoje (18), seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos em uma nova operação da Polícia Federal contra a  empresa paraibana. As ações da PF acontecem em Campina Grande e Assunção, na Paraíba, e na cidade de São Paulo.

De acordo com a Polícia, os supostos crimes contra o sistema financeiros teriam sido cometidos por sócios e colaboradores da empresa, que é especializada em criptoativos.

Clickpb

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Polêmica

‘Casal Braiscompany’ está foragido há dois meses

Caso Braiscompany: casal Ais na lista da Interpol, após prisão preventiva  decretada - Paraíba Todo Dia

Completam dois meses neste domingo (16), que o casal Braiscompany – formado por Antonio Neto Ais e Fabrícia Ais – é considerado foragido após a operação Halving, deflagrada em fevereiro deste ano, na sede da companhia de criptoativos.

A investigação contra a Braiscompany no Ministério Público da Paraíba (MPPB) decorre do Inquérito Civil instaurado em fevereiro deste ano, após denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa com sede no município de Campina Grande.

Após análises, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nos escritórios da companhia em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo.

A investigação contra a Braiscompany no MPPB decorre do Inquérito Civil instaurado em fevereiro deste ano, após denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos, com sede no município de Campina Grande. O Juízo da 11ª Vara Cível de João Pessoa concedeu, em parte, medidas de restrições pedidas pelo MPPB, como o bloqueio de R$ 15,m milhões em contas bancárias e aplicações financeiras, além do sequestro de bens em nome da empresa e de seus responsáveis.

A Justiça também ordenou restrições judiciais sobre veículos do casal e da companhia sediada em Campina Grande, no Agreste do estado. A decisão ainda estabeleceu prazo de 15 dias para os réus se apresentarem à Justiça paraibana.

Provável localização

No dia 23 de fevereiro, o perfil de Antonio Neto no Instagram reportou que ele estava na Argentina. A informação tem como base a localização da última atividade da conta. A PF também informou que o casal teve os respectivos nomes inclusos na lista de procurados da Interpol.

T5

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Polêmica

Braiscompany: MP recebe mais de 3,3 mil reclamações; contratos envolveriam R$ 258 milhões

Com paradeiro desconhecido, dono da Braiscompany divulga nota: 'totalmente reféns dessa situação' | Paraíba | G1

O MP-Procon, órgão do Ministério Público da Paraíba, recebeu 3.364 reclamações de consumidores que teriam contratos com a Braiscompany, no Estado. De acordo com levantamento realizado a partir das respostas coletadas por meio do formulário online disponibilizado entre os dias 2 e 31 de março, os prejuízos resultaram no montante de R$ 258.252.638,31.

Com as informações obtidas durante a investigação, o órgão ministerial iniciará uma nova fase procedimental, na qual poderá adotar outras medidas judiciais, além da ação cautelar que já tramita na Justiça.

O promotor de Justiça, Romualdo Tadeu de Araújo Dias, diretor do MP-Procon, explicou que foi feito o balanço quantitativo dos formulários preenchidos, o qual, inclusive, mostra números surpreendentes sobre a atuação da empresa que negociava criptomoedas.

Agora, está sendo realizada uma análise qualitativa das informações e da documentação à disposição do MPPB. “Estamos verificando a possibilidade de novas diligências, bem como a necessidade da adoção de outras medidas judiciais na esfera cível, pleiteando o reconhecimento de irregularidades de natureza consumerista e eventuais danos causados à coletividade”, explicou.

Ainda de acordo com informações repassadas pelo MP-Procon, das pessoas que informaram o número de contratos firmados com a Braiscompany, 1.713 disseram que tinham apenas um (o correspondente a 51% do total). No entanto, houve consumidores que informaram ter feito mais de uma transação com a empresa. Dentre outras situações, 852 relataram ter dois contratos (25,5%); 343 disseram possuir três contratos (10,4%); 164, quatro (4,9%); e 96 reclamantes disseram possuir cinco contratos (2,9%).

O caso
A investigação contra a Braiscompany no MPPB decorre do Inquérito Civil, instaurado em fevereiro deste ano, após denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos, com sede no município de Campina Grande. No dia 16 do mesmo mês, o órgão ministerial ajuizou a Ação Cautelar.

O Juízo da 11ª Vara Cível de João Pessoa concedeu, em parte, medidas de restrições pedidas pelo MPPB, como o bloqueio de valores em contas bancárias e aplicações financeiras e o sequestro de bens em nome da empresa e de seus responsáveis.

Ainda dentro das providências assecuratórias, o Ministério Público apurou a existência de outras contas bancárias em nome da empresa e de sócios. O bloqueio desses valores está sob a análise do Judiciário. Essas medidas visam garantir a reparação dos danos causados aos consumidores.

Blog do BG PB

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