Polêmica

“Cadê Toin?” Perfil lança perguntas e internautas surpreendem com respostas: “Capeta carregou”

Desde a deflagração da operação Halving em Fevereiro deste ano, o dono da BraisCompany, Antônio Neto Ais, desativou a localização do perfil no Instagram.

Ainda não há informações do paradeiro do empresário considerado foragido da Justiça, após a polícia federal não conseguir cumprir o mandado de prisão temporária.

O sumiço de “Toin”, como ficou conhecido após o calote de milhões, tem repercutido na internet, como apurou o BLOG DO BG PB, principalmente no perfil @Vitimasbraiscompany que reúne clientes que foram prejudicados após investirem na empresa.

Neste sábado, (25) os usuários responderam de maneira inusitada os questionamentos da possível localização do golpista.

A maioria afirma que Toin está na companhia do ‘capeta’ ou até mesmo no caminho para o ‘inferno’. Misericórdia!

Confira as postagens:

Outros responderam que Antônio Neto pode estar na Argentina, como revelou matéria do Blog do BG PB após um dispositivo da rede social apontá-lo no país vizinho.

E você, tem algum palpite sobre a localização de Toin do Bitcoin?

Se souber, deixe nos comentários ou melhor, avise logo à polícia.

Blog do BG PB 

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Polêmica

(VÍDEO) Caso Braiscompany: telejornal nacional expõe escândalo financeiro que partiu de CG para o Brasil

O maior escândalo financeiro de criptomoedas da Paraíba ganhou mais um capítulo, desta vez, em rede nacional. A emissora Band repercutiu na noite de ontem (23), no jornal da Band, o golpe financeiro da Braiscompany na Paraíba. O Jornal da Band expôs a Braiscompany em reportagem (assista no vídeo abaixo) onde o telejornal da TV Bandeirantes classificou a empresa de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, como pirâmide financeira.

De acordo com a reportagem, a Braiscompany tinha R$ 600 milhões em ativos. A reportagem ainda mostrou que a Braiscompany atuava fazendo transações de compra e venda com as criptomoedas emprestadas pelos clientes e oferecendo a eles lucros de até 8%. Tudo funcionava até dezembro de 2022, quando começaram os atrasos e a crise na empresa. Na matéria, foi destacado ainda que a Braiscompany foi alvo do Ministério Público da Paraíba e de operação da Polícia Federal e lembrou que, “depois de tantas desculpas, Antônio e Fabrícia fugiram”. O casal segue foragido desde a operação da PF.

Na referida reportagem foi escutado ainda o advogado especialista em Blockchain, Artêmio Neto, ouvido pela emissora, alertou sobre o risco de acreditar em propostas de retorno de 8% em investimentos. “Ela pegava o criptoativo do cliente e, com ele em mãos, rentabilizava isso. Então a pirâmide é nesse sentido: ele não consegue comprovar a atividade-fim e precisa de novos entrantes colocando dinheiro para pagar os anteriores”, disse o especialista em Blockchain.

Moradores de Campina Grande foram entrevistados sobre os impactos da crise da Braiscompany na cidade. Um deles relatou que “tenho muitos amigos que venderam carro, venderam casa…” Outro comentou: “Isso é tipo uma pirâmide e toda pirâmide chega ao fim.”

PBOnline

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Polêmica

(VÍDEO) Caso Braiscompany: Vereadores de CG devem debater situação da empresa

O vereador Anderson Almeida (MDB) usou a tribuna da Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), na sessão desta terça-feira (21), para cobrar uma audiência pública para debater o problema econômico causado pelo que chamou de “trambique da Brascompany”. “Essa casa não vai poder se furtar de fazer o debate”, reforçou.

Na ocasião, o edil enfatizou os danos econômicos e jurídicos causados pelo desenrolar das investigações relacionadas a empresa, e pediu que sejam convidados para o debate instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Procon e Tribunal de Justiça.

“Estamos passando por um problema sério […] Pelo calote dado pela empresa, nós podemos passar uma das maiores crises que Campina Grande pode ter nos próximos meses. Danos causados pelo Antonio Neto Aies, o CEO, o grande mentor da Brascompany, juntamente com sua esposa”, completou.

Anderson pontuou ainda que a maioria das pessoas lesadas são da Rainha da Borborema e muitos deles investiram o apurado de toda uma vida.

PBOnline

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Polêmica

Justiça nega pedido de penhora de criptomoedas em ação trabalhista: “Não há regulação no Brasil”

Imagem da matéria: Justiça nega pedido de penhora de criptomoedas em ação trabalhista: "Não há regulação no Brasil"

Um credor de dívidas trabalhistas não pode fazer um pedido genérico para que a Justiça cheque se o devedor possui criptomoedas, de forma que os ativos possam ser penhorados.

De acordo com decisão recente da 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região (GO), o autor do processo deve apresentar um mínimo de evidências de que o ex-empregador negocia criptoativos.

Um dos pontos principais da decisão é que os desembargadores apontaram que a falta de regulamentação pelo Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários (CVM) inviabilizaria a busca via Sisbajud (Sistema de envio de ordens judiciais de bloqueio de valores eletronicamente).

Com base nisso, a Turma negou um pedido de expedição de ofícios para corretoras de criptomoedas para localizar ativos digitais dos devedores em uma execução trabalhista.

Para os desembargadores do TRT é papel do credor, tendo alguma prova de indício da comercialização de criptomoedas por parte do devedor, pedir a expedição de um ofício para obter informações da Receita Federal sobre esses investimentos para viabilizar a penhora.

No processo em questão, a execução está em andamento há cerca de seis anos e o trabalhador busca o pagamento de um crédito de cerca de R$ 6 mil.

No entanto, nem todas as instâncias da Justiça parecem concordar com essa visão: em fevereiro, a pedido do Ministério Público, um juiz concedeu a busca via Sisbajud a valores – tanto em contas bancárias quanto em corretoras de criptomoedas – guardados pelo casal de criadores da Braiscompany, acusados de criar uma pirâmide financeira de R$ 1,5 bilhão.

Na semana passada, o Ministério Público Federal (MPF) lançou o manual “Criptoativos: Persecução Patrimonial”, que passará a orientar a atuação de procuradores de todo o Brasil em investigações ligadas à cripto, principalmente as que envolvem apreensão de criptomoedas.

Antes da publicação o manual foi detalhado ponto a ponto em fevereiro a integrantes de várias instituições, como Câmara Criminal do MPF, Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise (Sppea/MPF), o Conselho Nacional de Justiça, a Polícia Federal e a Receita Federal.

Penhora de criptomoedas

Nesse processo específico em questão, o credor, um fncionário, pediu na primeira instância a expedição de ofícios para corretoras de criptomoedas, como uma medida executiva atípica, na tentativa de encontrar formas de receber seu crédito trabalhista do empregador.

Alegou não ter provas dos investimentos, mas devido a dificuldade em ter seu crédito pago, entendeu que haveria a possibilidade dos devedores usarem esse artifício para manter o patrimônio oculto. O pedido foi negado. O funcionário recorreu então ao tribunal, reafirmando as alegações.

A decisão foi mantida pela Segunda Turma, ao acompanhar o voto do relator, desembargador Platon Azevedo Filho. O magistrado considerou a possibilidade legal de se autorizar a penhora sobre as criptomoedas, pois se trata de um bem que possui valor estimável, conforme as regras processuais.

Porém, considerou difícil a viabilização da penhora do patrimônio virtual. “Trata-se de bens imateriais, identificados por meio de um código numérico gerado através de um banco de dados denominado blockchain (carteira de criptomoeda)”, destacou.

O relator registrou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem traçado propostas que buscam incluir as criptomoedas no sistema de convênios à disposição do Poder Judiciário. “No entanto, até o presente momento, tais iniciativas não se materializaram em opções à disposição da Justiça”, considerou.

Azevedo Filho registrou a existência de obstáculos para a satisfação do credor que persegue criptomoedas, as quais vão desde a própria localização do patrimônio, apropriação do bem pelo Estado e posterior conversão em moeda de curso forçado no país.

“É indispensável um mínimo de evidências, sob pena de buscas aleatórias por criptomoedas inviabilizarem a própria prestação jurisdicional e comprometerem, de forma difusa, a garantia constitucional da razoável duração do processo”, ponderou.

O desembargador disse que, no caso em tela, o credor não apresentou um mínimo de elementos que indiquem sejam os devedores operadores de criptoativos. Assim, para ele a decisão de origem estava correta e negou provimento ao recurso.

PortaldoBitcoin

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Polêmica

Geração Crypto, da BraisCompany, decreta encerramento das atividades

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A crise da BraisCompany só aumenta dia após dia. Depois do dono Antônio Neto Ais reaparecer na última semana com a divulgação de uma nota, e o desmonte das diversas sedes da corretora de criptomoedas Brasil afora, chega ao fim mais um braço da holding da empresa de Campina Grande. Nesta segunda-feira (20), a Geração Crypto, empresa que tem como sócios além de Ais, Fabrícia Farias Campos e Mizael Moreira Silva, comunicou o encerramento das atividades.

A Geração Crypto é uma empresa de curso de traders em criptoativos. Sob o CNPJ 41.030.410/0001-62, a empresa foi aberta em março de 2021 e tinha sede declarada na Vila Olímpia, em São Paulo. Com capital social declarado de R$ 50 mil, a empresa ainda consta como ativa junto à Receita Federal, nesta segunda-feira (20).

Conforme a Receita Federal, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias são donos da Geração Crypto, e mesmo com a decisão judicial suspendendo as atividades das empresas e suas filiais, a empresa de cursos seguiu operando. Como a própria administração, que tem atualmente apenas Mizael Moreira, assumiu em nota.

“É importante lembrar que todo o trabalho foi feito exclusivamente pelos nossos traders e, mesmo após as determinações judiciais da Braiscompany, nós continuamos cumprindo a nossa missão de entregar conteúdos e dicas para os nossos alunos, sem nenhum contato com os sócios”, versa trecho da nota divulgada pela atual direção da Geração Crypto, que tem somente Mizael Moreira no atual comando.

Operando mesmo com suspensão

Delatando ainda mais a própria atividade possivelmente à margem da decisão do juiz Vinicius Vidor, da Justiça Federal, a empresa Geração Crypto revela que seu quadro societário inviabiliza suas atividades. “No entanto, o GERACAO CRYPTO TREINAMENTOS E CURSOS LTDA possui um quadro societário que, hoje, inviabiliza a continuidade do nosso trabalho. O Geração Crypto está ligado a Braiscompany e aos seus sócios e não poderíamos continuar aqui e sermos passivos a todo o cenário atual”, diz em outro trecho da nota.

A Geração Crypto seguia publicando conteúdos nas redes sociais, inclusive alguns com nítido intuito de celebrar novas vendas de cursos, ação que seria impedida pela Justiça Federal. Em vários momentos eles compartilhavam capturas de tela do grupo VIP, com dicas de traders. Como no dia 8 de março, que publicaram um print do grupo VIP e a legenda “por aqui a venda foi garantida” nos Stories do Instagram da empresa.

Em outro conteúdo no Stories, no mesmo dia 8 de março, publicaram outro print do grupo VIP no Telegram e a legenda “alunos tirando suas dúvidas”. De acordo com a publicação, o grupo teria mais de 300 membros.

ParaíbaJá

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Dono da Fiji anuncia prazo para pagar clientes após suspeita de calote de R$ 420 milhões

Ainda abalados com o calote milionário dado pela empresa campinense Braiscompany, uma outra empresa do mesmo segmento de criptomoedas, Fiji, segue tirando a paz de quem investiu nela. Diferentemente do dono da ‘Brais’, que deixou os investidores sem explicações concretas, o diretor de tecnologia da Fiji, Bueno Aires, divulgou uma nota com esclarecimentos sobre o atraso em pagamentos aos clientes. Em nota, neste domingo (19), ele deu um prazo até quinta-feira (23) para pagar todos os clientes.

Aires informou que há 20 dias existe um problema nas credenciais de acesso na corretora KuCoin. “Desde o princípio da ocorrência do problema, comuniquei aos meus sócios e diretores, Breno Azevedo (diretor financeiro) e Emilene Marília (diretora executiva). Desde então, trabalho incansavelmente, sem o suporte dos mesmos, e tolerando inúmeros ataques por parte deles e da mídia, para solucionar o problema, visto que o meu compromisso com você, cliente, é minha única preocupação no momento”, afirmou.

Ainda segundo Aires, a expectativa é que até a próxima quinta-feira (23), o problema tenha sido solucionado. “Trabalho para que que consigamos alterar as validações internas na corretora e libere nosso saque de criptoativos, assim conseguiremos realizar os saques de valores de 2 milhões de dólares por dia, aproximadamente 10 milhões de reais, e assim darmos andamento as nossas obrigações perante os nossos clientes”, garantiu em outro trecho da nota.

clickPB

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Polêmica

(VÍDEO) ”O Lobo de Campina Grande” Relato revela segredos da Braiscompany e a queda da empresa

O golpe da Braiscompany, empresa de criptomoedas acusada de dar um golpe de 1 bilhão de reais, ganhou destaque em um vídeo do YouTube que conta toda a história com riqueza de detalhes. O dono da empresa, Antônio Neto, é chamado de “O Lobo de Campina Grande”, em alusão ao filme “O Lobo de Wall Street”.

O vídeo, que já conta com milhares de visualizações, foi produzido por um usuário do YouTube que se autodenomina “Investigador Financeiro”.

Ele reuniu informações e documentos sobre o esquema da Braiscompany e apresentou tudo em um formato fácil de entender.

Com informações do Clickpb

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Polêmica

Promotor do MPPB diz que é possível rastrear dono da Braiscompany após postagem

Clientes cobram Braiscompany no perfil do Instagram de Antonio Ais: "Acabou a paciência" | Portal do Bitcoin

Após a publicação da nota do dono da Braiscompany, Antônio Neto Ais, no Instagram, o promotor de Justiça do Ministério Público da Paraíba, Romualdo Tadeu, comentou que é possível rastrear, através do post, a localização do empresário, que se encontra foragido junto à sua esposa e sócia, Fabrícia Ais.

Romualdo revelou que é possível saber de onde partiu a mensagem, mesmo se Antônio tiver utilizado outro dispositivo para fazer a publicação.

O promotor ainda frisou, em entrevista a uma emissora de rádio, que a parte da percepção criminal fica por conta da Polícia Federal.

“Com relação à postagem, com mecanismos existentes, é possível saber de onde partiu a mensagem mesmo utilizando o celular de outra pessoa”, disse.

ParaíbaOnline

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Polêmica

”Se entregue”, diz advogado após ”Toin” da Braiscompany divulgar nota

”Não podemos nos calar diante das injustiças e dos atos imorais que ferem a ética e a dignidade humana”.

A declaração é do advogado Artêmio Picanço que se intitula no Instagram da seguinte forma: “o Terror do Egito: ferrando piramideiros há mais de 05 anos! ”.

Ele expõe esquemas de pirâmides a fim de alertar investidores, como foi no escândalo da Braiscompany que ”estourou” no fim do ano passado.

Artêmio foi um dos primeiros especialistas em criptoativos que mostrou que a Braiscompany não precisava da empresa Binance para fazer pagamentos aos clientes.

Após ”Toin” estar foragido por mais de um mês e publicar uma nota ontem (16), dizendo ser vítima de chantagens, o advogado rebateu a fala de Antônio Neto e disse que o empresário cometeu ”genocídio financeiro” e ainda cobrou que Ais se entregue à polícia.

”Repudiamos veementemente qualquer atitude que vá contra os valores que defendemos e lutamos para construir. Sem mais!”, concluiu Picanço.

Blog do BG PB

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Polêmica

(Vídeo) Indignado, Celino Neto diz que Toin da Braiscompany está no “caldeirão do inferno” após nota do empresário

Após nota emitida pelo CEO da Braiscompany, o colunista social Celino Neto, demonstra a revolta e indignação com Antônio Neto, na tarde desta quinta-feira (16).

Em um trecho do vídeo, Celino, revoltado, diz que o foragido da justiça e dono da Braiscompany está no “caldeirão do inferno”.

Blog do BG PB com NotíciaCertaPB

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