Brasil

57% acham que Brasil está indo na direção errada, diz pesquisa Quaest

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20) aponta que 57% dos entrevistados acreditam que o Brasil está indo na direção errada. Os que pensam que está na certa representam 36%.

Os que não sabem ou não responderam somam 7%.

As opiniões não sofreram grandes alterações em relação à última pesquisa, realizada em julho deste ano. Na época, os que responderam que o país segue na direção errada somam 58%, em uma variação de um ponto percentual quando comparada a hoje.

Já os que disseram que o Brasil avança na direção correta totalizavam 34% na época, dois pontos percentuais a menos do que os atuais 36%.

Os que não sabem ou não responderam saíram de 8% para 7%.

Ao longo da série histórica, os números passaram a mudar este ano no mês de maio, quando a opinião de que o Brasil ia na direção errada era compartilhada por 61%, e passou a diminuir posteriormente. Na mesma época, a direção certa marcava 32%, e passou a subir nas próximas pesquisas de julho e agosto.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas presencialmente entre 13 e 17 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O Brasil está indo na direção certa ou na direção errada?

  • Errada: 57% (58% em julho)
  • Certa: 36% (34% em julho)
  • Não sabe/não respondeu: 7% (8% em julho)

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Lei proíbe valor mínimo em pedidos de delivery na Paraíba

A Assembleia Legislativa da Paraíba promulgou, nesta quarta-feira (20), a Lei nº 13.826/2025, de autoria da deputada estadual Cida Ramos, que proíbe aplicativos de delivery de exigirem valor mínimo para compras no estado.

Com a nova regra, o consumidor pode pedir apenas o item desejado, sem precisar completar o carrinho para atingir um valor estipulado pelas plataformas.

As empresas que descumprirem a lei poderão ser punidas com advertência, multa de até 1.000 UFR-PB e, em casos mais graves, até suspensão das atividades por 30 dias.

A norma já está em vigor desde sua publicação no Diário Oficial, no dia 19 de agosto de 2025.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Judiciário

STJ mantém afastado juiz Glauco Coutinho suspeito de participar de fraudes na PB

Ministro Ribeiro Dantas, do Tribunal de Justiça da Paraíba

O ministro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de liminar para que o juiz Glauco Coutinho Marques voltasse às atividades da Comarca de Gurinhém. O magistrado foi afastado em dezembro de 2024 pelo prazo de um ano por decisão do desembargador Joás de Brito Pereira, do Tribunal de Justiça da Paraíba, no âmbito da Operação Retomada, do Ministério Público da Paraíba, que mira a suspeita de manipulação de decisões judiciais.

A defesa de Glauco Coutinho argumentou ao STJ haver “fragilidade” na decisão do Poder Judiciário da Paraíba, já que, segundo os advogados, o “STJ entende que afastamento de magistrado deve ter o referendo do colegiado, todavia, no caso, a decisão se mantém monocrática”, além de, de acordo com a banca, haver um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) “que não permite afastamento do magistrado antes da abertura do PAD, no caso, o PAD teve início 30 dias depois”.

O ministro Ribeiro Dantas afirmou que a “concessão de liminar em habeas corpus constitui medida excepcional”, principalmente quando for provada, de modo claro e indiscutível, a decisão impugnada.

“Na espécie, sem qualquer adiantamento do mérito da demanda, não vislumbro, ao menos neste instante, a presença de pressuposto autorizativo da concessão da tutela de urgência pretendida. Assim, indefiro o pedido de liminar”, decidiu o ministro.

Dantas, no entanto, pediu ao Tribunal de Justiça da Paraíba informações complementares sobre o processo e a posterior manifestação do Ministério Público Federal sobre o tema.

Afastamento do cargo 

Ao autorizar o afastamento do juiz Glauco Coutinho do cargo, o desembargador Joás de Brito Pereira afirmou que a medida se fez necessária pois era “absolutamente imperativa”.

“De fato, Dr. Glauco Coutinho Marques só poderá ser investigado a contento, se estiver inibido de atuar normalmente. Do contrário, o temor provocado pela potestade pública que ele detém pode comprometer irremediavelmente a mais apropriada produção e coleta das provas”, assinalou Joás.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Oposição derrota indicados de Alcolumbre e Hugo para comandar CPMI do INSS

O presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB)  • Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

A oposição no Congresso Nacional conseguiu derrotar nesta quarta-feira (20) as indicações do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para o comando da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que apura desvios no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A maioria do colegiado elegeu Carlos Viana (Podemos-MG) como presidente. O indicado de Alcolumbre era o senador Omar Aziz (PSD-AM), mas dois senadores anunciaram candidaturas próprias.

Foi o caso de Viana, que é líder do Podemos no Senado. Eduardo Girão (Novo-CE) também colocou seu nome na disputa, mas desistiu e declarou apoio a Viana.

Após a vitória, por 17 votos a 14, Viana afirmou que a sua escolha pela maioria da comissão foi fruto de uma negociação conduzida nas últimos dias.

“Uma articulação que foi feita nos últimos dias, especialmente nas últimas 24 horas. Conversei com a maioria dos membros, com todos eles, percebi em cada um o desejo de que essa CPMI traga respostas e cumpra o papel dela”, afirmou o presidente eleito.

Também havia acordo para que o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), indicado por Motta, assumisse a relatoria do colegiado. O novo escolhido por Viana foi o deputado Alfredo Gaspar (União-AL).

Nas redes sociais, Ayres disse que “com a eleição de um novo presidente, houve a designação de outro relator para o processo”. Declarou ter recebido a decisão com “naturalidade” e que seguirá como integrante titular da CPMI.

Eleição para a presidência da CPMI

A reunião começou com a presidência da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que conduziu o processo de eleição. Após o resultado, Omar Aziz afirmou que a votação foi encerrada antes que todos pudessem votar.

“É uma disputa, uma disputa democrática, quem ganha é quem tem mais voto. Assim como Lula ganhou do Bolsonaro porque teve mais voto. Aqui também a senhora encerrou a votação antes de completar o número, mas isso é uma outra questão. Isso não vou estar discutindo aqui nem com a senhora, nem com ninguém”, disse.

Tereza Cristina afirmou ter respeitado o regimento e que a “grande maioria” já havia votado. Em sua fala, Aziz também desejou “boa sorte” para Viana e disse esperar que o senador conduza os trabalhos com “isenção”.

A comissão chegou a ser suspensa para a negociação sobre a escolha do vice-presidente. Sem consenso, Viana decidiu deixar a escolha para a próxima sessão da CMPI. Quatro deputados manifestaram interesse no cargo: Marcel van Hattem (Novo-RS), Zé Trovão (PL-SC), Bia Kicis (PL-DF), Coronel Fernanda (PL-MT) e Duarte Jr. (PSB-MA).

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

51% desaprovam governo Lula e 46% aprovam, diz Quaest

Foto: Reprodução

Pesquisa da Quaest divulgada nesta 4ª feira (20.ago.2025) mostra uma ligeira recuperação da popularidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A desaprovação oscilou 2 pontos percentuais para baixo, passando de 53% na pesquisa de julho para 51%.

Os entrevistados que disseram aprovar a gestão do petista passaram de 43% em julho para 46% em agosto. Os resultados estão dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, de 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%.

Eis o cenário completo para a pergunta “Você aprova ou desaprova o trabalho que o presidente Lula está fazendo?”:

  • aprovam: 46% (eram 43% na pesquisa de julho);
  • desaprovam: 51% (eram 53%);
  • não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).

A aprovação cresceu no Nordeste, entre mulheres, pobres, menos instruídos e católicos.

Eis as respostas à pergunta: “Como você avalia o trabalho que o presidente Lula está fazendo?”:

  • negativo: 39% (eram 40%);
  • positivo: 31% (eram 28%);
  • regular: 27% (eram 28%);
  • não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).
  • Para 43% dos entrevistados, o governo Lula está melhor que o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).Eis o cenário completo para a pergunta “Na sua opinião, o governo Lula está melhor, igual ou pior do que o governo Bolsonaro?”:
    • melhor: 43% (eram 40%);
    • pior: 38% (eram 44%);
    • igual: 16% (eram 13%);
    • não sabem/não responderam: 3% (eram 3%).

    Mais da metade (57%) disse que o Brasil está indo na direção errada.

    Eis o cenário completo:

    • errada: 57% (eram 58%);
    • certa: 36% (eram 34%);
    • não sabem/não responderam: 7% (eram 8%).

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Homem que chamou Lula de “ladrão” é intimado pela Justiça

Foto: Reprodução

O morador de Campos dos Goytacazes (RJ) Igor de Oliveira Rodrigues foi intimado pela Justiça Federal para acordo com o Ministério Público Federal sobre o episódio em que chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “ladrão” durante a passagem da comitiva presidencial pela BR-101.

O caso ocorreu em abril deste ano e Igor chegou a ser detido pela PF (Polícia Federal) na rodovia. A situação foi gravada por celular.

Igor Rodrigues é uma liderança da direita em Campos dos Goytacazes e integrante do movimento Amor pelo Brasil. Ele emparelhou seu carro com o comboio presidencial e proferiu ofensas contra Lula.

A Polícia Federal considerou a atitude suspeita e conduziu Igor até a delegacia local. Após prestar depoimento, ele foi liberado. O caso foi registrado como possível crime de injúria.

Agora, o MPF (Ministério Público Federal) oferece uma proposta de transação penal. A audiência foi marcada para 18 de setembro.

A proposta de transação penal é um acordo oferecido pelo Ministério Público em casos de crimes de menor potencial ofensivo nos Juizados Especiais Criminais.

Nesse acordo, o autor do fato (réu em potencial) aceita cumprir uma pena restritiva de direitos ou multa, em vez de responder a um processo criminal.

Se a transação for aceita e cumprida, o processo é extinto, e o indivíduo não terá antecedentes criminais ou reincidência, pois não há condenação formal.

À CNN, Igor Rodrigues diz que exerceu liberdade de expressão.

“Fui acusado de injúria, mas minha fala não teve a intenção de ofender a honra pessoal do presidente. Apenas exerci meu direito de liberdade de expressão, manifestando uma crítica política e minha indignação. O presidente foi descondenado, não inocentado, e essa é uma informação pública. Além disso, figuras públicas como Marina Silva, Geraldo Alckmin e Silas Malafaia já fizeram declarações semelhantes. Minha manifestação foi uma opinião política, não um ataque pessoal”, afirmou.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

EUA cancelam evento militar com Brasil e acendem alerta na Defesa

Foto: Pedro Ladeira/FolhaPress

Os Estados Unidos cancelaram um evento que estava sendo organizado junto com a FAB (Força Aérea Brasileira) e sinalizaram que também devem ficar de fora do principal exercício da Marinha, a Operação Formosa.

Os sinais de distanciamento de Washington preocupam o Ministério da Defesa, que tenta blindar o estratégico setor de cooperação militar da crise político-econômica que se instalou entre Brasil e EUA na presidência de Donald Trump.

O Southcom (Comando Sul dos EUA) planejava realizar junto com a FAB a edição de 2025 da Conferência Espacial das Américas. A conferência, que também reuniria outros países do continente, estava planejada para ocorrer de 29 a 31 de julho, em Brasília.

“O evento foi cancelado por decisão dos Estados Unidos no dia 23 de julho”, disse a FAB em nota.

Procurado, o Comando Sul dos EUA não respondeu até a publicação desta reportagem.

Seria a quarta edição do encontro. No ano passado, o evento aconteceu em Miami, nos Estados Unidos, e contou com a presença de dez países convidados: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai.

De acordo com o site do Southcom, o principal objetivo da conferência anual é impulsionar a cooperação no setor espacial —não só na sua dimensão militar, mas também nas áreas econômica, de telecomunicações, pesquisa e navegação.

A Folha conversou com diferentes pessoas a par da organização da reunião. Embora os EUA não tenham explicado a razão do cancelamento, a decisão tem sido interpretada como mais um reflexo da crise entre os governos Lula (PT) e Trump.

O presidente dos EUA acusou o governo Lula e o STF (Supremo Tribunal Federal) de promoverem uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), réu no processo da suposta trama golpista. Seu governo ainda impôs sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, além de ter cassado vistos do magistrado e de outros integrantes da corte e também de funcionários que trabalharam no programa Mais Médicos.

No front econômico, Trump aplicou uma sobretaxa de 50% sobre uma gama de produtos brasileiros. Os canais de diálogo com as principais autoridades de Washington estão bloqueados, segundo disseram Lula e seus ministros.

Os desdobramentos da crise entre os países devem afetar ainda a Operação Formosa —principal exercício da Marinha do Brasil.

A Marinha mobiliza cerca de 2.000 militares para o exercício deste ano, com mais de 100 viaturas e oito helicópteros transportados a Formosa (GO).

Desde 2023, os fuzileiros navais americanos enviam uma parcela de tropa para o exercício militar. No ano passado, a comitiva foi de 56 militares dos EUA. Foi a primeira vez que fardados da China e dos EUA participaram juntos da operação.

Três pessoas a par dos preparativos da operação disseram à Folha que os fuzileiros navais americanos não responderam ao convite da Marinha do Brasil para participar da Operação Formosa. Já o Corpo de Fuzileiros Navais da China avisou que não participará do exercício militar.

Os americanos têm comparecido à operação no cerrado brasileiro faz cerca de dez anos. Eles participavam no nível de observadores e aumentaram a cooperação há dois anos. Consultada, a Marinha do Brasil não respondeu.

Há resistência dentro do próprio governo Lula à participação de tropas americanas em Formosa. Um ala de assessores do presidente fez chegar à Defesa a avaliação de que era inoportuno realizar exercícios com militares de uma nação que está aplicando sanções contra o Brasil.

A avaliação feita na Marinha é que os recados de afastamento dos EUA também têm relação com o estreitamento dos laços militares entre o Brasil e a China.

Os chineses passaram a enviar tropas para os exercícios militares conjuntos no Brasil no último ano. Do lado brasileiro, o governo decidiu aumentar sua representação militar em Pequim, com o envio pela primeira vez de um oficial-general para a adidância na embaixada.

Os sinais enviados pelos americanos com o cancelamento de eventos e a possível retirada de tropas em exercícios militares não representam, porém, um rompimento na cooperação militar entre os dois países, disseram sob reserva três oficiais-generais.

Como exemplo, eles citam que as Forças Armadas dos EUA enviaram cargueiros para Campo Grande (MS) no fim de julho para o Exercício Conjunto Tápio, cujo foco são simulações de guerra irregular, eletrônica e missões de paz.

Folha de S.Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polícia

PF prende homem após retirar R$ 500,00 em cédulas falsas em agência dos Correios

A Polícia Federal prendeu em flagrante, na tarde desta terça-feira (19), um homem de 25 anos no município de Areia, logo retirar da Agência dos Correios uma encomenda contendo R$ 500,00 em cédulas falsas, sendo três notas de R$ 100,00 e uma de R$ 200,00.

A ação foi realizada em conjunto com a Área de Segurança Corporativa dos Correios, que identificou irregularidades na correspondência e acionou a Polícia Federal.

O indivíduo será submetido ao devido processo legal, respondendo por introdução de moeda falsa em circulação, infração cuja pena, dada a sua gravidade, pode atingir até 12 anos de reclusão, além de multa.

Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, o investigado aguardará audiência de custódia, ocasião na qual o juízo competente deliberará sobre a situação de sua prisão.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Avião branco do governo dos EUA chega com “missão desconhecida” ao Brasil

Um avião todo branco do governo dos Estados Unidos e sem identificação chegou ao Brasil na terça-feira (19). A missão envolvendo a aeronave ainda é desconhecida do público.

O Boeing em questão é conhecido por participar de missões especiais e, em diversas ocasiões, já foi associado a operações da CIA.

A CNN entrou em contato com a Força Aérea Brasileira (FAB) para mais informações, mas ainda não obteve retorno.

A presença do avião, um Boeing 757, ocorre em um momento de tensões entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil.

Segundo informações do site FlightRadar, a aeronave partiu do Aeroporto Fernando Luis Ribas Dominicci, em Porto Rico, e seguiu sem rota detalhada até o Aeroporto Salgado Filho, no Rio Grande do Sul.

O pouso foi registrado por volta das 17h12 por câmeras do terminal. Por volta de 20 horas, a aeronave levantou voo novamente, desta vez com destino ao Aeroporto de Guarulhos

O pouso em São Paulo ocorreu por volta de 21h45. Quem está dentro da aeronave e o destino da missão não foram informados pelo governo americano.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

X denuncia “ordens secretas” de Moraes e alerta para ameaça ao comércio digital

Foto: Ton Molina/STF

A rede social X apresentou comentários ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) referente à investigação iniciada sobre o Brasil nos termos da Seção 301 na Lei de Comércio de 1974.

No documento, a plataforma critica as “recentes decisões judiciais” que enfraqueceram o Marco Civil da Internet, de 2014, como o recente entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de responsabilizar as big techs por conteúdos publicados por usuários.

“Em junho de 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Artigo 19 do MCI, a lei de governança da internet do país, é parcialmente inconstitucional, permitindo que plataformas de mídia social sejam responsabilizadas pelo conteúdo de usuários sem revisão judicial. Isso aumenta os custos de conformidade, incentiva a censura excessiva e coloca em risco a liberdade de expressão, inclusive para usuários dos EUA. Instamos o USTR a examinar essas barreiras comerciais”, diz trecho.

“Ordens secretas” e suspensão do X

A empresa também acusa os tribunais brasileiros de ignorar o Tratado de Assistência Jurídica Mútua (MLAT), exigindo diretamente das subsidiárias locais o fornecimento de dados de usuários, incluindo americanos, sem seguir os canais diplomáticos legais.

Segundo o X, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob comando do ministro Alexandre de Moraes, teriam emitido ordens secretas ordenando a remoção de perfis de “usuários, políticos, jornalistas e cidadãos americanos”.

A plataforma lembra que os recursos apresentados foram rejeitados pelo STF e que o descumprimento das ordens motivou a suspensão da rede social por dois meses em 2024.

“Os recursos de X foram rejeitados, e o descumprimento resultou em banimentos em todo o país, congelamento de contas e a apreensão de US$ 2 milhões da Starlink da SpaceX, apesar de não haver base legal ou conexão. O efeito cumulativo tem sido uma deterioração acentuada do ambiente regulatório e judicial para serviços digitais no Brasil, minando tanto o Estado de Direito quanto a estabilidade necessária para o comércio e o investimento transfronteiriços no setor de tecnologia.“

O antagonista 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.