Brasil

INSS suspende contrato com Crefisa para pagar benefícios

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

O INSS suspendeu preventivamente os contratos com a instituição financeira Crefisa para o pagamento de benefícios após receber denúncias de irregularidades, como coação de aposentados e pensionistas.

Com isso, a partir de agora, novos benefícios concedidos pelo INSS, como aposentadorias, pensões e auxílio-doença, não serão mais pagos pela financeira.

Por ser medida cautelar, a suspensão se aplica apenas aos novos pagamentos de benefícios. As aposentadorias e pensões de beneficiários que já recebem pela Crefisa não serão afetadas. Mas ainda não está claro como será feito, daqui em diante, o pagamento a quem passar a ter direito aos benefícios (leia mais abaixo).

A Crefisa venceu 25 dos 26 lotes disponíveis para o pagamento de novos benefícios no último leilão realizado, em 2024. Ou seja, tem a folha de pagamento da maioria dos beneficiários mais recentes do INSS. A Crefisa paga hoje 1,7 milhão de benefícios, de acordo com dados do INSS. Cerca de R$ 25 bilhões foram repassados por meio da instituição entre janeiro e agosto deste ano.

Com a decisão, os novos benefícios serão pagos pela empresa que ficou em segundo lugar no leilão. A licitação prevê seis bancos habilitados em cada lote. Quando uma instituição tem atividades suspensas, os pagamentos são transferidos para o segundo colocado de cada bloco. Dessa forma, o pagamento deve ser pulverizado.

Quais são as irregularidades?

De acordo com o INSS, a decisão pela suspensão cautelar foi tomada após identificar “reiteradas reclamações” registradas por diferentes canais de ouvidoria. Entre as principais irregularidades identificadas, estão:

  • Dificuldade ou impedimento no recebimento do benefício: registros de atrasos, recusas de pagamento e limitações para saque;
  • Coação para a abertura de conta corrente e venda casada de produtos;
  • Falta de estrutura adequada nas agências bancárias: filas extensas, ausência de caixas eletrônicos (ATMs) e inadequação do espaço físico;
  • Portabilidades indevidas e não autorizadas;
  • Falta de um sistema de triagem e emissão de senhas;
  • Falta de informações claras e atendimento inadequado.

O que diz a Crefisa?

Em nota, a Crefisa nega que tenha praticado as irregularidades mencionadas pelo órgão, como coação para abertura de contas-correntes e venda casada. A empresa argumenta ainda que não foi formalmente comunicada sobre a medida e que cumpre os requisitos previstos nos contratos.

“O Banco Crefisa reitera que não praticou qualquer irregularidade e que vem cumprindo integralmente as cláusulas do contrato vigente, respeitando todos os critérios legais e contratuais estabelecidos”, afirmou a empresa em nota.

O Globo

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Brasil

Moraes avaliará prisão preventiva de Bolsonaro após ouvir PGR e defesa

Foto: Ton Molina/STF

O ministro do STF Alexandre de Moraes avaliará uma eventual prisão preventiva de Jair Bolsonaro após receber as alegações da defesa e o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR). A análise ocorre após identificação de possíveis descumprimentos das medidas cautelares impostas pelo Supremo.

A defesa tem prazo de 48 horas, que se encerra às 20h34 de sexta-feira (22), para apresentar esclarecimentos sobre o que Moraes considerou como “reiterados descumprimentos das medidas cautelares”, “reiteração de condutas ilícitas” e “existência de comprovado risco de fuga”.

Entre os elementos em análise está uma carta recuperada das mensagens apagadas do celular de Bolsonaro, contendo uma minuta de pedido de asilo político à Argentina, endereçada a Javier Milei, datada de fevereiro do ano passado. O documento, no entanto, não chegou a ser enviado.

Somente após avaliar a resposta da defesa e o posicionamento da PGR, Moraes decidirá se mantém a prisão domiciliar ou se a converte em preventiva. A decisão levará em conta possíveis riscos para a ação penal, para a ordem pública e eventuais descumprimentos concretos das medidas impostas.

Em situação anterior, quando houve questionamento sobre possível descumprimento relacionado a uma publicação, a análise resultou na manutenção da situação jurídica vigente, após Moraes considerar se tratar de um ato isolado.

CNN

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Judiciário

Justiça mantém prisão de mulher que jogou óleo quente no próprio filho na PB

Mão da criança queimada – Foto: reprodução/Redes Sociais

A mulher acusada de torturar o próprio filho de um ano teve sua prisão em flagrante convertida em preventiva, nesta quinta-feira (21), durante audiência de custódia. O caso aconteceu na noite dessa quarta-feira (20), em Belém, no Brejo paraibano.

O Conselho Tutelar foi acionado após uma denúncia de maus-tratos e, ao chegar no local, a equipe encontrou a criança com vários hematomas por todo o corpo. Logo em seguida, os fiscais do órgão levaram a mulher até a delegacia, onde foi presa em flagrante.

O delegado responsável pelo pedido da prisão preventiva, Fábio Facciolo, relatou que a acusada confessou, no depoimento, ter jogado óleo quente e agredido a criança.

“Ela acabou confessando. Primeiramente disse que teria agredido porque se encontrava estressada com a criança. E posteriormente acabou confessando que havia jogado óleo quente na mão da criança. Você imagina a dor e o sofrimento que provocou nessa criança, que é um inocente. Um absurdo muito grande, uma maldade muito grande. E analisando a gente decidiu autuá-la pelo crime de tortura”

O conselheiro Israel França explicou que a mulher alegou que a queimadura foi porque a criança havia subido no fogão e colocado a mão no fogo. No entanto, as autoridades descartaram essa possibilidade por conta da estatura do menor.

A suspeita foi encaminhada para a penitenciária feminina Júlia Maranhão, em João Pessoa

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Brasil

Toffoli pede a Barroso que decida qual ministro ficará responsável por inquéritos sobre fraudes no INSS

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu que o presidente da corte, Luís Roberto Barroso, decida se as investigações sobre fraudes nos descontos de benefícios no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) devem ficar sob sua responsabilidade ou serem distribuídas livremente, por sorteio, entre os ministros.

A solicitação de Toffoli foi feita após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestar de forma contrária à relatoria do ministro sobre o tema.

Toffoli determinou em junho que todas as apurações da Polícia Federal sobre o tema fossem enviadas ao seu gabinete. Em seguida, pediu manifestação da PGR sobre o tema, que foi apresentada na segunda-feira (18).

Na manifestação, Gonet não tratou do mérito (dos pontos centrais) sobre as suspeitas, mas questionou a manutenção das investigações com o ministro e pediu a redistribuição por sorteio do caso.

A manifestação da PGR foi divulgada inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela Folha.

O ministro que assumir as investigações também deve decidir se mantém todos os procedimentos no Supremo ou se envia parte deles a instâncias inferiores.

Toffoli determinou a remessa das investigações ao Supremo em 10 de junho, depois de a Polícia Federal informar, por meio de uma representação, que o deputado federal Fausto Pinato (PP-SP) e o ex-ministro Onyx Lorenzoni foram mencionados nas apurações.

“Faz-se necessário o compartilhamento dos respectivos autos para exame e análise conjunta, sob o crivo deste Supremo Tribunal Federal, sobre eventual conexão e prevenção estabelecida”, disse Toffoli.

Os dois têm foro por prerrogativa de função, o que leva o caso ao Supremo. Os autos do processo relacionados à operação Sem Desconto estão sob sigilo, o que o ministro manteve.

A autoridade policial informou que a conexão entre os políticos e a investigação seria por uma entidade investigada pela PF por descontos indevidos nas aposentadorias.

A empresa teria doado valores à campanha de Onyx ao governo do Rio Grande do Sul, durante as eleições de 2022. Procurados à época, Pinato disse não ter envolvimento com as investigações e Onyx não se manifestou.

Barroso ainda não decidiu a respeito de quem ficará responsável por supervisionar as investigações no Supremo.

Folhapress

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Paraíba

VÍDEO: CONFLITO ENTRE PODERES: João admite judicializar vetos da LDO 2026

 

O governador João Azevêdo (PSB) admitiu, na manhã desta quinta-feira (21), que o Governo poderá ingressar com um recurso no Tribunal de Justiça contra a decisão do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), de devolver os vetos do Poder Executivo à Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2026.

Durante inauguração da nova sede da Delegacia-Geral da Polícia Civil, em João Pessoa, Azevêdo frisou que o tema está sendo discutido pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) para avaliar quais as medidas a serem adotadas. Questionado se uma das alternativas poderia ser uma batalha judicial, o governador afirmou que em determinadas situações é preciso ter alguém que atue como “árbitro”.

“Nós recebemos ontem a devolução do veto. A PGE está procurando fazer uma análise e verificar quais as medidas teremos a tomar. Quando existe um litígio [conflito], é importante que você encontre alguém para arbitrar. Essa é uma decisão natural. Se for esse caminho, faremos com muita naturalidade, porque isso não se trata de questões pessoais. São interesses do Estado que estão em jogo”, reagiu.

MaisPB

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Brasil

Falências disparam no Brasil e ministro do Trabalho diz não ter analisado dados sobre pedidos de recuperação judicial

Imagem: reprodução/YouTube

Em 2024, no Brasil, foram 2.273 pedidos de recuperação judicial ante 1.405 em 2023, uma alta de 61,8%. Segundo a Serasa Experian, no 1º trimestre de 2025, foram 471, 187 apenas no mês de março, o que aponta crescimento no número de empresas em reestruturação.

Apesar dos números preocupantes, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), disse nesta quinta-feira (21) não ter analisado o aumento no número de falências e recuperações judiciais registrado no 1º semestre de 2025. No entanto, o governo celebra recordes de emprego.

“Confesso que eu não avaliei as falências, as concordatas neste ano. Aqui pode acontecer várias coisas, pode ter desde incompetência, má gestão”, afirmou, durante entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da EBC.

A declaração do ministro se dá em um momento de tensões comerciais, com empresas levando sua produção para fora do Brasil, como no caso da fabricante de armas Taurus.

Ainda assim, Marinho classificou o impacto no mercado de trabalho como “diminuto” e ponderou que os efeitos das tarifas ainda não são mensuráveis nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

A falta de uma análise aprofundada sobre o aumento de falências levanta dúvidas sobre a abrangência dos indicadores econômicos monitorados pelo governo.

A aparente desconexão entre a realidade empresarial e os números de emprego celebrados pode indicar uma visão parcial do cenário econômico do país.

Ao final da entrevista, o ministro prometeu investigar o assunto. A declaração de que vai “dar uma olhada no que está acontecendo” sinaliza que o governo ainda buscará entender as razões por trás da alta nos pedidos de falência, um indicador crucial para a sustentabilidade dos empregos a longo prazo.

Com informações Poder 360

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Judiciário

Justiça condena ex-prefeita Márcia Lucena do PT por sobrepreço e remédios vencidos no Conde; veja fotos



					Justiça condena ex-prefeita e ex-auxiliares por sobrepreço e remédios vencidos no Conde
Foto: Ascom/Conde

Uma decisão da Justiça de Conde condenou, por improbidade administrativa, a ex-prefeita do município e ex-secretária de Educação do Estado, Márcia Lucena; a ex-secretária de Saúde do município, Renata Martins; e a ex-coordenadora de Farmácia, Cláudia Germana de Souza. Elas foram alvo de uma ação do Ministério Público que apontou prejuízos aos cofres públicos com compras feitas junto ao Lifesa.

O caso é um desdobramento da Operação Calvário, que na época encontrou mensagens do delator Daniel Gomes sinalizando para uma possível articulação com o objetivo de facilitar a contratação do Lifesa – Laboratório Industrial Farmacêutico do Estado da Paraíba – junto à prefeitura.

Na ação o MP também relata o acúmulo de medicamentos vencidos, que teriam sido adquiridos com sobrepreço e em quantias maiores do que a demanda da cidade. As compras foram feitas através de dispensa, o que teria beneficiado o laboratório.

Na ação o MP havia apontado a prática de enriquecimento ilícito por parte de Márcia Lucena, mas a tese foi rejeitada por falta de provas.

“Nos autos do processo, consta um trecho de gravação ambiental datada de 06/09/2016 (arquivo intitulado “Dra e pref Marcia Lucena”), na qual o interlocutor DANIEL GOMES DA SILVA menciona que “a gente vai te ajudar […] pra dar uma força de 100 mil reais” (ID 40753668 – Pág. 13), dirigindo-se à promovida. Todavia, não há qualquer comprovação adicional — como documentos, extratos bancários, registros contábeis ou outras formas de prova robusta — que atestem o efetivo recebimento do valor por parte da promovida”, considera a sentença.

No entanto, a decisão considera que ficou configurada a prática de improbidade e de prejuízo para o poder público de R$ 206 mil, com a escolha do Lifesa e por sobrepreço.

“No caso dos autos, restou comprovada a contratação direta da empresa LIFESA por inexigibilidade de licitação, sem demonstração de exclusividade ou justificativa técnica idônea, em afronta direta aos princípios da legalidade e da economicidade”, diz a sentença.



					Justiça condena ex-prefeita e ex-auxiliares por sobrepreço e remédios vencidos no Conde


					Justiça condena ex-prefeita e ex-auxiliares por sobrepreço e remédios vencidos no Conde
João Paulo Medeiros

Medicamentos estocados e vencidos

Um outro ponto questionado na ação do MP diz respeito ao armazenamento de medicamentos com data de validade vencida. De acordo com o processo, em junho de 2020 foi constatado o acúmulo de 93.460 medicamentos vencidos em imóveis do município.

O prejuízo estimado é superior a R$ 206 mil, com base em uma análise feita pela CGU.

“Omissão não decorreu de negligência isolada, mas de uma atitude consciente e reiterada de desatender ao dever de gestão eficiente da coisa pública. Portanto, presentes os elementos objetivos (ocorrência de dano ao erário), subjetivos (dolo) e normativos (violação ao art. 10, X, da LIA), impõe-se o reconhecimento da prática do ato de improbidade administrativa pelas rés”, diz a sentença.

JornalPB

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CMJP

PM trabalha com medo de morrer ou ser preso na PB, diz vereador Tarcísio

O vereador de João Pessoa, Tarcísio Jardim (PP), saiu em defesa dos policiais presos após a morte de cinco jovens durante uma ação no Conde. Em entrevista, nesta quinta-feira (21), ele afirmou que os agentes não podem ser condenados antes do fim das investigações.

“A polícia está muito encurralada, a polícia está amordaçada, o policial hoje tem medo de sair de casa para trabalhar, medo de morrer e medo de ser preso por estar trabalhando”, disse o parlamentar.

O vereador destacou ainda que, para ele, os jovens mortos eram integrantes de facções e não inocentes. “E se for família que tem que chorar, que chore a família de vagabundo, não é a família de policial”, completou.

A fala ocorre após a prisão temporária de cinco PMs investigados pelo caso. O comandante-geral da PM, coronel Sérgio Fonseca, também defendeu os policiais, afirmando acreditar na versão apresentada por eles de que houve confronto.

Já a perícia apontou outro cenário: os dois carros onde estavam os jovens foram atingidos por 90 disparos feitos de fora para dentro, o que reforça a suspeita de execução.

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Brasil

Bolsonaro nega descumprimento de medidas e se diz surpreso com indiciamento; veja nota

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) negou, nesta quinta-feira (21), que o ex-presidente tenha descumprido medidas cautelares impostas a ele. 

Em nota divulgada à imprensa, os advogados ainda relataram “surpresa” com o novo indiciamento, por parte da PF (Polícia Federal), contra Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por atuação nos Estados Unidos. 

A conclusão é de que os dois atuaram em conluio para coagir o Judiciário e evitar o avanço da investigação sobre a tentativa golpe de Estado no país, após as eleições de 2022. 

“A defesa do Presidente Bolsonaro recebeu com surpresa, na data de ontem, a decisão de seu formal indiciamento pela Polícia Federal”, afirma a defesa em nota.  

“Os elementos apontados na decisão serão devidamente esclarecidos dentro do prazo assinado pelo Ministro relator, observando-se, desde logo, que jamais houve o descumprimento de qualquer medida cautelar previamente imposta”, concluem os advogados. 

Na quarta-feira (20), a PF indiciou Bolsonaro e Eduardo. A corporação teria identificado ainda o risco de fuga do ex-presidente por meio de um documento que continha pedido de asilo político para a Argentina. 

No arquivo endereçado ao presidente argentino Javier Milei, Bolsonaro afirma ser alvo de uma perseguição política e de “diversas medidas cautelares”. 

CNN

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Brasil

Bolsonaro descartou pedido de asilo político à Argentina, diz defesa

Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta-feira (21/8), que ele descartou um pedido de asilo político à Argentina.

Paulo Cunha Bueno, um dos advogados que defendem Bolsonaro no julgamento da trama golpista, confimou que o ex-presidente, de fato, recebeu uma minuta com proposta de asilo no país governado pelo aliado Javier Milei, mas não aderiu à ideia.

A informação foi divulgada pela coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, e confirmada pelo Metrópoles.

Cunha Bueno reafirmou que Bolsonaro não cogitou em momento algum sair do país.

Metrópoles

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