TCE

Prefeitura de Santa Rita nega que TCE tenha mandado cancelar shows do São João

Após a notícia de que o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) mandou suspender todos os contratos do São João de Santa Rita, a Prefeitura se pronunciou através de nota e ressaltou que a informação não é verídica, “com objetivos eleitoreiros que tentam enganar as pessoas de Santa Rita”.

O texto destaca que a informação tem o objetivo de atrapalhar o trabalho da Prefeitura, o que também acaba atingindo “diretamente o comércio, o turismo e todo o povo de Santa Rita”.

“Confirmamos na lisura do processo e no trabalho isento do TCE, estamos certos que realizaremos o melhor São João de todos os tempos”, conclui a nota.

Nota de esclarecimento para repor a verdade.

A Prefeitura Municipal de Santa Rita esclarece que não é verídica a informação de que o Tribunal de Contas do Estado suspendeu os festejos juninos da cidade.

Nesse período eleitoral estamos enfrentando uma série de Fake News com objetivos eleitoreiros que tentam enganar as pessoas de Santa Rita.

Essa nova Fake News tem como objetivo atrapalhar o trabalho da Prefeitura, mas também atinge diretamente o comércio, o turismo e todo o povo de Santa Rita.

O São João de Santa Rita é um evento que cresce a cada ano e que virou referência na região metropolitana.

Em 2024, o evento vai mais uma vez valorizar a nossa cultura e incrementar a nossa economia com geração de emprego e renda para pequenos e médios empreendedores.

Reiteramos que a aludida suspensão, ventilada sem compromisso com a verdade e sem checagem dos fatos, distorce uma inspeção especial em trâmite no TCE, que produziu até aqui relatório inicial, ainda não deliberado pela corte do TCE.

Confirmamos na lisura do processo e no trabalho isento do TCE, estamos certos que realizaremos o melhor São João de todos os tempos. Por fim, agradecemos a sua atenção.

Entenda
Auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) emitiram, nessa sexta-feira (17), um relatório onde apontam irregularidades e recomendam a suspensão dos atos que envolvem a contratação de artistas para o São João de Santa Rita, na Grande João Pessoa. A programação divulgada pelo prefeito Emerson Panta (Progressistas) reúne artistas como Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Elba Ramalho, Maiara e Maraisa, Bell Marques, Aline Barros e Padre Fábio de Melo.

Confira alguns valores dos cachês:

  • Bell Marques – R$ 500.000,00
  • Pavanelly Produções – R$ 200.000,00
  • Avine Vinny – R$ 180.000,00
  • Banda Fulô de Mandacaru – R$ 150.000,00
  • Bonde do Brasil – R$ 120.000,00

Os servidores da Corte de Contas alertam que o remanejamento de recursos públicos para a realização do São João em Santa Rita pode trazer riscos graves para áreas essenciais, como Saúde e Educação.

“Em que pese a Lei Municipal nº 2.198/2024 autorizar o remanejamento, a transposição e a transferência de fontes de recursos das dotações orçamentárias constantes na Lei Municipal n° 2.177/2023 (LOA 2024). A esse respeito, a auditoria alerta que há risco potencial de alterações em dotações em áreas sensíveis (Saúde e Educação)”, destaca trecho do relatório.

De acordo com o documento, a denúncia apresentada à Corte traz “robustos índices de irregularidades, a exemplo das falhas cometidas na Inexigibilidade nº IN 00068/2024, bem como o PERIGO NA DEMORA CAPAZ DE CAUSAR DANOS AO ERÁRIO, tanto pelo desconhecimento de qual será o real montante do gasto da contratação de toda a grade de artistas, e de toda a infraestrutura requerida para realizar o evento São João de Santa Rita/PB – edição 2024”, continua.

“Recomenda-se fortemente a SUSPENSÃO CAUTELAR dos atos administrativos que envolvem a realização do evento “São João de Santa Rita/PB – edição 2024”, no estado em que se encontrarem, até ulterior manifestação deste Tribunal de Contas, sem prejuízo da imediata COMUNICAÇÃO ao Ministério Público Estadual, Promotoria com atuação em Santa Rita/PB, para conhecimento deste processo, e providências que entender cabíveis”, conclui a auditoria.

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TCE

GASTOS MILIONÁRIOS: TCE cobra suspensão do São João de Santa Rita, na Grande João Pessoa

Gusttavo Lima também foi confirmado no São João 2024 de Santa Rita — Foto: Érico Andrade/g1

Gusttavo Lima também foi confirmado no São João 2024 de Santa Rita — Foto: Érico Andrade/g1

 

Auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) emitiram, na tarde desta sexta-feira (17), um relatório onde apontam irregularidades e recomendam a suspensão dos atos que envolvem a contratação de artistas para o São João de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.

A programação divulgada pelo prefeito Emerson Panta (PP) reúne artistas como Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Elba Ramalho, Maiara e Maraisa, Bell Marques, Aline Barros e Padre Fábio de Melo.

 

Confira alguns valores dos cachês:

 

AVINE VINNY (R$: 180.000,00)

BONDE DO BRASIL (R$: 120.000,00)

BELL MARQUES (R$: 500.000,00)

BANDA FULÔ DE MANDACARU (R$: 150.000,00)

PAVANELLY PRODUÇÕES (R$ 200.000,00)

 

Os servidores da Corte de Contas alertam que o remanejamento de recursos públicos para a realização do São João em Santa pode trazer riscos graves para áreas essenciais, como Saúde e Educação.

 

“Em que pese a Lei Municipal nº 2.198/2024 autorizar o remanejamento, a transposição e a

transferência de fontes de recursos das dotações orçamentárias constantes na Lei Municipal n°

2.177/2023 (LOA 2024). A esse respeito, a auditoria alerta que há risco potencial de alterações

em dotações em áreas sensíveis (Saúde e Educação).”

 

Segundo o documento, a denúncia apresentada à Corte traz “robustos índices de irregularidades, a exemplo das falhas cometidas na Inexigibilidade nº IN 00068/2024, bem como o PERIGO NA DEMORA CAPAZ DE CAUSAR DANOS AO ERÁRIO, tanto pelo desconhecimento de qual será o real montante do gasto da contratação de toda a grade de artistas, e de toda a infraestrutura requerida para realizar o evento São João de Santa Rita/PB – edição 2024”

 

“Recomenda-se fortemente a SUSPENSÃO CAUTELAR dos atos administrativos que envolvem a realização do evento “São João de Santa Rita/PB – edição 2024”, no estado em que se encontrarem, até ulterior manifestação deste Tribunal de Contas, sem prejuízo da imediata COMUNICAÇÃO ao Ministério Público Estadual, Promotoria com atuação em Santa Rita/PB, para conhecimento deste processo, e providências que entender cabíveis”, diz a auditoria.

 

MaisPB

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TCE

TCE constata aumento de obras paralisadas em creches na Paraíba

 TCE constata aumento de obras paralisadas em creches na Paraíba
Kleide Teixeira.

A Paraíba tem hoje 28 obras de creches paralisadas. O número é maior que o verificado ano passado, quando havia no Estado 23 unidades nessa situação. Os dados são do relatório parcial do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que está sendo elaborado a partir das fiscalizações realizadas ontem.

O trabalho visitou 108 municípios paraibanos e fez uma ‘varredura’ em unidades em construção, com recursos de convênios entre o Governo do Estado e os municípios. Não inclui os serviços feitos com recursos federais.

Em 2023 foram localizadas 3 creches concluídas e agora 23 unidades; destas somente 12 estão funcionando.

O montante de recursos envolvidos nessas construções chega a aproximadamente R$ 124 milhões. É a primeira Auditoria Coordenada do ano de 2024 com um olhar voltado à educação infantil.

Uma vez concluídas, as obras fiscalizadas têm o potencial de atender cerca de 8.500 crianças.

As creches foram escolhidas a partir da evolução dos pagamentos realizados e registrados no Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (SAGRES), buscando-se evidenciar o percentual de execução das obras em relação ao volume de recursos já utilizado na construção dos equipamentos públicos.

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TCE

Prefeito Totó Ribeiro é alvo de denúncia no TCE por compra milionária de combustível; veja documento

O prefeito do município de Curral de Cima, Totó Ribeiro, está sendo acusado de fazer compras milionárias de combustíveis. De acordo com dados do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), a administração publica da cidade já gastou R$ 2,9 milhões para a compra de combustível, um valor alto para uma cidade com cerca de 5 mil habitantes.

As acusações tem sido feitas pela oposição, encabeçada pelo ex-vereador da cidade Adjamir Souza, que encaminhou ao TCE-PB uma denuncia contra o prefeito, apontando os gastos milionários da atual gestão municipal.

“Como podemos constatar nos dados extraídos do Sagres TCE-PB, a prefeitura já adquiriu quase R$3.000.000,00 reais, superando em quase 100% o valor licitado, sem nenhum aumento significativo da frota de veículos ou dos serviços prestados no município”, traz um trecho da denúncia.

Adjamir ainda chega a comparar os gastos com a cidade vizinha, Mamanguape, que tem cerca de 45 mil habitantes e tem um gasto de quase R$ 4 milhões com combustível, de acordo com dados extraídos do Sagres Online.

Confira os dados do TCE-PB:

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TCE

Operação do TCE-PB fiscaliza reformas e construções de 110 escolas, na Paraíba

Foto: Reprodução

Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Estado da Paraíba retorna a 108 municípios nesta terça-feira (14), para verificar a situação de 110 obras de creches da rede municipal de ensino, fruto de convênios firmados entre o Governo do Estado e os municípios.

O montante de recursos envolvidos nessas construções chega a aproximadamente R$ 124 milhões.

O presidente do Tribunal de Contas da Paraíba, conselheiro Nominando Diniz destacou que o principal objetivo dessa ação é verificar o andamento das obras e identificar possíveis impropriedades, tais como paralisações, incompatibilidades com o projeto básico, irregularidades em pagamentos, vícios construtivos e desvios de finalidade dos recursos destinados.

“A iniciativa do TCE-PB visa garantir a correta aplicação dos recursos públicos e assegurar que as obras de creches sejam entregues dentro dos padrões estabelecidos, contribuindo assim para a melhoria da infraestrutura destinada à educação infantil no estado da Paraíba”, frisou.

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TCE

Prefeita Corrinha Delfino burlou sistema do TCE para acumular cargos e receber salários ilegais, diz Tribunal

Socorro Delfino, Certidão

Socorro Delfino (Foto: reprodução)

Uma certidão oficial emitida e assinada pelo diretor de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), Ed Wilson Santana de Fernandes, mostra que a ex-secretária de Educação de Cajazeiras e pré-candidata a prefeita, Socorro Delfino, conhecida como Corrinha Delfino, mostra acumulação ilegal de cargos e recebimento de salários ilegais no período em que ela era titular da pasta de Educação.

O documento foi apresentado pelos vereadores Raelsa Borges, Lamarck Barros e Alisson Voz e Violão, no programa Câmara em Ação, do Poder Legislativo de Cajazeiras.

A certidão prova que entre os anos de 2019 e 2024 não consta do sistema de controle e transparência de folhas de pessoal TCE registros de que a professora Socorro Delfino tenha sido Secretaria de Educação do Município. Todos os registros, segundo a certidão, são no sentido que Socorro recebia salários como professora de educação básica do município de Cajazeiras.

Na mesma certidão, fica provado que Corrinha Delfino, no mesmo período, recebia salários como professora na Educação básica de Cachoeira dos Índios.

No parágrafo final, a certidão confirma não existir no sistema Sagres “qualquer outro registro de cadastro em outro órgão público” da professora Socorro Delfino.

Fraude ou burla

De acordo com os vereadores, a certidão prova que “houve uma fraude, uma burla”, ao sistema de transparência do TCE para esconder que a professora Corrinha Delfino era a secretária de Educação e, com isso, manter a ilegalidade do acúmulo de cargos em Cajazeiras e Cachoeira dos Índios e o recebimento de pagamentos nas duas Prefeituras.

Determinação legal

O que a lei determina, segundo os parlamentares, é que o cadastro de secretários seja feito na Secretaria da Administração, o que deliberadamente não ocorreu, tudo indica que com o intuito de “enganar” o sistema de controle do TCE.

Inacumulável

Ainda de acordo com os vereadores, o que a Constituição determina, conforme parecer já pacificado no TCE, é que o cargo de secretário é inacumulável com outro cargo.

Não cabe permuta

Os vereadores comentaram o argumento de defesa da professora Corrinha Delfino segundo o qual não houve acumulação porque teria havido uma permuta de servidores entre as duas Prefeituras. O que o TCE diz é que o cargo de secretário é inacumulável, não permitindo a figura da permuta.

Representações

Os vereadores Raelsa Borges, Alisson Voz e Violão, Valdemar Carolina e Luzia Trajano, informaram que vão juntar a certidão do TCE às representações que a Câmara vai protocolar junto ao Ministério Público e pedir investigação dessa contida de de “fraude ou burla” ao sistema de controle da corte de contas. Segundo os parlamentares, já dá para ver que essas condutas da ex-secretária e pré-candidatas parecem desonestas e precisam ser investigadas.

Desrespeito à Constituição

Recebimento da duas prefeituras de for ilegal conforme o Art 37,XVI da construção federal. Dessa forma a secretaria cometeu uma ilegalidade gravíssima porque como gestora ela tinha a obrigação de comunicar e fazer constar que exercia o cargo de Secretária da educação de cajazeiras . Mais uma descoberta das ilegalidade práticas pela pré-candidata.

Veja abaixo a certidão:

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TCE

TCE vai usar Inteligência Artificial para garimpar corrupção na Paraíba

Moninando diniz
Nominando Diniz, presidente do TCE-PB

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) vai novamente promover um salto qualitativo no uso de tecnologia em suas ações de fiscalização e investigação no combate à corrupção na gestão pública.

O conselheiro Nominando Diniz, presidente do TCE, acaba de revelar, em entrevista ao programa Tambaú Debate (TV Tambaú/SBT – sábado -8h), que uma das novidades de sua gestão durante este ano (2024) será a incorporação da Inteligência Artificial (IA) nas fiscalizações aos municípios e órgãos do Estado sujeitos ao seu controle. O serviço já está contratado e não demora a ser implantado.

A IA vai fazer o pente fino em todos as informações que os órgãos públicos são obrigados a inserir automaticamente no sistema Sagres do TCE (empenhos, notas fiscais, pagamentos, entrada de receitas, etc.), licitações, convénios e relatórios de prestação de contas. Vai auxiliar a auditoria identificando qualquer sinal de irregularidade.

Trata-se de serviço de tecnologia dos mais avançados e que vem se impondo nos quatro contos do planeta com o desiderato de promover uma revolução ainda inimaginável no mundo.

No Tribunal de Contas, a IA vai vasculhar processos com rapidez jamais vista e que os auditores, por mais competentes que sejam (e são), não conseguem ou conseguiriam realizar. O ganho será imensurável.

A incorporação do serviço de Inteligência Artificial (IA) é um notável feito do conselheiro Nominando Diniz, responsável pela incorporação de importantes instrumentos de tecnologia nas ações do TCE. Em sua primeira gestão, as obras passaram a ser fiscalizadas à distância, por imagem.

É possível se pinçar outros importantes destaques na entrevista de Nominando. Um deles é o relato de como a corrupção muda de lugar dentro da gestão pública. Lá atrás, o biombo de desvio de verbas era nas obras públicas, passou para as licitações, usou os sistemas de saúde e educação e, atualmente, se instalou feito uma praga feroz de lagartas nas folhas de pessoal. São contratações em excesso, rachadinhas, contratos irregulares através de empresas ou de MEI (Micro Empresa Individual) e empréstimos consignados falsos, entre outros.

A corrupção nas folhas de pagamento, segundo o conselheiro Nominando Diniz, não serve apenas para desviar dinheiro. Serve, sobretudo, para desequilibrar disputas eleitorais. O presidente do TCE está convicto que as folhas de pessoal atuais são capazes de definir as eleições na maioria dos municípios da Paraíba.

Essa preocupação vai levar o presidente do TCE a procurar o Ministério Público Eleitoral para oferecer dados e colaboração para uma ação preventiva contra crimes eleitorais. O uso das folhas de pessoal nos moldes previstos por Nominando, não tenham dúvidas, pode se constituir num forte ataque à democracia na Paraíba. O Ministério Público é a Justiça Eleitoral têm a obrigação de agir preventivamente.

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TCE

TCE multa Bruno Cunha Lima e outros 42 prefeitos na Paraíba por atraso no envio de dados pelo Sagres; veja lista

O presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Nominando Diniz Filho, afirmou que 43 prefeituras municipais estão sendo multadas, em decorrência do atraso no envio de informações para o sistema “Sagres Diário”, que tem como objetivo anexar, eletronicamente, em até 24 horas do 1º dia útil, subseqüente à data do registro contábil, empenhos, atos, receitas e gastos realizados pelos jurisdicionados.

No registro de inadimplentes, conforme relacionou o presidente, constam as prefeituras de Barra de São Miguel, Boa Vista e São Vicente do Seridó, que estão com 18 dias de atraso. Seguem os municípios de Bom Sucesso, Cuité e Nova Olinda, com 17 dias; Arara e Mato Grosso com 16 dias; Itatuba e Joca Claudino deixaram de anexar as informações há 14 dias.

A relação prossegue com Alagoinha (13 dias), Boaventura (12), Curral de Cima, Pedro Regis, São João do Cariri e Serraria (11 dias). Belém do Brejo do Cruz, Brejo do Cruz, Ingá, Juarez Távora, Marizópolis, Piancó, Poço de José de Moura, Riacho dos Cavalos, Sumé e Triunfo (10 dias). Campina Grande e Lagoa (09 dias), Jericó e Massaranduba (08), Aroeiras, Lastro, Nova Floresta e Uiraúna (06). Barra de Santa Rosa, Congo e Marcação (05 dias). Aparecida, Desterro, Imaculada, Puxinanã, Tenório e Vieirópolis, que estão com quatro dias de atraso.

O conselheiro advertiu os gestores para o cumprimento dos prazos previstos na Resolução Normativa 05/2017, que dispõe sobre a remessa diária de dados relativos à execução orçamentária e financeira dos entes públicos estaduais e municipais. Ele destacou que o Sagres Diário é um equipamento de transparência pública e deve reunir os dados a serem enviados e que irão compor o balancete correspondente ao mês de competência de cada informação.

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TCE

TCE dá 45 dias para Estado e 188 municípios apresentarem plano de combate à desertificação

Foto: Allisson Linhares

 

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado deu 45 dias a secretarias de Estado e órgãos públicos para que encaminhem Planos de Ação voltados ao combate à desertificação no Estado.

 

A proposta de resolução foi apresentada pelo conselheiro Fernando Rodrigues Catão, que reiterou sua preocupação em relação ao processo de desertificação no território paraibano.

 

Na decisão, os órgãos relacionados e as secretarias do Estado – que são responsáveis pela política estadual de combate à desertificação, assim como os 188 municípios inseridos na região do Semiárido – devem apresentar os respectivos planos de ação no prazo estabelecido pelo novo regramento.

 

O TCE já realizou Auditoria Operacional e examinou a política de desertificação e mitigação dos efeitos da seca no Estado e nos municípios, bem como, outras ações transversais, referentes à região do semiárido e ao Bioma caatinga, sob os aspectos ambiental, econômico, social e cultural.

 

Com as conclusões do trabalho, foi editada, inicialmente, resolução, que determinou a elaboração dos planos de ação.

 

Órgãos

De acordo com o processo, foram citadas a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade; Secretaria da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido e Secretaria do Planejamento, Orçamento e Gestão.

 

E ainda, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente – Sudema, e a Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária, assim como, os 188 municípios inseridos no na região do Semiárido paraibano.

 

O conselheiro Fernando Catão afirmou que o descumprimento da resolução, sem justificativa, poderá gerar multa prevista no art. 56. IV, da Lei Orgânica do Tribunal.

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TCE

TCE recomenda a João Azevedo reduzir servidores temporários no governo da PB

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A 1ª Câmara do Tribunal de Contas da Paraíba recomendou ao governador João Azevedo ações destinadas à diminuição gradativa do quadro de pessoal do Executivo Estadual de modo a que o número de contratos precários atenda “ao aceitável e necessário à manutenção da máquina administrativa”.

A recomendação deu-se ao cabo do exame de processo atinente à Inspeção Especial de Gestão de Pessoal relativa ao exercício de 2021, sob relatoria do conselheiro Fernando Catão, na última sessão de julgamentos ocorrida na quinta-feira (21). O relator considerou que o Governo do Estado, com a promulgação da Lei 12.563 criada para regulamentar as contratações por tempo indeterminado, adotou providências importantes, neste sentido. “Todavia, o dito diploma legal precisa evoluir com dispositivo que estabeleça o equilíbrio entre os servidores efetivos e temporários”, observou.

Ele menciona, especificamente, a situação de professores vinculados à Secretaria da Educação e requer “um plano de ação consistente para o exercício de 2024 em diante, de modo que a redução dos contratos temporários seja notável ao fim de cada exercício”.  Também recomenda que o governo, “observando as normas impositivas de equilíbrio financeiro e limite de gastos com pessoal” considere a realização de concurso público.

“Enquanto não houver regulamentação da matéria com vista a determinar percentual máximo de servidores precarizados em relação aos efetivos, que se adote proporção limítrofe de pessoal de 30 temporários para cada 100 efetivos”, recomenda o conselheiro Fernando Catão. Ele entende que a situação pode ser gradualmente resolvida até o exercício de 2028.

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