Saúde

Paraíba vai realizar sequenciamento genômico para identificar variantes da covid-19

Foto: Reprodução

A Paraíba vai iniciar o sequenciamento genômico de amostras da SARS-CoV-2, responsável pela covid-19. Por meio do processamento de amostras selecionadas, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PB) será capaz de identificar as cepas circulantes e as novas variantes, sem a necessidade da análise do laboratório referência, a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). As análises também poderão, futuramente, serem estendidas a outros agravos como influenza, dengue, zika e chikungunya.

Um novo equipamento foi instalado no Lacen-PB para a realização do sequenciamento genômico, em fevereiro deste ano, e a equipe do laboratório passou por um treinamento específico para operar e analisar os dados emitidos.

O Governo do Estado viabilizou a estrutura física e outros equipamentos para dar ainda mais agilidade nas análises das amostras.

O sequenciamento é realizado em amostras de RTPCR que atendem a critérios epidemiológicos específicos. A Paraíba passou na certificação para utilização do equipamento e a partir de agora poderá planejar de forma mais célere as ações de combate e projeção da situação epidemiológica do vírus.

De acordo com a diretora técnica do Lacen-PB, Dalane Loudal, a autonomia da Paraíba em realizar as amostras é importante não apenas para o momento da pandemia da covid-19, mas para outras doenças que acometem a população paraibana.

A metodologia aplicada é voltada para vigilância laboratorial, mas não para diagnóstico e acompanhamento clínico. Para o sequenciamento é necessário seguir alguns critérios epidemiológicos sinalizados pela vigilância estadual e técnicos, definidos após a realização do RTPCR para SARS CoV2, como a carga viral e os indicadores de amplificação que a amostra apresenta.

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Paraíba

COVID-19: Hospital de referência em CG está há mais de três dias sem novas internações

Foto: Reprodução

Já são três dias seguidos sem nenhum registro de internação por covid-19 no Hospital de Clínicas, em Campina Grande. O último paciente deu entrada na unidade no sábado (19). Atualmente, o HC tem cinco pacientes internados na ala covid, todos eles em tratamento nas Unidades de Terapia Intensiva.

Outro dado positivo é que, desde a última quinta-feira (17), a unidade não contabiliza nenhum paciente com covid-19 internado na enfermaria. Através da redução na taxa de ocupação, o hospital tem conseguido ampliar as ações do programa Opera Paraíba, com a realização de cirurgias diárias no hospital.

“Temos voltado gradativamente à rotina de cirurgias eletivas com a realização de cerca de 40 procedimentos diários, atingindo assim um maior número de pessoas que passam a ter uma melhor qualidade de vida,” destaca o diretor técnico, Thyago Morais.

Portal T5

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Saúde

Mudança de pandemia para endemia deve acontecer até 31 de março, diz Bolsonaro

Foto: Sergio Lima/Poder 360

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse na terça-feira (15) que o governo deve rebaixar o status de pandemia da covid-19 para uma endemia até o fim de março. A mudança deve ser feita por meio de portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

“Ele [Queiroga] já sinalizou há poucos dias que seria uma portaria, como definido em lei, [para] nós aqui sairmos da pandemia e entrarmos na endemia. Ou seja, isso deve acontecer até o final desse mês, é isso que está sendo previsto pelo Ministério da Saúde”, disse em entrevista, exibida nesta quarta-feira (16), à TV Ponta Negra.

A troca para endemia fará com que a covid-19 deixe de ser tratada como uma emergência de saúde. Assim, medidas de combate à covid-19, como o uso de máscaras, podem cair.

Segundo Bolsonaro, as medidas sanitárias contra o novo coronavírus “não se justificam mais” e já não são mais adotadas pela população. Ao longo da pandemia, o presidente foi contrário ao uso de máscaras e desrespeitou diversas vezes orientações contra promover aglomeração durante viagens pelo país.

“Realmente não se justifica mais todos esses cuidados no tocando ao vírus. Todo mundo vê que praticamente acabou isso daí. Você vê no próprio Carnaval, nas praias, que o povo abandonou praticamente máscara e outros cuidados. Porque praticamente chegou ao fim”, disse.

A classificação de endemia deve ter impacto administrativo ao acabar com a Espin (Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional). Normas atreladas à vigência da Espin podem perder a validade. Isso pode afetar de autorizações emergências concedidas a vacinas e remédios contra a covid-19 até compras públicas.

Na entrevista, Bolsonaro também elogiou a campanha de vacinação contra a covid-19. “A vacina atingiu a todos voluntários no Brasil e nós acreditamos que a questão do vírus está controlada”, declarou.

Poder 360

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Saúde

Queiroga pede ao Senado para rebaixar Covid-19 à situação de endemia

Foto: reprodução

A possibilidade de o país flexibilizar o estado de emergência sanitária foi o assunto de uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD – MG) e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nesta terça-feira (15).

“Diante da sinalização, manifestei ao ministro preocupação com a nova onda do vírus, vista nos últimos dias na China. Mas me comprometi a levar a discussão aos líderes do Senado”, publicou o presidente do Senado em sua rede social.

Queiroga, que na semana passada, encontrou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) para tratar do mesmo assunto, também deve se reunir com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, sobre o tema.

Balanço

Segundo dados da da última sexta-feira (11), divulgados pela pasta, 91% da população brasileira acima de 12 anos já tomou a primeira dose da vacina contra a covid-19.

Desse total, 84,38% completou o esquema vacinal e apenas 36,48% das pessoas acima de 18 anos receberam a dose de reforço.

Nas últimas semanas, alguns municípios e estados revogaram o uso de máscara em ambientes abertos e fechados. Desde o início da pandemia, em março de 2020, o país já registrou 656 mil mortes para o novo coronavírus e aproximadamente 29,4 milhões de infectados.

Agência Brasil

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Saúde

Brasil ultrapassa marca de 20 milhões de idosos com a dose de reforço contra a Covid

Foto: Sérgio Lima / Poder360

Ao menos 20,8 milhões de idosos já receberam a dose de reforço contra a Covid-19 no Brasil. O índice representa 66,61% das mais de 31,3 milhões de pessoas na terceira idade aptas para receber o reforço. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde na sexta-feira (11) a partir de um levantamento da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Pandemia da Covid-19 (Secovid).

Entre os idosos com idade de 70 a 74 anos, a cobertura vacinal é de cerca de 75%, já na faixa etária de 75 a 79 anos o índice chega a 73,75%, segundo o ministério. Apenas 36,48% das pessoas acima de 18 anos, público apto a receber o reforço, tomaram a dose no país.

Estudo destaca importância do reforço

O Ministério da Saúde autorizou a aplicação da dose de reforço de forma ampla para a população adulta em geral em novembro de 2021. No entanto, muitos brasileiros que já completaram o esquema vacinal inicial não retornaram aos postos de saúde para receber o reforço.

Uma pesquisa encomendada pelo ministério, realizada em parceria com a Universidade de Oxford, apontou como o reforço amplia a imunidade contra a doença. O estudo publicado no periódico The Lancet revelou que a combinação de vacinas de fabricantes diferentes é uma estratégia eficaz para a dose de reforço, especialmente entre a população que recebeu a Coronavac.

De acordo com o estudo, indivíduos que receberam como dose de reforço a vacina da Pfizer, aumentaram em cerca de 152 vezes a produção de anticorpos, 28 dias após a aplicação. Os anticorpos ajudaram a bloquear a entrada do vírus nas células. A elevação foi cerca de 90 vezes maior com a AstraZeneca, de 77 vezes com a Janssen e 12 vezes com a Coronavac.

O Ministério da Saúde recomenda que a dose de reforço seja administrada preferencialmente com o imunizante da Pfizer.

CNN Brasil

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Saúde

Anvisa analisa uso da CoronaVac em crianças de 3 a 5 anos

Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu na sexta-feira (11.mar.2022) pedido do Instituto Butantan para aplicação da vacina anticovid CoronaVac em crianças de 3 a 5 anos. O órgão tem 7 dias, contados a partir desta segunda-feira (17.mar), para avaliar a solicitação.

Atualmente, a CoronaVac é autorizada para pessoas acima dos 6 anos. Para a inclusão da nova faixa etária, a agência vai verificar se o Butantan cumpriu todas as exigências. Entre elas, conduzir e apresentar estudos que demonstrem a segurança e a eficácia do imunizante.

“No caso de vacinas para o público infantil, alguns dos principais pontos de atenção da Anvisa se referem aos dados de segurança e eventos adversos identificados, ajuste de dosagem da vacina, fatores específicos dos organismos das crianças em fase de desenvolvimento, entre outros”, lê-se em comunicado da Anvisa.

A Anvisa e o Butantan se reuniram na quarta-feira (9.mar) para discutir a aplicação da vacina em crianças a partir dos 3 anos. Especialistas da agência e pesquisadores do Chile e do Butantan participaram.

O instituto apresentou dados de efetividade, imunogenicidade e segurança do uso da CoronaVac nas crianças.

Por enquanto, a vacinação contra a covid-19 só pode ser realizada a partir dos 5 anos. Crianças dessa idade recebem o imunizante da Pfizer, visto que a CoronaVac está autorizada apenas para pessoas acima dos 6 anos.

Poder360

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Saúde

“Use máscaras e diga não ao absurdo”, alerta Nicolelis

Foto: José Luiz Somensi

Em uma série de tweets compilados em forma de texto, o cientista Miguel Nicolelis recomenda que a população siga usando máscaras.

Ele diz que desobrigar o uso de máscaras agora é tentar confundir a sociedade sobre o estado real da pandemia no Brasil. Nicolelis diz ainda que “esta narrativa perversa e irresponsável continua levando a mais mortes e a mais casos crônicos de Covid.”

Leia abaixo:

Por Miguel Nicolelis

Acabo de dar um retweete numa sequência de tweets que confirma a seguinte máxima sobre a COVID-19:

Este é um vírus para não se ter! Nunca. Nem de forma assintomática, branda ou leve.

Este vírus pode causar múltiplas complicações crônica graves que reduzem a qualidade de vida e podem ser fatais

Portanto, remover máscaras e tentar mascarar a verdade, seja sobre o estado real da pandemia no Brasil e no mundo, ou tentar confundir a sociedade com a falsa dicotomia epidemia x endemia é literalmente atentar contra a saúde e bem-estar de dezenas de milhões de brasileiros.

Todo o mundo vai ter que lidar nos próximos anos e décadas com milhões de pessoas sofrendo de consequências graves desta pandemia. Como ela não acabou de forma alguma, quanto mais pessoas se infectarem pelo descaso das autoridades, mais casos de COVID crônica ocorrerão no futuro.

Com isso, mais vidas serão arruinadas por problemas médicos de todas as variedades, inclusive a possibilidade de uma “pandemia” de demência precoce em todo mundo, como também mais vidas serão encurtadas pelo aumento da mortalidade a longo prazo. Se isso não fosse suficiente

A COVID-19 crônica também pode afetar o sistema reprodutor de homens e mulheres com consequências ainda desconhecidas a longo prazo. Ou seja, podemos ter uma redução significativa de nascimentos em decorrência destes efeitos crônicos

Resumo da Ópera: não acredite de forma alguma nos arautos do otimismo que pregam aos 4 ventos que a pandemia acabou ou está por acabar. Ninguém pode afirmar isso com certeza. Esta narrativa perversa e irresponsável continua levando a mais mortes e a mais casos crônicos de COVID.

Ignore gestores que apenas jogam para a torcida num ano eleitoral. Pelo seu bem e pelo bem dos seus familiares e da sociedade como um todo, mantenha o uso das máscaras, evite ao máximo aglomerações, vacine-se e não ceda à tentação de achar que o normal voltou só porque alguns “experts” apoiados por gestores incompetentes/irresponsáveis e uma mídia que se rendeu ao poder dos “cliques e likes” assim decretaram.

O preço desta rendição incondicional é caro demais: a qualidade da sua vida futura – ou a falta dela – está em jogo.

Use máscaras e diga não ao absurdo.

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Saúde

Ômicron representa mais de 99% dos casos analisados pela Fiocruz

Foto: Divulgação

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgou nesta sexta-feira (11/3) uma análise que mostra que a variante Ômicron representa 99,7% das amostras sequenciadas pela instituição. Os dados correspondem ao período de 11 de fevereiro a 3 de março de 2022. Ao todo foram produzidos 2.971 genomas.

A cepa teve um aumento expressivo nos últimos meses. De acordo com o relatório, em dezembro de 2021, o valor correspondia a 39,4% das infecções detectadas. Em janeiro, o número chegou a 95,9% e, na última amostra, equivalente ao mês de fevereiro, ficou em 99,7%.

A Ômicron começou a ser detectada no Brasil por laboratórios no final de novembro do ano passado. Cerca de um mês depois, a cepa dominou o cenário epidemiológico no país.

Metrópoles

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Paraíba

MUDANÇA: Daniel Beltrammi deixa secretaria executiva de Gestão Hospitalar da PB

Foto: Reprodução

A edição desta quinta-feira do Diário Oficial do Estado, trouxe algumas mudanças na Secretaria de Saúde da Paraíba. O médico Jhony Bezerra, diretor geral do Hospital de Clínicas de Campina Grande, foi nomeado pelo governador João Azevêdo para o cargo de secretário executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde.

A pasta era comandada pelo médico sanitarista Daniel Beltrammi, que agora vai se dedicar a Fundação PB Saúde.

Foto: Reprodução

Por sua vez, a média Vivian Kelly Rezende Costa vai assumir a diretoria geral do Hospital da Clínicas em Campina Grande.

 

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Saúde

COVID-19: UFCG vai exigir comprovante de vacinação para retorno as aulas presenciais

Foto: reprodução

A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) aprovou a exigência do comprovante de vacinação contra a Covid-19 para o retorno às aulas presenciais na instituição. O protocolo de biossegurança da universidade foi divulgado na terça-feira (8).

Segundo a UFCG, a exigência se baseia na prevenção às vidas, e objetiva proporcionar um retorno seguro aos estudantes e funcionários. Para entrar nos espaços da universidade, é preciso apresentar cartão de vacinação ou certificado nacional de vacinação atualizado, exceto nos casos de pessoas que não tenham condições clínicas para receber o imunizante.

Além do comprovante de vacinação, a UFCG também vai exigir o uso obrigatório de máscaras e distanciamento entre as pessoas.

A universidade também criou o protocolo para comunicação de sintomas gripais, para afastamento imediato de pessoas que tenham sintomas de Covid-19 e outras doenças respiratórias.

Estudantes e servidores que tenham comorbidades, além de gestantes e pessoas que tenham filhos ou responsáveis menores de idade, que não tenham condições de retornar às suas escolas, poderão continuar com atividades remotas.

As aulas na UFCG iniciam em 2 de maio e estão previstas para ocorrer no modelo presencial, podendo, excepcionalmente, ser ofertado algum componente parcialmente presencial ou remoto.

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