Saúde

IMUNIZANTE: Vacina única contra Covid-19 e influenza tem resultados promissores

Butantan

O Instituto Butantan avaliou como promissores os primeiros resultados de estudo realizado com a vacina única contra a Covid-19 e contra a gripe, já que os testes preliminares mostraram que o imunizante produz anticorpos contra o vírus da gripe e contra o SARS-CoV-2.

Segundo o instituto, os testes em humanos da vacina única podem começar em até um ano. Atualmente, o imunizante a está em fase de testes em modelos animais que, após imunização, produziram anticorpos reagentes às três cepas do vírus influenza (H1N1, H3N2 e B), além do novo coronavírus (Covid-19).

A vacina inclui a formulação da ButanVac, imunizante produzido pelo Butantan contra a Covid-19 que está sendo avaliado em ensaios clínicos e será produzido no Brasil, e da vacina contra a influenza, também produzida pelo instituto e que abastece o Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Conforme explicou o diretor de Produção do Butantan, Ricardo Oliveira, em nota divulgada pelo instituto, os estudos ainda são iniciais e estão na chamada prova de conceito, quando se coletam resultados de análises feitas em amostras não humanas. No entanto, diante dos desdobramentos positivos, ele vê a possibilidade de começar os ensaios clínicos, ou seja, os testes em humanos, neste prazo de até um ano.

Com a ButanVac, por exemplo, os testes em humanos começaram um ano após a finalização da prova de conceito.

“O que facilita o processo é que estamos misturando produtos bem conhecidos pelo Butantan: a vacina da influenza, que temos conhecimento de muitos anos, e a ButanVac, que apesar de recente, usa a mesma plataforma da influenza”, explicou Oliveira.

Segundo o diretor, os pesquisadores estão estudando a interação, fazendo os exames de estabilidade e ele avalia que os primeiros resultados são bons.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Número de testes positivos para Covid no país cai de 60% para 17%, apontam dados da Abramed

A taxa de positividade dos testes de Covid-19 realizados pelos laboratórios do país caiu de 60% para 17% em um mês. A informação é da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed).

Segundo a entidade, na última semana de janeiro foram realizados 390 mil exames para detecção do novo coronavírus nos laboratórios do país e, 60% destes, tiveram resultado positivo. Já na última semana de fevereiro, foram 80 mil testes feitos, sendo 17% positivos.

De acordo com dados da Abramed, no primeiro dia de 2022, os laboratórios do Brasil somaram mais de 1,3 milhão de testes se Covid. Já em fevereiro, a quantidade de exames realizados caiu para 626 mil. Isso significa uma redução de 53% na quantidade de testes em um intervalo de 30 dias.

Com informações de Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

COVID-19: Ministro da Saúde estuda rebaixar a pandemia para endemia, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (3) que o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda rebaixar, de pandemia para endemia, o status da Covid-19 no Brasil.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica desde março de 2020 que o planeta vive uma pandemia.

Endemia é o status de doenças recorrentes, típicas, que se manifestam com frequência em uma determinada região, mas para a qual a população e os serviços de saúde já estão preparados.

Se o rebaixamento de fato ocorrer, a doença provocada pelo coronavírus deixará de ser vista como uma emergência de saúde e muitas das restrições, como uso de máscaras, proibição de aglomerações e exigência do passaporte vacinal, deixarão de ser aplicadas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Anvisa aprova dois novos autotestes de Covid-19 no país; já são seis liberados

Foto: Shutterstock

Dois novos autotestes de Covid-19 foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (2). O Brasil tem agora seis autotestes autorizados no país.

Um deles é o “Autoteste COVID-19 Ag swab nasal (cotonete)”, registrado pela empresa Biosul Produtos Diagnósticos Ltda. e fabricado pela companhia chinesa Hangzhou Alltest Biotech Co., Ltda.

O produto será vendido com um teste por embalagem, segundo a Anvisa.

Outro aprovado pela agência é o “SGTi-flex Covid-19 Ag – Self Test”, da empresa Kovalent do Brasil Ltda. Este é o segundo registrado pela Kovalent, mas diferente do anterior, que é fabricado pela própria empresa, este é feito pela Sugentech Inc, da Coreia do Sul.

De acordo com a Anvisa, o teste será vendidio em embalagens com um, dois ou cinco testes.

A Anvisa informou que avaliou critérios em relação à segurança, desempenho e atendimento dos requisitos legais exigidos aos autotestes antes da aprovação.

Além disso, a agência reguladora diz que avaliou a usabilidade do produto, que inclui as orientações de uso e as instruções em linguagem simples — para que qualquer pessoa faça uso correto.

Além dos dois novos aprovados, há outros autotestes autorizados no país. Até o momento são eles:

  • “Novel Coronavírus (Covid-19) Autoteste Antígeno”, da empresa CPMH Comércio e Indústria de Produtos Médico-Hospitalares e Odontológicos Ltda.;
  • “Autoteste COVID Ag Detect”, registrado e fabricado pela empresa Eco Diagnóstica Ltda.;
  • “Autoteste Covid Ag Oral Detect”, registrado e fabricado pela empresa Eco Diagnóstica Ltda.;
  • “SGTI-flex Covid-19 Autoteste”, registrado e fabricado pela Kovalente do Brasil Ltda.;

Como funcionam os autotestes

O autoteste é um produto que permite que a pessoa realize todas as etapas da testagem, desde a coleta da amostra até a interpretação do resultado, sem a necessidade de auxílio profissional. Para isso, as instruções de uso devem ser seguidas atentamente.

Segundo a Anvisa, o autoteste não define um diagnóstico, que deve ser realizado por um profissional de saúde. O resultado do exame deve ser utilizado apenas como orientação.

Onde comprar os autotestes

O cidadão que apresentar sintomas, poderá poderá comprar os autotestes para pesquisa de antígeno de Covid-19 em farmácias e drogarias que estejam regularizadas junto à vigilância sanitária para comercialização desse tipo de produto.

Os kits de testes também serão comercializados por estabelecimentos de saúde que estejam licenciados junto à Anvisa para comércio varejista (direto ao consumidor) de artigos médicos. Por exemplo, estabelecimentos que comercializam dispositivos médicos, tais como curativos, meias de compressão, órtese, entre outros.

A Anvisa informa que a venda on-line só é permitida quando realizada diretamente pelos estabelecimentos citados acima. Não é permitida venda de autoteste em site de e-commerce, tais como Mercado Livre, Amazon, Americanas, dentre outros.

Quando o autoteste pode ser feito

A Anvisa recomenda a utilização do autoteste entre o 1º e o 7º dia do início de sintomas como febre, tosse, dor de garganta, coriza, dores de cabeça e no corpo. Diante do contato com alguém que testou positivo e na ausência de sintomas, deve-se aguardar cinco antes de usar o autoteste.

O que fazer com resultado positivo

As recomendações da agência, caso o resultado seja positivo, envolvem uso de máscara e isolamento imediato. Os autotestes são utilizados para triagem, como uma abordagem primária, e existe a possibilidade de resultados errados, chamados de falso positivos.

Neste sentido, a Anvisa recomenda orientação médica. É necessário que o paciente busque atendimento em um serviço de saúde para confirmação do diagnóstico e assim, receber acompanhamento.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Covid-19

VITÓRIA: Idoso de 99 anos recebe alta após 15 dias internado com Covid-19

(Foto: Dayse Euzébio/Secom-JP

Francisco Barbosa de Figueiredo, de 99 anos, recebeu alta do Hospital Prontovida em João Pessoa, após 15 dias internado com Covid-19.

O idoso deu entrada no Prontovida no dia 8 de fevereiro em estado grave, após ser transferido da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Valentina. Ele chegou ao hospital intubado e só foi extubado uma semana após o início da internação na unidade hospitalar.

Francisco continuará sendo atendido e acompanhado, em sua residência, pelos profissionais do Serviço de Atenção Domiciliar, que auxiliarão na recuperação do paciente.

Desde o dia 3 de fevereiro, o Hospital Prontovida voltou a atender, exclusivamente, casos de Covid-19, sendo referência para esse tipo de assistência na Capital. O atendimento é realizado via regulação. Ou seja, é necessário que o paciente seja encaminhado por uma UPA ou outra unidade hospitalar.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Anvisa aprova produto de terapia avançada para tratamento de câncer

Foto: Marcelo Leal/Unsplash

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (23), o primeiro registro sanitário no país de tratamento avançado para câncer hematológico.

O produto da empresa Novartis é uma terapia gênica baseada em células T de receptores de antígenos quiméricos (CAR), as chamadas “células CAR-T”.

O Kymriah (tisagenlecleucel) faz parte de uma nova geração de imunoterapias personalizadas contra o câncer, que se baseiam na coleta e na modificação genética de células imunes dos próprios pacientes.

As células T do paciente são coletadas no serviço de saúde e enviadas para um centro de fabricação, onde são geneticamente modificadas, incluindo-se um novo gene que contém uma proteína específica (um receptor de antígeno quimérico ou CAR).

É justamente essa proteína que direciona as células T para matar células do câncer que apresentem um antígeno específico (CD19) em sua superfície. Depois de modificadas no laboratório, as células são cultivadas e formuladas em suspensão farmacêutica para compor o produto que será aplicado no paciente.

O produto aprovado pela Anvisa é indicado para o tratamento de pacientes pediátricos e adultos jovens (até 25 anos de idade) com Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) de células B, refratária ou a partir da segunda recidiva.

O tratamento está igualmente indicado para pacientes adultos com Linfoma Difuso de Grandes Células B (LDGCB) recidivado ou refratário, após duas ou mais linhas de terapia sistêmica.

Com informações CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Ministério da Saúde avalia reclassificar Covid-19 no Brasil para endemia

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde estuda deixar de classificar a Covid-19 como uma pandemia para tratá-la como endemia. Os critérios para esse rebaixamento, no entanto, ainda não estão fechados.

Por isso, não há previsão de data até o momento para a medida entrar em vigor. As declarações foram dadas pelo ministro Marcelo Queiroga nesta terça-feira (22).

Para o cardiologista, a mudança deve atender ao cenário epidemiológico, que deve ser analisado. A avaliação vem um dia após o Reino Unido anunciar o fim de todas as restrições sanitárias contra o coronavírus. Apesar disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) continua a considerar a Covid-19 uma doença pandêmica.

— Isso depende do cenário epidemiológico. Nós já assistimos a alguns países fazendo isso. É uma tendência no mundo e o Brasil já estuda esse tipo de iniciativa — afirmou em conversa com jornalistas.

Endemia é uma doença frequente em determinada região, mas não há aumento significativo de casos e, por isso, a população convive com a enfermidade. Pode ou não ser sazonal, isto é, quando se torna mais frequente em certas épocas do ano. É o caso da gripe, que gera mais infecções durante o inverno no Brasil.

Já a pandemia se refere ao espalhamento de uma doença, de forma descontrolada, pelo mundo. Não engloba critérios de gravidade, mas de extensão geográfica. Assim como a Covid-19 é hoje, a gripe suína já foi considerada uma pandemia de 2009 a 2010.

Nesse cenário, Queiroga pondera que a mudança pode impactar em questões como a autorização emergencial para vacinas — caso da CoronaVac e da Janssen — e medicamentos contra a Covid-19.

— Naturalmente, tem o aspecto formal de uma portaria do Ministério da Saúde, de um decreto do presidente… Mas precisa ser analisado o impacto regulatório como um todo, disse Queiroga.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

SEM ESTRUTURA: UBS em Bayeux é interditada pela 3ª vez pelo CRM-PB

Foto: Reprodução

O Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba interdita eticamente os médicos que trabalham na Unidade Básica de Saúde Baralho, em Bayeux. A equipe do CRM-PB já havia vistoriado a unidade no dia 8 de fevereiro, constatou os problemas de infraestrutura, insalubridade, ausência de equipamentos básicos, além de falta de segurança para profissionais e pacientes. No dia 18, as providências para resolução das inconformidades ainda não haviam sido tomadas e o Conselho interditou eticamente a UBS, a partir da zero hora do dia 19.

Esta é a terceira vez que o CRM-PB interdita a unidade nos últimos três anos. Em 2019 a UBS ficou interditada por mais de um mês, entre agosto e setembro, por falta de segurança. Em maio de 2021, foram quase 30 dias de interdição novamente, por praticamente os mesmos problemas encontrados em fevereiro de 2022.

A UBS Baralho funciona em prédio residencial adaptado. Recentemente foi realizada pintura no prédio, mas há indícios de manutenção insuficiente, com ambientes sem iluminação, infiltração e mofo na sala de vacina, no consultório médico, na copa e nos sanitários. Falta de higiene em praticamente toda a unidade, mobiliário com desgaste, não há registro de controle de pragas, faltam sabão líquido, papel toalha, papel lençol e álcool em gel.

Também faltam formulários para prontuário e equipamentos nos consultórios. Os funcionários ainda relataram que não há segurança ao patrimônio e aos membros da equipe, ficando estes vulneráveis a ameaças de pacientes ou acompanhantes.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

LEITOS LIBERADOS: Hospital Municipal do Valentina volta a atender público infantil

Foto: Reprodução

A partir desta segunda-feira (21), o Hospital Infantil do Valentina, em João Pessoa, retoma o atendimento para todos os casos. A unidade estava com o atendimento exclusivo para crianças com Covid-19 deste a semana passada, mas a liberação de leitos vem permitindo o retorno à normalidade.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, há apenas uma criança hospitalizada com Covid-19 no momento. Ela está isolada dos demais pacientes e segue se recuperando.

Por conta disso, o hospital vai voltar a receber todos os casos de atendimento a crianças, inclusive com a disponibilização dos oito leitos para crianças com doenças mentais, que deveriam ser encaminhadas para o Hospital Juliano Moreira.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Brasil terá 20 milhões de autotestes ainda em fevereiro nas farmácias

Foto: Breno Esaki / Agência Saúde / DF

Com a aprovação do primeiro autoteste de Covid-19 pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a expectativa é que ainda em fevereiro o Brasil tenha nas prateleiras das farmácias e estabelecimentos de saúde licenciados aproximadamente 20 milhões de exames para venda à população.

Os preços vão variar de acordo com cada estabelecimento, mas a empresa responsável pela distribuição no país, a CPMH Produtos Hospitalares, prevê cobranças menores que as praticadas no mercado internacional e em comparação com as dos testes realizados em laboratórios.

“O custo para a população brasileira será muito mais competitivo do que os autotestes disponíveis na Europa e nos Estados Unidos, para adequar à nossa realidade”, declarou ao R7 o responsável técnico da empresa, Rander Avelar.

Ele completou que, por não ter o serviço agregado de um profissional de saúde, “é lógico e o racional que o custo para o indivíduo seja menor do que o de um teste profissional feito em uma farmácia ou laboratório”. É possível encontrar testes rápidos em farmácias na faixa de R$ 50 a R$ 150.

O produto que obteve o aval da Anvisa recebeu o nome de Novel Coronavírus (Covid-19) Autoteste Antígeno. Ele é produzido pela empresa chinesa Bioscience (Tianjin) Diagnostic Technology. A autorização da Anvisa foi concedida nessa quinta-feira (17), após a reguladora entender que os critérios técnicos de qualidade e desempenho definidos pela agência e pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) haviam sido atendidos.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.