Saúde

PMJP emite nota sobre falta de médicos no Hospital Infantil do Valentina

Foto: Reprodução

A Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa emitiu uma nota nesta terça-feira (19) sobre a falta de médicos que está prejudicando o atendimento de crianças no Hospital Infantil do Valentina.

No documento, a SMS esclarece que, desde o início da pandemia, a unidade hospitalar é referência no atendimento de casos que envolvem sintomas gripais em pacientes pediátricos e, devido à diminuição dos casos de Covid-19 passou a funcionar de forma híbrida, atendendo também outras enfermidades, o que acabou aumentando significativamente a procura por atendimento.

A pasta informou ainda que foi surpreendida com o pedido de demissão por parte de alguns médicos, nove ao todo, o que acabou gerando problemas com a escala de trabalho.

“Neste momento a gestão está contratando, em caráter de urgência, novos médicos. Outrossim, enquanto a demanda é solucionada, foi determinada a reabertura imediata da ala pediátrica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Valentina.”, diz um trecho do documento

Desde a última terça-feira (12), o Hospital Infantil Arlinda Marques voltou a atender casos de síndrome gripal, colaborando diretamente na melhoria do fluxo de atendimento no Hospital do Valentina.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Covid-19

Decreto com o fim da pandemia no Brasil deve ser publicado nos próximos dias, afirma Marcelo Queiroga

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um pronunciamento, em cadeia nacional de rádio e TV, de cerca de três minutos neste domingo (17). No discurso, Queiroga diz que há “condições”, no Brasil, para anunciar o fim da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (Espin).

Segundo o ministro, nos próximos dias será “editado um ato normativo” com as regras para essa medida.

No pronunciamento, Queiroga disse que mais de 73% da população brasileira completou o esquema vacinal e cerca de 71 milhões de doses de reforço foram aplicadas.

“Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos hoje condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, a Espin. Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão”, declarou o ministro da Saúde.

Marcelo Queiroga acrescentou, no entanto, que a medida não “significa o fim da Covid-19”. “Continuaremos a conviver com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros”, afirmou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

“Estamos caminhando para o fim da pandemia”, diz Julio Croda, pesquisador da Fiocruz

Foto: Erasmo Salomão/Ministério da Saúde

Após mais de dois anos convivendo com o coronavírus, o Brasil volta a sentir novamente um senso de normalidade com a queda da obrigatoriedade do uso de máscara e distanciamento social. Com o relaxamento das medidas e a queda de casos, muitos já acreditam que chegamos, enfim, ao fim da pandemia da Covid-19.

O infectologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Julio Croda, à frente de importantes pesquisas sobre o cenário epidemiológico da Covid-19 e a resposta às vacinas, afirmou que a pandemia ainda não acabou, mas estamos próximos de ver esse cenário se concretizar.

“Ainda acontecem muitos óbitos em todo o mundo, a distribuição de vacinas permanece desigual, mas – mesmo com o surgimento de novas variantes – estamos caminhando para o fim da pandemia”, acredita Croda.

Nessa terça-feira (12/4), o Brasil registrou a menor média móvel de mortes por Covid-19 em 90 dias. O país está há 12 dias com a média abaixo de 200, com indicadores que sinalizam a queda expressiva de casos da infecção.

A tendência de diminuição do número de mortes é observada globalmente. Nos últimos sete dias, foram registrados 21.480 óbitos em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Desde 2020, 6.190.349 pessoas faleceram em decorrência do coronavírus.

Na avaliação do pesquisador da Fiocruz, os próximos meses da pandemia serão marcados por eventuais repiques de casos, no entanto, com menor gravidade que nas ondas anteriores. Para controlar de vez o vírus, ele pondera que é necessário apostar na imunização da população que ainda não teve acesso às injeções.

“Temos que avançar com a vacinação de duas doses, principalmente na África, e a dose de reforço entre os mais vulneráveis“, diz.

Com informações Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Queiroga deve anunciar fim da emergência sanitária por covid no domingo de Páscoa

Foto: reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pode começar a pôr fim na Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) pela covid-19 no domingo de Páscoa (17), quando está prevista a gravação de pronunciamento do médico, segundo fontes consultadas pelo Correio Braziliense.

A exibição do anúncio pode, inclusive, ocorrer no mesmo dia. A possibilidade é estudada em conjunto com o Palácio do Planalto, já que o presidente Jair Bolsonaro (PL) promete o fim da emergência sanitária desde o último mês. No entanto, segundo a pasta da Saúde, oficialmente, ainda não há definição sobre a data do pronunciamento.

Questionado, Queiroga informou ainda estar “estudando” rebaixar a pandemia, mas se disse “tranquilo” já que o cenário epidemiológico do Brasil atual está “controlado”. Ontem, foram identificadas mais 140 mortes pela doença e confirmados 23.171 casos. Para o ministro, o principal ponto de atenção é o impacto regulatório da decisão. “O Rio de Janeiro vai fazer um carnaval na semana que vem, por exemplo. É preciso avaliar o impacto regulatório da decisão discricionária do ministro. É uma decisão discricionária, mas não é solitária”, pontuou.

Em razão disso, foram realizadas várias reuniões entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a pasta e a Casa Civil. A última delas, na segunda-feira. Um dos principais pontos discutidos entre os envolvidos foi uma solução para que as vacinas e medicamentos contra covid-19 que não possuem o registro definitivo da Anvisa continuem sendo utilizados no Brasil, já que, caso a emergência sanitária acabe, o uso desses fármacos autorizados apenas para uso emergencial estariam proibidos.

O guia da Anvisa para solicitação de autorização temporária de uso emergencial (AUE) de medicamentos contra coronavírus indica que essa permissão só será válida enquanto perdurar a situação de emergência nacional de saúde pública.

“A autorização temporária de uso emergencial será automaticamente suspensa a partir da publicação do ato que suspenda o reconhecimento da Espin, até que seja apresentado o pedido de registro do medicamento junto à Anvisa”, informou o documento.

Correio Braziliense

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Anvisa proíbe importação de chocolate da Kinder de lote suspeito de contaminação por salmonella

Foto: Ilustrativa/Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, na quinta-feira (14), a comercialização, distribuição, importação e uso de chocolates da marca Kinder suspeitos de estarem contaminados por salmonella.

A medida ocorreu mesmo com o Brasil não vendendo os produtos indicados, conforme divulgado pela própria Anvisa após o contato da empresa Ferrero. “A Agência considerou prudente publicar a medida preventiva com o objetivo de informar à sociedade e de evitar que o produto seja consumido ou trazido de fora do país por pessoas físicas ou importadoras”, declarou a Anvisa.

A contaminação pela bactéria Salmonella Typhimurium aconteceu na fábrica de Arlon, na Bélgica, e as operações do local foram suspensas.

“A Anvisa notificou a empresa a prestar informações sobre os produtos e sobre o controle de importações por terceiros”, completou a agência.

Na quarta-feira (13), a Ferrero afirmou que “ainda não recebeu qualquer notificação oficial da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão que integra o Ministério da Justiça, sobre possíveis esclarecimentos em relação a episódios de intoxicação por salmonella em produtos da Kinder Europa”.

Na nota enviada a imprensa naquele momento, a Ferrero disse realizar um “recall voluntário” dos chocolates Kinder Surprise, Kinder Schokobons, Kinder Mini Eggs e Kinder Surprise Maxi 100g em outros países.

“Estes produtos não são vendidos pela Ferrero no Brasil, portanto não há que se falar em retirada destes itens do país”, disse a empresa.

Na última semana, a agência de saúde europeia afirmou investigar pelo menos uma dúzia de casos reportados e suspeitos de salmonela relacionados ao consumo dos chocolates da marca em pelo menos nove países, a maioria em crianças abaixo de 10 anos.

A planta de Arlon é responsável por cerca de 7% do total dos produtos da Kinder distribuídos globalmente, informou a Ferrero.

CNN Brasil com informações de Reuters

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Presidente da Pfizer prevê vacina anti-Covid eficaz ‘contra tudo’ ainda em 2022

Foto: Amir Cohen/Reuters/Arquivo

Uma vacina anti-Covid-19 que seja eficaz contra diferentes variantes antes do outono no Hemisfério Norte “é uma possibilidade, mas não uma certeza”, afirmou na última quarta-feira (13) o presidente do gigante farmacêutico americano Pfizer, Albert Bourla.

“Espero que até o outono [boreal] – mas não é uma certeza – possamos ter uma vacina” que seja eficaz “contra tudo o que se sabe no momento”, disse Bourla, durante entrevista coletiva organizada pela IFPMA (Federação Internacional de Indústria Farmacêutica).

A Pfizer realiza estudos para descobrir qual pode ser a melhor fórmula. “Assim que soubermos qual é o melhor caminho a seguir, solicitaremos a aprovação” nos Estados Unidos, na Europa e em outras partes do mundo, declarou.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Ministério da Saúde quer liberar vacinação privada contra a Covid-19

Divulgação

O Ministério da Saúde já estuda uma forma de permitir que clínicas privadas comprem vacinas contra a Covid-19 para oferecer a pacientes. Atualmente elas podem adquirir os imunizantes, mas têm que doar todas as doses ao Sistema Único de Saúde.

Apenas após a imunização de grupos prioritários as empresas podem adquirir, distribuir e administrar vacinas, desde que pelo menos metade das doses sigam sendo doadas ao SUS e as demais sejam utilizadas de forma gratuita.

As regras rígidas, previstas na lei 14.125, aprovada em março do ano passado, acabaram sepultando até agora a participação do setor privado na vacinação. Além disso, as grandes farmacêuticas só se dispunham a comercializar os produtos diretamente com os governos.

O ministério acredita que agora, com o arrefecimento da pandemia, a situação mudou —e as clínicas poderiam finalmente adquirir os produtos exclusivamente para comercializá-los.

Para isso, é necessário substituir as regras feitas no auge da disseminação do vírus. A pasta já se debruça sobre o assunto para apresentar uma proposta de nova lei ao Congresso Nacional.

Folha de S. Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Judiciário

Justiça da PB condena empresas por aplicarem prótese de silicone proibida pela Anvisa

Foto: Reprodução

Duas empresas são condenadas pelo Tribunal de Justiça da Paraíba após aplicarem, em uma mulher, uma prótese mamária que pode causar um tipo raro e fatal de linfoma. O produto fabricado pela Allergan Produtos Farmacêuticos era proibido em países como Estados Unidos e França por estar relacionado, desde 2011.

Até mesmo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento e suspensão da comercialização do modelo do produto no país em 2019.

As empresas Allergan Produtos Farmacêuticos e Representa Materiais Cirúrgicos e Hospitalares terão que pagar indenização material no valor de R$ 18.060,00, e de indenização por danos morais, na importância de R$ 15.000.

O juiz Marcos Aurélio Pereira Jatobá Filho também considerou que deve ser garantido à mulher a retirada da prótese mamária de maneira segura e totalmente amparada pela empresa fabricante.

“Há de se considerar a gravidade da situação a ponto de a Anvisa determinar a suspensão da distribuição e venda do produto em questão. Não se trata de mera adversidade técnica, mas sim de um problema de natureza grave, capaz de comprometer a integridade física da autora. Se, de fato, não existisse qualquer problema no desenvolvimento das próteses, tal como aduz a requerida, não haveria motivo para que a agência reguladora orientasse pela sua retirada de circulação”, ressaltou.

As empresas ainda podem recorrer da decisão.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

“AZULZINHO”: Ex-secretário de Saúde “aprova” compra de viagra pelo Ministério da Defesa

Foto: Reprodução

O ex-secretário de saúde da Paraíba, o médico pneumologista Geraldo Medeiros, classificou como ‘pertinente’ a compra de 35 mil unidades de “Viagra” pelo Ministério da Defesa para o tratamento de pacientes das forças armadas do país.

Durante a entrevista a TV Arapuan, ele confirmou que o medicamento é utilizado para o tratamento de hipertensão pulmonar arterial. “O cálculo que fiz é que esse quantitativo dá para ser utilizado em 30 pacientes em um ano”, observou.

De acordo com Medeiros, o paciente acometido pela hipertensão pulmonar arterial toma uma “quantidade grande” desse medicamento, o que poderia, em tese, justificar a compra governamental. “É pertinente o número de comprimidos que se toma diariamente, pois o paciente toma não só o Viagra, mas outros tipos de medicamentos”, ressaltou.

“No caso desses pacientes, o remédio tem essa função de dilatar o pulmão e diminuir a pressão alta em que se encontra os vasos pulmonares”, concluiu Medeiros.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Fiocruz aponta extinção da terceira onda de Covid-19 no Brasil

Foto: Fred Magno / O Tempo

O último levantamento do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta sexta-feira (8/4), aponta extinção da terceira onda de infecções provocadas pelo coronavírus no Brasil.

Segundo o boletim, pela primeira vez, desde o início da pandemia, nenhum estado superou a marca de 0,3 mortes por 100 mil habitantes. “Os novos dados permitem afirmar que a ‘terceira onda’ epidêmica no Brasil, com o predomínio da Ômicron entre os casos, está em fase extinção”, divulgou a organização.

Os números foram compilados entre o dias 20 de março e 2 de abril de 2022. Durante o período, 50,7% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) tiveram resultado positivo para Covid. No momento mais crítico da pandemia, o índice era de 98%.

O levantamento também mostra que a taxa de letalidade por Covid, no decorrer do tempo, ficou próxima de 0,8%. No ano de 2021, a porcentagem oscilou entre 2% e 3%.

“A redução desse indicador, observada durante a terceira onda epidêmica, é atribuída principalmente à vacinação de grande parte da população-alvo e à menor gravidade da infecção pela Ômicron”, consta no boletim.

Apesar do cenário mais otimista, pesquisadores da instituição ressaltam que os dados não representam o fim da pandemia, e podem ser alterados com o possível surgimento de novas variantes mais letais ou que escapem da proteção das vacinas.

Os cientistas chamaram atenção para a aplicação da segunda e terceira dose de vacinas contra a Covid, especialmente nas regiões com baixa cobertura. O grupo ressaltou a importância da manutenção de medidas restritivas, como uso de máscaras em ambientes fechados.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.