Saúde

BOLETIM: Paraíba registra três mortes por Covid-19 em uma semana

Foto: MICHAEL DANTAS / AFP

A Paraíba registrou três mortes por Covid-19, em uma semana. Houve um óbito em João Pessoa e outros dois em Santa Rita, na região metropolitana da Capital. Os dados são do período entre 15 e 21 de maio e foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde.

Na Paraíba, 10.218 pessoas morreram por causa da Covid-19.

As vítimas, nesses três casos da mais recente semana avaliada, eram duas mulheres e um homem com faixa etária de acima de 60 anos.

Desde o avanço da vacinação até a terceira dose, houve significativa redução de mortes e de novos casos de Covid-19 na Paraíba, o que impulsionou a flexibilização de comércio e serviços e a desobrigação do uso de máscaras.

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Saúde

PRECAUÇÃO: Anvisa defende uso de máscaras em aeroportos para frear varíola dos macacos

Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota em que recomenda a adoção medidas de proteção em aeroportos para adiar a chegada da varíola dos macacos ao Brasil. “Considerando-se as formas de transmissão da varíola dos macacos, a Anvisa reforça a importância das medidas de proteção à saúde a serem adotadas em aeroportos e aeronaves”, disse a agência.

“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”.

A varíola dos macacos é uma infecção viral geralmente leve que é endêmica em partes da África Ocidental e Central. Ela se espalha principalmente por contato próximo e, até o recente surto, raramente era vista em outras partes do mundo. A maioria dos casos recentes foi relatada na Europa.

Na terça-feira (24), o Ministério da Saúde informou que “instituiu, nesta segunda-feira (23), uma Sala de Situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil”.

“A medida inicialmente tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença. Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país”, afirmou a pasta.

O ministério disse, ainda, que “encaminhou a todos os estados o Comunicado de Risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença”.

G1

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Saúde

Paraíba investiga primeiro caso suspeito da “hepatite misteriosa” em criança

Foto: Reprodução

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) investiga na Paraíba um caso suspeito da ‘hepatite misteriosa’ que tem afetado crianças em todo o mundo. Até o momento o país contabiliza 47 casos suspeitos da doença.

No estado, uma criança com sete anos, internada no Hospital Universitário de João Pessoa, apresenta quadro de hepatite, porém os testes apresentam resultado negativo para todos os agentes causadores das hepatites virais A, B, C, D e E. A partir disso a SES está investigando para saber se o caso se trata da hepatite misteriosa. Segundo a pasta, a criança está bem de modo geral e estável.

Até o momento, o Brasil não tem nenhum caso da enfermidade confirmado, mas 11 Estados já identificaram possíveis diagnósticos: Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Goiás, Maranhão e Santa Catarina.

A hepatite de origem desconhecida está acometendo crianças em, ao menos, 20 países. A doença se manifesta de forma muito severa e não tem relação direta com os vírus conhecidos da enfermidade. Em cerca de 10% dos casos foi necessário realizar o transplante de fígado.

 A doença atinge principalmente crianças de um mês a 16 anos. Até o momento, foi relatada a morte de uma criança.

MaisPB

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Brasil

“Não podemos destruir o país e ficar trancado em casa com medo da Covid-19”, diz Queiroga

Foto: reprodução

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participou de uma caminhada de incentivo à atividade física no Rio de Janeiro neste domingo (15). Após a agenda, ele falou sobre o aumento de casos de covid-19 no Brasil e, com o relaxamento das medidas contra a doença, é natural o aumento de casos, mas destacou que o sistema de saúde está preparado para esse crescimento.

“Houve uma flexibilização das chamadas medidas não farmacológicas, é natural que aumente o número de casos, mas nosso sistema de saúde tem capacidade de atender e, na prática, o que nós temos: uma queda no número de óbitos. Vocês lembram que o pico da variante Ômicron nós tivemos muitos casos, mas não tivemos uma pressão no sistema de saúde. O SUS enfrentou um alfabeto grego inteiro de variantes e com o SUS nós vamos enfrentar quantas variantes surjam e vencê-las”, disse Queiroga.

Queiroga também falou sobre o aumento de restrições em cidades chinesas para conter a Covid-19.

“A China desde o começo pratica esses lockdowns, e qual foi o resultado? Na realidade o presidente Bolsonaro desde o princípio disse que é necessário enfrentar o problema de saúde mas também precisamos cuidar da nossa economia. Não podemos destruir o país e ficar todo mundo trancado em casa com medo. Temos que conviver com o vírus, não vai ser extinto, temos que conviver com a doença e para isso nós temos o nosso sistema de saúde”.

CNN Brasil

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Saúde

Covid: brasileiros criam teste de urina mais preciso que exame de sangue na detecção de anticorpos

Foto: EFE/EPA/HOTLI SIMANJUNTAK

Uma equipe de cientistas brasileiros desenvolveu um teste capaz de detectar a presença de anticorpos contra o Sars-CoV-2, causador da Covid-19, na urina com precisão comparável à dos testes existentes baseados em soro sanguíneo. O artigo foi publicado na revista Science Advances, e, segundo os responsáveis, essa técnica oferece um método não invasivo para avaliar o risco de infecção de um indivíduo.

É uma nova plataforma Elisa – o teste de laboratório comumente usado para detectar anticorpos no sangue e acrônimo em inglês para ensaio imunoabsorvente ligado a enzimas de absorção – que detecta anticorpos contra o Sars-CoV-2 na urina.

O teste oferece um método não invasivo que pode ser usado para relatar o grau de exposição de uma população à Covid-19 e para avaliar o risco de infecção de um indivíduo, observam os autores.

Ao contrário do popular teste Elisa baseado em soro, o uso de urina para detectar anticorpos permitiria que os pacientes coletassem suas próprias amostras e não precisassem recorrer a especialistas para a coleta de sangue e o manuseio de amostras.

De acordo com os cientistas, a plataforma baseada em urina detectou anticorpos com precisão marginalmente melhor que a da plataforma baseada em soro, embora essa diferença não tenha sido estatisticamente significativa.

R7

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Saúde

ALERTA: Contaminação por arboviroses cresce mais de 100% em JP

Foto: Ivomar Gomes

Em um mês, os registros de casos prováveis de dengue, chikungunya e zika tiveram alta de 102,51% e na capital paraibana.

Os dados que relacionam casos de pessoas com sintomas de arboviroses na Paraíba são altos. Até o momento, mais de 6,7 mil casos prováveis de dengue, 4.464 de chikungunya e 193 de zika foram notificados.

Entre março e abril, houve uma alteração de mais de 3,3 mil casos de dengue. Além disso, os casos prováveis de chikungunya e zika também aumentaram. Foram mais de 2,4 mil casos de chikungunya e cerca de 70 de zika.

O dado é resultado do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti de 2022, que identificou as áreas com maior incidência de arboviroses no estado. Dos 223 municípios paraibanos, 25,56% apresentaram índices que apontam a possibilidade de ocorrência de surtos e quase 60% estão em situação de alerta.

É necessário ficar atento, pois os sintomas mais comuns de arboviroses são:

Febre;
Dor de cabeça;
Manchas avermelhadas distribuídas pelo corpo;
Dores articulares;
Dor atrás dos olhos;
Fadiga.

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Saúde

COVID-19: Metade dos pacientes têm sequelas que podem passar de um ano

Divulgação

Metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentam sequelas que podem perdurar por mais de um ano, revela estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Pesquisadores da instituição identificaram 23 sintomas após o término da infecção aguda. Cansaço extremo, insônia e dificuldade em realizar atividades rotineiras estão entre as queixas relatadas pacientes.

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Transactions of The Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene. O estudo acompanhou durante 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção em 2020 e 2021 e verificou que 324 deles (50,2%) tiveram sintomas pós-infecção, caracterizando o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica de covid longa.

A fadiga, que é caracterizada por cansaço extremo e dificuldade para realizar atividades rotineiras, foi relatada por 115 pessoas, ou seja, 35,6% dos pacientes acompanhados. Outras sequelas relatadas foram tosse persistente (34%), dificuldade para respirar (26,5%), perda do olfato ou paladar (20,1%), dores de cabeça frequentes (17,3%) e trombose (6,2%). Foram constatados ainda transtornos como insônia, relatada por 8% dos pacientes acompanhados, ansiedade (7,1%) e tontura (5,6%).

De acordo com a pesquisadora Rafaella Fortini, que coordena o estudo, todos os sintomas relatados começaram após a infecção aguda. Muitos dos sintomas persistiram durante os 14 meses, com algumas exceções, como a trombose, da qual os pacientes se recuperaram em um período de cinco meses, por terem sido devidamente tratados por meio intervenções médicas adequadas.

A pesquisa constatou que a presença de sete comorbidades, como hipertensão arterial crônica, diabetes, cardiopatias, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e tabagismo ou alcoolismo, levou à infecção aguda mais grave e aumentou a chance de ocorrência de sequelas.

As sequelas foram constatadas em pacientes que tiveram desde a forma mais leve ou assintomática até a mais grave de covid-19. Na forma grave, de um total de 260 pacientes, 86, ou seja, 33,1%, tiveram sintomas duradouros. Entre os 57 diagnosticados com a forma moderada da doença, 43, isto é, 75,4%, manifestaram sequelas e, dos 329 pacientes com a forma leve, 198 (59,3%) apresentaram sintomas meses após o término da infecção aguda.

Rafaella Fortini ressalta que é importante buscar os serviços de saúde para o tratamento da covid longa, até mesmo no caso de sequelas mais leves, que também podem interferir na qualidade de vida.

A pesquisa acompanhou pacientes atendidos no pronto-socorro do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, ambos referência para covid-19 em Belo Horizonte. Os pacientes procuraram atendimento entre abril de 2020 e março de 2021.

Todos foram testados e tiveram diagnóstico positivo para a doença. Dos 646 pacientes acompanhados, apenas cinco haviam sido vacinados e, destes, três tiveram a covid longa. A idade dos participantes variou entre 18 e 91 anos; sendo que 53,9% eram do sexo feminino.

O monitoramento dos sintomas e sequelas remanescentes foi feito por meio de entrevistas realizadas uma vez por mês, presencialmente, ou por meio de uma plataforma virtual, no decorrer de 14 meses após diagnóstico confirmatório, no período compreendido entre março de 2020 a novembro de 2021.

Agência Brasil

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Saúde

Maternidades de JP funcionam com estruturas precárias, afirmam MPF e MPPB

Foto: MPF/PB

Um relatório de fiscalizações do Ministério Público Federal e o da Paraíba constata várias irregularidades no funcionamento das principais maternidades públicas da capital paraibana.

Na Maternidade Cândida Vargas, as equipes identificaram falhas no fluxo de regulação com outras unidades hospitalares do estado, além de falta de insumos essenciais como algodão, fio cirúrgico, antibióticos e sulfato ferroso, bem como déficit de unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatal, estruturas arcaicas e áreas em obra. No local,  háuma criança “morando” a mais de um ano, causando prejuízos a ele e a família.

O MPF relatou que foi constatado também, no Hospital Trauminha, em Mangabeira, deficiência de insumos, como algodão e fios cirúrgicos.

Já no Hospital Universitário Lauro Wanderley, na UFPB,, além de constatarem estruturas precárias, os representantes dos MPs tiveram conhecimento de um centro cirúrgico de obstetrícia inaugurado na década de 80, mas que nunca funcionou. Também foram encontradas cinco gestantes nos corredores aguardando atendimento. Na Maternidade Frei Damião, o Ministério Público Federal constatou o caso de uma criança que aguardava cirurgia cardíaca há três meses.

Nos próximo dias, os MP’s devem divulgar um relatório com atuações e providências extrajudiciais e judiciais.

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Saúde

Número de profissionais de saúde no SUS cresce mais de 20% na pandemia, segundo dados do ministério

Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

Desde o início da pandemia de Covid-19, o número de profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu mais de 20%. De 2.376.847 especialistas em fevereiro de 2019, o total foi para 2.876.430 no mesmo mês deste ano, segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), disponibilizados pelo Ministério da Saúde.

Vários desses profissionais foram contratados para atender a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). O fim do regime dentro de 30 dias, após a portaria assinada pelo governo federal na sexta-feira (22), levantou a preocupação sobre o que acontecerá com médicos, enfermeiros, técnicos.

Por meio de nota, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) orientou que os estados vinculem suas normas à declaração de emergência de saúde pública internacional, decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o conselho, que defendia um período de 90 dias para adaptação, o objetivo é garantir a continuidade dos serviços.

O presidente do Conass, Nésio Fernandes de Medeiros Junior, confirmou que o crescimento das equipes da rede pública está relacionado às necessidades impostas pela disseminação do coronavírus.

CNN Brasil

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Saúde

Governadores do Nordeste pedem retomada do uso de máscaras

Foto: Mateus Bonomi/Agif

Governadores do Nordeste se manifestaram contra o fim do estado de emergência instaurado para conter a pandemia de covid-19. Portaria que reduz o status da doença no país foi assinada na sexta-feira (22) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Com o fim da Espin (Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional) da covid-19, autorizações emergenciais concedidas a vacinas e remédios contra a doença, como a CoronaVac, e até compras públicas podem ser afetadas.

Normas municipais e estaduais atreladas ao estado de emergência, como contratações temporárias de profissionais, ampliação de serviços e aquisição de insumos, também precisarão ser revistas.

Foi estabelecido o prazo de 30 dias para as administrações se adequarem.

O Consórcio do Nordeste – autarquia formada por todos os Estados da região – emitiu um documento com críticas à medida. Eles consideram a “flexibilização exagerada” e classificam a mudança no status da covid como precipitada e equivocada.

Sobre a dispensa do uso de máscaras em ambientes fechados (adotada por vários Estados), o Consórcio avalia como “uma medida precipitada, desnecessária e equivocada”.

Poder360

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