Política

Obra do Hospital Infantil de Santa Rita pode ser interditada pelo Crea-PB; confira documento

DSC_7136.JPG

 

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (Crea-PB) emitiu um ‘Relatório de Vistoria e Fiscalização’ confirmando que a obra referente a construção do Hospital Infantil do Município de Santa Rita poderá ser interditada.

De acordo com o documento, uma denúncia foi realizada indicando “risco eminente de desabamento” da obra localizada na Avenida Dr. Flávio Ribeiro Coutinho, s/n, Centro, Santa Rita.

Clique aqui e confira o documento

O relatório confirma que “foi verificado ainda uma viga com escoramentos no pavimento térreo, que tinha sinais de fissuras”.

Blog do BG PB com Portal da Capital

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Taxação de super-ricos e offshores: veja como cada deputado da Paraíba votou

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de ontem (25), o projeto de lei que prevê a taxação de investimentos de pessoas físicas no exterior e a antecipação de imposto em fundos fechados no Brasil. A proposta, que agora será enviada ao Senado, foi aprovada com votos contrários de dois parlamentares da Paraíba: os deputados Cabo Gilberto e Wellington Roberto, ambos do PL. (confira ao final da matéria o placar)

A tributação das offshores é uma das principais agendas econômicas do governo Lula em busca de alcançar o déficit zero nas contas públicas até o fim de 2023 e, ao mesmo tempo, cumprir uma promessa de campanha de tributar grandes fortunas.

A arrecadação prevista para o ano que vem é da ordem de R$ 20 bilhões. O total do patrimônio líquido somente dos fundos exclusivos, de apenas uma pessoa, é da ordem de R$ 1 trilhão”, disse o relator do projeto, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ).

A matéria foi colocada em plenário pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, coincidência ou não, no mesmo dia em que o economista paraibano Carlos Vieira Fernandes foi indicado pelo ‘Centrão’ para presidência da Caixa Econômica.

O que muda

De acordo com o projeto aprovado, a tributação ocorrerá sobre rendimentos de aplicações financeiras, lucros e dividendos de entidades controladas no exterior (offshores) devidos aos titulares e rendimentos e ganhos de capital de bens incorporados a trusts.

Após discussões com o governo e os partidos, o relator decidiu fixar em 8% a alíquota para a opção dada ao contribuinte de antecipar a incidência do tributo sobre rendimentos até 2023 nos fundos fechados e na opção de atualizar bens no exterior pelo valor de mercado em 31 de dezembro de 2023.

Também foi aprovada mudança nas regras para cotistas dos fundos de investimento imobiliário (FII) e de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) a fim de impedir seu uso como planejamento tributário e elisão fiscal.

Agro e imóveis

Para os FII e Fiagro, a isenção do imposto somente será válida para aqueles com, no mínimo, 100 cotistas. Atualmente, são 50 e o texto do governo propunha 500. A intenção é reduzir a exclusividade direcionada a aplicadores de grandes somas.

A isenção não será aplicada, no entanto, ao conjunto de cotistas pessoas físicas aparentadas até o segundo grau que representem 30% ou mais do total de cotas ou mesmo que tenham cotas que lhes deem direito a 30% ou mais do total de rendimentos obtidos pelo fundo.

Quanto ao mínimo de cotistas, os fundos atuais terão até 30 de junho de 2024 para fazerem a adaptação até 100 participantes para contarem com a isenção. Aqueles novos terão 180 dias, contados do aporte do primeiro cliente, para se enquadrar no mínimo.

Também continuarão de fora da nova regra do come-cotas os rendimentos dos fundos de investimento obtidos por bancos, seguradoras, fundos de previdência e capitalização, corretoras de títulos e valores mobiliários e câmbio ou sociedade de arrendamento mercantil, por exemplo.

Capital no exterior

A partir de 1º de janeiro de 2024, a pessoa física residente no país deverá declarar os rendimentos obtidos com o capital aplicado no exterior em separado dos demais rendimentos e ganhos de capital.

Na declaração de ajuste anual (DAA) do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF), os valores de rendimento estarão sujeitos à alíquota de 15%, sem dedução da base de cálculo. O texto original propunha alíquota zero sobre a parcela anual dos rendimentos até R$ 6 mil e duas faixas de 15% e 22,5%.

No entanto, os ganhos de capital obtidos pela pessoa física residente no Brasil com a baixa ou venda de outros bens e direitos no exterior, como imóveis, continuam sujeitos às regras específicas de tributação da Lei 8.981/95.

Na exposição de motivos do projeto, o Ministério da Fazenda argumenta que a tributação desses tipos de rendimentos de aplicações ou patrimônios no exterior mantidos por pessoas físicas já ocorre em diversos países, como Estados Unidos, Alemanha, França, Holanda, Reino Unido, Austrália, Chile, Colômbia e México.

“O Brasil é uma das raras exceções, no mundo, que ainda permite a utilização de estruturas offshores por pessoas físicas para diferir indefinidamente o pagamento do tributo”, argumenta o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Variação cambial

O projeto estipula que haverá tributação, pelas mesmas alíquotas, da variação cambial de moeda estrangeira em espécie mantida no exterior no que superar o montante de 5 mil dólares (cerca de R$ 25 mil) quando de sua venda a cada ano-calendário.

Assim, a variação cambial é considerada um tipo de rendimento do valor retido em moeda estrangeira. Os valores de depósitos em conta corrente ou em cartão de débito ou crédito no exterior não sofrerão tributação, desde que não sejam remunerados e sejam mantidos em instituição financeira no exterior, conhecida e autorizada a funcionar pela autoridade monetária do país em que estiver situada.

Offshores

No caso das offshores, que são sociedades ou contas bancárias abertas em países ou territórios do exterior, chamadas pela MP de entidades controladas no exterior, os lucros apurados deverão ser tributados em 31 de dezembro de cada ano com as alíquotas citadas, independentemente de sua efetiva distribuição aos controladores.
A ideia, assim, é evitar o diferimento do tributo, cujo pagamento atualmente ocorre apenas ao fim do longo ciclo de reprodução do capital no exterior.

A nova regra aplica-se aos resultados apurados pelas entidades controladas a partir de 1º de janeiro de 2024. Os resultados acumulados pelas entidades no exterior até 31 de dezembro de 2023, antes da vigência da nova regra de tributação, terão incidência somente no momento da efetiva liberação para a pessoa física.

Como funciona

Quando da distribuição dos lucros, o beneficiado deverá indicar a controlada e o ano de origem dos lucros distribuídos a fim de reduzir o lançamento de dividendos a receber no futuro para que não sejam tributados novamente. De igual forma, não será tributada ou deduzida na apuração do IRPF a variação cambial (ganho ou perda na conversão de dólar para real) desses valores.

Estarão sujeitas às novas regras as offshores localizadas em país com tributação favorecida ou com regime fiscal privilegiado (paraísos fiscais).

Enquadram-se como controladas as sociedades e outras entidades, personificadas ou não, incluindo fundos de investimento e fundações em que a pessoa física detiver, direta ou indiretamente, direitos para fazer prevalecer sua decisão nas deliberações sociais ou eleição e destituição da maioria dos administradores.

Outra hipótese de controle é em conjunto com pessoas físicas ou jurídicas vinculadas, resultando em mais de 50% de participação no capital social, nos direitos a lucros ou no recebimento de ativos na liquidação da controlada.

Nessa situação, o controle conjunto com pessoas físicas envolve cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau do residente no país, ainda que eles sejam administradores de pessoa jurídica que exerça o controle conjunto. Esse controle é considerado conjunto mesmo se o residente no Brasil detiver mais de 10% do capital votante da empresa vinculada à controlada.

A regra vale ainda para outra pessoa física sócia da empresa nesse igual patamar de capital votante, contemplando situações de cruzamento de controle societário.

Baixa renda ativa

Também serão sujeitos à tributação os lucros apurados pelas empresas controladas no exterior que tenham renda ativa própria inferior a 60% da renda total. Tipicamente empresas que apenas realizam investimentos, sem caráter produtivo.

Entrarão nessa base de cálculo como receita ativa própria aquelas obtidas diretamente pela offshore na exploração de sua atividade econômica, exceto:

  • royalties;
  • juros;
  • dividendos;
  • participações societárias;
  • aluguéis;
  • ganhos de capital, excluídos aqueles na venda de participações societárias ou ativos de caráter permanente comprados há mais de dois anos;
  • aplicações financeiras; e
  • intermediação financeira.

O texto especifica casos nos quais não serão aplicadas as regras de tributação periódica dos lucros, como para instituições financeiras, holdings e imobiliárias nos países em que o capital está alocado.

Deduções

Poderão ser deduzidos do lucro da controlada os seus prejuízos apurados em balanço desde que referentes a períodos posteriores a 1º de janeiro de 2024 e anteriores à data da apuração dos lucros.

Outras deduções permitidas serão a parcela de lucros e dividendos de suas investidas que sejam pessoas jurídicas domiciliadas no Brasil, assim como os rendimentos e ganhos de capital de demais investimentos feitos no Brasil, desde que tributados pelo Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) por alíquota igual ou superior a 22,5%.

Já a pessoa física, na determinação do imposto devido anualmente, poderá deduzir, na proporção de sua participação nos lucros distribuídos, aquele imposto devido pela controlada no exterior sobre seu lucro ou sobre rendimentos. O desconto não pode superar o imposto devido pela pessoa física apurado na declaração anual de ajuste, conforme as novas regras de tributação do projeto.

Capital principal

Quanto à variação cambial do capital principal aplicado em offshores, ela será tributada a título de ganho de capital no momento da alienação ou baixa do investimento, calculando-se com a conversão em moeda nacional.

Tributação alternativa

O PL 4173/23 permite à pessoa física optar por declarar os bens e direitos da offshore como se fossem detidos diretamente por ela, na proporção de sua participação.

Entretanto, a opção, a ser exercida em relação a cada entidade separadamente (se tiver mais de uma empresa controlada), será irrevogável durante todo o prazo em que a pessoa física detiver a entidade no exterior.

Os rendimentos obtidos com os bens declarados dessa maneira sofrerão a incidência das mesmas alíquotas previstas no projeto para a distribuição dos lucros da controlada.

Caso o interessado transfira qualquer desses bens a outra entidade controlada para a qual não tenha sido feita a opção citada, eles terão de ser avaliados pelo valor de mercado, e a diferença em relação ao custo de aquisição será considerada renda da pessoa física, tributável segundo a natureza da renda.

Votação da bancada federal da Paraíba 

VOTOU SIM

Aguinaldo Ribeiro (PP)

Damião Feliciano (União)

Gervásio Maia (PSB)

Hugo Motta (Republicanos)

Luiz Couto (PT)

Murilo Galdino (Republicanos)

Romero Rodrigues (Podemos)

Ruy Carneiro (Podemos)

Wilson Santiago (Republicanos)

VOTOU NÃO

Cb Gilberto Silva (PL)

Wellington Roberto (PL)

AUSENTE

Mersinho Lucena (PP)

Com informações da Agência Câmara de Notícias

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

INÉDITO: Senado rejeita indicado por Lula à DPU

Foto: Reprodução

A rejeição do advogado Igor Roque para assumir o cargo de defensor público-geral da Defensoria Pública da União (DPU) pegou a instituição de surpresa. Isso porque um nome recomendado pelo presidente da República, como é o caso de Roque, ao cargo nunca havia sido negado pelo plenário do Senado.

Na noite dessa quarta-feira (25/10), o plenário do Senado computou 38 votos contra a condução de Roque à vaga, 35 a favor e uma abstenção. Ele precisaria de, pelo menos, 41 manifestações favoráveis para assumir.

Pauta progressista

A indicação do defensor público preocupou lideranças conservadoras no Senado, já que Roque se define como “progressista” e indicou mudança na carreira por causa da história de vida.

“Eu era procurador federal e optei por migrar para a Defensoria Pública, justamente pelo papel que um defensor desempenha. Meu tio-avô desapareceu na ditadura. O nome dele consta no relatório da Comissão Nacional da Verdade”, contou.

Para tornar a campanha viável, o defensor havia combinado com as frentes evangélicas do Congresso Nacional de se pautar pela lei ao tratar de temas como aborto e descriminalização de drogas.

“Ele sabe do nosso posicionamento contra toda e qualquer política de aborto, fora do que está na legislação. Sabe muito bem que nós somos totalmente contra toda abertura de legislação para porte de drogas, e isso está muito claro, e ele tem um compromisso, palavra empenhada, de que seguirá a lei”, disse o senador Carlos Viana (Podemos-MG) quando argumentou a favor de Roque.

Em julho, o advogado chegou a ser sabatinado e aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sob relatoria do senador Humberto Costa (PT-PE).

Um mês depois, novas críticas surgiram, quando a DPU organizou um seminário sobre aborto legal. Com a repercussão negativa entre grupos conservadores, a instituição suspendeu o evento.

O Metrópoles apurou que a rejeição de Igor Roque foi trabalhada nos bastidores do Senado Federal por um colega. Um ex-defensor público-geral teria conversado com senadores na intenção de difamar o escolhido por Lula, vendendo uma imagem de “maconheiro” e “abortista” de Roque.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

TSE volta a julgar hoje se Bolsonaro usou 7 de Setembro para fazer campanha eleitoral

Metade dos brasileiros aprova jeito de Bolsonaro governar, diz Ibope -  Notícias - R7 BrasilFoto: REUTERS/Pilar Olivares

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta quinta-feira (26) mais três ações que investigam a conduta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-ministro-chefe da Casa Civil Walter Braga Netto durante o Bicentenário da Independência, em 2022.

Os processos tratam de um suposto desvio de finalidade das comemorações, que teriam sido usadas como ato de campanha eleitoral do então candidato à reeleição.

As ações, apresentadas pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) e pela também então candidata à Presidência Soraya Thronicke, apontam abuso de poder político e uso de bens públicos.

Em manifestação ao TSE em setembro do ano passado, o ex-presidente, por meio de seus advogados, negou a prática de irregularidade eleitoral durante os atos do 7 de Setembro.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

VÍDEO: Vereadora paraibana diz que vai faltar sessões para cuidar de casamento do filho

Ivonete Ludgério chama decisão judicial de "equívoco" e vai recorrer para manter reajuste de vereadores - ClickPBFoto: Reprodução

A vereadora de Campina Grande, Ivonete Ludgério, chamou atenção durante a sessão ordinária realizada nessa terça-feira (24). Segundo a parlamentar, ela não estará presente nos trabalhos desta quarta-feira (25) e quinta-feira (26), em função do acúmulo de atividades por conta do casamento do filho.

“Estou bastante comprometida de coisas a concluir. É um momento único na vida da pessoa, tanto na vida do meu filho, da minha nora e família”, disse. Conforme a vereadora, a celebração acontecerá na sexta-feira (26). Ela garantiu que mandará justificativa.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo revela ameaças de mortes e diz que teme pela própria vida

Entre os perfis que estão sendo investigados está o “Cabedelo dos meus sonhos” que tem mais de seis mil seguidores e seus dois perfis no Instagram. (Foto: reprodução)

 

Voltando a criticar a segurança pública, o prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (Avante), disse nesta segunda-feira (23), que são constantes as ameaças de morte contra ele e que diversos Boletins de Ocorrência já foram feitos na delegacia. Ele insistiu criticando que até o momento nada foi feito.

“Nós entramos na Justiça e já temos os nomes e identificações de quem está por trás disso. Inclusive, determinação de busca e apreensão. Agora, existe a omissão do governo, da segurança pública. Estamos apenas aguardando que as autoridades tomem as providências, ninguém quer cumprir os mandatos”, criticou.

Entre os perfis que estão sendo investigados está o “Cabedelo dos meus sonhos” que tem mais de seis mil seguidores e seus dois perfis no Instagram.

“Hoje chega para mim outro perfil falso. Me ameaçando de morte. Já fiz diversos Boletins de Ocorrências e esse será mais um. Minha advogada já impetrou com ações contra a difamação da minha família que são constantes. Está em segredo de justiça”, explicou.

Com Clickpb

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Saiba os custos de Lula e Janja no Palácio da Alvorada

Foto: Isac Nóbrega

Os custos do casal presidencial na residência do Palácio da Alvorada. Somente o consumo de água e luz da dupla custou mais de R$1 milhão aos brasileiros, este ano. Lula e sua mulher escalaram 74 funcionários, que se revezam 24 horas do dia paparicando o casal. As extravagâncias incluem 11 motoristas para oito carros, aspones, maître, chef de cozinha, garçons, camareiras, fisioterapeuta e diversos outros.

Lei salvadora

A Lei de Acesso à Informação para ter acesso às contas de luz do Alvorada no primeiro semestre, totalizando R$589,2 mil.

Torneira aberta

O consumo de água do casal presidencial e funcionários do Palácio Alvorada fechou em R$418,5 mil, de janeiro a setembro.

Vale-gás 

A estrutura milionária para garantir as mordomias do casal inclui o impressionante consumo de gás na cozinha palaciana: R$57,3 mil.

Emas com sede

Os custos da mordomia não incluem o viveiro de pássaros do Alvorada, cuja conta de água, que já bateu R$265,8 mil, em agosto foi R$61,6 mil.

Diário do Poder

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PL quer 3.000 candidatos a prefeito com Bolsonaro e Michelle como cabos eleitorais

Imagem

Foto: Marlene Bergamo/Folhapress

O PL avalia lançar candidato a prefeito em até 3.000 municípios, num esforço para tentar massificar a imagem do partido.

O plano de Valdemar Costa Neto, presidente da legenda de Jair Bolsonaro, é ter um candidato próprio no maior número possível de capitais e fortalecer a estrutura do PL, que busca ampliar a capilaridade de olho já na corrida presidencial de 2026.

A tática do PL é, portanto, mais agressiva que a do PT, que admite abrir mão de lançar candidatos próprios e negocia vagas de vice-prefeito em grandes capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

Alguns petistas dizem que, mesmo com Lula no Palácio do Planalto, o partido deverá eleger menos de 300 prefeitos –mais do que os 183 vitoriosos em 2020.

Dirigentes do PL trabalham com a ambiciosa meta de vencer em mil prefeituras.

Folha de S. Paulo

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Prefeito na PB tem 60 dias para devolver dinheiro usado sem comprovação

Decisão se deve por irregularidades cometidas em 2021

Decisão se deve por irregularidades cometidas em 2021 (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

 

O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB), anunciou, nesta quinta-feira (19), que Pedro Caetano Sobrinho (DEM), atual prefeito do município de Bom Sucesso, na Paraíba, possui 60 dias para restituir R$ 46,8 mil aos cofres públicos. Além disso, o mandatário terá que pagar uma multa de R$ 4 mil.

De acordo com o TCE, a restituição se deve pela locação de uma retroescavadeira para serviços públicos, de execução não comprovada, em 2021.

A prefeitura de Bom Sucesso informou que ainda não estava ciente do procedimento e que deve se pronunciar em breve.

A decisão ainda cabe recurso.

T5

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Vereador José Luciano é esfaqueado após discussão política, na Paraíba

O vereador de Barra de Santa Rosa, José Luciano, foi esfaqueado na noite dessa quarta-feira (18) após uma discussão política. O suspeito do crime foi identificado, mas ainda não foi preso.

O parlamentar foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde recebeu atendimento médico e foi liberado.

“Graças a Deus Luciano está bem, está em casa. A perfuração não atingiu nenhum órgão. Foi feita a sutura e vai se recuperar em casa”, disse a esposa do vereador, Liliana.

A Polícia Civil investiga o crime.

Com Clickpb

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.