Brasil

Janones é acusado de humilhar e insultar funcionários: ‘vermes’, ‘filhos da p***’

Foto: Reprodução.

Dois ex-funcionários de André Janones (Avante-MG) entregaram prints e áudios à coluna com mensagens atribuídas ao deputado federal lulista xingando assessores de “burros”, “incompetentes”, “vermes”, “filhos da p(*)*”, entre outros insultos. As ofensas e ameaças foram registradas no grupo de whatsApp “Gabinete Janones MG/BSB”, e o deputado os desafiou a vazar: “printem a conversa e esparramem”, desfiou, “eu tô me lixando pra isso… eu vivi 34 anos sem mandato”, diz.

Tempo de casa

Fabrício Ferreira, vítima de assédio que faz a denúncia, trabalhou com Janones até novembro de 2021. Outro, Cefaz Luiz, até setembro/2022.

Represálias

Os ex-assessores disseram que não denunciaram o parlamentar por medo, à época. “O Fabrício teve que mudar de cidade”, disse Cefaz.

Choro solitário

Em um dos trechos, Janones reclamou do abandono da equipe após chorar em uma sala e dito coisas como “nem é gente, são bichos”.

Coluna do Cláudio Humberto – Diário do Poder

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Brasil

8 DE JANEIRO: Relatório paralelo pede indiciamento de Lula, G.Dias, Dino e mais 3

Foto: Ricardo Stuckert.

Em quase 400 páginas, 16 parlamentares da oposição destrincharam um voto separado no relatório paralelo sobre a CPMI do 8 de Janeiro. No documento, os políticos pediram o indiciamento de seis pessoas.

O presidente Lula, o ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública) e o general Gonçalves Dias, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), estão entre os nomes citados.

O relatório paralelo acusa Lula de cometer os crimes de deterioração de patrimônio público, dano qualificado e prevaricação.

A oposição não leva a frente a ideia de tentativa de golpe de Estado dos vândalos, que invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, e diz que os atos de depredação aconteceram por uma “série de omissões por parte do governo petista”.

Confira mais detalhes na matéria de Giovanna Soares, Diário do Poder.

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Brasil

TSE absolve por unanimidade Bolsonaro e Braga Netto em uma das três ações em análise

Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta terça-feira (17), por unanimidade, uma ação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu então candidato a vice nas eleições de 2022, Walter Braga Netto.

A ação questiona o suposto uso do Palácio do Planalto para fazer uma transmissão ao vivo pela internet com campanha eleitoral.

Votaram para absolver os políticos o relator, Benedito Gonçalves, e os ministros Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques, Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques e, por último, Alexandre de Moraes.

A ação foi apresentada pelo PDT.

Para o relator, não ficou comprovado que a live foi realizada dentro do Palácio do Planalto. Ele também disse que não há, no caso, conduta vedada a candidatos.

A Corte ainda julga outras duas ações semelhantes contra a dupla, por uso do Palácio da Alvorada para lives e encontros políticos.

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Política

Bancada Federal da Paraíba deve se reunir com Tebet após corte de verbas na saúde e educação no Estado

 

A bancada federal paraibana em Brasília reagiu a notícia de que a ministra do Planejamento, Simone Tebet, autorizou ontem o cancelamento de repasse de verbas federais para execução de obras e serviços importantes na Paraíba. O deputado federal e líder da bancada paraibana, Damião Feliciano, foi um dos que disseram ter ficado surpresos.

O parlamentar anunciou uma reunião emergencial com a ministra para reverter situação. “Estou providenciando uma audiência com a ministra e também com sua assessoria técnica para nos informar exatamente o que está acontecendo”, declarou.

Ontem (16), a ministra cancelou o repasse de verbas federais para execução de obras e serviços importantes na Paraíba. Dentre elas estão o Hospital de Clínicas e Traumatologia de Patos, no Sertão, e o Arco Metropolitano de João Pessoa, além de recursos para educação e saúde.

As verbas cortadas somam R$ 247,6 milhões.Também houve corte de verbas para a Universidade Federal da Paraíba e para o Instituto Federal da Paraíba.

Com Clickpb

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Política

Governo Lula ‘oficializa’ corte de verbas para o Arco Metropolitano, em João Pessoa, no Novo PAC

Renan Filho sugeriu que as verbas federais para a obra – avaliada em mais de R$ 300 milhões – fosse alocadas por meio da bancada do estado. (Foto: Reprodução)

 

Foi publicada na edição desta segunda-feira (16) do Diário Oficial da União (DOU) a oficialização exclusão de verbas para o Arco Metropolitano de João Pessoa para dentro do novo conjunto de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O ministro dos transportes, Renan Filho, já havia detalhado no dia 05 de setembro que a obra não estaria inclusa no programa. 

“É uma obra elencada pelo governador para entrar no PAC. É uma obra fundamental para a capital João Pessoa, que visa distribuir o fluxo pela BR-101 e distribuindo ele com a BR-230 […] é um obra de apenas 18 km de extensão e de R$ 348 milhões de reais. Como não havia mais espaços no PAC em recursos, foi sugerido ao governo do estado, colocar essa obra em financiamento”, detalhou Renan.

À época, Renan Filho sugeriu que as verbas federais para a obra – avaliada em mais de R$ 300 milhões – fosse alocadas por meio da bancada do estado. “A própria bancada pode aportar emendas de bancada”, disse.

De acordo com a publicação desta segunda-feira (16) do DOU, foram cancelados R$ 3,5 milhões deveriam ser destinados ao projeto arco metropolitano – “implantação e adequação de Trecho Rodoviário – entroncamento BR-230 – entroncamento BR-101 – Na rodovia PB 016.

Além do cancelamento de valores para o arco metropolitano, constam no DOU cortes, por exemplo para a aquisição de equipamentos, maquinários e serviços na ordem de R$ 8,3 milhões. Com isso, apenas n no âmbito do desenvolvimento regional, territorial e urbano os valores cancelados chegam a R$ 11,8 milhões.

Veja detalhes: 

Com Clickpb

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Brasil

MP Eleitoral defende Bolsonaro inelegível de novo por uso eleitoral do 7 de setembro

Foto: 07/09/2022 – Alan Santos/PR.

A Procuradoria-Geral Eleitoral defendeu, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste domingo (15), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve ficar inelegível novamente, agora por promover a candidatura durante a celebração oficial do Bicentenário da Independência, no ano passado.

O Ministério Público apontou que Bolsonaro cometeu abuso de poder político e conduta vedada a agente público em campanha eleitoral, em três processos sobre os atos de 7 de setembro de 2022, em Brasília e no Rio.

Bolsonaro está inelegível até 2030, por decisão do TSE, desde junho. Por 5 votos a 2, os ministros da Corte Eleitoral enquadraram o ex-presidente por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em razão da reunião em que atacou as urnas eletrônicas diante de diplomatas.

Confira mais detalhes na matéria de Julia Affonso, do Estadão Conteúdo e CNN.

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Política

CPMI do 8 de janeiro: relatora mantém leitura de texto final para terça-feira

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) afirmou neste domingo que mantém para terça-feira (17) a leitura do texto final da CPMI dos atos antidemocráticos do 8 de janeiro.

Segundo ela, o documento – que deverá ter mais de 1.000 páginas – está passando pelos últimos ajustes antes de ser submetido ao colegiado de deputados e senadores.

Há expectativa para que o texto traga informações sigilosas recebidas pela CPMI desde o começo dos trabalhos do grupo, em maio: ao todo, foram mais de 11 mil informações sobre movimentações bancárias, quebras de sigilo telefônico e de dados.

Aliados da senadora na CPMI trabalham para evitar que a oposição consiga manobrar a ponto da Comissão ser encerrada sem a votação de um relatório final – caso, por exemplo, da CPI do MST na Câmara dos Deputados, onde o governo conseguiu manobrar e bloquear a oposição de votar um texto.

No caso do 8 de janeiro, o cenário é diferente, porque o governo e o PT querem um texto aprovado, mas há pressões sobre a senadora em diversos temas: entre eles a responsabilização de militares da ativa e da reserva sobre os ataques à Praça dos Três Poderes.

CNN

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Política

FALTOU COMBINAR: suplente de vereador é nomeado, mas dispensa cargo na Prefeitura de Campina Grande

O advogado e suplente de vereador Moisés Morais passou uma situação curiosa e, até certo ponto, embaraçosa, essa semana. Ele foi nomeado para o cargo de assessor técnico jurídico na prefeitura de Campina Grande, mas diz ter sido pego de surpresa.

Segundo Moisés, não houve qualquer tipo de tratativa prévia ou aviso da nomeação.

A portaria é assinada pelo prefeito Bruno Cunha Lima (PSD).

Moisés disputou uma vaga no Legislativo campinense em 2020, apoiando a candidatura da ex-secretária Ana Cláudia Vital (esposa de Veneziano) – na época adversária de Bruno.

Após o rompimento de Veneziano com o governador João Azevedo (PSB), porém, ele manteve-se mais próximo do deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos).

A nomeação faz parte de uma série de outras que vêm sendo feitas pela gestão municipal para recompor a equipe. Na lista estão antigos e novos aliados.

No caso de Moisés ele declinou da nomeação. Nas redes sociais agradeceu, de forma educada, a lembrança, mas disse estar envolvido em outros projetos profissionais.

Sem ‘combinar com os russos’: suplente de vereador é nomeado, mas dispensa cargo na PMCG

Sem ‘combinar com os russos’: suplente de vereador é nomeado, mas dispensa cargo na PMCG

Uma falha da articulação política da gestão.

Na hora de nomear o suplente de vereador faltou fazer o básico: ‘combinar com os russos’.

Blog do BG PB com Jornal da PB

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Política

Camila critica repercussão da foto de Tovar e João e diz que na Paraíba “se faz política pequena”

A deputada disse que para ela , oque aconteceu foi apenas um deputado cumprimentando um governador (Foto: Walla Santos)

 

A deputada estadual Camila Toscano criticou toda a repercussão provocada pela foto divulgada de Tovar Correia Lima (PSDB) com o governador João Azevêdo (PSB). “Se faz uma política pequena na Paraíba, um cumprimento vira um absurdo”, reclamou.

A deputada disse que, para ela, o que aconteceu foi apenas um deputado cumprimentando um governador com um sorriso típico do colega. Para a parlamentar, há temas mais importantes que precisam ser discutidos no estado e que merecem estar nos noticiários, como, por exemplo, os vários casos de feminicídio que têm sido registrados na Paraíba.

O presidente estadual do PSDB paraibano, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima usou as redes sociais para criticar duramente o deputado pela foto. A relação entre Pedro e Tovar já vinha estremecida. Tovar vem negando rumores de uma aproximação com o governador e uma adesão a base de apoio do gestor.

Com clickpb

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Brasil

Câmara volta a discutir projeto que impede casamentos entre pessoas do mesmo sexo nesta terça

Plenário da Câmara dos DeputadosFoto: Adriano Machado

A análise do projeto de lei que busca proibir o reconhecimento de casamentos entre pessoas do mesmo sexo no Brasil será retomada, nesta terça-feira (10), pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados.

A discussão da proposta começou no início de setembro, mas pedidos de vista, ou seja, mais tempo de análise do texto, têm travado o avanço do tema na Câmara.

 

Na última sessão para discutir o assunto, no mês passado, o relator, deputado Pastor Eurico (PL-PE), pediu mais tempo para apresentar uma nova versão do parecer. A ideia, na ocasião, era criar um grupo de trabalho com deputados da base governistas e da oposição para criar um texto de consenso.

Mudança do original

O projeto de lei original foi apresentado em 2007, pelo então deputado federal Clodovil Hernandes, estilista e apresentador de televisão que morreu em 2009.

O projeto do Clodovil pretendia mudar o Código Civil para prever a possibilidade de que duas pessoas do mesmo sexo possam constituir união homoafetiva por meio de contrato em que disponham sobre suas relações patrimoniais.

O relator, porém, rejeitou todo o projeto original de Clodovil e adotou outro, de autoria dos ex-deputados Paes de Lira (SP) e Capitão Assumção (ES).

O texto acolhido, por sua vez, afirma que “nos termos constitucionais, nenhuma relação entre pessoas do mesmo sexo pode equiparar-se ao casamento ou a entidade familiar”.

Na justificativa do projeto, os dois deputados afirmaram que “aprovar o casamento homossexual é negar a maneira pela qual todos os homens nascem neste mundo, e, também, é atentar contra a existência da própria espécie humana”.

Na leitura do relatório, Pastor Eurico disse que a Constituição brasileira “mitiga a possibilidade de casamento ou união entre pessoas do mesmo sexo”.

“O casamento é entendido como um pacto que surge da relação conjugal, e que, por isso, não cabe a interferência do poder público, já que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é contrário à verdade do ser humano. O que se pressupõe aqui é que a palavra ‘casamento’ representa uma realidade objetiva e atemporal, que tem como ponto de partida e finalidade a procriação, o que exclui a união entre pessoas do mesmo sexo”, afirmou Eurico.

Discussão no STF

Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou as relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis entre homens e mulheres.

Naquele ano, a Corte decidiu, por unanimidade, que um artigo do Código Civil deveria ser interpretado para garantir o reconhecimento de uniões entre pessoas do mesmo sexo. A decisão também considerou essas relações como entidades familiares.

Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) editou uma resolução para obrigar a realização de casamentos homoafetivos em cartórios do país.

CNN

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