Vereadores de Bayeux protocolaram, na manhã desta quinta-feira (15), denúncia com pedido de cassação e afastamento da prefeita Luciene Gomes (PDT) por diversas irregularidades na gestão da Prefeitura. Parlamentares registraram o pedido de impeachment da gestora na Câmara Municipal no fim desta manhã.
Uma das possíveis irregularidades apontadas pelos parlamentares é o concurso que está sob suspeita de fraude, além de várias contratações e pagamentos possivelmente irregulares.
Autor da denúncia é o vereador Hermerson Caminhoneiro (Progressistas), acompanhado por França (PL) e Betinho da RS (PDT).
O dono da Fiji Solutions, Bueno Aires, que atua no mercado de criptomoedas em Campina Grande, foi preso nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, por ordem da Vara da Justiça Federal, em Campina Grande, a pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB).
Ele foi preso no Rio de Janeiro, em operação do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (GAECO), em parceria com as Polícias Civil da Paraíba e do Rio de Janeiro, no âmbito de uma investigação por abuso sexual infantil e estelionato.
Bueno Aires é investigado por crimes relacionados a abuso sexual infantil. Ele passará por audiência de custódia no Rio de Janeiro e depois será transferido à Paraíba, para continuidade das investigações.
Entenda polêmica na Justiça
A Fiji Solutions é um empresa gestora de contratos de criptomoedas. Ao iniciar sua relação com a empresa, o cliente cede o controle da porcentagem de criptomoeda que adquiriu por meio de uma empresa corretora, a chamada exchange. Segundo o MP, a Fiji parou de cumprir os pagamentos previstos em contrato em fevereiro deste ano.
Em março, o promotor de Justiça e diretor regional do MP-Procon em Campina Grande, Sócrates Agra, recomendou que a empresa Fiji Solutions fizesse os pagamentos atrasados em até 72 horas, mas os prazos não foram cumpridos.
Em depoimento ao MP na época, um dos sócios afirmou que estaria com problemas técnicos para autorizar os repasses. A recomendação exigiu que a empresa ache uma solução junto a exchange Kucoin para pagamento de clientes.
João Pessoa é a capital do Nordeste com maior número de traições, de acordo com o ranking do site de relacionamentos extra conjugais Ashley Madison. A capital paraibana já havia aparecido na 1ª colocação em um ranking semelhante divulgado em 2020.
O ranking Terra e Paixão elencou as 20 cidades brasileiras nas quais a infidelidade corre solta. Em âmbito nacional, o Distrito Federal encabeça a lista, seguida pela vizinha Goiânia (GO).
A análise levou em consideração as inscrições no site entre 20 de junho de 2022 e 22 de setembro do mesmo ano, em uma base de renda per capita.
De acordo com Isabella Mise, diretora sênior de comunicações da Ashley Madison, a infidelidade é onipresente e pode ocorrer em qualquer cidade ou região. Contudo, outros fatores podem ter interferência indireta, como as baixas temperaturas.
“Muitas pessoas desejam mais carinho e proximidade devido à falta de luz solar, aos dias mais curtos e às temperaturas mais frias. Se elas não conseguem encontrar isso com seu parceiro principal, é provável que procurem em outro lugar”, diz a diretora.
Ranking de traição:
Brasília
Goiânia
São Paulo
Curitiba
Porto Alegre
Campinas
Campo Grande
Santo André
Belo Horizonte
Guarulhos
Rio de Janeiro
São Bernardo do Campo
João Pessoa
Recife
Natal
Salvador
Maceió
Manaus
São Luís
Teresina
Uma crítica inusitada feita pelo vereador Rostand Paraíba (Progressistas) ao prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), chamou atenção e vem repercutindo nas mídias sociais.
Rostand estava curtindo a noite dos namorados (12 de junho), no Parque do Povo, aproveitando a programação do Maior São João do Mundo, quando concedeu entrevista a um portal que faz a cobertura do evento reclamando da falta de bebidas no camarote dos vereadores.
Revoltado, o legislador mostrou a geladeira do camarote vazia e alegou que o prefeito havia prometido abastecer o local com bebidas, mas não cumpriu com o combinado.
– Vejam aqui a situação do camarote dos vereadores. Não tem bebida, a geladeira está vazia, virada. O combinado foi que o prefeito ia abastecer as geladeiras do camarote. A gente chega aqui, no dia dos namorados e a situação é essa, não tem nada na geladeira. E a gente não está bebendo de graça não. Os vereadores tem dinheiro pra comprar cerveja, para gastar – bradou.
Robinho riu ao ouvir pela primeira vez sobre ter sido denunciado por estupro na Itália, em caso ocorrido em janeiro de 2013. Um ano após o episódio, em uma discoteca em Milão, ele foi alertado por um amigo da investigação, mas não pareceu levar à sério. Ele acabou condenado a nove anos de prisão, mas não cumpriu a pena, por já ter voltado ao Brasil.
O “UOL” revelou nesta quarta-feira (14) alguns áudios de conversas que foram base para sua condenação em processo na Justiça da Itália. O conteúdo dos grampos, em ligações para amigos também envolvidos no caso, não é novo, já revelados em 2020 através de transcrições do processo. É a primeira vez, porém, que é possível ouvir tudo da boca do próprio Robinho.
Nos áudios, é possível ouvir claramente Robinho rindo quando é alertado pelo colega que as autoridades estavam investigando o caso após a vítima realizar a denúncia.
O atacante minimiza a preocupação de Jairo e diz que “não está nem aí” para a situação. Robinho diz que não tinha feito “p… nenhuma” e que sequer conhecia a mulher. Em meio às risadas, o atleta coloca a culpa nos demais amigos que estavam presentes no local.
Os amigos de Robinho também envolvidos no caso eram Rudney Gomes, Clayton Santos, Alexsandro da Silva, Fábio Galan e Ricardo Falco.
Todos os citados haviam sido denunciados por violência sexual em grupo, o que consta no artigo 609 do Código Penal Italiano. Porém, apenas Robinho e Falco foram condenados a nove anos de prisão sem nova possibilidade de recurso. Os demais não foram julgados na Itália, por já não estarem no país na época da denúncia – eles haviam retornado ao Brasil.
Jairo, que não teve participação no estupro, foi denunciado e condenado, porém, por ter dado falsos testemunhos. Segundo os italianos, o músico mentiu ao longo da investigação.
Relembre a condenação de Robinho por estupro
Tudo começou no dia 22 de janeiro de 2013, em Milão. Na boate Sio Cafe, uma mulher albanesa foi estuprada, segundo conclusão da Justiça, por Robinho e mais cinco amigos.
No entanto, quatro amigos do jogador deixaram a Itália durante as investigações e, por isso, não foram processados. Robinho e Ricardo Falco continuaram no país e acabaram condenados a nove anos de prisão em última instância em janeiro de 2022.
Como está no Brasil, Robinho não cumpriu a pena, já que o país não permite extradição de seus naturais. Por conta disso, a Justiça italiana tenta, desde o início de 2023, que o ex-seleção brasileira cumpra a pena no seu país de origem.
O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, pediu vistas do caso até a próxima segunda-feira (19). Ele deve revelar sua decisão na quarta (21) ou, então, prorrogar por mais 30 dias a análise para que o pedido italiano tenha andamento ou não.
A defesa de Robinho pede a intimação do governo italiano para apresentar uma cópia integral traduzida do processo contra o jogador.
O governador João Azevêdo (PSB) vetou um projeto de lei que visava estabelecer a Política de Incentivo e Proteção à Mulher Motogirl no Estado da Paraíba. A decisão do governador foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (13).
O projeto de lei, de autoria da deputada Cida Ramos, buscava implementar medidas de apoio e proteção às motogirls do estado. Essas medidas incluíram a inclusão de motogirls que ainda não possuem carteira de habilitação no programa de carteira social do governo estadual.
Adicionalmente, visava a concessão de crédito do programa EMPREENDER-PB para aquisição de motocicletas novas. Além disso, o projeto determina que as empresas de entrega e estabelecimentos comerciais denunciem qualquer ato de discriminação ou assédio sexual contra as motogirls.
O veto ao Projeto de Lei nº 266/2023 segue agora para análise da Assembleia Legislativa para posterior apreciação. A decisão do governador João Azevêdo de vetar o projeto gerou debate e levantou preocupações entre os defensores dos direitos das mulheres e apoiadores da comunidade das motogirls. Eles argumentam que as medidas propostas no projeto de lei foram cruciais para garantir sua segurança no trabalho.
O gabinete do governador ainda não deu uma explicação detalhada para o veto. No entanto, alguns especialistas especulam que a decisão pode ser baseada em preocupações sobre as implicações financeiras da implementação das medidas propostas ou possíveis conflitos com leis e regulamentos existentes.
O projeto vetado passará agora por uma revisão legislativa, onde membros da Assembleia Legislativa avaliarão a decisão do governador. Eles podem manter o veto ou votar para derrubá lo,transformando o projeto em lei. Espera-se que os próximos debates e discussões na Assembleia Legislativa esclareçam as razões por trás da decisão do governador João Azevêdo e as possíveis implicações para os direitos das mulheres e da comunidade de motogirls da Paraíba.
Responsável por comandar o ‘Em Ponto‘, da GloboNews, a apresentadora Cecília Flesch está suspensa de suas atividades na emissora.
Durante entrevista ao podcast ‘É Noia Minha?’, a comunicadora disse que o canal “está um saco”, e ainda revelou o apelido que ela e outros colegas deram para a GloboNews.
“[A GloboNews] está um saco. Só tem política e economia, economia e política, política e economia”, disse Cecília. A apresentadora ainda apelidou o canal como ‘RivoNews’, em alusão ao tranquilizante Rivotril.
De acordo com informações do colunista Lucas Pasin, do UOL, Cecília vive uma “situação insustentável” e foi afastada do programa após as declarações. O site TV Pop, por sua vez, informa também que a emissora estuda rescindir o contrato de Flesch por justa causa.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) acatou os pedidos de PT e PL, nesta terça-feira (13), e cobrou do Podemos e do União Brasil, antigos e atual partido do senador Sergio Moro, explicações relacionadas a uma ação de cassação do ex-juiz da Operação Lava-Jato.
Moro é alvo de investigação alvo de processo de cassação na Justiça Eleitoral do Paraná, movido pelos partidos do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. A questão que motivou toda a situação é sobre o direcionamento do atual senador antes das eleições de 2022. Ele era pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, mas se filiou ao União Brasil e foi eleito senador.
Por conta disso, os partidos que disputaram o segundo turno das eleições para presidente acusaram Moro no TRE de abuso de poder econômico, arrecadação e gastos eleitorais ilícitos, e mau uso dos meios de comunicação. O desembargador Mario Helton Jorge deu dez dias para que os partidos se manifestem e deem mais explicações sobre a situação.
Ambos pedem cassação e que o senador fique inelegível por oito anos. Na semana passada, o Ministério Público Eleitoral negou pedidos da defesa de Moro e defendeu a continuidade do processo. Se o senador apresentar recursos, o processo será julgado em última instância no Tribunal Superior Eleitoral.
Com mais de 50 mil profissionais atuando na área de enfermagem na Paraíba, a situação do pagamento do piso desses profissionais continua uma incógnita para muitos. São 50.712 profissionais inscritos no Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba (Coren-PB).
No entanto, o piso é pago na íntegra apenas pelo governo do Estado para sete mil profissionais efetivos, aposentados, pensionistas e do PB Saúde. No caso dos serviços prestados o pagamento não está sendo efetivado. As prefeituras de Alhandra e São Mamede também estão cumprindo com as obrigações do pagamento do piso.
De acordo Fábio Petterson, presidente do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Estado da Paraíba (SATENF-PB), apesar da determinação da Lei aprovada no Congresso e prazos determinados aos Estados e municípios para cumprimento da legislação muitos gestores não estão efetuando o pagamento.
“Temos apenas duas prefeituras pagando o piso, dos 233 municípios, além do governo do Estado que paga apenas aos efetivos do quadro, excluindo os prestadores de serviço. Queremos deixar claro que o piso não está suspenso pelo STF, ou muitos menos, é inconstitucional”, afirmou o presidente da categoria.
O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), se reúne, na tarde desta segunda-feira (12) com secretários para discutir projetos para aumentar a capacidade de público no Parque do Povo. Durante o ‘Maior São João do Mundo’ deste ano já foram registrados superlotação no local como o que ocorreu no último sábado (10) quando o local foi invadido por forrozeiros após os portões serem fechados.
Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico Municipal, Laryssa Almeida, uma proposta é uma interligação do Parque do Povo com o Parque Evaldo Cruz para poder ampliar a área de show. A interligação será feita através de um túnel.
“Hoje a gente teria como fazer show diariamente com 100 mil pessoas, mas a gente não comporta tudo isso. Estamos buscando soluções para aumentar essa quantidade de pessoas no Parque do Povo”, disse a gestora.
No ano passado Bruno Cunha Lima havia anunciado proposta de intervenções que não foram implantadas. De acordo com Laryssa Almeida, somente agora que os projetos poderão ser contemplados via empréstimo aprovado pela Câmara Municipal.
“O projeto é burocrático e ter que conseguir investimentos internacionais. Tem que apresentar vários projetos e por isso que não deu tempo do ano passado para esse porque os recursos foram aprovados na Câmara de Vereadores agora, em 2023”, explicou.
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