Polêmica

Preso no RJ, Bueno Aires, da Fiji, só deve chegar à Paraíba na próxima semana; entenda

URGENTE: Dono da Fiji, Bueno Aires é preso no Rio de Janeiro - F5 Online
Preso no Rio de Janeiro por armazenar conteúdo sexual envolvendo crianças, o empresário campinense Bueno Aires, só deve ser trazido para a Paraíba na próxima semana. Até esta sexta-feira (16) que o esquema para que ele seja transportado ainda não foi definido pelas Polícias Civil da Paraíba e do Rio.

O secretário de Administração Penitenciária da Paraíba, João Paulo Barros, afirmou que as duas polícias estão em análise de qual seria o melhor esquema de transporte para Bueno.

“Ainda não (se foi definido quando Bueno será trazido para a Paraíba). Tem que ter escolta policial, porém ainda não foi definido se vamos buscar ou o pessoal do Rio de Janeiro vem deixar. Será [definido] na comunicação entre as polícias”, informou o secretário.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro ainda não informou se Bueno Aires já passou por audiência de custódia e como andam as conversas para o transporte dele para a Paraíba.

Preso no Rio

Bueno Aires foi preso na quarta-feira (14) no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, em uma ação conjunta das policiais carioca e paraibana. Com ele, os policiais encontraram no celular as imagens envolvendo sexo com crianças. A investigação vai analisar se as imagens foram retiradas da internet ou se Bueno participou de algum dos abusos.

Além dessa prisão por armazenamento de conteúdo sexual com crianças, Bueno é alvo do Ministério Público da Paraíba e da Polícia Federal por calote contra investidores da Fiji Solutions. O golpe pode ultrapassar R$ 600 milhões.

Clickpb

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Polêmica

Flávio Dino demite o agente da PF e ex-candidato a deputado Caio Márcio por infrações disciplinares

MP Eleitoral na PB representa pré-candidato por propaganda antecipada -  Portal Correio – Notícias da Paraíba e do Brasil
O Agente de Polícia Federal Caio Márcio Ângelo de Sousa foi demitido por cometimento de infrações disciplinares. A decisão, baseada na Portaria de Pessoal nº 132, de 15 de junho de 2023, do Ministério da Justiça, e respaldada pelos pareceres jurídicos, reflete a gravidade das condutas praticadas pelo agente no exercício de suas funções.

Caio Márcio Ângelo de Sousa, que se candidatou a deputado federal pela Paraíba, sob o nome de Caio da Federal, foi demitido com base nos artigos 43 (incisos XII, XX e XXIV) da Lei nº 4.878/65, que tratam do uso do cargo para fins político-partidários, e no artigo 116 (inciso II) da Lei nº 8.112/90, que versa sobre negligência ou descumprimento de ordens legítimas e violação do dever de lealdade às instituições.

A demissão, determinada pelo Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública, envolveu a análise minuciosa do Processo nº 08375.004051/2022-88, assim como pareceres da Consultoria Jurídica. A gravidade das infrações cometidas resultou na perda do cargo de Agente de Polícia Federal para Caio Márcio ngelo de Sousa.

De acordo com a portaria, além da demissão, foram tomadas outras medidas. A Polícia Federal deverá encaminhar cópias dos autos à Receita Federal do Brasil e ao Ministério Público Federal, em conformidade com dispositivos legais aplicáveis. As peças jurídicas relacionadas ao caso serão enviadas à Controladoria-Geral da União e ao Tribunal Superior Eleitoral, de acordo com as normas em vigor.

A publicação da decisão, com determinações claras de cumprimento obrigatório, sinaliza condutas irregulares praticadas pelo ex-Agente de Polícia Federal Caio Márcio Ângelo de Sousa. A partir de agora, os autos serão devolvidos ao órgão de origem para as devidas providências.

F5 Online

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Polêmica

Sócios da Fiji expõe envolvimento de Bueno em crime de abuso sexual e revelam descaso para pagar clientes

EXCLUSIVO: Laudo de sócios da Fiji expõe envolvimento de Bueno em crime de  abuso sexual e revela descaso do empresário para solucionar crime  financeiro; confira detalhes - Patos 40 Graus
O empresário Bueno Aires, dono da empresa de criptomoedas Fiji Solutions, está preso desde á ultima quarta-feira (14) após operação da Polícia Civil da Paraíba com auxílio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Conforme a Polícia Civil paraibana, o empresário é investigado pelo crime de abuso sexual infantil.

No início de março de 2023, foi solicitado pela FIJI TECH LTDA, através dos diretores Breno Azevedo e Emilene Nascimento, a elaboração de laudo para averiguar a veracidade das informações apresentadas pelo Diretor de Tecnologia da empresa, Sr. Bueno Aires, sobre um suposto bloqueio do e-mail cadastrado pelo Sr. Bueno para acessar conta na corretora de criptoativos KuCoin, levando a impossibilidade de acesso em tal conta vinculado ao Sr. Bueno na corretora.

Além de averiguar a veracidade das informações, foi solicitada a indicação de alternativas de recuperação de acesso à conta na corretora.

Para a emissão deste laudo, foi solicitado, porém negado por Bueno Aires, o acesso ao único computador que sempre foi utilizado para a realização de transações entre as empresas Kucoin, Kraken e Binance. O laudo se referencia a tentativa de recuperação das contas do Google ([email protected]) e de uma conta Kucoin referente a este mesmo endereço de e-mail.

De acordo com as informações, após ficarem cientes do bloqueio da conta, os sócios Emilene e Breno entraram em contato com o suporte do Google, informando a situação e o Google passou um e-mail com instruções de tentativa de recuperação de conta. Os sócios tentaram contato com o Bueno Aires para efetuar os procedimentos e ele não me respondeu as solicitações depois de um certo tempo de conversa.

O laudo deixa claro que é incoerente a alegação de Bueno Aires de que seria impossível transferir recursos da conta da KuCoin, que foi aberta em seu nome pessoal, em razão da existência de autenticação em dois fatores via Google Authenticator que estava sob a posse do diretor financeiro da Fiji (Sr. Breno Azevedo) .

O site da KuCoin fornece mecanismos para desabilitar a autenticação em dois fatores, caso o usuário perca acesso ao dispositivo em que estava instalado o Google Authenticator, mediante indicação de outras informações, como e-mail, Hash e ID da Conta. O Sr. Bueno Aires tinha todas essas informações ao seu dispor e poderia desabilitar a autenticação em dois fatores, recadastrá-la em outro dispositivo e movimentar os recursos da conta; diz o documento.

PolêmicaPB

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Polêmica

Arrombamentos de lojas crescem quase 200% na Paraíba

Loja de óculos e acessórios é arrombada por grupo com carro em marcha ré na PB | Paraíba | G1

Centenas de comerciantes vivem a angústia de ter que reverter o estrago causado por criminosos. Dados da Secretaria do Estado da Segurança e da Defesa Social (SEDS), obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), revelam que a quantidade de arrombamentos a lojas têm aumentado na Paraíba. Os registros desses crimes cresceram 198% de janeiro a abril deste ano quando comparados com o mesmo período de 2022.

As informações são do Sistema de Procedimentos Policiais da Polícia Civil (SPP), que desde o segundo semestre do ano passado foi ampliado para o interior da Paraíba. Com isso, mais crimes passaram a ser registrados. Para a SEDS, essa é uma das razões que explica o salto no número de arrombamentos no estado.

Para se ter uma ideia do impacto dessa ampliação nos dados analisados, vale destacar as cidades Cajazeiras e Juazeirinho, que não tiveram registros de arrombamentos nos quatros primeiros meses de 2022. Por outro lado, neste ano, os municípios já somam 32 crimes dessa natureza.

Onde acontece

João Pessoa e Campina Grande são as cidades com mais registros de arrombamento de lojas na Paraíba. Somente de janeiro a abril deste ano, foram registrados 48 crimes desse tipo na capital paraibana, o que representa um aumento de 54% em comparação com o ano passado. Já em Campina Grande, o crescimento foi ainda maior: 360%. Nesse período, os casos de arrombamentos de empresas saltaram de cinco para 23 no município.

Na lista de cidades com mais registros desses crimes, Cajazeiras e Sousa aparecem na sequência.

Fechando as portas

De acordo com um levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas na Paraíba (Sebrae/PB), os negócios em operação no estado têm uma média de vida de pouco mais de três anos.

No cenário nacional, a Paraíba foi o terceiro estado do Brasil que mais registrou fechamento de empresas nos quatro primeiros meses de 2023, em comparação com o final do ano passado. A informação é do boletim Mapa de Empresas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do governo federal.

No centro da capital

Aproximadamente 200 lojas fecharam as portas no Centro da capital paraibana. A informação foi repassada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa (CDL/JP).

T5

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Brasil

Lula volta a fazer piada com obesidade de Flávio Dino, mesmo após repercussão negativa

ImagemFoto: Gabriela Biló/Folhapress

O presidente Lula (PT) voltou a comentar em tom de piada a obesidade do ministro Flávio Dino (Justiça), apesar de já ter recebido críticas por menções anteriores ao tema.

Lula se referiu à obesidade de Dino durante a sua fala inicial na reunião ministerial que é realizada no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (15). Esse discurso foi transmitido pelas redes oficiais do governo, mas o restante do evento seguiu fechado.

Em um determinado momento de sua fala, o presidente ressaltou que a reunião seria longa, pois cada um dos membros de seu governo, além dos líderes no Congresso, teriam dez minutos para discursar. Por isso os ministros precisariam almoçar durante o evento, enquanto outro interlocutor estivesse com a palavra.

“Essa reunião vai demorar pelo menos umas 6 horas ou um pouco mais. Não teremos almoço. O almoço será uma comida leve servida aqui na mesa, ninguém precisa se levantar. Enquanto um fala os outros comem e assim a gente vai se revezando a nossa degustação na hora do almoço”, afirmou o presidente.

“O Flávio Dino também, mas nós vamos trazer pouca comida para ele”, completou, arrancando riso dos presentes.

Logo depois, uma participante não identificada fala “isso é bullying”.

Folha de S. Paulo

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Polêmica

PF cria formulário online para receber denúncias de clientes e vítimas da Fiji e Softbank

A Polícia Federal criou, na tarde desta quinta-feira (15), um formulário online para receber denúncias de investidores que foram vítimas das empresas de criptoativos Fiji Solutions e Softbank. O serviço foi anunciado após os sócios serem presos em Campina Grande, durante a Operação Ilha da Fantasia.

De acordo com a Polícia Federal, o formulário tem o objetivo de dar celeridade à coleta de informações de pessoas que queiram apresentar alguma denúncia contra as empresas Fiji e Softbank, de forma estruturada. No entanto, a PF ressaltou que os prejuízos causados pelos investigados devem ser objeto de ações cíveis, não sendo a seara policial adequada para pedidos de indenização.

Além dos dados pessoais, o questionário pede informações, como o tempo de cliente das empresa, valores e datas de contratos, prejuízos, nome de funcionário que intermediou esse investimento; assim como informações da carteira de criptomoedas e chave-pública usadas nos investimentos.

Com ClickPB

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Polêmica

Defesa de Bueno se pronuncia após prisão por pedofilia; Dono da Fiji está detido por armazenar fotos de abuso sexual infantil

 

O advogado João França, que defende Bueno Aires, preso nessa quarta-feira (14) por posse de imagens contendo abusos sexuais contra crianças, negou nesta quinta (15) que Bueno tenha cometido pedofilia contra alguma das crianças presentes nas fotos. O advogado contou que a polícia vai periciar computadores e celulares para aprofundar a investigação.

Em entrevista a um programa de rádio em João Pessoa, França afirmou que ainda não tem detalhes sobre o inquérito contra Bueno.

“Ainda vou acessar os autos e analisar os documentos, mas sei que há prisão temporária e que a polícia vai colher provas. Qualquer conclusão no caso é precipitada e é preciso cautela. A polícia vai analisar o WhatsApp, o e-mail do Google e outros equipamentos. A priori, é armazenamento e compartilhamento de imagens. Pelo que eu vi, não há abuso ou conjunção carnal dele (Bueno) com menores”.

O advogado não vai pedir liberação de Bueno antes do fim da prisão temporária de 30 dias estabelecida pela Justiça. Segundo ele, não faz sentido pedir a extinção da temporária, já que Bueno responde a outro processo, do caso Fiji, que também o manterá preso.

Delegado detalhou o caso

O delegado de Crimes Cibernéticos (DECC), João Ricardo, informou que as fotos encontradas no celular e notebook do empresário revelam cenas de sexo explícito.

“São imagens de crianças e adolescentes de cinco anos para cima. Tinha fotos que não são de agora, desde o ano passado e evoluiu. As imagens foram encontradas nos dispositivos móveis dele, como celular e notebook, que foram apreendidos”, revelou o delegado.

João Ricardo disse que o próximo passo da investigação é descobrir se essas imagens encontradas nesses dispositivos móveis eram baixadas da internet ou produzidas pelo próprio Bueno Aires.

“Vamos investigar se há vítimas, se ele produziu as imagens que foram encontradas ou se só baixava da internet. Ainda não é possível dizer que as fotos eram produzidas por ele”, afirmou.

Com Clickpb

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Polêmica

Caso Fiji: Casal de sócios de Bueno Aires passa por audiência de custódia; Confira decisão da Justiça

A empresária Emilene Maria Lima do Nascimento foi solta após audiência de custódia realizada na tarde desta quinta-feira (15/06) depois de ser presa na operação da Polícia Federal que mira um calote superior a R$ 600 milhões na empresa de criptomoedas Fiji.

Já o seu esposo Breno de Vasconcelos Azevedo foi mantido preso e será encaminhado para um presídio em Campina Grande. O outro sócio da Fiji, Bueno Aires já havia sido preso ontem no âmbito de uma investigação envolvendo abuso sexual infantil comandada pela Polícia Civil da Paraíba.

Os investigados captaram recursos de clientes, prometendo pagamento de remuneração expressiva, que seria obtida através de operações de compra e venda de criptoativos. Nos últimos 3 anos foram movimentados pelos principais investigados, valores equivalentes a aproximadamente 600 milhões de reais.

Foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão nos municípios de Campina Grande (3 no bairro de Itararé e 4 no bairro Catolé) e Gurjão, além de 3 mandados de prisão preventiva. Um dos alvos de mandado de prisão foi preso ontem, na cidade do Rio de Janeiro pela Polícia Civil daquele estado, em virtude de ordem de prisão temporária em virtude de crime de abuso sexual infantil.

Com MaurilioJR

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Polêmica

Promotor diz que prisão de Bueno Aires vai ajudar a localizar dinheiro dos investidores da Fiji

MPPB pede bloqueio de R$ 399 milhões de empresa de criptomoedas

O Promotor Sócrates Agra do Ministério Público da Paraíba (MPPB) explicou que a prisão do empresário Bueno Aires José não tem relação com o escândalo envolvendo um esquema bilionário de pirâmide financeira com criptoativos.

Aires  foi preso  por suposto envolvimento com pedofilia, entretanto, com a prisão será possível localizar os valores e devolver o dinheiro dos investidores. “A prisão será importante, pois com acesso aos computadores poderemos fazer o rastreio dos valores para o ressarcimento dos clientes”, frisou.

Bueno Aires deve ser transferido para a Paraíba nesta sexta

Bueno Aires é o proprietário da empresa Fiji Tech, com sede em Campina Grande. Além das acusações de pedofilia, o empresário é alvo de outro inquérito por ter lesado clientes em aproximadamente R$ 400 milhões por meio de uma pirâmide financeira através de uma empresa de investimentos em bitcoins.

Com Clickpb

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Polêmica

Google bloqueou conta de pagamento de clientes da Fiji por suspeita de pedofilia

Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação |  Tecnologia | G1

O empresário e proprietário da empresa Fiji, Bueno Aires José, foi preso por suspeita de envolvimento em casos de pedofilia. O empresário também já era procurado por crime financeiro. As investigações não tem relação uma com a outra, segundo o Promotor Sócrates Agra do Ministério Público da Paraíba (MPPB), mas os crimes estão de certa forma interligados.

Os problemas do empresário começaram quando ele deixou de pagar os juros fixos prometidos aos investidores no último mês de fevereiro e alegou que a corretora internacional com a qual operava, a Kucoin, havia bloqueado seu acesso impossibilitando saques e transferências de recursos.

Um mês depois, a BlockSeer, uma empresa especializada em investigações de crimes cibernéticos, descobriu que na verdade o acesso  aos recursos estava bloqueado porque o email que era utilizado por Aires foi banido pela Google. A Google justificou o banimento da plataforma por suposto envolvimento do empresário com crime de pedofilia.

Aires já responde a um inquérito após ter dado um calote de quase R$ 400 milhões nos clientes, ao montar uma pirâmide financeira disfarçada de investimentos em bitcoins.

Bueno Aires foi preso no Rio  de Janeiro, onde ele estava desde que começou a  ser procurado pela justiça. Após passar por audiência de custódia, ele deverá ser encaminhado a um presídio da Paraíba.

Com Clickpb

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