Judiciário

ELEIÇÕES: Janones fora do ar

Janones fora do ar | O Antagonista

O deputado federal André Janones (Avante-MG), coordenador da campanha digital de Lula, foi obrigado a interromper uma live na manhã desta segunda-feira (24), após tentar associar Roberto Jefferson à campanha de Jair Bolsonaro.

Alvo de uma ação no TSE, Janones foi proibido pelo Tribunal de fazer qualquer ligação entre o ex-deputado, que foi preso ontem por determinação de Alexandre de Moraes, e a campanha do presidente da República

“Eu estou proibido de falar, de dar qualquer declaração ligando Bolsonaro a Roberto Jefferson. Meu advogado está me pedindo para sair do ar. A pedido de Bolsonaro, Twitter está removendo todas as publicações que ligam Bolsonaro a Roberto Jefferson”, declarou Janones durante a live.

O Antagonista

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Judiciário

TSE forma maioria para Lula veicular respostas 116 vezes na propaganda eleitoral de Bolsonaro na TV

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para conceder 116 veiculações de direito de resposta de 30 segundos para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na propaganda eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL) na TV. O conteúdo vai ao ar em 5 emissoras: 24 vezes em cada uma delas.

Os ministros analisam no plenário virtual a decisão da ministra Maria Bucchianeri que inicialmente havia concedido, como direito de resposta, 164 veiculações de 30 segundos para Lula no programa de Bolsonaro.

Bucchianeri agora votou por manter 116 veiculações. O voto dela foi seguido por outros cinco ministros. O plenário do TSE é formado por sete magistrados.

A ministra havia concedido uma primeira decisão favorável à campanha de Lula na quarta-feira (19). Na ocasião, ela entendeu que a campanha de Bolsonaro divulgou desinformação sobre o candidato petista em 164 inserções. Por isso, ela determinou o direito de resposta em igual medida.

Após a campanha de Bolsonaro ter entrado com recurso no tribunal, Bucchianeri suspendeu a própria decisão e remeteu o caso para o plenário, onde todos os ministros votam.

No plenário virtual, ministros apresentam os votos sem a necessidade de participarem presencialmente de uma sessão. O julgamento vai até as 23h59 do sábado.

A propagandas de Bolsonaro que foram alvo da decisão da ministra, após a campanha de Lula ter acionado o TSE, diziam que:

  • Lula foi o candidato mais votado em presídios e, por isso, teria ligação com o crime organizado
  • Lula pediu para o então presidente Fernando Henrique Cardoso libertar os sequestradores do empresário Abílio Diniz

A ministra afirmou que se tratava de fatos “sabidamente inverídicos por descontextualização”.

g1

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Brasil

PGR vai ao Supremo contra resolução que aumenta poderes do TSE

Procurador-geral da República Augusto Aras

A PGR (Procuradoria Geral da República) acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) nesta 6ª feira (21.out.2022) contra trechos da resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que aumenta os poderes da Corte Eleitoral para remover conteúdos de redes sociais. O texto é assinado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. Ele afirma que a medida do TSE é inconstitucional e invade a competência do Legislativo.

Aras questiona trechos que dão ao TSE o poder de determinar, de ofício –ou seja, sem provocação–, publicações de redes sociais. Também dispositivos que fixam multas de R$ 100 mil a R$ 150  mil por ora de descumprimento de decisões do tribunal. Também questiona a possibilidade de a Corte remover temporariamente perfis e páginas em redes sociais. “A censura prévia, vedada constitucionalmente, é o mais severo meio de restrição à liberdade de expressão.

O conceito formal de censura se circunscreve àquela que se impõe previamente; o conceito material, por sua vez, tem alcance mais amplo e contempla não apenas o controle prévio da manifestação do pensamento, mas as sanções civis, penais ou administrativas”, diz a ação. O PGR também afirma que houve “usurpação” da competência do Legislativo, por parte do TSE,  ao aprovar a resolução.

Poder360

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Judiciário

Passageira que sofreu queda em ônibus deverá ser indenizada em R$ 6 mil

Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) - Portal CNJ

Após a queda de uma passageira dentro do transporte coletivo da empresa de ônibus Transnacional, o Tribunal de Justiça da Paraíba condenou a empresa  por danos morais, já que a mulher sofreu uma lesão no punho. O caso aconteceu em 2013.

Considerando o caráter pedagógico e punitivo da indenização por danos morais, bem como a extensão das lesões provocadas, inclusive ocasionando lesão no pulso da recorrente, o TJ entendeu que o valor fixado (R$ 3 mil) não atende aos critérios exigidos, razão pela qual deve a indenização foi reajustada  para R$ 6 mil.

Da decisão cabe recurso.

Blog do BG

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Judiciário

NY Times destaca momento de censura no Brasil: Moraes decide o que pode ser dito online

 

O poder conferido ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, de retirar postagens consideradas “fake news” de redes sociais durante o pleito deste ano de forma “unilateral” foi caracterizado pelo jornal The New York Times como uma das mais “ações mais agressivas tomadas por qualquer país para combater informações falsas”.

“A medida culmina em uma estratégia cada vez mais assertiva das autoridades eleitorais no Brasil para reprimir a desinformação que inundou a corrida presidencial do país nos últimos dias, incluindo alegações de que os candidatos são satanistas, canibais e pedófilos”, escreveu a publicação na edição desta sexta-feira (21/10).

A reportagem destaca as novas regras, aprovadas por unanimidade pelos sete juízes federais que compõem o Tribunal Eleitoral do Brasil, que ampliou os poderes ampliados do chefe das eleições. “De acordo com as regras aprovadas na quinta-feira, o chefe das eleições pode ordenar a remoção imediata de conteúdo que ele acredita ter violado ordens anteriores. As redes sociais devem cumprir as ordens de retirada do chefe eleitoral em até duas horas ou enfrentar uma possível suspensão de seus serviços no Brasil”, apontou.

98Fm

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Judiciário

ELEIÇÕES: Resultado da disputa ao Governo da Paraíba deve sair até às 20h, prevê TRE

Justiça Eleitoral envia novas urnas para votação no exterior - Diário do Poder
O secretário de Tecnologia  da Informação do  Tribunal Regional Eleitoral  da Paraíba (TER-PB), José Cassimiro afirmou na tarde desta sexta-feira (21) que a Paraíba deverá conhecer o novo governador até às 20 horas, no domingo (30).

“Corrigimos algumas falhas e como no segundo turno o processo de votação será mais rápido pelo fato de existir apenas dois candidatos, acreditamos que vamos cumprir esse prazo”, disse o secretário, durante entrevista a um programa de rádio de João Pessoa.

Cassimiro afirmou que hoje, o TRE deverá está concluindo a preparação  das  9.602 urnas eleitorais que serão utilizadas no próximo dia 30 em toda a Paraíba.

Ele disse ainda que depois de prontas, as urnas seguirão para um galpão do Tribunal que será vigiado 24 horas.  Apenas na próxima quinta-feira (27), as urnas serão entregues aos Cartórios Eleitorais para serem instaladas nas respectivas seções eleitorais o que deve acontecer entre a sexta-feira (28) e o sábado (29).

Paraíba

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Brasil

STF determina que licença-maternidade comece na alta hospitalar

Licença maternidade no Brasil: entenda como funciona - Factorial

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve concluir, nesta sexta-feira (21/1), a votação sobre o período de início da licença-maternidade. Entretanto, por maioria, a Suprema Corte definiu, na quinta-feira (20/10), que o início do benefício deve começar a contar a partir do que ocorrer por último: ou a alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido, desde que o prazo de internação não ultrapasse duas semanas.

O pedido foi apresentado pelo partido Solidariedade e tramita na Corte desde 14 de outubro. Na ação, a legenda apontou que o caso precisava ser discutido por “decisões discrepantes da Justiça em casos de nascimento de bebês prematuros que precisam ficar internados”.

Com o relator, o ministro Edson Fachin, já votaram até o momento: Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Roberto Barroso e Dias Toffoli, formando maioria entre os 11 magistrados.

No Brasil, o salário-maternidade é devido à segurada da Previdência Social, durante 120 dias, com início no período entre 28 dias antes do parto e a data de ocorrência deste, observadas as situações e condições previstas na legislação no que concerne à proteção à maternidade.

Blog do BG

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Judiciário

‘CADÊ O DINHEIRO?’ 53 municípios da PB não informam dados de convênios milionários entre prefeituras e Estado

O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) publicou nesta sexta-feira (21), o segundo relatório sobre análise dos convênios celebrados entre o Governo do Estado da Paraíba e municípios paraibanos para a construção de creches. O primeiro relatório foi publicado no mês de agosto.

O levantamento detectou que  208 municípios já receberam mais de R$ 209 milhões do Governo Estadual. Desse total, 53 municípios ainda não informaram, ao Sistema Sagres do TCE-PB, as contas bancárias criadas para a movimentação dos recursos do convênio. “Isso ocorre mesmo após os municípios terem sido alertados no mês de agosto sobre a necessidade do envio de tais informações”, destaca a auditoria.

Ainda segundo o TCE, apenas 83 municípios realizaram procedimentos licitatórios para a construção de creche. Foram identificados, até 30 de setembro, pagamentos para apenas 29 unidades.

Blog do BG

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Brasil

TSE suspense decisão que dava 164 direitos de resposta a Lula

ConJur - TSE dá direito de resposta a Lula em programa de Bolsonaro

A ministra Maria Cláudia Bucchianeri, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu direito de resposta para o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que daria a ele 164 inserções de 30 segundos na propaganda partidária do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.

A ministra decidiu agora que o plenário do TSE deve analisar o caso. Ela optou por essa medida após a campanha de Bolsonaro ter entrado com um embargo de declaração (tipo de recurso). Bucchianeri afirmou que esse embargo não era compatível “com a celeridade inerente aos processos de direito de resposta, bem assim com a colegialidade que norteia os julgamentos sobre propaganda”.

Por isso, ela decidiu suspender o direito de resposta de Lula enquanto o plenário não analisar o caso. “Nesse contexto, recebo os presentes embargos declaratórios como recurso inominado […] e a ele atribuo, excepcionalmente, eficácia suspensiva, até respectiva análise colegiada”, escreveu a ministra.

G1

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Brasil

Redes sociais criticam decisão do TSE para tirar posts do ar em até 2h


A resolução aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (20), que reduz o prazo para plataformas digitais excluírem publicações contendo fake news, gerou críticas e questionamentos por parte das empresas.

Representantes das redes sociais ouvidos pelo Metrópoles apontam dificuldades para cumprir a determinação. Algumas consideram até ser “inviável” fazer alterações imediatas nas equipes, a fim de possibilitar a remoção de URLs em duas horas desde já e em até uma hora no dia do segundo turno das eleições (30/10).

A norma chancelada pelo TSE aumenta o poder de polícia da Justiça Eleitoral e abre a possibilidade de retirada de conteúdo desinformativo em até duas horas. A Corte vai poder determinar que as plataformas derrubem um conteúdo, mesmo não haja ação de um candidato ou coligação contra essa publicação. Se for considerado que aquela fake news já foi discutida pelo plenário do tribunal e removida em outros locais, a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do órgão poderá obrigar a retirada do ar.

Antes, o prazo para a remoção de posts era de 24 horas. Agora, o estipulado poderá ser de até duas horas. “A exceção virou regra. Como vou excluir dezenas de conteúdos que chegam do TSE e de todos os TREs em duas horas? Sem treinar equipe, sem contratar, a 10 dias das eleições? É inviável. Decisão judicial se cumpre, lógico, mas é preocupante”, analisou o integrante de uma das plataformas digitais. Todas os representantes de redes ouvidos pelos Metrópoles preferiram não se identificar por temer retaliações.

Há preocupação também sobre a nova multa por descumprimento, que varia de R$ 100 mil a R$ 150 mil por hora: “É o taxímetro da multa, com a hora em mais de R$ 100 mil”, reclamou representante de plataforma.

Princípio da anualidade

Outro questionamento feito pelas redes sociais e por especialistas ouvidos pelo Metrópoles é acerca da anualidade eleitoral. Esse entendimento considera que as regras da eleição seguinte devem ser definidas até um ano antes do dia das votações.

Esse princípio está expresso no artigo 16 da Constituição de 1988, para o qual “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”. Em conformidade com a Constituição, os conceitos de segurança jurídica, de eficácia normativa e de processo eleitoral estão intimamente ligados ao princípio da anterioridade.

Metrópoles

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