Brasil

URGENTE: TSE muda versão, responsabiliza servidor e o acusa de mentir criminosamente

TSE desconfia de atuação e exonera servidor, que vai à PF | Eleições 2022 | Valor Econômico

O Tribunal Superior Eleitoral afirma que as alegações feitas pelo servidor Alexandre Gomes Machado em depoimento perante a Polícia Federal  são falsas e criminosas e, igualmente, serão responsabilizadas. Ele foi exonerado hoje (26) do cargo em comissão de confiança de Assessor (CJ-1) da Secretaria Judiciária.
Segundo o TSE, a demissão foi motivada por indicações de reiteradas práticas de assédio moral, inclusive por motivação política, que serão devidamente apuradas.
A nova versão contradiz o que o TSE afirmou mais cedo quando questionado sobre a exoneração: “Em virtude do período eleitoral, a gestão do TSE vem realizando alterações gradativas em sua equipe.”
Na nova nota, o tribunal também não explica se os episódios de suposto assédio moral foram documentados, se os funcionários supostamente assediados registraram ocorrência e por que só agora o TSE resolveu instaurar apuração.
Mais cedo, a Corte Eleitoral disse que não era ela quem faz a distribuição do conteúdo. ”A Corte Eleitoral conclui ser papel dos canais de rádio e TV de todo o país manter contato com o pool de emissoras, recebe as mídias encaminhadas pelos partidos em formato digital e que gera os sinais para todo o país”.
Blog do BG com informações do TSE

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Brasil

Campanha de Lula pede para TSE monitorar 81 perfis bolsonaristas

 

A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitora) o monitoramento das redes sociais de 81 perfis supostamente dedicados a propagar informações falsas contra o candidato petista, ameaçar instituições democráticas e desestabilizar o processo eleitoral. Os perfis operam no Telegram e no Twitter.

A pedido da campanha petista, o TSE abriu na semana passada uma AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) para investigar o que o PT batizou de “ecossistema de fake news” criado por aliados do presidente Jair Bolsonaro para atacar Lula nas eleições.

Ao abrir a ação, o ministro Benedito Gonçalves enfatizou que a medida era importante como tentativa de frear a desinformação nas campanhas.

Uol

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Judiciário

Festa do governador eleito da PB será na Lagoa e a do presidente, na orla de JP, decide Justiça Eleitoral

Aparte: desafios que esperam João Azevedo e Pedro no 2º turno

A festa da vitória do governador que será eleito na Paraíba no próximo domingo (30) será realizada no Parque da Lagoa, no Centro de João Pessoa. Já os eleitores do presidente da República eleito poderão se reunir no Busto de Tamandaré, na orla.

A decisão é da Justiça Eleitoral e das forças de Segurança do Estado da Paraíba após reunião na última terça-feira (25) com a participação dos promotores eleitorais que atuam em todo o Estado.

A procuradora-Regional  Eleitoral, Acácia Suassuna, disse que a definição ocorreu depois de sugestões apresentadas pelo Comando-Geral da Polícia Militar, levando em conta questões como estrutura, segurança e fluxo para o atendimento do eleitor.

Também foi decidido, que em Campina Grande, a festa da vitória do presidente eleito será na Praça da Bandeira, enquanto que o governador eleito será festejado no Parque do Povo.

Blog do BG

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Judiciário

Senador paraibano eleito aponta gravidade de erro do TSE em inserções de Bolsonaro e prevê desdobramentos

Ao vivo: Efraim Filho, líder do DEM na Câmara, concede entrevista ao  Poder360
O senador paraibano eleito pelo União Brasil, Efraim Filho se posicionou hoje (26), em relação a exoneração do servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-geral da Presidência, responsável pela coordenação do pool de emissoras que transmitem a propaganda eleitoral em rádio e TV no país.

Para ele, o episódio é considerado gravíssimo e tem potencial para provocar desdobramentos eleitorais e institucionais contra o TSE. “Se trata de uma denúncia gravíssima com capacidade de influenciar no pleito e terá sim desdobramentos políticos eleitorais e institucionais”, declarou.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que a coligação do atual chefe do Executivo ingressou com ações no TSE para denunciar que o presidente teve 154 mil inserções de rádio a menos do que o petista nas últimas duas semanas.

Blog do BG com informações do ClickPB

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Brasil

VÍDEO: Chefe da AGU diz que poder de polícia do TSE é inconstitucional


Bruno Bianco, advogado-geral da União, foi às redes sociais na noite de terça-feira (26/10) para criticar a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que ampliou os poderes da Corte Eleitoral no combate às fake news.

“A Advocacia-geral da União entende que o ato é eivado de inconstitucionalidade. Exorbitou-se o Poder regulamentar para institucionalizar poderes ao Tribunal Superior Eleitoral, de uma espécie de censor eleitoral”, disse Bianco.

“Não é possível ao Poder judicial eleitoral realizar controle de tamanha magnitude sob perfis e manifestações”, afirmou.

A decisão da Corte agiliza a remoção de notícias falsas nas redes sociais. A medida faz com que o conteúdo seja retirado do ar em até duas horas, sem a necessidade do tribunal analisar ação por ação. Em defesa da medida, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, afirmou à época da aprovação da norma que isso reduziria o tempo que as fake news permaneceriam no ar.

“Verificando que aquele conteúdo foi repetido, não haverá necessidade de uma nova representação ou decisão judicial, haverá extensão e imediata retirada dessas notícias fraudulentas”, disse.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

“Tem dedo do PT”, diz Bolsonaro sobre caso das inserções

Bolsonaro afirma que PT e TSE precisam explicar supressão de inserções em rádios

O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quarta-feira (26 que “tem dedo do PT” no caso envolvendo a suposta supressão de inserções de sua campanha em rádios. O chefe do Executivo afirmou ser “vítima” de um caso de “interferência” e “manipulação de resultados”.

Ele declarou que o PT e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) “têm muito que se explicar”. “Aí tem dedo do PT. Não tem coisa errada no Brasil que não tenha dedo do PT. O que foi feito, comprovado por nós, pela nossa equipe técnica, é interferência, é manipulação de resultado.

Eleições têm que ser respeitadas, mas lamentavelmente PT e TSE têm muito que se explicar nesse caso”, disse em comício em Teófilo Otoni (MG).

O presidente também disse que demissão de um funcionário do TSE não encerrará o assunto.

Nesta segunda-feira, o TSE demitiu Alexandre Gomes Machado, de 51 anos, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria Geral da Presidência. Ele prestou depoimento à Polícia Federal e afirmou que foi demitido depois de relatar supostas irregularidades na veiculação de inserções de Bolsonaro.

Metrópoles

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Brasil

TSE responsabiliza emissoras por inserções de propaganda

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) respondeu, na manhã desta quarta-feira (26), as denúncias que a campanha de Jair Bolsonaro fez de que rádios, especialmente no Nordeste, deixaram de veicular mais de 150 mil inserções de suas propagandas eleitorais. A Corte Eleitoral disse que não é ela quem faz a distribuição do conteúdo.

“Compete às emissoras de rádio e de televisão cumprirem o que determina a legislação eleitoral sobre a regular divulgação da propaganda eleitoral durante a campanha”, escreveu o TSE em comunicado. “É importante lembrar que não é função do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) distribuir o material a ser veiculado no horário gratuito. São as emissoras de rádio e de televisão que devem se planejar para ter acesso às mídias e divulgá-las.”

A Corte Eleitoral conclui ser papel dos canais de rádio e TV de todo o país manter contato com o pool de emissoras, recebe as mídias encaminhadas pelos partidos em formato digital e que gera os sinais para todo o país.

Mais cedo, o TSE exonerou o encarregado pelas inserções no horário eleitoral.  Alexandre Gomes Machado, que trabalhava como assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência, prestou depoimento à PF e disse acreditar que sua saída se deu às seguidas críticas às falhas da fiscalização e do acompanhamento destas inserções, que viriam ao menos desde 2018.

O Antagonista

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Brasil

Relatório entregue pela campanha de Bolsonaro ao TSE traz amostragem de inserções em excesso para Lula e nomes das rádios

A campanha de Jair Bolsonaro protocolou há pouco no Supremo petição em que detalha as provas usadas para sustentar a denúncia de que rádios, especialmente no Nordeste, deixaram de veicular mais de 150 mil inserções de propaganda eleitoral do presidente.

Os advogados anexaram o relatório (com login e senha de acesso) de auditoria de mídia realizada pela empresa Audiency Brasil Tecnologia Ltda. Também fizeram um recorte amostral de oito rádios de municípios da Bahia e de Pernambuco, que deixaram de veicular 730 inserções da campanha de Bolsonaro — beneficiando indiretamente Lula (Veja tabela abaixo).

No documento enviado ao TSE, a campanha de Bolsonaro enviou um link no qual lista oito rádios e os horários em que teriam reproduzido mais inserções de programa eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que do atual mandatário da República, que tenta a reeleição.

As rádios citadas pela campanha são as seguintes:

  • Bispa FM (Recife/Pernambuco)
  • Hits FM (Recife/Pernambuco)
  • Clube FM (Santo Antônio de Jesus/Bahia)
  • Extremo Sul FM (Itamaraju/Bahia)
  • Integração FM (Surubim/Pernambuco)
  • Povo FM (Poções/Bahia)
  • Povo FM (Feira de Santana/Bahia)
  • Viva Voz FM (Várzea da Roça/Bahia)

Nesta amostragem, a campanha também se deparou com outro problema: excesso de inserções a favor do petista.

“Na mesma operação, pôde-se verificar a existência de uma situação ainda mais inquietante, que não se resume simplesmente a diferença entre quantidade de inserções, mas sim de um excesso de veiculação em favor da Coligação adversária, que diversas vezes extrapolou o limite de 25 inserções diárias.”

“A absoluta veracidade do que aqui exposto pode ser atestada, a título de amostragem, pela  verificação da programação integral de um dia inteiro de cada uma das emissoras mencionadas na tabela acima. A mera verificação da programação normal das emissoras permitirá, a qualquer cidadão, identificar a aludida discrepância na veiculação das inserções”, diz a campanha. 

Diante da acusação de Alexandre de Moraes de que a denúncia poderia ser enquadrada como tentativa de tumultuar o processo eleitoral, os advogados alegam que, antes de apresentarem a petição inicial, “os dados mencionados foram checados sucessivas vezes”.

Além disso, a campanha vai contratar uma terceira auditoria para proceder a checagem do trabalho já realizado. “Não bastasse, por  extremo apego à fidedignidade das informações preliminares submetidas ao elevado crivo da Presidência, no momento do peticionamento administrativo, informa-se que estão em andamento tratativas negociais concernentes à contratação de uma terceira auditoria.”

Com informações de O Antagonista

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Judiciário

Nenhum eleitor poderá ser preso a partir desta terça-feira

A partir de hoje (25), nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, exceto em casos de “flagrante delito” ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável. Está também prevista prisão para pessoas que impeçam o direito de as pessoas transitarem livremente. As medidas valem até 48 horas após o segundo turno das eleições, conforme previsto no Código Eleitoral.

De acordo com o Artigo 236, membros das mesas receptoras e fiscais de partido também não poderão ser detidos ou presos durante o exercício de suas funções, “salvo caso de flagrante delito”.

Segundo a legislação, nenhuma autoridade poderá, desde cinco dias antes e até 48 horas após o encerramento da eleição, “prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto [direito de transitar livremente]”.

Caso ocorra “qualquer prisão”, o detido deverá ser imediatamente conduzido à presença do juiz competente, a quem caberá verificar a ilegalidade da detenção. Confirmada a ilegalidade, caberá ao juiz relaxar a prisão e responsabilizar eventuais coautores da detenção.

Agência Brasil

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Judiciário

Campanha de Bolsonaro diz que Lula teve 730 inserções a mais nas rádios da PB


A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, alegou que está sendo “censurada” por rádios pelo país para favorecer o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva. Uma hora depois da entrevista, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, classificou a denúncia como inconsistente, disse que o relatório apresentado à Corte era “apócrifo” e pediu provas.

Somente na Paraíba, segundo o relatório entregue à Justiça Eleitoral, foram cerca de 730 inserções a menos veiculadas em desfavor de Jair Bolsonaro nas rádios do estado. O relatório foi apresentado pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria. Segundo ele, a distorção representa 18,24% a menos na quantidade de inserções.

A campanha alega que foram 154.085 inserções de rádio do PT a mais do que o candidato do PL entre os dias 7 e 21 de outubro do segundo turno do pleito eleitoral, de acordo com uma auditoria na programação de emissoras de rádio de todo o país. Cada inserção que não foi divulgada tem 30 segundos de duração. Segundo a campanha de Bolsonaro, os materiais que deixaram de ser veiculadas correspondem a 1.283 horas de conteúdos não exibidos.

O ministro Alexandre Moraes, no entanto, analisou o pedido e deu 24 horas para Bolsonaro apresentar provas do que alega. “Os fatos narrados não foram acompanhados de qualquer prova e/ou documentos sério, limitando-se a juntar um suposto e apócrifo relatório de veiculações de rádio”, escreveu Moraes. O presidente do TSE advertiu, ainda, que a campanha pode responder por crime eleitoral se não apresentar as provas.

A alegação foi feita dois dias depois de o TSE conceder direito de resposta para o petista na TV e tirar quase uma hora de propaganda do candidato à reeleição nas emissores de televisão. Os advogados de Bolsonaro argumentam que diferença entre o número de inserções dos dois candidatos à Presidência é “gravíssimo” e pode levar à “ilegitimidade” das eleições.

No documento entregue ao TSE, a campanha não citou as rádios que supostamente teriam deixado de veicular as propagandas, os municípios onde Lula teria sido beneficiado com a articulação e quantos eleitores foram impactados ao ouvir mais inserções do PT.

MaisPB

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