Judiciário

Acusados de matar diarista da PB no Rio de Janeiro são condenados a 76 anos de prisão

O juiz Flavio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, condenou nesta quarta-feira (16) a 76 anos, dois meses e 20 dias de prisão os pintores Jhonatan Correia Damasceno e William Oliveira Fonseca pelos assassinatos da idosa Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e da diarista paraibana Alice Fernandes de Silva, de 51.

Elas foram mortas e degoladas dentro do apartamento de Martha, no Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O local ainda foi incendiado pelos criminosos, o que carbonizou o corpo das vítimas.

Na sentença, o juiz destacou a manutenção da prisão dos condenados e a extrema violência e crueldade do crime.

“O crime foi perpetrado com extrema e exacerbada crueldade – esgorjamento – contra duas mulheres indefesas, perpetrado em concurso de pessoas, dificultando, assim, eventual reação das vítimas, de longa duração do delito. Os réus ingressaram no apartamento da vítima Martha por volta das 13h30 e de lá saíram juntos por volta das 16h40 -, já que durante horas, as vítimas, antes de serem mortas, ficaram amordaçadas e amarradas, sofrendo, dessa forma, verdadeira ‘tortura’ física e moral”, escreveu na setença.

Ao saber da sentença, Diogo Fernandes, filho de Alice, diz que decisão traz um alívio muito grande para a família.

“Isso não vai trazer minha mãe de volta, mas dá a sensação de que a justiça foi feita, traz um alívio muito grande para a família. Agora, espero que eles fiquem bastante tempo na cadeia e cumpram pena por toda crueldade e barbaridade que fizeram”, disse Diogo ao g1.

Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e a diarista Alice Fernandes da Silva, de 51, mortas no Flamengo — Foto: Reprodução/TV Globo
 Foto: Reprodução/TV Globo

Ele falou ainda que o julgamento rápido é importante para ajudar a aliviar a saudade da mãe.

“A gente tenta lidar com a saudade todo dia. Agora mesmo, vai chegar o Natal e não vamos tê-la conosco. Ela era tudo para nossa família, juntava todo mundo em volta dela. Vamos colocar uma foto dela na mesa da ceia, porque, ela não vai estar fisicamente, mas sempre vai estar com a gente”, disse Diogo emocionado.

O crime

Jhonatan Correia Damasceno e William Oliveira Fonseca mataram Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e a diarista Alice Fernandes da Silva, de 51 anos, no dia 9 de junho. O caso, registrado como latrocínio – roubo seguido de morte -, revelou uma crueldade por parte dos criminosos que, degolaram as vítimas e tentaram colocar fogo no apartamendo, carbonizando os corpos.

Jhonatan já tinha sido contratado duas vezes para fazer serviços de pintura no apartamento de Martha. Aproveitando-se que já era conhecido no prédio, combinou o ataque à idosa com William.

Eles subiram ao apartamento, renderam, amarraram e amordaçaram as vítimas exigindo que Martha assinasse cheques no valor de R$ 15 mil. William foi ao banco e descontou os cheques. Ao retornar ao apartamento, os dois decidiram matar as vítimas.

Jhonatan foi preso no dia 10 de junho e confessou participação no crime, na delegacia. William se entregou à polícia no dia 11 de junho.

Ainda de acordo com a denúncia do Ministério Público, Jhonatan e William, se acusaram mutuamente pelo planejamento do duplo assassinato. William diz que Jhonatan teve medo de ser reconhecido, pois tinha trabalhado como pintor para a idosa e no prédio. Jhonatan alegou que William também ficou com receio do reconhecimento, por ter tirado a máscara. William admitiu ter matado as duas mulheres por ordem de Jhonatan, que foi responsável pelo incêndio no apartamento. Além do dinheiro, foram roubados joias e celulares que estavam no imóvel.

G1 RJ

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Judiciário

Moraes envia à PGR pedido de Calero para afastar ministro da Defesa

Forças Armadas cometem novo erro com relatório a Alexandre de Moraes | VEJA

O ministro Alexandre de Moraes encaminhou nesta quarta-feira (16) à Procuradoria Geral da República pedido do deputado Marcelo Calero para afastar o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira.

No pedido, protocolado em 11 de novembro, Calero alega que Nogueira tem feito declarações sobre supostas fraudes no processo eleitoral, agindo em benefício do presidente Jair Bolsonaro e seus aliados.

Ele lembra que o próprio Ministério da Defesa não apontou a existência de fraude eleitoral. Para o deputado, a permanência do ministro põe em risco a integridade física dos cidadãos que seriam “incentivados quase que involuntariamente” a apoiar a ruptura constitucional brasileira.

“A preocupação maior é que haja alguém num órgão como o ministério da Defesa insuflando essa atitude golpista. Ele faz questão de alimentar isso essa movimentação de desmoralização da democracia“, disse.

O Antagonista.

 

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Judiciário

Justiça Eleitoral multa Pedro Cunha Lima por ter impulsionado conteúdo negativo contra João Azevêdo

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) multou hoje, (14) o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), ex-candidato ao Governo do Estado nas eleições deste ano, por impulsionamento de conteúdo negativo no YouTube contra o governador João Azevêdo (PSB), durante a campanha eleitoral.

O pedido de liminar foi ajuizado pela Coligação Juntos pela Paraíba, formada por PSB, AGIR, PP, AVANTE, PMN, PSD, SOLIDARIEDADE, PODEMOS, REPUBLICANOS, PATRIOTA e PROS. O TRE-PB multou o parlamentar em R$ 5 mil.

O pedido de liminar afirma que o ex-candidato Pedro Cunha Lima “divulgou mediante impulsionamento pago na plataforma Youtube, no dia 22.10.2022, um vídeo com propaganda eleitoral negativa em desfavor do representante, com investimento no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) e que já conta com aproximadamente 10 mil visualizações”.

A Justiça eleitoral entendeu que o vídeo impulsionado não tem o objetivo de “promover ou beneficiar candidatos ou suas agremiações, mas, ao contrário, difundir ataques de conteúdo negativo contra à pessoa do representante, seu adversário político nas eleições de 2022”.

O conteúdo impulsionado já foi removido das redes sociais.

Com informações do blog do ninja

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Brasil

Em Nova York, Alexandre de Moraes volta a defender a regulação da mídia

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), afirmou nesta segunda (14) que “a democracia foi atacada no Brasil, mas sobreviveu”.

Ele fez uma breve fala na abertura da Lide Brazil Conference, organizada pelo grupo Lide, da família do ex-governador paulista João Doria, em Nova York. Do lado de fora do local do evento, no centro de Manhattan, há manifestantes criticando os ministros do Supremo e o sistema eletrônico de votação do Brasil.

Segundo Moraes, sem nominar o presidente Jair Bolsonaro (PL) ou seus apoiadores, “não é possível que as redes sociais sejam terras de ninguém”. “Isso começou aqui nos EUA, na extrema-direita, chegou ao Leste Europeu e depois ao Brasil”, disse.

“Se pretende não substituir o sistema político”, disse, sobre o que chamou de milícia digitais. “O que se pretende é substituir o sistema político. O que se pretende atacar é a própria democracia”, afirmou.

O ministro defendeu o Judiciário. “O Poder Judiciário atuou para chegarmos às vésperas do final do ano com a democracia garantida. A democracia foi atacada, aviltada, mas sobreviveu. O Judiciário não foi cooptado, não foi aumentado, foi uma barreira a qualquer ataque à liberdade”, disse.

“Supremo é o povo. O povo se pronunciou, e a eleição acabou, só cabe respeitar o resultado. O resto é espírito antidemocrático, quando não selvageria”, afirmou o ministro Luís Roberto Barroso, também presente. “Eu estive na COP-27 no Egito, não vejo por que não possa debater com empresários brasileiros”, afirmou, sobre a crítica à presença de magistrados no evento do Lide.

Ele tentou dissociar a atuação do STF da política. “Criou-se uma lenda no Brasil de que o Supremo Tribunal Federal é contra o presidente. Todos os presidentes tiveram queixas do Supremo, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff. A única diferença é que nenhum deles atacou o Supremo. Nós não temos lado, só o das instituições”, afirmou.

Barroso disse que “só não existe tensão entre o Poder Judiciário e o Executivo em países em que as cortes foram cooptadas”, citando Rússia, Hungria e Venezuela.

E delineou o que considera prioritário para o país. “Um país onde há gente passando fome precisa parar tudo e cuidar disso. E é preciso dar prioridade à educação básica. Quem acha que o problema da educação é a Escola sem Partido ou discutir se 1964 foi ou não golpe está assustado com a assombração errada e está nos atrasando na história”, afirmou.

“Mentir precisa voltar a ser errado de novo”, disse.

Folha de S. Paulo

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Brasil

Flordelis é condenada a 50 anos de prisão pelo homicídio do pastor Anderson do Carmo

A ex-deputada Flordelis foi condenada a 50 anos e 28 dias pelo homicídio do pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019. A pastora foi condenada por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, além uso de documento falso e associação criminosa armada.

Simone dos Santos Rodrigues, filha biológica de Flordelis, foi condenada a 31 anos e 4 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado e associação criminosa armada.

Rayane dos Santos, neta biológica da ex-deputada e Marzy Teixeira e André Luiz de Oliveira, filhos adotivos de Flordelis, foram inocentados. A decisão foi tomada pela 3ª Vara Criminal de Niterói após mais de seis dias de julgamento em júri popular.

“Entendemos que foi esse processo que formou uma pressão que levou a este fato dado”, avaliou Janira Rocha, que também faz parte da defesa de Flordelis.

“O placar foi bem apertado, não foi unânime a condenação dela”, afirmou o advogado Rodrigo Faucz, que também defende a ex-deputada.

O advogado assistente de acusação dedica a condenação de Flordelis à família de Anderson do Carmo, e disse que está satisfeita com a condenação e ainda chamou a ex-deputada de “chefe da organização criminosa”. Ele ainda afirmou ainda que não vai recorrer da absolvição de André Luiz, Marzy e Rayane.

Flordelis nega participação na morte do marido, o pastor Anderson do Carmo

A ex-deputada Flordelis disse durante o interrogatório que abusos que o pastor cometia dentro de casa foram a motivação para que fosse assassinado – abusos inclusive contra ela.

Flordelis voltou a negar, no entanto, que tenha envolvimento na execução. A ex-deputada lembrou que dois filhos – Flávio dos Santos Rodrigues e Lucas Cézar dos Santos de Souza – foram condenados pela execução, mas disse que não poderia dizer quem foram os autores porque não estava na cena do crime.

“Eu não posso acusar ninguém, eu não estava presente no local, eu não vi. Eu não posso afirmar. Meu filho Flávio foi sentenciado e meu filho Lucas foi sentenciado.”

Flordelis se emocionou muito durante o interrogatório. Um dos jurados chegou a perguntar se o choro era real, e a ex-deputada confirmou que “sim”.

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Judiciário

Estado é condenado a realizar reforma em escola de Campina Grande

O Estado da Paraíba foi condenado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba a realizar a reforma e construção da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Murilo Braga, localizada no bairro Liberdade, em Campina Grande. o prazo estipulado é de 180 dias.

Entre o problemas que o Estado deve sanar estão a eliminação das goteiras/vazamentos e infiltrações em toda unidade escolar, construção do auditório, realização de reparos nas paredes, pintura, teto, piso, portão e muro, reforma nos banheiros e construção dos banheiros exclusivos para professores e servidores, implantação e execução do projeto de segurança e proteção contra Incêndio, bem como reforma da cozinha e construção do refeitório.

Caso a determinação não seja cumprida, pode ser cobrada uma multa de R$100 mil por cada mês de atraso na iniciação das obras, devendo ser inicializadas no prazo de 180 dias.

Ao recorrer da decisão, o Estado da Paraíba alega que a sentença se equivocou quanto às persistências das deficiências elencadas pelo Ministério Público, estando a escola em plena condição de funcionamento. Assevera que a sentença deve ser reformada, ao argumento de que o magistrado de 1º Grau ultrapassou os limites de sua competência, pois os atos em questão estão inseridos dentro da esfera de discricionariedade do Poder Executivo pela limitação de natureza orçamentária.

No exame do caso, a relatora do processo, Desembargadora Maria das Graças Morais Guedes, observou que os entes públicos não podem se esquivar de sua obrigação constitucional em assistir a seus cidadãos, principalmente, no que se refere à educação, direito fundamental do ser humano, negando-se a fornecer o básico de uma escola.

“Para garantir educação aos cidadãos, é preciso que o Estado implemente medidas mínimas que garantam a eficiente manutenção do aluno na escola capaz de assegurar o comparecimento de crianças e jovens no ensino, máxime quando tal direito/dever é previsto em tanto na Constituição Federal, como na própria Lei Orgânica do Estado”, pontuou.

O Estado ainda pode recorrer da decisão.

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Judiciário

Cabo Gilberto tem conta do Twitter suspensa pela justiça


O deputado federal  eleito Cabo Gilberto (PL) teve sua conta no Twitter retida por determinação da Justiça, nesta terça-feira (8). Durante sessão na Assembleia Legislativa, Cabo Gilberto criticou a “censura” e a “ditadura da toga”. “Os parlamentares estão sendo cassados das redes sociais”, afirmou.

Cabo Gilberto faz parte da base aliada de Bolsonaro e compartilhou imagens de bolsonaristas que protestam contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No último domingo, o ex-candidato a vice-presidente, Marcos Cintra, que disputou a eleição na chapa de Soraya Thronicke (União Brasil), teve sua conta suspensa no Twitter. No mesmo dia, os deputados federais Coronel Tadeu (PL-SP) e Major Vitor Hugo (PL-GO) também perderam suas contas.

Blog do BG PB

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Judiciário

Terceiro acusado de matar ex-prefeito de Bayeux é condenado a 18 anos anos de prisão

O terceiro homem acusado de assassinar o ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, foi condenado a 18 anos e 8 meses de prisão em regime fechado, nesta terça-feira (8). Gean Carlos Nascimento de Lima vai responder por homicídio qualificado. Outros dois homens envolvidos no crime já haviam sido julgados e condenados a 20 e 24 anos de prisão, respectivamente, em abril deste ano.

O ex-prefeito Expedito Pereira foi morto em dezembro de 2020, no bairro de Manaíra, em João Pessoa. Ele andava sozinho quando um homem em uma moto se aproximou e atirou nele, fugindo logo em seguida.

De acordo com Daniel Alisson, advogado do acusado, a defesa ainda irá conversar com o acusado e a família dele para decidir se vai recorrer da decisão.

O ex-prefeito de Bayeux e ex-deputado estadual da Paraíba Expedito Pereira (MDB) foi morto após ser baleado em dezembro de 2020, em João Pessoa. Expedito andava sozinho pelo bairro de Manaíra quando um homem em uma moto se aproximou e atirou nele, fugindo logo em seguida.

Após dois meses do crime, a investigação policial concluiu que o sobrinho de Expedito Pereira planejou a morte do tio por dinheiro. Leon Nascimento teria sido o executor, enquanto Gean Carlos da Silva Nascimento teria ido buscar a moto e entregar a arma que foi usada no crime.

Segundo a polícia, os autores do crime agiram para encobrir outras ações cometidas pelos suspeitos contra a vítima, como gastos excessivos dos bens materiais e posse do patrimônio do ex-gestor.

José Ricardo Alves, sobrinho de Expedito Pereira, foi condenado a 20 anos de prisão em regime inicial fechado. Já Leon Nascimento dos Santos foi condenado a 24 anos de prisão, em regime fechado. Os dois foram condenados pelo crime de homicídio qualificado.

G1

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Judiciário

Prejuízo de quase R$ 19 milhões na gestão de João Azevedo entra na pauta de julgamento do TCE

O Tribunal de Contas do Estado marca para o dia 7 de dezembro o julgamento do prejuízo de R$ 18,9 milhões no contrato do Governo da Paraíba com a organização social IPCEP para gestão do Hospital Metropolitano de Santa Rita, em 2019..

O valor se refere a seis meses de gestão do IPCEP a frente da unidade hospitalar no primeiro semestre de 2019, já na gestão do atual governador João Azevedo.

O IPCEP e a Cruz Vermelha Brasileira foram trazidas à Paraíba pelo ex-governador Ricardo Coutinho, responsável por contratar as organizações a partir de julho de 2011 para administrar grandes hospitais, UPAs e outras unidades de saúde no estado da Paraíba.

A Operação Calvário denunciou o maior esquema de corrupção na história da Paraíba, que segundo o Gaeco funcionava a partir da contração das organizações sociais, que por sua vez, contratavam outras diversas empresas, sem necessidade de licitação, com superfaturamento para sobra de dinheiro que seria repassado a autoridades na Paraíba.

O processo que tramita no TCE-PB, trata-se de Inspeção Especial de Acompanhamento de Gestão, referente a administração do IPCEP a frente do Hospital Metropolitano nos seis primeiros meses de 2019. O TCE através de acórdão já imputou o débito de R$ 19 milhões.

Os representantes do IPCEP já interpuseram recurso de reconsideração ao qual foi negado provimento, e agora o TCE vai julgar o segundo recurso, de revisão. O Ministério Público de Contas já emitiu parecer no sentido de manter o acórdão e a devolução de R$ 18,9 milhões aos cofres públicos.

Blog do BG PB

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Judiciário

TJPB autoriza vereador que ocupa o cargo de secretário municipal a receber salário do mandato

O Tribunal de Justiça da Paraíba manteve a sentença que determinou que a Câmara Municipal de Cuitegi pague a um vereador, que assumiu o cargo de secretário municipal, o valor do subsídio do parlamentar.

No processo, o vereador alega que ao solicitar uma licença para assumir uma secretaria no município optou por receber o subsídio de vereador. Entretanto, verificou que não houve o pagamento conforme devido, e que ao procurar a presidência da Câmara foi informado que deveria “buscar os seus direitos”.

De acordo com o relator, o juiz convocado João Batista Barbosa, a Constituição do Estado prevê que o vereador que for investido nas funções de secretário de Estado ou de município poderá optar pela remuneração do mandato. “O impetrante possui direito líquido e certo de exercer o cargo de secretário municipal para o qual foi nomeado, podendo licenciar-se da vereança, sem prejuízo dos subsídios do mandato, em respeito ao artigo 19, § 4º da Constituição Estadual”, afirmou o relator do processo.

Da decisão cabe recurso.

Blog do BG PB

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