Economia

Preço da gasolina varia entre R$ 5,78 e R$ 5,99 em JP

O preço da gasolina comum caiu em 110 postos da Capital em relação à semana passada, registra pesquisa do Procon-JP para combustíveis, com o produto oscilando entre R$ 5,78 (Elesbão – Água Fria) e R$ 5,99 (cinco postos) para pagamento à vista. Apenas um estabelecimento aumentou e 13 mantiveram o mesmo valor. O preço do álcool também mostra redução em um número significativo de postos se comparado à pesquisa anterior: 114.

O secretário do Procon-JP, Junior Pires, comemora a redução de preços dos combustíveis de uma forma geral e, em especial, da gasolina e do álcool, que vem ocorrendo em uma grande quantidade de postos. “O Procon-JP se mantém alerta para manter o mercado dos combustíveis o mais estável possível através da fiscalização diária, uma forma de garantir que o consumidor não seja lesado nesse segmento. É muito bom saber que nosso trabalho está protegendo o cidadão contra abusos na relação de consumo”.

Para pagamento em dinheiro, o álcool está com os preços sendo praticado entre R$ 4,15 (Ferrari – Centro) e R$ 4,69 (Via Oeste – Alto do Mateus). Nenhum posto aumentou o preço do produto que, na modalidade cartão, oscila entre R$ 4,20 e R$ 4,57.

Aditivada – O levantamento, que colheu preços em 115 estabelecimentos de João Pessoa no dia 28 de outubro, mostra, ainda, que o preço da gasolina comum no cartão oscila entre R$ 5,88 (Opção – Tambaú) e R$ 6,17 (Opção – Cristo). Já o mesmo produto aditivado está sendo comercializado entre R$ 5,88 (Auto Posto Valentina, Expressão Beira-Rio e Nossa Senhora de Fátima) e R$ 6,39 (Maxi – Oitizeiro).

S10 – Quanto ao diesel S10, quando comparado à pesquisa anterior, manteve o mesmo preço em 88 postos e reduziu em 22, e está com preços nas bombas entre 5,54 (32 postos) e R$ 6,59 (Select – Tambaú). No cartão, o produto varia entre R$ 5,57 (Expressão – Tambaú) e R$ 6,59 (Select – Tambaú).

Comum

O preço da diesel comum para pagamento à vista oscila entre R$ 5,39 (Independência – Tambiá) e R$ 5,89 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial).

GNV

Com os preços se mantendo em 13 postos em relação à semana passada, o Gás Natural Veicular (GNV) está com preços entre R$ 4,85 (São Luiz IX – Ipês) e R$ 4,95 (Frei Damião – Ipês).

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Pessimismo do varejo está no pior patamar desde a pandemia

Pandemia
(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Em meio ao crédito caro e à desaceleração da atividade econômica, a expectativa dos empresários do comércio para a economia brasileira está no pior patamar desde a pandemia, com queda nas projeções de contratações e investimentos.

É o que mostram dados de uma pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), que calcula o Índice de Confiança do Empresário do Comércio.

O levantamento aponta que, em setembro e outubro, 46% e 43,6% dos pesquisados projetavam piora para a economia brasileira, os maiores percentuais desde junho de 2020.

De acordo com João Marcelo Costa, economista da CNC, o principal fator que influenciou a alta do pessimismo é o fato de que a taxa de juros está no maior patamar em quase 20 anos, o que restringe o acesso a empréstimos por parte dos comerciantes.

“O empresário do comércio precisa se financiar, depende do fluxo de caixa para fazer contratações e investir. Quando os juros estão altos, ele precisa tomar capital de giro, o que fica mais difícil no cenário atual”, avalia.

Não por acaso, a pesquisa mostrou que as intenções de investimento recuaram para 99,1 pontos em outubro, abaixo do patamar neutro de 100 pela segunda vez consecutiva desde novembro de 2023. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve uma queda de 4,2%.

Entre os diferentes tipos de investimento, a retração mais expressiva ocorreu na intenção de contratar funcionários, que despencou de 121,1 pontos em junho para 112 pontos em outubro. A queda ante outubro do ano passado foi de 6,3%, e o recuo mensal, de 0,4%.

A intenção de investir na expansão do negócio também recuou para 93,4 pontos (queda mensal de 1,2% e anual de 5,7%), o que segundo Costa também evidencia o impacto da Selic elevada sobre o custo do crédito. A intenção de fazer estoques é o único tipo de investimento que teve alta, de 0,5% na comparação anual.

Além das taxas elevadas, outro fator que impacta a avaliação dos empresários do comércio, de acordo com o economista, é o elevado endividamento.

Dados da Peic, pesquisa sobre endividamento da CNC, revelam que o percentual de famílias que possuem contas em atraso alcançou 30,5% em setembro, o maior valor da série histórica.

“As pesquisas de atividade do IBGE já indicam que a economia começa a arrefecer, e nesse cenário as pessoas consomem menos. Há muitas famílias endividadas, que possuem menos renda disponível para consumir”, afirma Costa.

A retração na confiança do empresário com a economia futura alcançou todos os setores, mas o destaque foram as lojas de varejo de eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e decoração, material de construção e veículos. Nesse segmento, onde o consumo é mais impactado pelos juros altos, o índice se reduziu em 14,5% ante outubro do ano passado.

No caso de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos e de roupas, calçados e tecidos também houve quedas, de 10,6% e 9,1%, respectivamente, em relação ao mesmo mês de 2024.

O indicador total de confiança do comércio, que é formado também pela avaliação do cenário atual da economia brasileira (onde 77,4% dos comerciantes veem piora), alcançou 95,7 pontos em outubro, permanecendo abaixo de 100 pontos pelo segundo mês e registrando o menor nível desde maio de 2021. Entre julho e outubro, o índice acumulou queda de 10,3%.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Impostos no Brasil causam queda de 7% nas ações da Netflix

As ações da Netflix derretem em Nova York após a empresa anunciar, ontem à noite, lucro menor que o esperado por causa de uma disputa tributária no Brasil.

A plataforma de streaming teve lucro líquido de US$ 2,5 bilhões no terceiro trimestre, ou ganho por ação de US$ 5,87 de julho a setembro. O resultado veio abaixo da expectativa dos analistas porque a empresa reconheceu uma perda de US$ 619 milhões no Brasil.

Segundo a Netflix, a baixa contábil na filial brasileira envolve uma disputa tributária que era mapeada, mas cuja possibilidade de decisão dos tribunais passou de provável “vitória” para “perda provável”. Assim, a empresa teve de reconhecer a perda no balanço.

Com esse reconhecimento do pagamento desse imposto no Brasil, a margem de lucro operacional no terceiro trimestre ficou em 28% das receitas. Sem a despesa tributária no Brasil, a margem teria excedido a previsão da própria empresa de 31,5%

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Receita usará dados do PIX para cruzar com Imposto de Renda e identificar sonegação

Foto: REUTERS/Mateus Bonomi

A Receita Federal passou a utilizar informações de movimentações feitas via PIX para cruzar com declarações de Imposto de Renda, visando identificar casos de sonegação fiscal. A medida já resultou em autuações de contribuintes cujas transações não foram declaradas, segundo reportagem do Terra.

A ação contrasta com declarações anteriores do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que em janeiro havia afirmado que o governo não usaria o PIX para rastrear despesas nem ampliaria o monitoramento das transações financeiras. Na ocasião, Haddad reforçou que o sistema permaneceria gratuito e protegido pelo sigilo bancário.

Com o novo cruzamento de dados, o Fisco reforça sua capacidade de fiscalização e aproxima o Brasil de modelos internacionais de monitoramento de operações digitais. O PIX, que atualmente movimenta mais de R$ 1,5 trilhão por mês, se consolida como o principal meio de transferência no país.

A medida reacende o debate sobre privacidade financeira e os limites da atuação estatal, destacando a tensão entre inovação nos meios de pagamento e o controle fiscal sobre transações digitais.

Com informações de Terra, Agência Brasil, CNN Brasil e gov.br.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Petrobras reduz preço da gasolina em 4,9% para distribuidoras

A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina em 4,9% para distribuidoras a partir desta terça-feira (21). Assim, o preço médio de venda da companhia passará a ser, em média, de R$ 2,71 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.

Essa será a segunda redução dos preços de gasolina feita pela petroleira neste ano. Com isso, diz a Petrobas, os preços já caíram 10,3% (R$ 0,31 por litro) no acumulado de 2025.

“Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,36 por litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 22,4%”, informou a Petrobras em nota oficial.

A companhia também informou que deve manter os preços de venda do diesel para as distribuidoras neste momento. Nesse caso, segundo a Petrobras, foram três reduções desde março de 2025. Em janeiro, no entanto, a petroleira havia anunciado um aumento de R$ 0,22.

g1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Estatais sob Lula 3 acumulam déficit recorde de R$ 18 bilhões

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As empresas estatais registraram um déficit primário de R$ 18,5 bilhões desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo dados compilados pelo Banco Central. É o maior rombo para o período em toda a série histórica. O resultado negativo começou em 2023, com R$ 2,2 bilhões, quase quadruplicou em 2024, chegando a R$ 8,07 bilhões, e soma R$ 8,3 bilhões apenas entre janeiro e agosto de 2025.

A análise não inclui Petrobras e bancos públicos. A exclusão da Petrobras se deve à sua governança corporativa semelhante à de empresas privadas, com autonomia para captar recursos. Entre as responsáveis pelo déficit, destacam-se os Correios, que enfrentam crise bilionária e solicitaram empréstimo de R$ 20 bilhões. A estatal postal sozinha registrou rombo de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre deste ano.

Especialistas apontam que o déficit deve se manter, sobretudo com a aproximação do ano eleitoral. “O ambiente fiscal e político de 2025 é delicado. Há tendência de postergação de ajustes e resistência a medidas impopulares. Isso significa que o déficit pode se prolongar, especialmente se não houver redesenho mais profundo da atuação dessas empresas”, avalia Deborah Toni, advogada especialista em direito público.

O governo, no entanto, defende que o resultado primário não é o indicador mais adequado para medir a saúde financeira de estatais. Segundo o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), déficits podem ocorrer devido a investimentos ou pagamentos de dividendos com recursos acumulados, sem refletir desequilíbrio financeiro real. “Um déficit primário pode indicar ciclo de investimento intensivo, e não necessariamente falha de gestão ou insuficiência de receitas operacionais”, afirma o MGI.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Estatais federais acumulam déficit de R$ 8,9 bilhões em 12 meses, aponta BC

Foto: Antonio Lacerda/EFE

As empresas públicas controladas pelo governo federal registraram um déficit de R$ 8,9 bilhões nos 12 meses encerrados em agosto de 2025, segundo dados do Banco Central. O valor é mais que o dobro do prejuízo registrado no mesmo período até agosto de 2024.

Com o aumento dos déficits, o governo precisou elevar os gastos para manter o funcionamento das estatais. As subvenções federais, transferências diretas do Tesouro Nacional, somaram R$ 27 bilhões no ano passado, R$ 3 bilhões a mais que em 2024.

Entre as maiores beneficiárias estão a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), vinculada ao Ministério da Educação e responsável pela gestão de hospitais federais, que recebeu cerca de R$ 11,5 bilhões, seguida pela Embrapa, voltada ao desenvolvimento tecnológico do agronegócio.

O caso dos Correios ilustra o cenário deficitário das estatais. No primeiro semestre de 2025, mesmo com aumento da receita com vendas e serviços para R$ 8 bilhões, a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 4 bilhões, alta de mais de 220% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado negativo é atribuído principalmente à elevação dos custos operacionais e das despesas administrativas, reforçando o desafio do governo em equilibrar a operação financeira das empresas públicas.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Paraíba registra terceira maior expansão do setor de serviços no Brasil

Foto: Ilustrativa

A Paraíba manteve a liderança do crescimento na taxa de crescimento do setor de serviços na Região Nordeste e alcançou o terceiro maior índice do País no ano, revelam os dados da Pesquisa Mensal de Serviços divulgada, nesta terça-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de janeiro a agosto, a Paraíba registra alta de 5,5%, o que representa mais que o dobro do crescimento do País (2,6%).

No ranking do Nordeste, a Paraíba (5,5%) permanece na liderança entre os nove Estados da Região no setor de serviços, que reúne atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza e tecnologia da informação. Em segundo lugar vem Sergipe (4,8%), seguido do Rio Grande do Norte (3,9%), do Ceará (3,4%) e do Maranhão (3,4%). Mais atrás vem Alagoas (2,8%). Já os Estados da Bahia (-1,1%), do Piauí (-1,1%) e de Pernambuco (-0,2%) estão com retração no indicador no acumulado dos oito meses do ano.

TERCEIRA MAIOR TAXA DO PAÍS – No País, a taxa da Paraíba é a terceira mais alta no setor de serviços, ficando atrás apenas do Distrito Federal (6,4%) e do Mato Grosso do Sul (6,1%). Oito estados estão com queda no indicador.

Para o gerente da pesquisa do setor de Serviços do IBGE, Rodrigo Lobo, diante da conjuntura macroeconômica do País desafiante, “o setor de serviços permanece resiliente, forte, que renova a série histórica”, resumiu.

SEGMENTOS QUE MAIS CRESCERAM – No acumulado de janeiro a agosto de 2025, quatro das cinco atividades com taxas positivas e crescimento em mais da metade (51,2%) dos 166 tipos de serviços foram: Entre os setores, a contribuição positiva mais relevante ficou com informação e comunicação, impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação; e desenvolvimento de programas de computador sob encomenda.

SERVIÇOS LIDERAM EMPREGOS NA PARAÍBA – Segundo dados do Caged, o setor de serviços lidera a geração de empregos com carteira assinada na Paraíba no ano. De janeiro a agosto, o saldo é de 16.899 postos do total de 19.948. Nos oito meses deste ano, foram criados mais de 81.381 postos no setor de serviços, contra 64.482 desligamentos.

O QUE MEDE A PESQUISA – A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços do país e dos Estados, investigando a receita bruta e real de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, mas excluídas as áreas de saúde e educação. Ao lado da administração pública, os setores de serviços e de comércio têm os maiores pesos na composição do PIB do País e dos Estados.

IMAGEM_GRAFICO_SETOR_SERVIÇOS_ACUMULADO_ANO_OK.jpg

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Veja como aderir ao Refis 2025 em João Pessoa

Sede da Prefeitura de João Pessoa

O prefeito Cícero Lucena (sem partido) lançou, nesta terça-feira (14), o Refis 2025, programa que permite a renegociação de dívidas municipais com descontos de até 100% nos juros e até 85% nas multas. O Refis começa a valer nesta quarta-feira (15) e segue até o dia 14 de novembro.

Podem ser negociadas dívidas de IPTU, TCR, ISS, além de multas do Procon, de construção e ambientais. O atendimento será feito de forma presencial e online, por meio do novo Portal do Contribuinte (https://receita.joaopessoa.pb.gov.br/portal-serem).

Contribuintes que pagarem à vista pelo portal ganham 5% de desconto adicional nas multas. Já os que optarem por parcelamento terão abatimentos proporcionais: até 50% para 6 vezes, 40% de 7 a 10 vezes e 30% de 11 a 15 vezes.

Os pagamentos podem ser feitos via Pix ou, em dinheiro, nas agências do Banco do Brasil.Segundo Cícero, o Refis atende a uma demanda de contribuintes que precisam de certidão negativa para movimentar negócios. O secretário da Receita, Sebastião Feitosa, reforçou que o canal digital agiliza o processo e amplia os benefícios para quem optar pelo autoatendimento.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Paraíba cresce acima do Nordeste e do Brasil em 2025

Foto: Governo da Paraíba

A Paraíba se sobressaiu no cenário econômico de 2025 em relação a região Nordeste e superou as médias de crescimento da indústria e serviços no âmbito nacional. Os números são de um estudo, divulgado nessa sexta-feira (10), pelo Banco do Brasil.

De acordo com os dados mais recentes do estudo BB Assessoramento Econômico, o estado demonstra resiliência e dinamismo em meio a um contexto de desaceleração econômica no país, o Produto Interno Bruto (PIB) total da Paraíba tem uma projeção de crescimento de 2,7% para 2025, enquanto a projeção para o Brasil é de 2,2%.

Este avanço a coloca em uma posição superior à média do Nordeste, que é de 1,8%, ficando atrás apenas do Maranhão (projeção de 3,5%), e se equiparando a estados como Bahia (2,7%). Destaca-se, ainda, no estudo, que em 2024 o PIB da Paraíba foi o maior do país, com taxa de crescimento de 8,8%.

O setor industrial paraibano é um dos principais impulsionadores desse desempenho, com uma projeção de crescimento de 3,7% no PIB Indústria para 2025. Esse valor é superior às médias projetadas para o Nordeste (1,6%) e para o Brasil (1,7%) no mesmo setor.

Para o PIB Serviços de 2025, o estado tem uma projeção de crescimento de 2,7%, superior à média do Nordeste (2,1%) e do Brasil (2,2%). Este setor, que inclui o comércio, demonstra a vitalidade da Paraíba, com o volume de serviços registrando crescimento expressivo de 6,0% no acumulado de janeiro a julho de 2025, o que a coloca como o segundo melhor desempenho entre as unidades federativas do Brasil, ficando atrás apenas do Distrito Federal (6,3%).

Para a Agropecuária, a projeção de crescimento do PIB paraibano é de 3,7% em 2025, o que a coloca acima da média do Nordeste (2,3%), embora o crescimento do Brasil seja projetado em 8,2%. Na variação da safra 2025 de cana-de-açúcar, a Paraíba tem uma variação de 0,2%, sendo um dos únicos estados do Nordeste com variação positiva neste produto.

De acordo com secretário do Planejamento, Gilmar Martins, o estudo do Banco do Brasil também ressalta que o comércio varejista da Paraíba avançou 5,7% no acumulado do ano, destacando-se como o terceiro melhor resultado do país, atrás apenas do Amapá (7,9%) e Santa Catarina (6,3%), além de se destacar no mercado de trabalho formal. No mês de agosto, o estado registrou um saldo total positivo de 8.492 postos de trabalho formais (admissões menos demissões), o que demonstra a acerto na condição das políticas públicas por parte do governo da Paraíba.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.