Economia

Em 5 anos, Pix já movimentou 6 vezes o PIB do Brasil

Pix

O Pix completa cinco anos neste domingo (16), consolidado como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros. Nesta meia década de existência, a plataforma do BC (Banco Central), criada no governo Bolsonaro, já movimentou R$ 75,4 trilhões — o equivalente a 6,4 vezes o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, que somou R$ 11,7 trilhões em 2024.

Em cinco anos, o mecanismo instantâneo de pagamentos contabilizou cerca de 181,6 bilhões de operações, de acordo com dados do BC (Banco Central).

O montante movimentado até 13 de novembro de 2025 já supera todo o volume de recursos transferidos pela ferramenta registrado ao longo de 2024. 

Veja o histórico das operações:

  • 2020: 154 milhões de operações;
  • 2021: 7,98 bilhões de operações;
  • 2022: 20,35 bilhões de operações;
  • 2023: 36,2 bilhões de operações;
  • 2024: 56,3 bilhões de operações;
  • 2025 (até 13 de novembro): 60,64 bilhões de operações.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

‘Piorou para o Brasil’, dizem exportadores de café após redução de tarifas globais dos EUA

Na sexta-feira (14), os EUA reduziram a taxa global de 10% para cerca de 200 produtos, mas mantiveram a sobretaxa de 40% ao Brasil. “Melhorou para os nossos concorrentes e piorou para o Brasil”, disse o diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos.

O café brasileiro estava sendo taxado em 50% nos EUA. Com o anúncio de sexta, a tarifa caiu para 40%, mas grandes concorrentes, como a Colômbia e o Vietnã, tiveram a sua tarifa zerada, explicou Matos. “Muitos já tinham acordo bilateral formado, outros estavam com 10% como a Colômbia e a Etiópia”, disse o diretor.

“[A taxa de] 40%, se ficar, continua proibitiva e não muda nada. O Brasil continua totalmente fora do jogo”.

Os Estados Unidos são o principal comprador de café do Brasil e respondem por cerca de 16% de tudo o que o país exporta, segundo o Ministério da Agricultura.

Com o tarifaço, as importações americanas de café brasileiro caíram pela metade (51,5%) entre agosto e outubro, em relação ao mesmo período de 2024, informou o Cecafé.

g1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Trump dá canetada e derruba tarifaço: café e carne ficam mais baratos para os EUA

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (14) uma ordem executiva reduzindo tarifas de importação sobre carne bovina, tomates, café, bananas e outros produtos agrícolas. A medida vale retroativamente a partir de quinta-feira (13), o que significa que importadores poderão até receber reembolso do que já havia sido cobrado.

Segundo Trump, a decisão foi tomada após avaliar informações de autoridades do comércio, o andamento das negociações internacionais e a capacidade atual de produção interna dos EUA. Na prática, o governo norte-americano admite que precisa desses produtos — e que o tarifaço acabou prejudicando o mercado interno.

Para o Brasil, a notícia é especialmente importante no setor de café, um dos produtos agrícolas mais fortes do país. Em 2024, as exportações brasileiras para os EUA somaram US$ 1,96 bilhão, mas desde que as tarifas foram aplicadas em agosto, as vendas despencaram. Segundo o Cecafé, só em outubro a queda foi de 54,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

A reversão das tarifas deve aliviar produtores e exportadores, num momento em que o agro brasileiro — especialmente o nordestino — sente os efeitos das barreiras comerciais impostas por outros países. A expectativa agora é de retomada gradual das exportações, inclusive para o café potiguar, que sofre impacto indireto com o recuo no mercado global.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Nova regra tributária pode reduzir capital de giro das empresas a partir de 2026

Foto: Reprodução

A partir de 2026, uma mudança prevista na reforma tributária deve alterar a forma como as empresas recolhem impostos e, segundo especialistas, pode ter forte impacto no capital de giro do setor produtivo. Trata-se do split payment, mecanismo que prevê o recolhimento automático dos tributos a cada transação comercial — e não mais de forma mensal.

A informação é da coluna da Andreza Matais, do Metrópoles. Na prática, o valor devido será transferido diretamente ao governo no momento da operação, impedindo que o dinheiro permaneça temporariamente com a empresa. Especialistas consideram a medida uma “bomba de nêutrons na atividade econômica”, pois reduz a liquidez das companhias e aumenta seus custos operacionais.

“Esse novo modelo retira das empresas a possibilidade de usar os recursos do tributo até a data de pagamento, o que compromete o capital de giro e altera toda a dinâmica financeira dos negócios”, explica o professor de Direito da USP, Fernando Facury Scaff. Ele também prevê um aumento nas disputas judiciais entre contribuintes e o Fisco.

A Receita Federal, por sua vez, defende que o sistema ajudará a reduzir a sonegação fiscal e argumenta que, diferentemente da Europa — onde o modelo foi abandonado —, o Brasil possui infraestrutura bancária mais automatizada, o que garantiria o funcionamento da medida.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Mesmo com lucros recordes, Petrobras soma dívidas bilionárias e lidera benefícios fiscais no país

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras, que registrou lucro líquido de R$ 32,7 bilhões no terceiro trimestre e já acumula R$ 94,6 bilhões em 2025, atua para convencer o presidente Lula (PT) a vetar trecho da MP 1.304, que eleva o Preço de Referência do Petróleo e amplia o pagamento de royalties. A mudança afeta diretamente o caixa da estatal e de outras petroleiras, que passariam a pagar mais à União, estados e municípios.

A informação é da coluna do Tácio Lorran, do Metrópoles. O movimento da companhia contrasta com o volume de benefícios fiscais que recebe. Dados do Portal da Transparência mostram que, entre janeiro de 2023 e junho de 2024, a Petrobras obteve mais de R$ 10,7 bilhões em isenções e descontos tributários — valor que supera o de empresas como Vale, Embraer e grandes montadoras. Somente em 2023, o alívio fiscal chegou a R$ 8 bilhões, puxado por regimes especiais como o Repetro e programas ligados a combustíveis.

Ao mesmo tempo, a estatal acumula mais de R$ 25 bilhões em dívidas ativas com a União e os governos do Rio de Janeiro e São Paulo. São R$ 12,5 bilhões devidos ao governo federal e outros R$ 12,2 bilhões ao estado fluminense, além de R$ 1,27 bilhão em débitos inscritos em São Paulo — que fazem da Petrobras a 20ª maior devedora paulista.

A empresa afirma cumprir suas obrigações e diz que as disputas tributárias decorrem de divergências técnicas com a Receita Federal. Segundo a estatal, foram recolhidos cerca de R$ 200 bilhões em tributos e participações governamentais até setembro de 2025, e os incentivos fiscais são previstos em lei. A Petrobras também diz que garante os valores contestados por meio de depósitos, fianças e seguros.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Governo já torrou R$ 382 milhões para viabilizar a COP30 em Belém

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A Presidência da República já desembolsou R$ 382,3 milhões para a realização da COP30, que terá início nesta segunda-feira (10) em Belém (PA). A conferência, principal fórum da ONU para tratar de mudanças climáticas, exigiu uma estrutura robusta e investimentos diretos em acordos e contratos internacionais.

A informação é da coluna da Andreza Matais, do Metrópoles. A maior fatia dos gastos — R$ 323,7 milhões — foi direcionada à Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), entidade escolhida para organizar o evento. O contrato, inicialmente orçado em R$ 423,5 milhões, acabou fechado por R$ 478,3 milhões, dos quais 5% ficaram com a própria instituição como taxa de organização. Com os repasses, a OEI contratou o Grupo DMDL para montar as estruturas temporárias no antigo Aeroclube de Belém e o Consórcio Pronto RG para conduzir a operação do evento.

Além disso, o governo brasileiro destinou R$ 38,3 milhões à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), valor acordado previamente para custear despesas da conferência. Outro desembolso relevante foi feito para o governo do Pará: R$ 20,3 milhões para garantir a locação e operação de ônibus exclusivos para participantes, que circularão em 15 linhas dedicadas pela região metropolitana — sem uso permitido para a população geral.

A soma das despesas reforça o esforço do governo para entregar a infraestrutura necessária ao encontro climático, que mobiliza delegações de dezenas de países e transforma Belém no epicentro global das negociações ambientais durante toda a semana.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Rombo nas contas públicas atinge R$ 14,5 bilhões em setembro

Foto: Reprodução

O resultado primário do Governo Central em setembro chegou a um deficit de R$ 14,5 bilhões, o pior desempenho mensal do ano e o maior desde 2020. Governo Central se refere à soma das contas do Tesouro Nacional, do Banco Central e da Previdência Social, excluindo Estados, municípios e estatais. Eis a íntegra (PDF – 780 kB).

Nos últimos 12 meses até setembro, o deficit primário acumulado é de R$ 35,6 bilhões, equivalente a 0,32% do PIB (Produto Interno Bruto) –patamar que reforça as preocupações quanto ao ajuste fiscal prometido. Os dados foram divulgados nesta 5ª feira (30.out.2025).

No acumulado do ano, o saldo negativo chega a R$ 100,4 bilhões, praticamente estável frente ao mesmo período de 2024. Ainda assim, o dado mensal traz alerta pelo forte salto frente a setembro do ano anterior, quando o deficit registrado foi de R$ 5,4 bilhões.

Segundo o Tesouro Nacional, o resultado reflete:

Aumento real de 5,7% das despesas primárias – impulsionado por gastos discricionários no Executivo, como ações de saúde (R$ 4,1 bilhões) e pagamentos diversos (R$ 2,9 bilhões);
Crescimento real de apenas 0,6% na receita líquida – com destaque positivo para arrecadação previdenciária do RGPS (11,9%), compensado por queda nas receitas administradas pela Receita Federal e nos dividendos de estatais;
Pressão adicional de despesas – com precatórios e impacto das políticas de reajuste do salário mínimo e concessão de benefícios previdenciários.
Apesar de variações sazonais e ajustes pontuais, a piora fiscal em setembro acende sinal amarelo para o governo, que depende de receitas extraordinárias e controle de despesas para perseguir a meta de resultado primário de um deficit de R$ 30,2 bilhões em 2025.

O relatório de avaliação fiscal indica ainda que há folga de apenas R$ 0,8 bilhão em relação ao teto legal definido para o deficit.

Entenda

O deficit primário apresentado pelo Governo Central –de R$ 14,5 bilhões em setembro– significa que o país gastou mais do que arrecadou, excluindo o pagamento de juros da dívida pública.

Esse resultado indica dificuldades para o governo equilibrar as contas públicas e cumprir as metas fiscais prometidas à sociedade e ao mercado. Quando o deficit aumenta:

  • O risco fiscal cresce – governo pode ser obrigado a buscar mais empréstimos ou emitir dívida, elevando o endividamento e o custo dos juros pagos pelo país;
  • A confiança dos investidores diminui – um rombo acima do esperado sinaliza incerteza em relação ao controle das contas, o que pode afastar investimentos, pressionar o câmbio e afetar toda a economia;
  • Programas sociais e investimentos podem ser ameaçados – com menos recursos, há risco de cortes em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura;
  • Reação nos mercados – o resultado pode impactar o preço do dólar, juros, ações e o humor dos agentes econômicos, influenciando o que o cidadão sentirá no bolso.
  • Os números apresentados pelo governo mostram que, embora as receitas tenham crescido pouco, as despesas aumentaram bem mais rápido devido a gastos extras, políticas sociais e pressão de precatórios. Por isso, o resultado negativo deste mês preocupa e traz desafios para o ajuste fiscal e para a sustentabilidade das contas públicas.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Preço da gasolina varia entre R$ 5,78 e R$ 5,99 em JP

O preço da gasolina comum caiu em 110 postos da Capital em relação à semana passada, registra pesquisa do Procon-JP para combustíveis, com o produto oscilando entre R$ 5,78 (Elesbão – Água Fria) e R$ 5,99 (cinco postos) para pagamento à vista. Apenas um estabelecimento aumentou e 13 mantiveram o mesmo valor. O preço do álcool também mostra redução em um número significativo de postos se comparado à pesquisa anterior: 114.

O secretário do Procon-JP, Junior Pires, comemora a redução de preços dos combustíveis de uma forma geral e, em especial, da gasolina e do álcool, que vem ocorrendo em uma grande quantidade de postos. “O Procon-JP se mantém alerta para manter o mercado dos combustíveis o mais estável possível através da fiscalização diária, uma forma de garantir que o consumidor não seja lesado nesse segmento. É muito bom saber que nosso trabalho está protegendo o cidadão contra abusos na relação de consumo”.

Para pagamento em dinheiro, o álcool está com os preços sendo praticado entre R$ 4,15 (Ferrari – Centro) e R$ 4,69 (Via Oeste – Alto do Mateus). Nenhum posto aumentou o preço do produto que, na modalidade cartão, oscila entre R$ 4,20 e R$ 4,57.

Aditivada – O levantamento, que colheu preços em 115 estabelecimentos de João Pessoa no dia 28 de outubro, mostra, ainda, que o preço da gasolina comum no cartão oscila entre R$ 5,88 (Opção – Tambaú) e R$ 6,17 (Opção – Cristo). Já o mesmo produto aditivado está sendo comercializado entre R$ 5,88 (Auto Posto Valentina, Expressão Beira-Rio e Nossa Senhora de Fátima) e R$ 6,39 (Maxi – Oitizeiro).

S10 – Quanto ao diesel S10, quando comparado à pesquisa anterior, manteve o mesmo preço em 88 postos e reduziu em 22, e está com preços nas bombas entre 5,54 (32 postos) e R$ 6,59 (Select – Tambaú). No cartão, o produto varia entre R$ 5,57 (Expressão – Tambaú) e R$ 6,59 (Select – Tambaú).

Comum

O preço da diesel comum para pagamento à vista oscila entre R$ 5,39 (Independência – Tambiá) e R$ 5,89 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial).

GNV

Com os preços se mantendo em 13 postos em relação à semana passada, o Gás Natural Veicular (GNV) está com preços entre R$ 4,85 (São Luiz IX – Ipês) e R$ 4,95 (Frei Damião – Ipês).

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Pessimismo do varejo está no pior patamar desde a pandemia

Pandemia
(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Em meio ao crédito caro e à desaceleração da atividade econômica, a expectativa dos empresários do comércio para a economia brasileira está no pior patamar desde a pandemia, com queda nas projeções de contratações e investimentos.

É o que mostram dados de uma pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), que calcula o Índice de Confiança do Empresário do Comércio.

O levantamento aponta que, em setembro e outubro, 46% e 43,6% dos pesquisados projetavam piora para a economia brasileira, os maiores percentuais desde junho de 2020.

De acordo com João Marcelo Costa, economista da CNC, o principal fator que influenciou a alta do pessimismo é o fato de que a taxa de juros está no maior patamar em quase 20 anos, o que restringe o acesso a empréstimos por parte dos comerciantes.

“O empresário do comércio precisa se financiar, depende do fluxo de caixa para fazer contratações e investir. Quando os juros estão altos, ele precisa tomar capital de giro, o que fica mais difícil no cenário atual”, avalia.

Não por acaso, a pesquisa mostrou que as intenções de investimento recuaram para 99,1 pontos em outubro, abaixo do patamar neutro de 100 pela segunda vez consecutiva desde novembro de 2023. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve uma queda de 4,2%.

Entre os diferentes tipos de investimento, a retração mais expressiva ocorreu na intenção de contratar funcionários, que despencou de 121,1 pontos em junho para 112 pontos em outubro. A queda ante outubro do ano passado foi de 6,3%, e o recuo mensal, de 0,4%.

A intenção de investir na expansão do negócio também recuou para 93,4 pontos (queda mensal de 1,2% e anual de 5,7%), o que segundo Costa também evidencia o impacto da Selic elevada sobre o custo do crédito. A intenção de fazer estoques é o único tipo de investimento que teve alta, de 0,5% na comparação anual.

Além das taxas elevadas, outro fator que impacta a avaliação dos empresários do comércio, de acordo com o economista, é o elevado endividamento.

Dados da Peic, pesquisa sobre endividamento da CNC, revelam que o percentual de famílias que possuem contas em atraso alcançou 30,5% em setembro, o maior valor da série histórica.

“As pesquisas de atividade do IBGE já indicam que a economia começa a arrefecer, e nesse cenário as pessoas consomem menos. Há muitas famílias endividadas, que possuem menos renda disponível para consumir”, afirma Costa.

A retração na confiança do empresário com a economia futura alcançou todos os setores, mas o destaque foram as lojas de varejo de eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e decoração, material de construção e veículos. Nesse segmento, onde o consumo é mais impactado pelos juros altos, o índice se reduziu em 14,5% ante outubro do ano passado.

No caso de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos e de roupas, calçados e tecidos também houve quedas, de 10,6% e 9,1%, respectivamente, em relação ao mesmo mês de 2024.

O indicador total de confiança do comércio, que é formado também pela avaliação do cenário atual da economia brasileira (onde 77,4% dos comerciantes veem piora), alcançou 95,7 pontos em outubro, permanecendo abaixo de 100 pontos pelo segundo mês e registrando o menor nível desde maio de 2021. Entre julho e outubro, o índice acumulou queda de 10,3%.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Impostos no Brasil causam queda de 7% nas ações da Netflix

As ações da Netflix derretem em Nova York após a empresa anunciar, ontem à noite, lucro menor que o esperado por causa de uma disputa tributária no Brasil.

A plataforma de streaming teve lucro líquido de US$ 2,5 bilhões no terceiro trimestre, ou ganho por ação de US$ 5,87 de julho a setembro. O resultado veio abaixo da expectativa dos analistas porque a empresa reconheceu uma perda de US$ 619 milhões no Brasil.

Segundo a Netflix, a baixa contábil na filial brasileira envolve uma disputa tributária que era mapeada, mas cuja possibilidade de decisão dos tribunais passou de provável “vitória” para “perda provável”. Assim, a empresa teve de reconhecer a perda no balanço.

Com esse reconhecimento do pagamento desse imposto no Brasil, a margem de lucro operacional no terceiro trimestre ficou em 28% das receitas. Sem a despesa tributária no Brasil, a margem teria excedido a previsão da própria empresa de 31,5%

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.