Economia

Receita usará dados do PIX para cruzar com Imposto de Renda e identificar sonegação

Foto: REUTERS/Mateus Bonomi

A Receita Federal passou a utilizar informações de movimentações feitas via PIX para cruzar com declarações de Imposto de Renda, visando identificar casos de sonegação fiscal. A medida já resultou em autuações de contribuintes cujas transações não foram declaradas, segundo reportagem do Terra.

A ação contrasta com declarações anteriores do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que em janeiro havia afirmado que o governo não usaria o PIX para rastrear despesas nem ampliaria o monitoramento das transações financeiras. Na ocasião, Haddad reforçou que o sistema permaneceria gratuito e protegido pelo sigilo bancário.

Com o novo cruzamento de dados, o Fisco reforça sua capacidade de fiscalização e aproxima o Brasil de modelos internacionais de monitoramento de operações digitais. O PIX, que atualmente movimenta mais de R$ 1,5 trilhão por mês, se consolida como o principal meio de transferência no país.

A medida reacende o debate sobre privacidade financeira e os limites da atuação estatal, destacando a tensão entre inovação nos meios de pagamento e o controle fiscal sobre transações digitais.

Com informações de Terra, Agência Brasil, CNN Brasil e gov.br.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Petrobras reduz preço da gasolina em 4,9% para distribuidoras

A Petrobras vai reduzir o preço da gasolina em 4,9% para distribuidoras a partir desta terça-feira (21). Assim, o preço médio de venda da companhia passará a ser, em média, de R$ 2,71 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.

Essa será a segunda redução dos preços de gasolina feita pela petroleira neste ano. Com isso, diz a Petrobas, os preços já caíram 10,3% (R$ 0,31 por litro) no acumulado de 2025.

“Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,36 por litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 22,4%”, informou a Petrobras em nota oficial.

A companhia também informou que deve manter os preços de venda do diesel para as distribuidoras neste momento. Nesse caso, segundo a Petrobras, foram três reduções desde março de 2025. Em janeiro, no entanto, a petroleira havia anunciado um aumento de R$ 0,22.

g1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Estatais sob Lula 3 acumulam déficit recorde de R$ 18 bilhões

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As empresas estatais registraram um déficit primário de R$ 18,5 bilhões desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo dados compilados pelo Banco Central. É o maior rombo para o período em toda a série histórica. O resultado negativo começou em 2023, com R$ 2,2 bilhões, quase quadruplicou em 2024, chegando a R$ 8,07 bilhões, e soma R$ 8,3 bilhões apenas entre janeiro e agosto de 2025.

A análise não inclui Petrobras e bancos públicos. A exclusão da Petrobras se deve à sua governança corporativa semelhante à de empresas privadas, com autonomia para captar recursos. Entre as responsáveis pelo déficit, destacam-se os Correios, que enfrentam crise bilionária e solicitaram empréstimo de R$ 20 bilhões. A estatal postal sozinha registrou rombo de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre deste ano.

Especialistas apontam que o déficit deve se manter, sobretudo com a aproximação do ano eleitoral. “O ambiente fiscal e político de 2025 é delicado. Há tendência de postergação de ajustes e resistência a medidas impopulares. Isso significa que o déficit pode se prolongar, especialmente se não houver redesenho mais profundo da atuação dessas empresas”, avalia Deborah Toni, advogada especialista em direito público.

O governo, no entanto, defende que o resultado primário não é o indicador mais adequado para medir a saúde financeira de estatais. Segundo o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), déficits podem ocorrer devido a investimentos ou pagamentos de dividendos com recursos acumulados, sem refletir desequilíbrio financeiro real. “Um déficit primário pode indicar ciclo de investimento intensivo, e não necessariamente falha de gestão ou insuficiência de receitas operacionais”, afirma o MGI.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Estatais federais acumulam déficit de R$ 8,9 bilhões em 12 meses, aponta BC

Foto: Antonio Lacerda/EFE

As empresas públicas controladas pelo governo federal registraram um déficit de R$ 8,9 bilhões nos 12 meses encerrados em agosto de 2025, segundo dados do Banco Central. O valor é mais que o dobro do prejuízo registrado no mesmo período até agosto de 2024.

Com o aumento dos déficits, o governo precisou elevar os gastos para manter o funcionamento das estatais. As subvenções federais, transferências diretas do Tesouro Nacional, somaram R$ 27 bilhões no ano passado, R$ 3 bilhões a mais que em 2024.

Entre as maiores beneficiárias estão a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), vinculada ao Ministério da Educação e responsável pela gestão de hospitais federais, que recebeu cerca de R$ 11,5 bilhões, seguida pela Embrapa, voltada ao desenvolvimento tecnológico do agronegócio.

O caso dos Correios ilustra o cenário deficitário das estatais. No primeiro semestre de 2025, mesmo com aumento da receita com vendas e serviços para R$ 8 bilhões, a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 4 bilhões, alta de mais de 220% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado negativo é atribuído principalmente à elevação dos custos operacionais e das despesas administrativas, reforçando o desafio do governo em equilibrar a operação financeira das empresas públicas.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Paraíba registra terceira maior expansão do setor de serviços no Brasil

Foto: Ilustrativa

A Paraíba manteve a liderança do crescimento na taxa de crescimento do setor de serviços na Região Nordeste e alcançou o terceiro maior índice do País no ano, revelam os dados da Pesquisa Mensal de Serviços divulgada, nesta terça-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de janeiro a agosto, a Paraíba registra alta de 5,5%, o que representa mais que o dobro do crescimento do País (2,6%).

No ranking do Nordeste, a Paraíba (5,5%) permanece na liderança entre os nove Estados da Região no setor de serviços, que reúne atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza e tecnologia da informação. Em segundo lugar vem Sergipe (4,8%), seguido do Rio Grande do Norte (3,9%), do Ceará (3,4%) e do Maranhão (3,4%). Mais atrás vem Alagoas (2,8%). Já os Estados da Bahia (-1,1%), do Piauí (-1,1%) e de Pernambuco (-0,2%) estão com retração no indicador no acumulado dos oito meses do ano.

TERCEIRA MAIOR TAXA DO PAÍS – No País, a taxa da Paraíba é a terceira mais alta no setor de serviços, ficando atrás apenas do Distrito Federal (6,4%) e do Mato Grosso do Sul (6,1%). Oito estados estão com queda no indicador.

Para o gerente da pesquisa do setor de Serviços do IBGE, Rodrigo Lobo, diante da conjuntura macroeconômica do País desafiante, “o setor de serviços permanece resiliente, forte, que renova a série histórica”, resumiu.

SEGMENTOS QUE MAIS CRESCERAM – No acumulado de janeiro a agosto de 2025, quatro das cinco atividades com taxas positivas e crescimento em mais da metade (51,2%) dos 166 tipos de serviços foram: Entre os setores, a contribuição positiva mais relevante ficou com informação e comunicação, impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação; e desenvolvimento de programas de computador sob encomenda.

SERVIÇOS LIDERAM EMPREGOS NA PARAÍBA – Segundo dados do Caged, o setor de serviços lidera a geração de empregos com carteira assinada na Paraíba no ano. De janeiro a agosto, o saldo é de 16.899 postos do total de 19.948. Nos oito meses deste ano, foram criados mais de 81.381 postos no setor de serviços, contra 64.482 desligamentos.

O QUE MEDE A PESQUISA – A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços do país e dos Estados, investigando a receita bruta e real de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, mas excluídas as áreas de saúde e educação. Ao lado da administração pública, os setores de serviços e de comércio têm os maiores pesos na composição do PIB do País e dos Estados.

IMAGEM_GRAFICO_SETOR_SERVIÇOS_ACUMULADO_ANO_OK.jpg

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Veja como aderir ao Refis 2025 em João Pessoa

Sede da Prefeitura de João Pessoa

O prefeito Cícero Lucena (sem partido) lançou, nesta terça-feira (14), o Refis 2025, programa que permite a renegociação de dívidas municipais com descontos de até 100% nos juros e até 85% nas multas. O Refis começa a valer nesta quarta-feira (15) e segue até o dia 14 de novembro.

Podem ser negociadas dívidas de IPTU, TCR, ISS, além de multas do Procon, de construção e ambientais. O atendimento será feito de forma presencial e online, por meio do novo Portal do Contribuinte (https://receita.joaopessoa.pb.gov.br/portal-serem).

Contribuintes que pagarem à vista pelo portal ganham 5% de desconto adicional nas multas. Já os que optarem por parcelamento terão abatimentos proporcionais: até 50% para 6 vezes, 40% de 7 a 10 vezes e 30% de 11 a 15 vezes.

Os pagamentos podem ser feitos via Pix ou, em dinheiro, nas agências do Banco do Brasil.Segundo Cícero, o Refis atende a uma demanda de contribuintes que precisam de certidão negativa para movimentar negócios. O secretário da Receita, Sebastião Feitosa, reforçou que o canal digital agiliza o processo e amplia os benefícios para quem optar pelo autoatendimento.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Paraíba cresce acima do Nordeste e do Brasil em 2025

Foto: Governo da Paraíba

A Paraíba se sobressaiu no cenário econômico de 2025 em relação a região Nordeste e superou as médias de crescimento da indústria e serviços no âmbito nacional. Os números são de um estudo, divulgado nessa sexta-feira (10), pelo Banco do Brasil.

De acordo com os dados mais recentes do estudo BB Assessoramento Econômico, o estado demonstra resiliência e dinamismo em meio a um contexto de desaceleração econômica no país, o Produto Interno Bruto (PIB) total da Paraíba tem uma projeção de crescimento de 2,7% para 2025, enquanto a projeção para o Brasil é de 2,2%.

Este avanço a coloca em uma posição superior à média do Nordeste, que é de 1,8%, ficando atrás apenas do Maranhão (projeção de 3,5%), e se equiparando a estados como Bahia (2,7%). Destaca-se, ainda, no estudo, que em 2024 o PIB da Paraíba foi o maior do país, com taxa de crescimento de 8,8%.

O setor industrial paraibano é um dos principais impulsionadores desse desempenho, com uma projeção de crescimento de 3,7% no PIB Indústria para 2025. Esse valor é superior às médias projetadas para o Nordeste (1,6%) e para o Brasil (1,7%) no mesmo setor.

Para o PIB Serviços de 2025, o estado tem uma projeção de crescimento de 2,7%, superior à média do Nordeste (2,1%) e do Brasil (2,2%). Este setor, que inclui o comércio, demonstra a vitalidade da Paraíba, com o volume de serviços registrando crescimento expressivo de 6,0% no acumulado de janeiro a julho de 2025, o que a coloca como o segundo melhor desempenho entre as unidades federativas do Brasil, ficando atrás apenas do Distrito Federal (6,3%).

Para a Agropecuária, a projeção de crescimento do PIB paraibano é de 3,7% em 2025, o que a coloca acima da média do Nordeste (2,3%), embora o crescimento do Brasil seja projetado em 8,2%. Na variação da safra 2025 de cana-de-açúcar, a Paraíba tem uma variação de 0,2%, sendo um dos únicos estados do Nordeste com variação positiva neste produto.

De acordo com secretário do Planejamento, Gilmar Martins, o estudo do Banco do Brasil também ressalta que o comércio varejista da Paraíba avançou 5,7% no acumulado do ano, destacando-se como o terceiro melhor resultado do país, atrás apenas do Amapá (7,9%) e Santa Catarina (6,3%), além de se destacar no mercado de trabalho formal. No mês de agosto, o estado registrou um saldo total positivo de 8.492 postos de trabalho formais (admissões menos demissões), o que demonstra a acerto na condição das políticas públicas por parte do governo da Paraíba.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Preço da mensalidade em escolas particulares da Paraíba vai subir 10% em 2026, diz Sinepe

As mensalidades das escolas particulares da Paraíba devem sofrer um reajuste médio de 10% em 2026. A informação foi confirmada, nesta quarta-feira (8), pelo presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Paraíba (Sinepe-PB), Odésio Medeiros, em contato com o Portal MaisPB.

“A lei continua a mesma, as escolas fazem sua planilha e depois fixam o valor do reajuste. É bem verdade que nós sabemos que não se pode aumentar tanto, porque os pais não aguentam. Então, a nossa mensalidade vai subir em torno de 10%”, revelou Odésio.

O que motiva o aumento das mensalidades?

O presidente revelou que o reajuste será realizado para suprir gastos com aumento de salários, aumento nos investimentos da educação, reformas nas estruturas das escolas e melhorias.

“Eu diria que 90% das escolas vai ficar na média de 10% [de reajuste]. Se bem que cada escola fixa o seu valor, mas nós orientamos que seja no máximo 10%, que é o período inflacionário”, concluiu Medeiros.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Prejuízo com adulteração de bebidas alcoólicas cresceu R$ 67,6 bilhões nos últimos 5 anos

Foto: Gravity Cut/Pexels

O prejuízo com adulteração de bebidas alcoólicas cresceu R$ 67,6 bilhões entre 2020 e 2025, segundo dados do FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade).

Veja o crescimento ao longo dos anos:

  • 2020 — R$ 17,6 bilhões
  • 2021 — R$ 17,6 bilhões
  • 2022 — R$ 72,2 bilhões
  • 2023 — R$ 72,2 bilhões
  • 2024 — R$ 85,2 bilhões

No ano passado, o Brasil perdeu 468,3 bilhões com o mercado ilegal, seja com os produtos ou com a sonegação de impostos. De todo o prejuízo, 85,2 bilhões foram apenas com a falsificação de bebidas alcoólicas — cerca de 18,2%.

O valor estimado em perdas é equivalente a 0,73% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil do mesmo ano, de cerca de R$ 11,7 trilhões. As bebidas alcoólicas ficam atrás apenas do vestuário, com R$ 87,36 bilhões, em lucratividade para o mercado ilegal.

“Quem opera no mercado ilegal obtém altos lucros gerados pela sonegação de impostos, sobretudo em setores de elevada carga tributária, como cigarros e bebidas. Esses ganhos, aliados ao baixo risco e à sensação de impunidade, tornam a atividade ainda mais atrativa para o crime organizado”, disse Edson Vismona, presidente do FNCP.

O mercado bilionário também tem impactado a saúde da população. Casos de intoxicação por metanol, álcool solvente usado na adulteração de bebidas, dispararam no Brasil.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Petrobras vende gasolina com valor mais alto do que o mercado internacional

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O preço da gasolina vendida pelas refinarias da Petrobras atingiu nesta semana o maior valor sobre a cotação internacional do produto desde que a estatal implementou sua nova política de preços dos combustíveis, em maio de 2023.

A estatal vem operando com a gasolina acima das cotações internacionais desde meados de junho, segundo indicadores da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) e da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).

Na abertura do mercado desta sexta, a gasolina na refinaria da Petrobras era vendida por R$ 0,28 por litro a mais do que a paridade de importação calculada pela Abicom. Na média nacional, o prêmio foi de R$ 0,29 por litro.

A ANP divulga apenas dados semanais e por ponto de entrega. Na semana passada, a gasolina vendida pela Petrobras no porto de Santos, o maior do país, custava R$ 0,20 por litro a mais do que a paridade de importação calculada pela agência para aquela cidade.

Em nota, a Petrobras afirmou que o momento é de “alta volatilidade” dos preços e que sua política comercial proporciona períodos de estabilidade ao considerar “suas melhores condições de produção e logística”.

Ao implantar a nova política de preços, em 2023, a estatal buscava cumprir promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para “abrasileirar” os preços dos combustíveis. Para isso, disse que deixaria de seguir exclusivamente o conceito de paridade de importação.

A expectativa, cumprida nos primeiros anos após a implantação, era de preços mais baixos do que a cotações internacionais. A estatal contou com o auxílio da queda das cotações internacionais do petróleo e derrubou o preço da gasolina e do diesel em 17,5% e 27,2%, respectivamente.

A última vez em que Petrobras mexeu no preço da gasolina foi uma redução de 5,6% em junho. O prêmio da empresa aumentou nas últimas semanas com a queda na cotação internacional provocada pelo fim do verão nos Hemisfério Norte.

Importadores dizem que o cenário reabriu a janela de importações de gasolina por empresas privadas. Mas que a janela continua fechada no caso do diesel, que vem sendo vendida pela estatal por valor abaixo da paridade de importação também desde junho.

Na abertura do mercado desta sexta, o diesel vendido nas refinarias da companhia custava R$ 0,16 por litro a menos do que a paridade de importação medida pela Abicom. A companhia não mexe no preço desse combustível desde maio.

Nas bombas, os preços dos dois combustíveis têm tido pequenas variações nas últimas semanas, motivadas principalmente pelo aumento da mistura de biocobustíveis a partir de agosto. O preço médio da gasolina subiu R$ 0,01 por litro e o do diesel subiu R$ 0,02 por litro desde então.

Em nota enviada à Folha, a Petrobras disse que, por questões concorrenciais, “não antecipa decisões sobre manutenção ou reajuste de preços”.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.