Economia

Varejo da Paraíba registra terceira maior alta do País no ano

Estado mantém ritmo de crescimento acima da média nacional e fecha outubro com avanço consistente nas vendas
| Foto: Reprodução/Internet

Estado mantém ritmo de crescimento acima da média nacional e fecha outubro com avanço consistente nas vendas

Os dados divulgados nesta quinta-feira (11) pelo IBGE mostram que o varejo da Paraíba teve a terceira maior taxa de crescimento do País no acumulado dos dez primeiros meses de 2025. A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) registrou alta de 2,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, enquanto o Brasil avançou 1,1%. O resultado marcou o décimo mês consecutivo de crescimento no Estado.

O desempenho de outubro consolidou a Paraíba entre os líderes nacionais, com 5,1% de crescimento entre janeiro e outubro. Apenas Amapá (7,7%) e Santa Catarina (5,8%) ficaram à frente. No mesmo período, o país cresceu 1,5%.

No comércio varejista ampliado, segmento que inclui veículos, motos, materiais de construção e atacado de alimentos, bebidas e fumo, a Paraíba permaneceu com a segunda maior taxa do País, acumulando 5% nos dez meses analisados, enquanto o Brasil apresentou retração de 0,3%. Em outubro, o Estado cresceu 3,7%, contra nova queda de 0,3% no cenário nacional.

Seis das oito atividades do varejo avançaram na comparação com outubro de 2024: equipamentos de informática e comunicação, artigos farmacêuticos, móveis e eletrodomésticos, outros artigos de uso pessoal e doméstico, livros e papelaria, além de hiper e supermercados. O setor de tecidos, vestuário e calçados recuou, enquanto combustíveis e lubrificantes permaneceram estáveis.

O secretário da Fazenda, Marialvo Laureano, afirmou que o desempenho paraibano reflete fatores como o crescimento da geração de empregos formais, que reduziu a taxa de desocupação para 7%, o nível mais baixo da série histórica. Ele destacou ainda o aumento dos investimentos públicos e a expansão do consumo das famílias, estimado em R$ 112 bilhões este ano.

A Pesquisa Mensal do Comércio, iniciada em 1995, acompanha mensalmente a receita bruta e o volume de vendas do varejo brasileiro e está disponível para consulta no Sidra.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Governo avalia elevar tarifas para carros e aço para fechar contas em 2026

fábrica carros
O governo federal deve elevar tarifas para alguns produtos no ano que vem a fim de proteger setores da economia que estão sofrendo com importações — especialmente chinesas — e gerar cerca de R$ 14 bilhões para fechar o Orçamento.

São avaliadas pela equipe econômica elevações no imposto de importação para carros e aço, por exemplo, segundo apuração da CNN. Ambos os setores sofrem com uma “invasão” de produtos chineses.

A projeção de arrecadação extra na casa de R$ 14 bilhões consta no relatório da receita do PLOA (projeto de lei orçamentária anual), da senadora Dorinha Rezende (União-TO), aprovado pela CMO (Comissão Mista de Orçamento) na última semana. Não há detalhamento para a dotação, contudo.

Técnicos próximos ao assunto indicam que a receita teria origem na elevação de alíquotas do imposto de importação para alguns itens com “surtos de importação” devido a movimentações geopolíticas.

Desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a estabelecer suas tarifas, uma série de países, em especial a China, redirecionaram suas mercadorias a mercados alternativos. Setores da economia brasileira reclamam, e o governo deve atender parte destes pleitos.

O setor de aço projeta queda em sua produção e aumento de mais de 30% na importação em 2025. Por isso, pede que o governo utilize mecanismos de defesa comercial. O segmento de automóveis tem crítica semelhante e demanda a recomposição tarifária a 35%.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Construção civil concentra 22,1% das novas contratações em João Pessoa

Em alta no estado, o setor da construção civil é o terceiro na geração de empregos formais na Paraíba. De janeiro a outubro deste ano, o estado registrou 230.360 admissões com carteira assinada. Desse total, 41.378 ocorreram no setor da construção, o que equivale a 17,9% das contratações realizadas no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em termos proporcionais, a cada 100 pessoas contratadas no estado em 2025, aproximadamente 18 ingressaram em ocupações ligadas à construção civil. Em João Pessoa, a cada 100 novos empregos formais, 22 estão ligados à construção civil.

No recorte apenas de outubro, o setor ampliou sua participação. Das 22.182 admissões registradas no mês na Paraíba, 4.109 foram na construção civil, correspondendo a 18,5% do total. O resultado mantém o segmento entre os principais responsáveis por movimentar o mercado formal de trabalho no estado.

Em João Pessoa, a construção civil também aparece com peso expressivo nas contratações acumuladas no ano. A capital contabilizou 108.285 admissões de janeiro a outubro de 2025, das quais 23.935 estiveram ligadas ao setor, o equivalente a 22,1% das vagas preenchidas. Assim, a cada 10 novos postos formais criados na cidade, cerca de dois foram gerados em atividades da construção civil.

O setor possui efeito direto na atividade econômica, por envolver cadeias de produção de insumos, serviços técnicos, locação de equipamentos e obras públicas e privadas. Segundo as Contas Regionais do IBGE, a construção corresponde a aproximadamente 5% do Produto Interno Bruto da Paraíba e 6,9% do PIB nacional, o que reforça sua relevância para emprego, renda e investimentos.

Outros setores — Além da construção civil, outros setores também contribuíram para o movimento de admissões no estado em 2025. Os serviços responderam pelo maior volume de contratações, com 107.977 novas vagas formais no período. O comércio registrou 52.961 admissões e a indústria contabilizou 32.645. Já a agropecuária teve 6.207 contratações.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Conta de luz deve fechar ano com aumento de 7%, aponta Aneel

Foto: Neoenergia Distribuição Brasília/Divulgação

A conta de luz deve subir até 7% em 2025 — acima da inflação prevista de 4,4% pelo IPCA. É o que indica a última edição do InfoTarifa 2025, divulgada pela Aneel.

O aumento é puxado principalmente pelo reajuste no orçamento da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), fundo que financia programas como a tarifa social e o Luz para Todos. Alimentada por cobranças nas contas de energia, multas e repasses do Tesouro, a CDE teve orçamento de R$ 49,2 bilhões em 2025.

Com a alta das quotas do fundo — especialmente nos itens “Uso” e “Geração Distribuída” — os Encargos Setoriais responderam por 4,1% do impacto médio total na tarifa.

Para 2026, a Aneel projeta que o orçamento da CDE chegará a R$ 52,6 bilhões, uma alta de 7%, o que tende a pressionar novamente os custos para os consumidores. A proposta será analisada pela diretoria da agência na terça-feira (9).

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Brasil é a sexta economia mais endividada da América Latina, mostra FMI; veja ranking

Foto: Freepik

O Brasil aparece como a sexta economia mais endividada da América Latina e Caribe, segundo dados atualizados do FMI (Fundo Monetário Internacional). A instituição estima que a dívida bruta do governo geral brasileiro alcance 92% do PIB em 2025, patamar superior ao de todos os grandes emergentes da região.

Na comparação regional, o Brasil fica atrás apenas de economias que enfrentam desequilíbrios fiscais mais acentuados, como Venezuela, Dominica, Barbados, São Vicente e Granadinas e Bolívia.

Ranking – Dívida Bruta (% do PIB) na América Latina e Caribe (2025, FMI)

  1. Venezuela – 138,46%
  2. Dominica – 97,78%
  3. Barbados – 97,73%
  4. São Vicente e Granadinas – 93,55%
  5. Bolívia – 92,40%
  6. Brasil – 92,04%
  7. El Salvador – 87,87%
  8. Suriname – 86,59%
  9. Bahamas – 79,39%
  10. Santa Lúcia – 73,63%

O nível brasileiro supera com folga a média regional, estimada pelo FMI em cerca de 71% do PIB, e consolida a posição do país entre as economias mais alavancadas do continente.

O cálculo do FMI segue o GFSM 2014 (Government Finance Statistics Manual), padrão global de estatísticas fiscais. Esse método amplia o escopo da dívida bruta ao incorporar todos os passivos do governo geral, independentemente do tratamento contábil adotado localmente.

Isso inclui títulos públicos, empréstimos, contas a pagar e outras obrigações que impactam a solvência do setor público.

A padronização é essencial porque cada país utiliza práticas próprias na apuração da dívida — algumas mais restritas, outras mais abrangentes.

Ao uniformizar definições, o FMI permite que os dados sejam comparáveis entre países, reduzindo distorções metodológicas e garantindo que rankings ou análises regionais reflitam diferenças reais de endividamento, e não apenas diferenças de cálculo.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

BLACK FRAUDE NA PB: 27 estabelecimentos são autuados por falhas em preços

Falha em preços e falta de transparência lideram infrações na Black Friday, na PB

O Procon-PB encerrou, nesta sexta-feira (28), a operação especial de Fiscalização da Black Friday, realizada em parceria com os Procons Municipais de João Pessoa, Cabedelo, Campina Grande, Queimadas, Patos, Bayeux, Esperança, Cajazeiras e MP Procon. A ação integrada teve como foco coibir práticas abusivas e garantir que as promoções anunciadas fossem verdadeiras, transparentes e respeitassem o direito dos consumidores, conforme o Código de Defesa do Consumidor e as leis estaduais 10.859/2017 e 11.891/2021, que tratam da Black Friday na Paraíba.

Ao longo do dia, as equipes de fiscalização do Procon-PB percorreram 80 estabelecimentos em sete cidades paraibanasentre shoppings, lojas de rua, grandes redes varejistas e centros comerciais. Como resultado da operação, foram emitidas 27 autuações por infração, 31 de constatação e 22 de notificações.

Entre as infrações mais comuns identificadas estão a ausência ou falha na informação de preços (produtos sem etiqueta, divergência entre o preço da prateleira e o do caixa ou falta de clareza nas condições da promoção) e descumprimento da listagem obrigatória da Black Friday, com estabelecimentos autuados por não apresentarem, de forma clara e acessível, a lista comparativa com os preços praticados antes da Black Friday e os valores ofertados no dia da promoção, como exige a legislação específica para o período.

De acordo com a superintendente do Procon-PB, Késsia Liliana, a operação foi planejada para acompanhar de perto o período de maior volume de compras e alto apelo comercial. “A Black Friday é uma data em que muitos consumidores aproveitam para antecipar compras de fim de ano e adquirir bens de maior valor. Justamente por isso, é um momento que merece atenção redobrada, e a nossa presença nas ruas é fundamental para inibir irregularidades e dar segurança à população paraibana”, destacou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Plano de tarifa zero de Lula deve custar R$ 80 bilhões ao ano, aponta estudo

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Um estudo da Universidade de Brasília estima que a proposta de tarifa zero nos ônibus urbanos, defendida pelo deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP), teria um custo anual de R$ 80 bilhões para atender cidades com mais de 50 mil habitantes. O documento, que deve ser entregue ao ex-presidente Lula nas próximas semanas, calcula que o programa alcançaria cerca de 160 milhões de pessoas, com metade do valor bancado pela União.

Tatto, ex-secretário de Transportes em São Paulo, afirma que a ideia deve ser incorporada ao programa de governo do PT. Ele também é autor do projeto de lei que cria a tarifa zero em todo o país e diz que essa será uma das prioridades da esquerda na Câmara em 2026, ao lado do fim da escala 6×1. Segundo ele, a adoção poderia ser gradual, começando por cidades piloto, conforme a disponibilidade de recursos.

Hoje, 138 municípios já operam com tarifa zero, com destaque para Caucaia (CE), maior cidade do país a adotar o modelo, e São Caetano do Sul (SP). Para Tatto, o tema pode atrair prefeitos de diferentes espectros políticos, inclusive da direita e do Centrão, devido ao colapso financeiro no setor de transporte. Ele argumenta que reajustes sucessivos de passagem afastam usuários e não solucionam o problema das empresas.

O deputado acredita ainda que a proposta deve avançar no Congresso, apesar do clima de tensão na Câmara. Para ele, trata-se de um tema com amplo apelo social: “Assim como aconteceu com a isenção do IR, ninguém quer se posicionar contra”, afirmou.

Com informações do Estado de Minas

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Black Fraude: Magalu é pega pelo Procon em João Pessoa

0

SHARES

O Procon de João Pessoa autuou, nesta sexta-feira (28), uma loja da Magazine Luiza por irregularidades nas promoções de Black Friday. A ação foi comandada pelo secretário Júnior Pires, que publicou vídeos nas redes sociais mostrando o que chamou de “Black Fraude”.

Durante a fiscalização, Júnior Pires flagrou produtos anunciados com “desconto”, mas pelo mesmo preço anterior, além de prateleiras sinalizadas como oferta sem nenhum item realmente incluído na promoção. A loja também não apresentou o levantamento obrigatório de preços dos últimos três meses.

“Black das Blacks de R$19,90 por R$19,90… isso é uma fraude, enganando o consumidor. Aqui é Black Fraude, a gente vai autuar”, afirmou o secretário no vídeo.

O Procon-JP continua com operações em toda a cidade para identificar e punir práticas enganosas durante a Black Friday.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Pix passa a ser rastreado para bloquear dinheiro de golpes e fraudes, e ganha mecanismo especial de devolução

Foto: R7

O Pix ganha um novo sistema para combater fraudes e golpes e devolver o dinheiro a partir deste domingo (23). Segundo o Banco Central, o MED 2.0 (Mecanismo Especial de Devolução) entra em vigor de forma facultativa, e passará a ser obrigatório em fevereiro de 2026.

A medida vai rastrear o caminho dos recursos por várias contas e compartilhar as informações com as instituições financeiras envolvidas.

Isso permitirá bloquear valores em contas de destinos diferentes e a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação.

Como é hoje

Atualmente, a notificação de fraude feita pelo cliente no aplicativo do banco possibilita o bloqueio de valores apenas na primeira conta recebedora do recurso.

O problema é que os fraudadores, normalmente, conseguem retirar rapidamente os recursos dessa conta e transferi-los para outras.

Assim, quando o cliente faz a reclamação é comum que essa conta já não tenha fundos para viabilizar a devolução.

Com a nova funcionalidade, o rastreamento será realizado em várias contas.

“Agora, o fraudador não vai ter muito para onde mandar o dinheiro. A gente vai conseguir rastrear isso de maneira muito melhor”, afirmou o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Dias de Brito Gomes, em live.

O MED é um sistema de segurança para a devolução de recursos para a vítima de fraudes, golpes ou coerção. Criado em 2021, será ampliado com a nova versão 2.0.

Bloqueio e devolução

Para aumentar as chances de bloqueio e devolução, o cliente deve acionar o banco imediatamente após perceber fraude, golpe ou duplicidade de transação.

Desde 1º de outubro, a contestação de transações fraudulentas é feita diretamente no aplicativo dos bancos.

O chamado botão de contestação pode ser acionado, sem precisar falar com atendentes. Após análise dos bancos que deve ser feita em até 7 dias, o dinheiro poderá ser devolvido em até 11 dias.

Como funciona

  • Quando o cliente é vítima de fraude ou golpe, ele pode acionar o botão de contestação no próprio aplicativo do banco para informar a transação suspeita
  • A informação é repassada para o banco do golpista, que deverá bloquear os recursos da conta dele
  • Depois do bloqueio, ambos os bancos têm até sete dias para analisar a contestação
  • Caso concordem que se trata de um golpe, a devolução é efetuada diretamente para a conta da vítima
  • O prazo para essa devolução é de até 11 dias
  • O botão não se aplica a casos de desacordos comerciais, arrependimento e erros no envio do Pix (como digitação errada de chave)

Segundo o Banco Central, documentos só poderão ser exigidos após a abertura do MED (Mecanismo Especial de Devolução). Será possível anexar boletim de ocorrência, prints e outras provas para apoiar a análise do seu caso.

Devolução

O Pix acumula mais de R$ 1,5 bilhão em devoluções de valores por fraudes, golpes, erros ou coerção nos últimos quatro anos.

Segundo o Banco Central, só neste ano, o valor devolvido nos primeiros sete meses já atinge R$ 377,4 milhões, sem considerar as eventuais devoluções parciais. No ano passado inteiro, foram restituídos R$ 561,5 milhões.

Valores devolvidos por ano

  • 2021 (novembro e dezembro): R$ 3.898.646,65
  • 2022: R$ 191.164.322,82
  • 2023: R$ 389.139.322,39
  • 2024: R$ 561.513.623,72
  • 2025 (até julho): R$ 377.427.374,88

Outras medidas

1 de outubro – Botão de contestação: a contestação do Pix em caso de golpes ou fraudes passou a ser feita por meio do aplicativo dos bancos, de forma totalmente digital.

4 de outrubro – Banco Central passou a bloquear as chaves Pix identificadas pelos bancos como utilizadas para golpes e fraudes.

13 de outubro – O Pix Automático se tornou obrigatório em operações de débito interbancários para empresas ou entidades não autorizadas a funcionar pelo BC.

O pagador terá que autorizar o débito no aplicativo da instituição na qual tem a conta que será debitada. Com isso, evita que seja feito débito sem a autorização do cliente, aumentando a segurança do sistema.

A partir de 23 de novembro – O mecanismo passará a rastrear o caminho dos recursos e compartilhar as informações com as instituições financeiras envolvidas.

Isso permitirá bloquear valores em contas de destino intermediárias e a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Procon-JP alerta consumidores sobre golpes em sites de compras antes e durante a Black Friday

Imagem: Canva

O Procon-JP emitiu um alerta para os consumidores devido ao aumento dos golpes online que antecedem e ocorrem durante a Black Friday. A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor destaca que criminosos intensificam fraudes no período, aproveitando o crescimento do comércio virtual e o interesse por promoções.

Segundo o órgão, golpistas usam estratégias de manipulação para obter dados pessoais e bancários, geralmente por meio de descontos “irresistíveis”, contatos insistentes e sites falsos. Há também golpes envolvendo e-mails promocionais fraudulentos, boletos falsos e páginas que imitam grandes marcas.

O secretário do Procon-JP, Junior Pires, afirma que essas práticas se tornam ainda mais frequentes durante a Black Friday. “Se os cidadãos e lojistas se preparam para o período, os golpistas também se organizam para aplicar fraudes e ataques cibernéticos”, explicou.

Dicas para evitar golpes

O Procon-JP orienta que o consumidor adote medidas práticas para uma compra online segura. Entre elas:

  • Desconfiar de e-mails promocionais e mensagens com ofertas relâmpago.

  • Evitar abrir anexos desconhecidos ou clicar em links suspeitos.

  • Confirmar promoções diretamente com a loja pelos canais oficiais.

  • Não cadastrar dados em sites duvidosos e manter o antivírus atualizado.

  • Verificar se o endereço do site começa com “https://” e se possui o cadeado de segurança.

  • Avaliar a qualidade do site, observando erros, páginas incompletas e logomarcas distorcidas.

  • Usar cartões virtuais temporários e não salvar informações de pagamento.

  • Criar senhas fortes e únicas para cada conta.

  • Ativar alertas de transação no banco ou cartão de crédito.

  • Desconfiar de sites que pedem dados pessoais em excesso.

  • Priorizar métodos de pagamento seguros, como cartão de crédito ou PayPal.

  • Ao usar Pix ou boleto, conferir o nome e a conta de destino.

Atendimento do Procon-JP

  • Sede: Av. Pedro I, 382, Tambiá – 8h às 17h

  • Telefone: 0800-083-2015

  • Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179

  • WhatsApp do transporte público: (83) 98873-9976

  • Instagram: @procon_jp

  • Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.