Economia

Paraíba muda regra do ICMS e adota nova declaração a partir de 2026

0

SHARES

O Governo da Paraíba publicou um decreto que muda as regras do ICMS para contribuintes de outros estados no regime de substituição tributária. A partir de janeiro de 2026, deixa de ser aceita a GIA-ST, que será substituída pela Escrituração Fiscal Digital – Operações Interestaduais (EFD/OIE).

Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba, a EFD/OIE também passa a substituir a DeSTDA. Com isso, todas as informações sobre operações interestaduais deverão ser enviadas apenas por meio da EFD.

Até a competência de dezembro de 2025, a Sefaz-PB continuará aceitando normalmente as declarações da GIA-ST e da DeSTDA, inclusive envios feitos posteriormente dentro desse período. A partir de janeiro de 2026, essas declarações não serão mais recebidas.

A mudança faz parte do processo de modernização da gestão fiscal do estado e tem como objetivo simplificar as obrigações acessórias dos contribuintes.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Estatais têm déficit recorde de R$ 20,5 bilhões desde o início do terceiro mandato de Lula

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As empresas estatais acumularam déficit primário de R$ 20,5 bilhões desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo dados do Banco Central compilados pela CNN Money. É o maior resultado negativo já registrado para o período na série histórica.

O rombo começou em 2023, com déficit de R$ 2,2 bilhões. Em 2024, o valor subiu para R$ 8,07 bilhões e, em 2025, entre janeiro e novembro, já soma R$ 10,3 bilhões.

Correios lideram perdas

Os Correios são os principais responsáveis pelo resultado negativo. A empresa registrou déficit de R$ 6 bilhões entre janeiro e setembro de 2025, após um rombo de R$ 2,6 bilhões em 2024.

Petrobras e bancos públicos não entram no cálculo. A estatal petrolífera é excluída por operar com regras de governança semelhantes às de empresas privadas.

O que diz o governo

O governo afirma que o déficit primário não reflete, necessariamente, a saúde financeira das estatais. Segundo o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), investimentos elevados ou uso de recursos acumulados podem gerar resultado negativo sem indicar desequilíbrio de caixa.

Para o ministério, o indicador segue a lógica das finanças públicas e não mede o desempenho operacional ou mercadológico das empresas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

DATAFOLHA: Economizar dinheiro é a principal meta dos brasileiros para 2026, à frente de qualquer outro objetivo pessoal ou profissional

Foto: Shutterstock

Economizar dinheiro será a principal meta dos brasileiros em 2026. É o que revela pesquisa do Datafolha, segundo a qual 44% dos entrevistados pretendem poupar no próximo ano, índice superior a qualquer outro objetivo pessoal ou profissional.

O levantamento mostra que, em um cenário de juros elevados e incertezas econômicas, a organização financeira ganha prioridade, superando metas ligadas a lazer, saúde e carreira.

Na sequência, aparecem objetivos relacionados à vida pessoal e bem-estar. Passar mais tempo com a família e amigos foi citado por 37% dos entrevistados. Já melhorar a alimentação e iniciar uma atividade física aparecem empatadas, com 25% cada.

Metas ligadas à renda e ao trabalho também têm peso relevante. Trabalhar por conta própria ou abrir um negócio foi mencionado por 23%, enquanto 22% pretendem fazer cursos para adquirir novas habilidades profissionais.

A pesquisa também indica maior atenção à saúde mental: 20% afirmam que pretendem buscar apoio emocional ou psicológico em 2026. O mesmo percentual planeja fazer uma viagem longa, para outro estado ou país.

Principais metas para 2026 (em %)

  • Economizar dinheiro – 44

  • Passar mais tempo com família e amigos – 37

  • Melhorar a alimentação – 25

  • Iniciar atividade física – 25

  • Trabalhar por conta própria/abrir negócio – 23

  • Fazer curso para nova habilidade profissional – 22

  • Cuidar da saúde mental/emocional– 20

  • Fazer viagem longa – 20

  • Passar menos tempo no celular – 17

  • Voltar a estudar/concluir curso – 14

  • Aprender nova língua – 12

  • Trocar de emprego – 11

  • Novo relacionamento amoroso – 5

  • Tratamento estético – 5

  • Nenhuma – 1

  • Não sabe – 1

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, em 113 municípios do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Bares e restaurantes da Paraíba projetam aumento no faturamento em 2026



					Bares e restaurantes da Paraíba projetam aumento no faturamento no início de 2026
Bares e restaurantes da Paraíba projetam aumento no faturamento no início de 2026. Reprodução/Pixabay

Os empresários de bares e restaurantes da Paraíba encerram o ano com a expectativa de aumentar o faturamento no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. O otimismo do setor é impulsionado, principalmente, pelo bom desempenho registrado nas vendas de fim de ano, a maior circulação de turistas e o pagamento do 13º salário.

O levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) aponta que 69% dos estabelecimentos esperam faturar mais no início de 2026. Em relação ao último trimestre deste ano, 56% também projetam crescimento.

A pesquisa indica que o impacto positivo tende a ser mais significativo em regiões turísticas, como João Pessoa e municípios do litoral paraibano, que registram aumento no fluxo de clientes durante o verão.

De acordo com os dados, 40% dos bares e restaurantes operaram com lucro em novembro, enquanto outros 40% fecharam o mês em equilíbrio financeiro. O percentual de estabelecimentos que registraram prejuízo foi de 19%.

No que se refere ao faturamento, 44% dos negócios apontaram crescimento em novembro, 28% mantiveram estabilidade e 27% relataram queda.

“Os resultados do fim de ano trouxeram um fôlego importante para o setor. Muitos empresários conseguiram recuperar parte das margens e entrar em 2026 com uma perspectiva mais positiva. Isso não elimina os desafios estruturais, como custos e mão de obra, mas cria um ambiente mais favorável para planejamento e crescimento”, afirma.

Feriados prolongados geram otimismo do setor

O setor também aposta no calendário de 2026 como um fator adicional para impulsionar os negócios. Ao todo, o próximo ano contará com dez feriados nacionais e cinco pontos facultativos, muitos deles com potencial para formar feriadões prolongados. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), esse cenário é especialmente favorável para destinos turísticos como a Paraíba.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Endividamento já consome quase metade das famílias brasileiras, aponta Banco Central

Foto: Gustavo Minas / Bloomberg

As famílias brasileiras estão mais endividadas e enfrentando crédito mais caro, o que tem reduzido a contratação de novos empréstimos. Dados do Banco Central mostram que o endividamento chegou a 49,3% da renda anual, enquanto o comprometimento mensal com dívidas subiu para 29,4%.

Ao mesmo tempo, os juros do crédito livre para pessoas físicas alcançaram 59,4% ao ano, um dos principais fatores por trás da perda de ritmo do crédito. O nível de endividamento está entre os mais altos desde novembro de 2022, quando chegou a 49,4%.

Apesar do aperto no orçamento, o crédito às famílias ainda cresce. Em novembro, o crédito ampliado somou R$ 4,7 trilhões, o equivalente a 37,2% do PIB. No entanto, o avanço vem desacelerando: o estoque total de crédito cresceu 9,5% em 12 meses, abaixo dos 10,2% registrados anteriormente.

A cautela também aparece nas concessões. Em novembro, os novos empréstimos caíram 6,6%, somando R$ 637,5 bilhões, com recuo tanto para famílias quanto para empresas.

Com informações de O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Paraíba concentra cidades entre os menores PIBs do Brasil, aponta IBGE

Dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (19) revelam que a Paraíba concentra vários municípios entre os menores Produtos Internos Brutos (PIBs) do país. O levantamento traz informações econômicas de todos os 5.570 municípios brasileiros, com base nos anos de 2022 e 2023.

Areia de Baraúnas aparece como o segundo menor PIB do Brasil em 2023, com R$ 27,9 milhões. O município também tem o menor PIB da Paraíba, respondendo por apenas 0,03% da economia estadual. Outros três municípios paraibanos figuram entre os 15 menores do país: Parari (3º, com R$ 28 milhões), Quixaba (6º, com R$ 30,6 milhões) e Coxixola (7º, com R$ 30,9 milhões), todos com a mesma participação de 0,03% no PIB estadual.

A lista inclui ainda mais sete cidades da Paraíba entre os 30 menores PIBs do Brasil: Curral Velho, Riacho de Santo Antônio, Zabelê, Passagem, São José do Brejo do Cruz, Amparo e Lastro, reforçando a forte concentração de municípios de baixa atividade econômica no estado, segundo o IBGE.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Quase 70% dos paraibanos pretendem presentear no Natal 2025, aponta Fecomércio

0

SHARES

O Natal segue sendo a data mais aguardada pelo comércio e pelos consumidores da Região Metropolitana de João Pessoa. Em 2025, o período promete movimentar o setor, já que 69,12% dos entrevistados manifestaram intenção de comprar presentes ou realizar compras pessoais neste fim de ano. O percentual representa um crescimento de 1,91 ponto percentual em relação ao registrado no Natal de 2024, quando a intenção de compra foi de 67,21%.

Os dados são da Pesquisa de Intenção de Compras para as Festas de Fim de Ano 2025, realizada pelo Instituto de Planejamento, Estatística e Desenvolvimento da Paraíba (INDEP), ligado à Fecomércio Paraíba.

Para o presidente da Fecomércio Paraíba, Marconi Medeiros, o cenário reforça a expectativa de um Natal positivo para o comércio e os serviços. “Mesmo diante de desafios econômicos, o paraibano demonstra disposição para consumir. Esse movimento tende a impulsionar as vendas, estimular a atividade econômica e gerar mais emprego e renda para a população”, destaca.

Quando se observa o destino dos presentes, os filhos lideram o ranking, citados por 30,50% dos consumidores, seguidos pelas mães (29,08%), esposo(a) ou namorado(a) (24,11%), pais (15,60%) e amigos (7,80%). As compras pessoais também se destacam, aparecendo em 50,35% das respostas.

Produtos preferidos, estimativa de gastos e formas de pagamento

Assim como em anos anteriores, os artigos de vestuário aparecem como os principais itens escolhidos para presentear no Natal, citados por 70,21% dos entrevistados. Em seguida, aparecem os calçados (22,70%), perfumes (14,18%), eletrodomésticos e eletroeletrônicos (12,06%) e brinquedos (10,64%). Entre os eletroeletrônicos, o item mais citado foi o smartphone/celular (32,35%), seguido por televisores (14,71%), fogão (11,76%) e computadores/notebooks (8,82%). Como era permitido indicar mais de um item, a soma ultrapassa 100%.

O ticket médio estimado para o Natal de 2025 é de R$ 243,31 por presente, valor 12,14% superior ao registrado no ano anterior, quando a média foi de R$ 219,65. A maior parte dos consumidores (31,21%) pretende gastar até R$ 100, enquanto 28,37% devem desembolsar entre R$ 101 e R$ 250. Já os que planejam gastar acima de R$ 800 representam 8,51% do total.

Quanto à forma de pagamento, a preferência segue sendo pelas compras à vista, citadas por 50,35% dos entrevistados. Entre estes, o Pix lidera com 68,31%, seguido pelo dinheiro em espécie (21,13%) e débito em conta (10,56%), escolha diretamente associada aos descontos oferecidos pelos lojistas. Já 49,65% pretendem comprar a prazo, praticamente todos utilizando cartão de crédito, sendo que 92,86% planejam parcelar as compras, principalmente entre duas e três parcelas.

Local e período das compras

Os shoppings centers da Região Metropolitana de João Pessoa seguem como o principal local de compras, citados por 52,67% dos consumidores, percentual 6,22 pontos percentuais maior que o observado em 2024. Em seguida aparecem as compras via e-commerce (31,67%) e as lojas do Centro de João Pessoa (27,76%). Como os entrevistados puderam indicar mais de um local, o total ultrapassa 100%.

A maior parte das compras deve ocorrer no mês de dezembro, com 40,21% dos consumidores concentrando as aquisições no início do mês e 33,81% deixando para a semana do Natal, na expectativa de mais ofertas. Já 13,88% anteciparam as compras durante a Black Friday, enquanto 6,05% afirmaram que só irão comprar após o Natal, aproveitando as liquidações de janeiro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Varejo da Paraíba registra terceira maior alta do País no ano

Estado mantém ritmo de crescimento acima da média nacional e fecha outubro com avanço consistente nas vendas
| Foto: Reprodução/Internet

Estado mantém ritmo de crescimento acima da média nacional e fecha outubro com avanço consistente nas vendas

Os dados divulgados nesta quinta-feira (11) pelo IBGE mostram que o varejo da Paraíba teve a terceira maior taxa de crescimento do País no acumulado dos dez primeiros meses de 2025. A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) registrou alta de 2,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, enquanto o Brasil avançou 1,1%. O resultado marcou o décimo mês consecutivo de crescimento no Estado.

O desempenho de outubro consolidou a Paraíba entre os líderes nacionais, com 5,1% de crescimento entre janeiro e outubro. Apenas Amapá (7,7%) e Santa Catarina (5,8%) ficaram à frente. No mesmo período, o país cresceu 1,5%.

No comércio varejista ampliado, segmento que inclui veículos, motos, materiais de construção e atacado de alimentos, bebidas e fumo, a Paraíba permaneceu com a segunda maior taxa do País, acumulando 5% nos dez meses analisados, enquanto o Brasil apresentou retração de 0,3%. Em outubro, o Estado cresceu 3,7%, contra nova queda de 0,3% no cenário nacional.

Seis das oito atividades do varejo avançaram na comparação com outubro de 2024: equipamentos de informática e comunicação, artigos farmacêuticos, móveis e eletrodomésticos, outros artigos de uso pessoal e doméstico, livros e papelaria, além de hiper e supermercados. O setor de tecidos, vestuário e calçados recuou, enquanto combustíveis e lubrificantes permaneceram estáveis.

O secretário da Fazenda, Marialvo Laureano, afirmou que o desempenho paraibano reflete fatores como o crescimento da geração de empregos formais, que reduziu a taxa de desocupação para 7%, o nível mais baixo da série histórica. Ele destacou ainda o aumento dos investimentos públicos e a expansão do consumo das famílias, estimado em R$ 112 bilhões este ano.

A Pesquisa Mensal do Comércio, iniciada em 1995, acompanha mensalmente a receita bruta e o volume de vendas do varejo brasileiro e está disponível para consulta no Sidra.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Governo avalia elevar tarifas para carros e aço para fechar contas em 2026

fábrica carros
O governo federal deve elevar tarifas para alguns produtos no ano que vem a fim de proteger setores da economia que estão sofrendo com importações — especialmente chinesas — e gerar cerca de R$ 14 bilhões para fechar o Orçamento.

São avaliadas pela equipe econômica elevações no imposto de importação para carros e aço, por exemplo, segundo apuração da CNN. Ambos os setores sofrem com uma “invasão” de produtos chineses.

A projeção de arrecadação extra na casa de R$ 14 bilhões consta no relatório da receita do PLOA (projeto de lei orçamentária anual), da senadora Dorinha Rezende (União-TO), aprovado pela CMO (Comissão Mista de Orçamento) na última semana. Não há detalhamento para a dotação, contudo.

Técnicos próximos ao assunto indicam que a receita teria origem na elevação de alíquotas do imposto de importação para alguns itens com “surtos de importação” devido a movimentações geopolíticas.

Desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a estabelecer suas tarifas, uma série de países, em especial a China, redirecionaram suas mercadorias a mercados alternativos. Setores da economia brasileira reclamam, e o governo deve atender parte destes pleitos.

O setor de aço projeta queda em sua produção e aumento de mais de 30% na importação em 2025. Por isso, pede que o governo utilize mecanismos de defesa comercial. O segmento de automóveis tem crítica semelhante e demanda a recomposição tarifária a 35%.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Construção civil concentra 22,1% das novas contratações em João Pessoa

Em alta no estado, o setor da construção civil é o terceiro na geração de empregos formais na Paraíba. De janeiro a outubro deste ano, o estado registrou 230.360 admissões com carteira assinada. Desse total, 41.378 ocorreram no setor da construção, o que equivale a 17,9% das contratações realizadas no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em termos proporcionais, a cada 100 pessoas contratadas no estado em 2025, aproximadamente 18 ingressaram em ocupações ligadas à construção civil. Em João Pessoa, a cada 100 novos empregos formais, 22 estão ligados à construção civil.

No recorte apenas de outubro, o setor ampliou sua participação. Das 22.182 admissões registradas no mês na Paraíba, 4.109 foram na construção civil, correspondendo a 18,5% do total. O resultado mantém o segmento entre os principais responsáveis por movimentar o mercado formal de trabalho no estado.

Em João Pessoa, a construção civil também aparece com peso expressivo nas contratações acumuladas no ano. A capital contabilizou 108.285 admissões de janeiro a outubro de 2025, das quais 23.935 estiveram ligadas ao setor, o equivalente a 22,1% das vagas preenchidas. Assim, a cada 10 novos postos formais criados na cidade, cerca de dois foram gerados em atividades da construção civil.

O setor possui efeito direto na atividade econômica, por envolver cadeias de produção de insumos, serviços técnicos, locação de equipamentos e obras públicas e privadas. Segundo as Contas Regionais do IBGE, a construção corresponde a aproximadamente 5% do Produto Interno Bruto da Paraíba e 6,9% do PIB nacional, o que reforça sua relevância para emprego, renda e investimentos.

Outros setores — Além da construção civil, outros setores também contribuíram para o movimento de admissões no estado em 2025. Os serviços responderam pelo maior volume de contratações, com 107.977 novas vagas formais no período. O comércio registrou 52.961 admissões e a indústria contabilizou 32.645. Já a agropecuária teve 6.207 contratações.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.