
Os três estados que mais cresceram em maio e tiveram destaque no cenário nacional no setor foram Amapá (29,4%), Paraíba (14,9%) e Bahia (12,2%), enquanto a média do País apresentou alta de 8,1%.

Os três estados que mais cresceram em maio e tiveram destaque no cenário nacional no setor foram Amapá (29,4%), Paraíba (14,9%) e Bahia (12,2%), enquanto a média do País apresentou alta de 8,1%.

O recente aumento no preço da gasolina anunciado pela Petrobras, de R$ 0,20 por litro, já está começando a ser refletido nos postos de combustíveis da Paraíba. Em João Pessoa, o reajuste foi verificado em postos de diferentes bairros, com preços variando de R$ 5,87 a R$ 6,27, dependendo do local e da forma de pagamento.
O preço da gasolina à vista e a prazo sofreu variações significativas ao longo do dia em alguns postos. Em Miramar, o litro estava a R$ 5,99 à vista e R$ 6,19 a prazo, enquanto em Costa e Silva, os preços foram ajustados de R$ 6,12 para R$ 5,87 ao longo do dia. O Procon-PB está fiscalizando os postos para garantir que o reajuste seja aplicado corretamente e que não haja abusos.
Além da gasolina, a Petrobras também anunciou um aumento no preço do gás de cozinha (GLP), que subiu R$ 3,10 por litro. Esse reajuste resultou em um aumento de R$ 5 no preço do botijão de 13 kg, que agora custa em média R$ 110. O Sindicato dos Revendedores de Gás da Paraíba confirmou o impacto direto nos consumidores, que sentirão o aumento no custo do gás doméstico.
A superintendente do Procon-PB, Késsia Liliana, afirmou que a fiscalização é uma prática rotineira sempre que há novos reajustes da Petrobras. Ela destacou que algumas irregularidades foram encontradas, como repasses antes da compra do combustível, e que o Procon está em contato com a ANP para resolver a situação.
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Foto: Reprodução
Promulgada no fim do ano passado, a Reforma Tributária depende de outra movimentação do Congresso Nacional para ser, de fato, implementada: a criação de dispositivos legais que instituam regras para os novos impostos previstos no texto da Emenda Constitucional que previu o conjunto de mudanças.
Para isso, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), um Projeto de Lei Complementar, de autoria do Executivo, que detalha a formatação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto Seletivo (IS).
Os três tributos irão substituir cinco impostos federais existentes: PIS, Cofins e IPI (que vão dar lugar para a CBS) e ICMS e ISS (que vão ser substituídos pelo IBS).
QUEM ESTÁ IMUNE AOS NOVOS IMPOSTOS
O primeiro ponto é que o IBS e o CBS vão incidir sobre diversas negociações, incluindo aquelas caracterizadas pela compra e venda, locação, licenciamento, concessão, cessão ou prestação de serviços.
Deverão ser imunes aos dois impostos bens e serviços, dentre outros, os fornecidos pelos entes federativos, entidades religiosas e partidos políticos. Também não vão pagar os fornecimentos de livros, jornais, periódicos e o papel destinado para impressão desses materiais.
Além disso, serão imunes ao IBS e ao CBS os fonogramas e videofonogramas produzidos no Brasil e com a participação de autores ou artistas brasileiros.
IMPOSTO SELETIVO
A Reforma Tributária lançou no sistema de tributos a figura do Imposto Seletivo, voltado para a taxação de produtos prejudiciais ao meio ambiente e à saúde.
O IS foi apelidado como “imposto do pecado”. A ideia é, ao aplicar uma taxação de 26% sobre os itens adquiridos, desestimular o consumo deles.
Cogitou-se incluir armas e munições na listagem, mas ficaram de fora da lista.
O imposto deve recair sobre:
CESTA BÁSICA DE ALIMENTOS
A Emenda Constitucional estipulou uma Cesta Básica Nacional, que terá uma alíquota zero de IBS e CBS. Pelo que versa a Reforma Tributária, a lista de alimentos que fazem parte dela devem estar na lei complementar que regulamenta.
Estão na relação de alimentos zerados produtos como arroz, leite, manteiga, feijão, margarina, café, óleo de soja, raízes, farinha de mandioca, farinha de trigo, açúcar, pão comum, massas alimentícias, ovos, frutas e hortaliças, dentre outros.
De última hora, a Câmara decidiu incluir as carnes na cesta básica com alíquota zero da Reforma Tributária. Antes, as carnes estavam na lista de redução de 60% da alíquota do IVA.
DESCONTO NOS SERVIÇOS DE SAÚDE E EDUCAÇÃO
Além da cesta estendida, terão desconto de 60% na cobrança de CBS e IBS:
MEDICAMENTOS
O texto-base enviado pelo Executivo já previa uma lista de 383 remédios isentos dos dois tributos criados, a fim de facilitar o acesso a tais itens, essenciais para pacientes como os que possuem doenças crônicas. Ela foi mantida.
Com a atuação do relator, todos os medicamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou produzidos por farmácias de manipulação deverão ser comercializados com uma tributação reduzida, de até 60% da alíquota.
‘CASHBACK’
Como parte das medidas de controle ou redução do ônus tributário, a promulgação da lei colocou no papel a ideia de um “cashback” em operações de fornecimento de energia elétrica e água para consumidores de baixa renda e na cesta básica estendida.
A política garante que o valor direcionado ao pagamento de tributos deverá ser revertido como desconto nas faturas pela utilização dos serviços.
Para terem acesso ao benefício na conta de água, energia, esgoto ou gás natural, as famílias terão que estar inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do Governo Federal com renda per capita de até meio salário-mínimo.
Diário do Nordeste
Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília
A reforma tributária brasileira, em fase de regulamentação, introduz mudanças para diversos setores da economia, isentando de impostos uma série de bens e serviços essenciais. Entre os itens beneficiados estão produtos da cesta básica, medicamentos, e carros para pessoas autistas, entre outros (veja a lista completa abaixo). O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (10) e agora segue para o Senado.
Conforme estabelecido no texto da reforma, as alíquotas do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) serão reduzidas a zero para uma série de produtos e serviços, desde que sejam observadas as definições e disposições específicas.
Produtos e serviços isentos:
R7
Foto: Reprodução
A percepção de piora da economia brasileira teve leve recuo em julho, mas ainda se sobressai às opiniões de melhora da situação, segundo pesquisa Genial/Quaest publicada nesta quarta-feira (10).
Nos últimos 12 meses, a economia piorou para 36% dos brasileiros, enquanto 32% afirmaram que não havia mudado e 28% disseram que o quadro melhorou. Não souberam ou não responderam somaram 4%.
Em maio, a visão negativa alcançava 38%, enquanto o viés positivo tinha abrangência de 27%. A opinião de quem acha que ficou do mesmo jeito se manteve em 32%. Não souberam ou não responderam eram 3%. Os dados da pesquisa mostram que a percepção de melhora em julho teve maior participação em quem tem renda familiar de dois salários mínimos — o equivalente a R$ 2.824.
Para essa fatia, a melhora foi vista em 37% dos entrevistados, enquanto 35% afirmaram que a situação não mudou e 24% disseram que está pior.
Na outra ponta, entrevistados com renda familiar acima de cinco salários mínimos (R$ 7.060) são maioria entre quem apontou piora na economia nos últimos 12 meses.
Para 44% deste estrato social, a economia piorou. Já 32% falaram que ficou do mesmo jeito e 21% indicaram melhora na situação.
Foram entrevistadas 2.000 pessoas, presencialmente, entre os dias 5 e 8 de julho. O público alvo foi de eleitores com 16 anos ou mais.
A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
A pesquisa Genial/Quaest publicada nesta quarta-feira (10) mostrou que o poder de compra está menor para 63% dos brasileiros, comparado aos últimos 12 meses.
O número de 63% representa uma queda em relação ao mês de maio deste ano, quando 67% dos brasileiros achavam que o poder de compra estava menor, a maior porcentagem desde o abril de 2023. A menor foi registrada em junho do ano passado, quando 30% dos entrevistados consideravam que tinham um menor poder de compra.
Não souberam ou não responderam somaram 2%.
CNN
O litro da gasolina poderá ficar R$ 0,15 mais caro nos postos do país, com reajuste do combustível nas refinarias anunciado pela Petrobras, após 11 meses sem aumento. A estimativa é da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).
O valor para as distribuidoras teve aumento de R$ 0,20 (7,12%) a partir desta terça-feira (9). O gás de cozinha também teve reajuste de R$ 3,10 (9,81%). Com isso o litro do combustível passa para R$ 3,01 nas refinarias e o do botijão de 13 kg, R$ 34,70 para as distribuidoras.
Mas o aumento para os consumidores da gasolina, que tem 27% de etanol em sua composição, não é imediato, dependendo de cada posto de combustível. De acordo com o último levantamento publicado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil), realizado na última semana de junho, o preço médio da gasolina na bomba era de R 5,86. Com o aumento, deverá atingir R$ 6,01.
R7

Mesmo depois da pandemia, os grandes bancos continuam fechando agências bancárias e diminuindo rede de atendimento ao público.
Na Paraíba, já são mais 15 unidades fechadas em apenas dois anos, uma queda de 3,44%, somando as agências e postos de atendimento. Na direção contrária, o Sicredi – primeira instituição financeira cooperativa do Brasil – anuncia no dia Internacional do Cooperativismo, uma ampliação de agências e unidades de atendimento, chegando a 105 postos presenciais no estado, um aumento de 20,69% no mesmo período.
Com a expansão, a Paraíba se tornou o estado que possui a terceira maior rede de cooperativas de crédito da região, com 62 agências. Enquanto isso, o estado registrou, só com os postos de atendimento bancários, a terceira maior queda do Nordeste: uma redução de 5,75% no biênio 2022-2024. Conhecido como Dia C, o Dia Internacional do Cooperativismo é celebrado no primeiro sábado de julho em todo país com ações sociais voluntárias e de prestação gratuita de serviços.
Para o analista de Planejamento Estratégico da Central Sicredi Nordeste, Jonas Marinho, o crescimento do cooperativismo de crédito na região tem sido impulsionado pela expansão da base de associados e a inclusão financeira de áreas remotas nos estados. São quase 255 mil novos associados no Nordeste em dois anos, levando o Sicredi a atingir R$ 11 bilhões em ativos totais, um aumento de 11,63% no mesmo período.
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Blog do BG PB com PBJá
Foto: Sérgio Lima/Poder 360
Parte do pacote de corte de despesas anunciado pelo governo nesta semana vai depender de aprovação no Congresso Nacional. Ou seja, vai depender de negociação e ainda não está garantido.
Cálculos preliminares indicam que cerca de R$ 10 bilhões só serão efetivados após aval dos parlamentares. Isso representa mais de um terço de toda a economia com os cortes esperada para o próximo ano – de R$ 25,6 bilhões.
Ainda não há data prevista para o Palácio do Planalto enviar as propostas ao Congresso. Integrantes do governo reconhecem que algumas medidas são duras e devem gerar debate na Câmara e no Senado, mas a equipe econômica confia na aprovação dos projetos apesar de o prazo ser mais curto nesse semestre por causa das eleições municipais.
Nesta quarta-feira (3), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez uma declaração na qual anunciou os cortes após seguidas reuniões com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O objetivo foi dar uma sinalização ao mercado financeiro. O dólar chegou a bater R$ 5,70 nos últimos dias em meio ao embate entre Lula e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em torno da política de juros e das contas públicas.
Haddad anunciou um corte de R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias para 2025. No entanto, o ministro não deu mais detalhes sobre o pacote.
g1
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