Economia

Turismo da Paraíba fatura R$ 78 milhões e tem maior crescimento do Nordeste

Foto: Governo da Paraíba

No mês de abril o setor de turismo da Paraíba apresentou faturamento de R$ 78.307 milhões, o que representa crescimento de 2,6% em relação a igual período do ano passado. No acumulado do ano, a alta é de 5,2%, conforme pesquisa da Fecomercio São Paulo, divulgada nesta quinta-feira (4). O percentual de aumento é o maior entre os estados da região Nordeste.

O secretário de Estado de Turismo e do Desenvolvimento, Miguel Ângelo Gomes destacou estudo desenvolvido pelo Banco do Brasil, que aponta  previsão de alta do PIB paraibano como o maior do Nordeste, puxado pelo setor de serviços que representa 80,4% da economia do estado.

“Ou seja, o Turismo está inserido dentro deste segmento. Os indicadores falam por si, altas taxas de ocupação nos meios de hospedagens e nos voos que ligam a Paraíba ao mundo. Somente no comparativo de janeiro a maio, o número de embarques e desembarques em Campina Grande e Bayeux aumentaram cerca de 17,8%. Detalhe, o Polo Cabo Branco ainda não tem nenhum resort pronto. Em 10 anos, estimo que esta receita tende a dobrar”, afirmou o secretário, lembrando ainda o potencial de obras como o Centro de Convenções de Campina Grande.

O levantamento que avalia o Faturamento do Turismo Nacional, elaborado mensalmente pela FecomercioSP, apontou que, em abril, o setor faturou R$ 15,7 bilhões, registrando uma alta de 4,7% em comparação ao mesmo período do ano passado. O segmento com maior faturamento no mês foi o de transporte aéreo, com R$ 3,73 bilhões e alta anual de 3,7%. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o número de passageiros por quilômetros transportados foi o maior desde 2015.

Os Estados do Amazonas e do Espírito Santo foram os principais destaques do mês na avaliação regional em relação ao faturamento, obtendo variações de 13,9% e 13,4%, respectivamente. Na sequência, vieram Maranhão (12%), Sergipe (10,6%) e Santa Catarina (9%). São Paulo, que tem grande relevância para o faturamento do setor, voltou a crescer após uma sequência negativa, avançando 4,7% no contraponto anual.

Por outro lado, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul sofreram quedas respectivas 10,2%, 5% e 2,9%. No último caso, o estudo ainda não captou os efeitos das chuvas do início de maio.

Faturamento do Turismo nacional por segmentos

O setor de locação de meios de transportes, com crescimento anual de 11,9% e aturamento de R$ 2,2 bilhões, foi o que mais se destacou positivamente, em abril, em termos de variação. No ano, a alta acumulada é de 12,3%. Também
apresentaram variações importantes as atividades relacionadas a alojamento (9,6%); alimentação (3,3%); atividades culturais, recreativas e esportivas (5,6%); e agências, operadoras e outros serviços (4,4%), além de outros tipos de
transporte aquaviário (5,1%).

Apenas o transporte rodoviário apontou retração no mês, caindo 1,2% e acumulando perda de 9,6%, nos quatro primeiros meses do ano. Esse desempenho está relacionado à base de comparação, já que, em 2022, o setor cresceu 30%. Um dólar mais caro deve favorecer os deslocamentos regionais nos próximos meses, uma vez que os preços de viagens mais longas, como as de avião, podem ficar mais elevados.

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Economia

Haddad anuncia corte de R$ 25 bi em despesas e diz que Lula determinou cumprimento do arcabouço fiscal

Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (3) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que seja cumprido o arcabouço fiscal. Haddad também anunciou o corte de R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias.

Haddad deu entrevista para a imprensa após deixar o Palácio do Planalto, onde se reuniu com Lula e secretários da Fazenda em encontro da Junta de Execução Orçamentária (JEO). Essa junta, prevista em lei, tem o papel de assessorar o presidente em temas econômicos.

Já o arcabouço fiscal é a âncora fiscal do país, elaborada pelo governo e aprovada no ano passado pelo Congresso. Em termos gerais, o arcabouço fiscal atrela o crescimento das despesas ao crescimento das receitas, controlando os gastos públicos.

Nos últimos dias, em razão de falas do presidente Lula, o mercado temeu que o governo não estivesse comprometido com a responsabilidade fiscal, o que gerou turbulência no cenário econômico.

g1

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Economia

PREPARE O BOLSO: Paraíba terá mais um aumento no preço do gás em menos de um mês

 

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Economia

Lula é alertado por Haddad e economistas de que dólar nas nuvens fará inflação subir

Foto: Evaristo Sa/AFP

O presidente Lula (PT) se reuniu recentemente com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com um grupo de economistas de dentro e de fora do governo que o alertaram sobre a possibilidade de uma forte alta da inflação já nos próximos meses caso o dólar siga disparando. A subida da moeda norte-americana encarece a compra de produtos e insumos importados e tem impacto direto nos preços brasileiros.

De acordo com um dos integrantes da conversa, que reuniu expoentes do chamado desenvolvimentismo, Lula está “justamente indignado” com o que seria um movimento especulativo contra seu governo –e com a tentativa de fazer a corda do ajuste fiscal estourar no lado mais fraco. Ou seja, o da população mais pobre. Por isso o presidente estaria repetindo em entrevistas que não se dobrará a essa receita. O petista, no entanto, foi aconselhado a baixar o tom de suas críticas ao mercado e ao Banco Central.

Melhor do que falar, aconselharam os economistas, seria fazer de forma mais discreta o que ele tem repetido: preservar o salário mínimo, as aposentadorias e benefícios e a área da saúde e da educação de cortes e alterações de cálculos que diminuam seus reajustes.

O grupo, de acordo ainda com convidados, não vincula a subida do dólar apenas às falas de Lula —mas, sim, a fatores fora do controle dele, como a alta dos juros norte-americanos, por exemplo.

Mônica Bergamo – Folha de S. Paulo

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Economia

João Pessoa tem a segunda maior valorização imobiliária; veja ranking

Orla de João pessoa em vista aérea — Foto: Paulo Cavalcanti/Arquivo Pessoal

Orla de João pessoa em vista aérea — Foto: Paulo Cavalcanti/Arquivo Pessoal

 

O Índice FipeZap revelou que João Pessoa se destacou no mercado imobiliário brasileiro, com uma valorização significativa de 7,70% nos preços dos imóveis residenciais no primeiro semestre deste ano.

Este aumento superou a média nacional de 3,56%, conforme dados divulgados nesta terça-feira (2).

A cidade paraibana foi uma das que mais apresentaram crescimento entre as 50 cidades monitoradas pelo índice, refletindo um mercado aquecido e uma demanda crescente por propriedades na região.

O resultado fica acima da inflação do período medida pelo IGP-M/FGV (+1,10%), assim como a inflação ao consumidor de 2,67%, considerando o IPCA no ano até maio/2024 e o IPCA-15 de junho/2024.

A alta nos preços residenciais na primeira metade do ano foi registrada em 48 das 50 cidades monitoradas.

Confira a valorização

  1. Curitiba (+10,13%)
  2. João Pessoa (+7,70%)
  3. Maceió (+6,31%)
  4. Goiânia (+6,23%)
  5. Salvador (+6,22%)
  6. Belo Horizonte (+5,70%)
  7. Florianópolis (+5,12%)
  8. Recife (+4,78%)
  9. Vitória (+3,92%)
  10. Fortaleza (+3,82%)
  11. São Paulo (+3,16%)
  12. Manaus (+2,31%)
  13. Brasília (+2,12%)
  14. Rio de Janeiro (+1,25%)
  15. Porto Alegre (+0,54%)

A exceção entre as capitais monitoradas envolveu novamente Campo Grande (MS), onde os preços residenciais apresentaram uma queda de 1,01% no semestre.

O preço médio de venda por metro quadrado ficou em R$ 9.020, com imóveis de um dormitório apresentando o valor médio mais elevado (R$ 10.662/m²) e unidades de dois dormitórios com o menor valor identificado (R$ 8.094/m²).

Entre as capitais, Vitória (ES) liderou com o valor médio mais alto por metro quadrado (R$ 11.349/m²), seguida por Florianópolis (R$ 11.340/m²), São Paulo (R$ 11.011/m²), Rio de Janeiro (R$ 10.101/m²), Curitiba (R$ 9.989/m²), e Brasília (R$ 9.181/m²).

Em junho, houve uma alta de 0,61% nos preços, ligeiramente abaixo da variação de maio (+0,74%). Imóveis de um dormitório tiveram uma maior valorização (+0,69%), enquanto os de quatro ou mais dormitórios registraram aumento menor (+0,44%).

No acumulado dos últimos 12 meses, os preços dos imóveis residenciais aumentaram 6,17%, superando a variação do IGP-M/FGV (+2,45%) e a inflação ao consumidor medida pelo IPCA até maio de 2024 e IPCA-15 de junho de 2024 (+4,41%).

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Economia

Bares e restaurantes têm aumento de 3,7% em vendas, na Paraíba

Restaurante John’s Gril (Foto: assessoria de imprensa)

O setor de bares e restaurantes da Paraíba apresentou crescimento de 3,7% no volume de vendas no mês de maio em comparação com abril, de acordo com dados do Índice de Atividade Econômica Abrasel-Stone. O resultado coloca a Paraíba na quinta colocação entre todos os estados do país.

No país, o crescimento registrado foi de 3,4%. Na comparação entre abril e maio, os estados que mais se destacaram foram Maranhão (6,7%), Roraima (5,3%) e Ceará (4,7%), refletindo um cenário de recuperação econômica. Entre os 26 estados e o Distrito Federal, apenas dois registraram queda: a Bahia (-0,2%) e o Rio Grande do Sul (-5,4%), que enfrenta uma situação crítica em decorrência das enchentes que atingiram o estado.

O conselheiro da Abrasel Paraíba, Sílvio Brasileiro, avaliou que o crescimento registrado no mês de maio é resultado também na demanda provocada pelo Dia das Mães, data que representa o segundo maior volume de vendas, perdendo apenas para o Natal. O restaurante aposta em mecanismos para ampliar as vendas, a exemplo do happy hour estendido, almoço executivo e o open de vinho.

“Outro ponto também que eu destaco é a parte do delivery. Os consumidores também aumentaram as refeições dentro de casa e dessa forma a parte do delivery já representa em alguns restaurantes em torno de 5 até 20% do seu faturamento bruto. Isso mostra que o consumidor está cada dia mais escolhendo a sua refeição no lar”, revelou Sílvio Brasileiro. 

Paraíba reconhecida como roteiro turístico  de gastronomia eleva vendas

A presidente da Abrasel na Paraíba, Thâmara Cavalcanti, atribuiu o resultado positivo ao fato da Paraíba ser reconhecida como roteiro turístico de gastronomia  e por suas diversas atrações.

“Temos um litoral e interior do estado  com belezas naturais e um aumento no turismo para prática de esportes e atividades  profissionais, como congressos e eventos, nos meses fora da alta estação”, pontuou a presidente.

Ela acrescentou que o estado está incorporando a cultura de turismo e os investimentos de empresários  que acreditam no potencial,  especialmente no setor de bares e restaurantes, se profissionalizando e inovando.

“Como resultado, já podemos experimentar  o crescimento  do movimento nos  estabelecimentos tanto na alta  quanto  nas demais estações. Inclusive, estamos  em plenos festejos  juninos, que movimentam  todo estado e,  na sequência,  o período de férias,  que  também aquece nosso setor. Estamos bem confiantes de que o grande esforço para a manutenção das operações  durante  a pandemia e, após,  apesar de todas as inúmeras  dificuldades, será gratificante”, avaliou a presidente.

Por sua vez, o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, considerou que os resultados positivos de maio são um alívio bem-vindo para o setor, que ainda opera com 64% dos negócios em prejuízo ou equilíbrio, e apenas 36% em lucro.

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Economia

Sob terceiro mandato de Lula, risco fiscal aumenta e dólar sobe 5,9%

 

Foto: Poder360/Sergio Lima

Passados 18 meses do 3º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o desempenho dos indicadores econômicos se comportaram de forma mista –alguns foram mais promissores que outros. O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu 2,9% no 1º ano, o que surpreendeu. As projeções no início de 2023 eram de uma expansão de 0,7% na atividade econômica do ano passado. Por outro lado, as contas públicas estão deficitárias em mais de R$ 260 bilhões, registrando os piores números desde a pandemia de covid-19.

As perspectivas para as contas públicas não são boas. Lula não demostra ter compromisso em cortar gastos, que é o principal motivo para o aumento do deficit, uma vez que a arrecadação sobe. O temor dos analistas de mercado com a política fiscal valorizou o dólar em relação ao real. A moeda norte-americana bateu a maior cotação para este governo, vendido a R$ 5,59.

O dólar acumula alta de 5,9% desde o começo do Lula 3, quando a moeda estava cotada a R$ 5,28. Leia no infográfico abaixo a trajetória mensal do dólar durante o governo Lula:

Poder360

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Economia

Conta de luz volta a ter cobrança de taxa extra após mais de dois anos, anuncia Aneel

Foto: Adriana Toffetti/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária de energia elétrica será amarela em julho. Isso significa que haverá cobrança adicional na conta de luz. O valor extra será de R$ 1,88 a cada 100 KWh (quilowatt-hora) consumidos. Além do bolso do consumidor, a medida deve impactar o índice de inflação no próximo mês.

A decisão coloca fim a um ciclo de mais de 2 anos de vigência da bandeira verde. O patamar sem cobrança adicional vigorou por 26 meses, de abril de 2022 a junho de 2024. Isso foi possível por causa das condições favoráveis de geração de energia no país, com níveis satisfatórios dos reservatórios das hidrelétricas.

Agora a situação mudou. Segundo a Aneel, as condições para geração de energia estão menos favoráveis. A bandeira amarela foi acionada em razão da previsão de chuvas abaixo da média até o final do ano (em cerca de 50%) e pela expectativa de crescimento do consumo de energia no mesmo período.

“Esse cenário de escassez de chuvas, somado ao inverno com temperaturas superiores à média histórica do período, faz com que as termelétricas, com energia mais cara que hidrelétricas, passem a operar mais”, informou a Aneel em comunicado.

Segundo a agência reguladora, os fatores que acionaram a bandeira amarela foram: o GSF (risco hidrológico) e o aumento do PDL (Preço de Liquidação de Diferenças), visto que atualmente não há despacho de termelétricas fora da ordem do mérito.

Poder360

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Economia

Taxação de importados valerá a partir de 1º de agosto e excluirá remédios

Foto: Secretaria de Relações Institucionais

A taxação de compras internacionais de até US$ 50 vai valer a partir de 1º de agosto deste ano e não vai incidir sobre remédios que forem importados por pessoas físicas, segundo o governo federal.

A expectativa é que uma medida provisória (MP) para regulamentar esses pontos seja editada nesta sexta-feira (28), informou o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Na quinta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o programa Mover, voltado à indústria automotiva. O texto inclui a taxação de 20% para compras internacionais de até U$$ 50 (cerca de R$ 250). A assinatura se deu durante a sessão plenária do Conselhão, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável.

Padilha disse que a MP vai deixar claro que a vigência da cobrança do imposto de importação será a partir de 1º de agosto. Ele acrescentou que isso, inclusive, permitirá a organização da Receita Federal e demais adaptações necessárias.

Padilha ainda afirmou que, para não haver dúvidas em relação à isenção de medicamentos, a MP também abordará a questão.

CNN Brasil

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Economia

Banco Central eleva projeção da inflação para 2024 e 2025

Foto: Reprodução

O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) divulgado pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira, 27, indica aumento na estimativa de inflação, passando de 3,5% para 4,0% em 2024 e de 3,2% para 3,4% em 2025. O documento também revisou a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024 de 1,9% para 2,3%.

O relatório do BC destaca que a inflação acumulada em 12 meses caiu de 4,5% em fevereiro para 3,9% em maio. No entanto, as expectativas dos analistas econômicos para a inflação voltaram a subir, afastando-se da meta de 3%.

Segundo o BC, uma maior inflação global e uma inflação de serviços mais alta do que o esperado podem dificultar o controle da inflação no Brasil. Por outro lado, um crescimento econômico global mais lento e políticas monetárias restritivas poderiam ajudar a reduzir a inflação no país.

O Conselho Monetário Nacional estabeleceu uma meta de inflação de 3% para 2024, 2025 e 2026, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo (1,5% a 4,5%).

Na quarta-feira 23, o governo publicou um decreto que estabelece a meta contínua para a inflação a partir de janeiro de 2025. Com isso, o IPCA, índice oficial de inflação, passará a ser medido continuamente, em vez de anualmente.

Revista Oeste

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