Economia

PREPARE O BOLSO: Paraíba terá mais um aumento no preço do gás em menos de um mês

 

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Economia

Lula é alertado por Haddad e economistas de que dólar nas nuvens fará inflação subir

Foto: Evaristo Sa/AFP

O presidente Lula (PT) se reuniu recentemente com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com um grupo de economistas de dentro e de fora do governo que o alertaram sobre a possibilidade de uma forte alta da inflação já nos próximos meses caso o dólar siga disparando. A subida da moeda norte-americana encarece a compra de produtos e insumos importados e tem impacto direto nos preços brasileiros.

De acordo com um dos integrantes da conversa, que reuniu expoentes do chamado desenvolvimentismo, Lula está “justamente indignado” com o que seria um movimento especulativo contra seu governo –e com a tentativa de fazer a corda do ajuste fiscal estourar no lado mais fraco. Ou seja, o da população mais pobre. Por isso o presidente estaria repetindo em entrevistas que não se dobrará a essa receita. O petista, no entanto, foi aconselhado a baixar o tom de suas críticas ao mercado e ao Banco Central.

Melhor do que falar, aconselharam os economistas, seria fazer de forma mais discreta o que ele tem repetido: preservar o salário mínimo, as aposentadorias e benefícios e a área da saúde e da educação de cortes e alterações de cálculos que diminuam seus reajustes.

O grupo, de acordo ainda com convidados, não vincula a subida do dólar apenas às falas de Lula —mas, sim, a fatores fora do controle dele, como a alta dos juros norte-americanos, por exemplo.

Mônica Bergamo – Folha de S. Paulo

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Economia

João Pessoa tem a segunda maior valorização imobiliária; veja ranking

Orla de João pessoa em vista aérea — Foto: Paulo Cavalcanti/Arquivo Pessoal

Orla de João pessoa em vista aérea — Foto: Paulo Cavalcanti/Arquivo Pessoal

 

O Índice FipeZap revelou que João Pessoa se destacou no mercado imobiliário brasileiro, com uma valorização significativa de 7,70% nos preços dos imóveis residenciais no primeiro semestre deste ano.

Este aumento superou a média nacional de 3,56%, conforme dados divulgados nesta terça-feira (2).

A cidade paraibana foi uma das que mais apresentaram crescimento entre as 50 cidades monitoradas pelo índice, refletindo um mercado aquecido e uma demanda crescente por propriedades na região.

O resultado fica acima da inflação do período medida pelo IGP-M/FGV (+1,10%), assim como a inflação ao consumidor de 2,67%, considerando o IPCA no ano até maio/2024 e o IPCA-15 de junho/2024.

A alta nos preços residenciais na primeira metade do ano foi registrada em 48 das 50 cidades monitoradas.

Confira a valorização

  1. Curitiba (+10,13%)
  2. João Pessoa (+7,70%)
  3. Maceió (+6,31%)
  4. Goiânia (+6,23%)
  5. Salvador (+6,22%)
  6. Belo Horizonte (+5,70%)
  7. Florianópolis (+5,12%)
  8. Recife (+4,78%)
  9. Vitória (+3,92%)
  10. Fortaleza (+3,82%)
  11. São Paulo (+3,16%)
  12. Manaus (+2,31%)
  13. Brasília (+2,12%)
  14. Rio de Janeiro (+1,25%)
  15. Porto Alegre (+0,54%)

A exceção entre as capitais monitoradas envolveu novamente Campo Grande (MS), onde os preços residenciais apresentaram uma queda de 1,01% no semestre.

O preço médio de venda por metro quadrado ficou em R$ 9.020, com imóveis de um dormitório apresentando o valor médio mais elevado (R$ 10.662/m²) e unidades de dois dormitórios com o menor valor identificado (R$ 8.094/m²).

Entre as capitais, Vitória (ES) liderou com o valor médio mais alto por metro quadrado (R$ 11.349/m²), seguida por Florianópolis (R$ 11.340/m²), São Paulo (R$ 11.011/m²), Rio de Janeiro (R$ 10.101/m²), Curitiba (R$ 9.989/m²), e Brasília (R$ 9.181/m²).

Em junho, houve uma alta de 0,61% nos preços, ligeiramente abaixo da variação de maio (+0,74%). Imóveis de um dormitório tiveram uma maior valorização (+0,69%), enquanto os de quatro ou mais dormitórios registraram aumento menor (+0,44%).

No acumulado dos últimos 12 meses, os preços dos imóveis residenciais aumentaram 6,17%, superando a variação do IGP-M/FGV (+2,45%) e a inflação ao consumidor medida pelo IPCA até maio de 2024 e IPCA-15 de junho de 2024 (+4,41%).

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Economia

Bares e restaurantes têm aumento de 3,7% em vendas, na Paraíba

Restaurante John’s Gril (Foto: assessoria de imprensa)

O setor de bares e restaurantes da Paraíba apresentou crescimento de 3,7% no volume de vendas no mês de maio em comparação com abril, de acordo com dados do Índice de Atividade Econômica Abrasel-Stone. O resultado coloca a Paraíba na quinta colocação entre todos os estados do país.

No país, o crescimento registrado foi de 3,4%. Na comparação entre abril e maio, os estados que mais se destacaram foram Maranhão (6,7%), Roraima (5,3%) e Ceará (4,7%), refletindo um cenário de recuperação econômica. Entre os 26 estados e o Distrito Federal, apenas dois registraram queda: a Bahia (-0,2%) e o Rio Grande do Sul (-5,4%), que enfrenta uma situação crítica em decorrência das enchentes que atingiram o estado.

O conselheiro da Abrasel Paraíba, Sílvio Brasileiro, avaliou que o crescimento registrado no mês de maio é resultado também na demanda provocada pelo Dia das Mães, data que representa o segundo maior volume de vendas, perdendo apenas para o Natal. O restaurante aposta em mecanismos para ampliar as vendas, a exemplo do happy hour estendido, almoço executivo e o open de vinho.

“Outro ponto também que eu destaco é a parte do delivery. Os consumidores também aumentaram as refeições dentro de casa e dessa forma a parte do delivery já representa em alguns restaurantes em torno de 5 até 20% do seu faturamento bruto. Isso mostra que o consumidor está cada dia mais escolhendo a sua refeição no lar”, revelou Sílvio Brasileiro. 

Paraíba reconhecida como roteiro turístico  de gastronomia eleva vendas

A presidente da Abrasel na Paraíba, Thâmara Cavalcanti, atribuiu o resultado positivo ao fato da Paraíba ser reconhecida como roteiro turístico de gastronomia  e por suas diversas atrações.

“Temos um litoral e interior do estado  com belezas naturais e um aumento no turismo para prática de esportes e atividades  profissionais, como congressos e eventos, nos meses fora da alta estação”, pontuou a presidente.

Ela acrescentou que o estado está incorporando a cultura de turismo e os investimentos de empresários  que acreditam no potencial,  especialmente no setor de bares e restaurantes, se profissionalizando e inovando.

“Como resultado, já podemos experimentar  o crescimento  do movimento nos  estabelecimentos tanto na alta  quanto  nas demais estações. Inclusive, estamos  em plenos festejos  juninos, que movimentam  todo estado e,  na sequência,  o período de férias,  que  também aquece nosso setor. Estamos bem confiantes de que o grande esforço para a manutenção das operações  durante  a pandemia e, após,  apesar de todas as inúmeras  dificuldades, será gratificante”, avaliou a presidente.

Por sua vez, o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, considerou que os resultados positivos de maio são um alívio bem-vindo para o setor, que ainda opera com 64% dos negócios em prejuízo ou equilíbrio, e apenas 36% em lucro.

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Economia

Sob terceiro mandato de Lula, risco fiscal aumenta e dólar sobe 5,9%

 

Foto: Poder360/Sergio Lima

Passados 18 meses do 3º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o desempenho dos indicadores econômicos se comportaram de forma mista –alguns foram mais promissores que outros. O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu 2,9% no 1º ano, o que surpreendeu. As projeções no início de 2023 eram de uma expansão de 0,7% na atividade econômica do ano passado. Por outro lado, as contas públicas estão deficitárias em mais de R$ 260 bilhões, registrando os piores números desde a pandemia de covid-19.

As perspectivas para as contas públicas não são boas. Lula não demostra ter compromisso em cortar gastos, que é o principal motivo para o aumento do deficit, uma vez que a arrecadação sobe. O temor dos analistas de mercado com a política fiscal valorizou o dólar em relação ao real. A moeda norte-americana bateu a maior cotação para este governo, vendido a R$ 5,59.

O dólar acumula alta de 5,9% desde o começo do Lula 3, quando a moeda estava cotada a R$ 5,28. Leia no infográfico abaixo a trajetória mensal do dólar durante o governo Lula:

Poder360

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Economia

Conta de luz volta a ter cobrança de taxa extra após mais de dois anos, anuncia Aneel

Foto: Adriana Toffetti/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária de energia elétrica será amarela em julho. Isso significa que haverá cobrança adicional na conta de luz. O valor extra será de R$ 1,88 a cada 100 KWh (quilowatt-hora) consumidos. Além do bolso do consumidor, a medida deve impactar o índice de inflação no próximo mês.

A decisão coloca fim a um ciclo de mais de 2 anos de vigência da bandeira verde. O patamar sem cobrança adicional vigorou por 26 meses, de abril de 2022 a junho de 2024. Isso foi possível por causa das condições favoráveis de geração de energia no país, com níveis satisfatórios dos reservatórios das hidrelétricas.

Agora a situação mudou. Segundo a Aneel, as condições para geração de energia estão menos favoráveis. A bandeira amarela foi acionada em razão da previsão de chuvas abaixo da média até o final do ano (em cerca de 50%) e pela expectativa de crescimento do consumo de energia no mesmo período.

“Esse cenário de escassez de chuvas, somado ao inverno com temperaturas superiores à média histórica do período, faz com que as termelétricas, com energia mais cara que hidrelétricas, passem a operar mais”, informou a Aneel em comunicado.

Segundo a agência reguladora, os fatores que acionaram a bandeira amarela foram: o GSF (risco hidrológico) e o aumento do PDL (Preço de Liquidação de Diferenças), visto que atualmente não há despacho de termelétricas fora da ordem do mérito.

Poder360

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Economia

Taxação de importados valerá a partir de 1º de agosto e excluirá remédios

Foto: Secretaria de Relações Institucionais

A taxação de compras internacionais de até US$ 50 vai valer a partir de 1º de agosto deste ano e não vai incidir sobre remédios que forem importados por pessoas físicas, segundo o governo federal.

A expectativa é que uma medida provisória (MP) para regulamentar esses pontos seja editada nesta sexta-feira (28), informou o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Na quinta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o programa Mover, voltado à indústria automotiva. O texto inclui a taxação de 20% para compras internacionais de até U$$ 50 (cerca de R$ 250). A assinatura se deu durante a sessão plenária do Conselhão, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável.

Padilha disse que a MP vai deixar claro que a vigência da cobrança do imposto de importação será a partir de 1º de agosto. Ele acrescentou que isso, inclusive, permitirá a organização da Receita Federal e demais adaptações necessárias.

Padilha ainda afirmou que, para não haver dúvidas em relação à isenção de medicamentos, a MP também abordará a questão.

CNN Brasil

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Economia

Banco Central eleva projeção da inflação para 2024 e 2025

Foto: Reprodução

O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) divulgado pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira, 27, indica aumento na estimativa de inflação, passando de 3,5% para 4,0% em 2024 e de 3,2% para 3,4% em 2025. O documento também revisou a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024 de 1,9% para 2,3%.

O relatório do BC destaca que a inflação acumulada em 12 meses caiu de 4,5% em fevereiro para 3,9% em maio. No entanto, as expectativas dos analistas econômicos para a inflação voltaram a subir, afastando-se da meta de 3%.

Segundo o BC, uma maior inflação global e uma inflação de serviços mais alta do que o esperado podem dificultar o controle da inflação no Brasil. Por outro lado, um crescimento econômico global mais lento e políticas monetárias restritivas poderiam ajudar a reduzir a inflação no país.

O Conselho Monetário Nacional estabeleceu uma meta de inflação de 3% para 2024, 2025 e 2026, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo (1,5% a 4,5%).

Na quarta-feira 23, o governo publicou um decreto que estabelece a meta contínua para a inflação a partir de janeiro de 2025. Com isso, o IPCA, índice oficial de inflação, passará a ser medido continuamente, em vez de anualmente.

Revista Oeste

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Economia

Risco-país aumenta no Brasil; investidores estrangeiros já retiraram R$ 42,4 bilhões no ano

EMBI

O risco-país é calculado pelo Credit Default Swap (CDS) de 5 anos e avalia as chances de calote. (Imagem: Unsplash/Firmbee.com)

O risco-país do Brasil, que é usado para medir os riscos de investimentos em uma determinada economia, aumentou nos primeiros seis meses do ano, segundo um levantamento da Guide Investimentos.

Os dados mostram que, entre 1º de janeiro e 13 de junho, o indicador subiu 24,68 pontos, totalizando 157,52 pontos.

Vale lembrar que, desde o começo de 2024, as expectativas do mercado para inflação e taxa de juros pioraram. O Relatório Focus desda semana, por exemplo, aponta para alta de 3,96% para 3,98% na projeção do Índice de Preços ao Consumidos Amplo (IPCA) de 2024, além de uma taxa terminal da Selic em 10,50%.

Com isso, o Brasil registra a segunda maior alta entre os 22 países analisados, ficando abaixo da Colômbia, que viu o seu índice subir 34,50 pontos, totalizando 192,33. Já a África do Sul completa o pódio quando o assunto é variação: a diferença é de 20,15 pontos, com o risco-país passando de 202,16 para 222,31 pontos.

No ano passado, o risco-país do Brasil caiu 121,84 pontos, passando de 254,27 pontos em 02 de janeiro para 132,43 pontos em 29 de dezembro.

O risco-país é calculado pelo Credit Default Swap (CDS) de 5 anos e avalia o risco de calote na contratação de um empréstimo. Neste sentido, a nação com o maior risco é a Argentina, que registra 1.289,55 pontos.

Veja o ranking de risco-país

País Pontuação risco-país
Argentina 1.289,56
Grécia 287,22
Turquia 269,29
África do Sul 222,31
Colômbia 192,33
Brasil 157,52
México 108,50
Venezuela 102,34
Peru 74,06
Indonésia 71,93
Itália 71,50
China 64,46
Áustria 61,95
Espanha 61,95
Chile 50,88
Tailândia 42,38
Portugal 37,50
França 32
Reino Unido 24,50
Japão 21,89
Irlanda 19,50
Alemanha 9

*A pontuação é referente ao dia 13 de junho de 2014

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Economia

69% dos brasileiros apoiam taxar super-ricos, diz pesquisa

Foto:Sérgio Lima/Poder360

Uma pesquisa elaborada pela empresa especializada Ipsos indica que 69% dos brasileiros são a favor de uma taxação maior das grandes fortunas concentradas pelos chamados “super-ricos”. A porcentagem de apoio do país é bem próxima da média para o G20, de 68%.

O G20 é um grupo que reúne as 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia e a União Africana. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) costuma defender o aumento da carga tributária para as grandes fortunas a nível global.

Leia abaixo os resultados da pesquisa para o Brasil:

Poder360

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