Economia

Paraíba alcança taxa de ocupação hoteleira de 85% durante o São João

Foto: Leydson Jackson

Na semana que antecede o dia de São João, 85% dos hotéis da Paraíba estão ocupados. O levantamento foi feito pelas Secretarias Municipais de Turismo, e Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH).

Em João Pessoa, a ocupação hoteleira alcança 87% com previsão de ocupação máxima em alguns hotéis durante o São João. Enquanto isso, em Campina Grande, onde acontece o Maior e Melhor São João do Mundo, a taxa de ocupação atinge 90%. Já em Monteiro, no cariri do Estado, a ocupação chega a impressionantes 100%, destacando o forte apelo turístico das festividades juninas na região.

Os destaques ainda ficam para as cidades de Patos, Bananeiras e Cabaceiras, onde a média ultrapassa os 90%. Veja o gráfico abaixo:

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Economia

Lula quer ter alguém no Banco Central para controlar, diz ex-diretor do BC

ImagemFoto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer ter o controle sobre o Banco Central (BC) a despeito da autonomia formal conquistada pela instituição.

A opinião é do ex-diretor do Banco Central e consultor da A.C. Pastore, Alexandre Schwartsman, entrevistado desse fim de semana do CNN Entrevistas.

“Lula quer ter alguém no BC para controlar de alguma forma. A gente vê uma tentativa permanente de influenciar os rumos de política monetária”, disse Schwartsman.

O ex-diretor do BC e ex-economista-chefe de grandes bancos, como ABN Amro e Santander, destaca o interesse do atual governo em influenciar os rumos dos juros, mas reconhece que essa é uma característica comum a muitos políticos.

“Ao longo dos anos, a gente vê uma tentativa permanente de influenciar rumos de política monetária”, disse, ao comentar que o mundo político não entendeu “como se lida” com o BC, especialmente em um período de autonomia.

CNN Brasil

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Economia

Brasil tem o 2º maior juro real do mundo após decisão do BC

 

Os juros reais são a conta considerando a taxa de juros descontada da inflação, e, mais do que a taxa bruta, é o número que de fato afeta a economia.

O cálculo considera tanto a inflação quanto os juros futuros, estimados pelo mercado para 12 meses à frente, já que é a tendência futura dessas duas variáveis o que realmente influencia tanto o andamento da economia quanto as decisões BC para a Selic.

Para a taxa brasileira, a metodologia usou a inflação projetada para os próximos 12 meses pelo mercado e coletada pelo Boletim Focus, que é de 3,96%. Também foi considerada a taxa de juros DI a mercado dos aproximados próximos 12 meses no vencimento mais líquido (Jun/25).

CNN

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Economia

DISPAROU: Preço de bebidas tem diferença de até 246% nos supermercados de João Pessoa

Pesquisa da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) realizada nesta terça-feira (18) encontrou variações de 2,23% a 246,43% nos preços das bebidas em supermercados da Capital.

A menor diferença foi encontrada no refrigerante Pepsi de 1 litro, com valores de R$ R$ 4,49 (Manaíra – em Manaíra) e R$ 4,59 (Rede Compras – Aeroclube / Menor Preço – B. Estados), uma diferença de R$ 0,10. Já a maior ficou com o whisky Buchanan`s Luxe 12 anos, 1000ml, vendido entre R$ 68,99 (Super Fácil Atacado – Água Fria) R$ 239,00 (Assaí Atacadista – Epitácio), com diferença de R$ 170,01.

A segunda maior variação no preço do whisky, de 213,26%, foi encontrada no Passaport de 1000ml, com valores entre R$ 34,90 (Supermercado Mateus – Altiplano) e R$ 124,99 (Super Fácil Atacado – Água Fria) e diferença de R$ 18,00. Entre os mais populares, o Black & White apresentou variação de 40,01%, oscilando de R$ 44,99 (Supermercado Cestão – Geisel) e R$ 62,99 (Supermercado Mateus – Altiplano), com diferença de R$ 18,00.

Mais variações: O refrigerante com a maior variação da pesquisa, de 58,20%, foi a Fanta de 350ml (lata), com preços variando de R$ 1,89 (La Torre – Torre) a R$ 2,99 (Cestão – Geisel e no Super Fácil Atacado – Água Fria).

Das marcas de cerveja, a Budweiser lata de 350ml é a que tem maior variação (42,55%), com preços entre R$ 3,29 (Cestão – Geisel) e R$ 4,69 (Menor Preço – B. Estados). Diferença é de R$ 1,40. Já a Império (lata de 350ml) registra a menor variação (3,04%), com valores entre R$ 3,29 (Super Box Brasil – Geisel) a R$ 3,39 (La Torre – Torre), com diferença de R$ 0,10.

Endereços pesquisados: Supermercado Cestão – Geisel; Assaí – Epitácio; Supermercado Latorre – Torre; Supermercado Menor Preço – Bairro dos Estados; Supermercado Manaíra – Manaíra; Supermercado Mateus- Altiplano; Supermercado Rede Compras – Aeroclube; Pão de Açucar- Epitácio; Super Box Brasil- Geisel; Super Fácil Atacado – Água Fria; Supermercado Carrefour – Bancários e Supermercado Bemais – Bancários.

A pesquisa foi realizada em 12 supermercados da Capital e coletou preços de 82 itens. Além de refrigerante, cerveja e whisky, a lista traz informações sobre os valores praticados em outros tipos de bebidas como rum, vodka, energético e água de coco e pode ser conferida nos sites da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP – www.proconjp.pb.gov.br.

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Economia

Em meio a críticas de Lula, BC deve manter hoje a Taxa Selic em 10,5%

ImagemFoto: Evaristo Sa/AFP

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne nesta quarta-feira (19) e deve interromper o ciclo de corte da taxa básica de juros, que vem desde agosto do ano passado, segundo a projeção de analistas do mercado financeiro.

Se confirmada a manutenção da taxa Selic, ela permanecerá em 10,50% ao ano, o menor nível desde fevereiro de 2022, ou seja, em pouco mais de dois anos. No atual patamar, a taxa brasileira é alta na comparação internacional.

A decisão do Copom, formado pela diretoria e pelo presidente da instituição, Roberto Campos Neto, será tomada em meio ao fogo cerrado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — que subiu o tom das críticas ao tamanho da taxa de juros nos últimos dias.

g1

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Brasil perde posições e se torna o sexto pior colocado em ranking mundial de competitividade

Brasil para de cair e ganha posição em ranking de competitividade global -  26/09/2017 - Mercado - Folha de S.PauloFoto: Reprodução

O Brasil caiu para a 62ª posição do Ranking Mundial de Competitividade, que avalia o cenário de 67 países.

Elaborado pelo International Institute for Management Development (IMD), em parceria, no Brasil, com o Núcleo de Inovação e Tecnologias Digitais da Fundação Dom Cabral (FDC), o ranking analisa e compara os esforços de competitividade entre os países.

Para definir o rankeamento, são observadas as vantagens comparativas entre as economias de cada país, avaliando crescimento, bem-estar social e infraestrutura. A grosso modo, é uma medida que avalia o quanto um país é melhor ou pior que seus pares para render sobre as mesmas condições.

Desse modo, os organizadores da pesquisa apontam como ela pode ser usada de termômetro por governos e empresas daquele determinado país, podendo avaliar melhor para onde voltar seus esforços.

A colocação no ranking é definida por fatores. Quando o assunto é a performance econômica do país – Produto Interno Bruto (PIB), inflação, etc. -, o Brasil está na 38ª posição, a melhor marca já atingida nesse quesito.

Porém, os fatores eficiência empresarial e governamental, com o país respectivamente em 61º e 65º, puxam o desempenho para baixo.

CNN

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Economia

Bolsa brasileira e real estão entre os piores desempenhos do mundo em 2024

Foto: Wilton Júnior/Estadão / Estadão

A crescente piora da situação fiscal do Brasil, aliada a incertezas externas, fez a Bolsa do país sair de um patamar recorde para o pior desempenho entre as principais economias do mundo em 2024. Neste ano, o Ibovespa acumula queda de mais de 10%, descolando-se dos índices globais, que, em sua maioria, registram valorização.

O mau desempenho também ocorre no câmbio: o real já acumula baixa de cerca de 10% em relação ao dólar em 2024, saindo de R$ 4,85 no fim do ano passado para R$ 5,38 na última sexta (14). O desempenho da moeda brasileira só não é pior que o do iene japonês.

A deterioração é resultado do aumento da percepção de risco do Brasil entre investidores, em especial após incertezas sobre a condução das políticas econômica e monetária. Desde o início do ano, o risco-país medido pelo CDS de cinco anos acumula alta de 18,67%, sendo um dos únicos, junto com China e Índia, dentre as principais economias a registrar alta no indicador.

O CDS funciona como um termômetro informal da confiança dos investidores em relação às economias, especialmente as emergentes. Se o indicador sobe, é um sinal de que os investidores temem o futuro financeiro do país.

Para compensar o risco, o mercado exige juros cada vez maiores, e as taxas de contratos para dez anos no país ultrapassaram a marca de 12% neste mês. No início do ano, estavam em 10,36%.

Com a persistência dos ruídos fiscais, as condições financeiras devem permanecer apertadas, e não há previsão de melhora no curto prazo.

Folhapress

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Economia

Desvalorização do real só perde para 4 países africanos e Argentina em 2024

Fotos: Reprodução

Muitas das indústrias brasileiras precisam de insumos importados. Quando o dólar sobe, o gasto para ter esses itens aumenta. Com isso, as empresas podem repassar esse custo para o comércio e os consumidores, o que resulta em inflação. Outro exemplo são os fertilizantes usados na produção agropecuária.

Quem vai viajar para o exterior também sofre ao acompanhar as flutuações do dólar. E como ficam a gasolina e o diesel? Apesar de a Petrobras ter mudado a política de preços, o dólar alto pode apressar os reajustes. Portanto, a sensação que dá é que o dinheiro que temos compra menos coisas.

A moeda americana está mais valorizada no mundo por causa dos juros nos Estados Unidos, que atraem investidores. No Brasil, a situação se agrava por causa da dívida pública alta.

“O investidor fica cauteloso. Será que o país vai pagar a dívida ou não? Na dúvida, acaba tirando dinheiro do Brasil”, comentou o economista Alex Agostini.

Tendência de melhora

O real foi a sexta moeda que mais perdeu valor neste ano. Só países da África e a Argentino foram piores. Por outro lado, a expectativa é de que a turbulência diminua. Veja o ranking abaixo:

  • Nigéria: -42%
  • Egito: -35%
  • Sudão do Sul: -30%
  • Gana: -20%
  • Argentina: -10,5%
  • Brasil: -10,3%
  • Japão: -9,7%
  • México: -8,7%

“Primeiro aspecto é que eu acho que o dólar tende a ceder um pouco. Isso já traz algum alívio. Segundo, que a gente tem que lembrar que os preços já estão subindo em ritmo menor. Subiram muito em 21 e 22, mas, de maneira geral, estão mais bem controlados. Então, é questão de tempo as pessoas voltarem a ter mais capacidade de consumo”, continuou o economista.

Band

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Economia

Varejo: Paraíba registra crescimento pelo 3º mês seguido, diz IBGE

O volume de vendas do varejo da Paraíba registrou crescimento pelo terceiro mês seguido no primeiro semestre. Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril, a Paraíba registrou crescimento de 5,3%, quando comparado ao ano passado, bem acima da média do País (2,2%).

No acumulado de janeiro a abril deste ano, o varejo paraibano também apresentou alta de 6,9%, enquanto a média nacional registrou crescimento de 4,9%.

COMÉRCIO AMPLIADO – No indicador do comércio varejista ampliado –, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo –, a Paraíba apresentou expansão acima de dois dígitos (10,4%) em abril sobre o mesmo mês do ano passado, enquanto a média do País ficou em 4,9%. No acumulado de janeiro a abril, a Paraíba cresceu 7,5% no varejo ampliado, enquanto a média nacional ficou em 4,7%.

ATIVIDADES EM DESTAQUE – Segundo o IBGE, seis dos oito setores investigados avançaram de abril deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado. São eles: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; Equipamentos e material para escritório informática e comunicação, Móveis e eletrodomésticos,  Outros artigos de uso pessoal e doméstico; Livros, jornais, revistas e papelaria; e  Combustíveis e lubrificantes (1,8%).

SOBRE A PESQUISA – A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

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Economia

Percentual de famílias endividadas no Brasil tem maior nível desde 2022; índice é de 78,8%

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Imagem ilustrativa (Foto: Reprodução)

 

O percentual de famílias endividadas no Brasil subiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 78,8% em maio deste ano. Em abril, a taxa era de 78,5%, enquanto que, em maio de 2023, a proporção de endividados era de 78,3%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Com o resultado de maio, divulgado hoje (10) no Rio de Janeiro pela CNC, o percentual de famílias com dívidas no país atingiu o maior patamar desde novembro de 2022. A pesquisa considera endividados aqueles que possuem qualquer dívida, ainda que ela não esteja em atraso, como, por exemplo, compras no cartão de crédito ou financiamentos.

Para a CNC, o dado mostra que as famílias continuam aumentando sua demanda por crédito, aproveitando o menor custo com os juros. A meta da taxa básica de juros (Selic) vem caindo a cada reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), desde agosto do ano passado (quando recuou de 13,75% para 13,25%). Atualmente, está em 10,50%.

O percentual de famílias que se consideram muito endividadas chegou a 17,8% em maio último, acima dos 17,2% de abril.

Já as pessoas com dívidas ou contas em atraso são consideradas inadimplentes. O percentual de inadimplência entre as famílias brasileiras ficou em 28,6% em maio deste ano, o mesmo nível de abril, mas abaixo dos 29,1% de maio do ano passado.

Entre o total de famílias, aquelas que não terão condições de pagar suas dívidas, o percentual ficou em 12% em maio, abaixo dos 12,1% do mês anterior, mas acima dos 11,8% de maio de 2023.

Dívidas
Entre os fatores de endividamento das famílias destacam-se o cartão de crédito, (86,9% dos casos), os carnês (16,2%) e o crédito pessoal (9,8%). Um dos destaques positivos foi o cheque especial, que estava presente nas dívidas de apenas 3,9% das famílias, o menor percentual desde o início da pesquisa em 2010.

A previsão da CNC é que o percentual de endividados siga crescendo até dezembro, quando deverá atingir a parcela de 80,4%.

Agência Brasil

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