Economia

Passagens aéreas para o São João de Campina Grande podem passar de R$ 6 mil

parque do povo lotado

 

O fim de semana do São João em Campina Grande atrai multidões de todas as partes do Brasil. Conhecido como o Maior São João do Mundo, o evento é uma explosão de cultura, música e tradição nordestina, enchendo as ruas da cidade com cores, sons e sabores característicos da festividade. E, claro, muitos turistas.

 

Com a proximidade dessa data, a demanda por passagens de avião para Campina Grande aumenta significativamente. No entanto, o aumento da procura muitas vezes se reflete no preço das passagens.

 

A variação de valores para voos de ida e volta entre os dias 22 e 24 de junho é influenciada por diversos fatores, como a origem da viagem, a quantidade de paradas e a duração do voo.

 

Partindo de Recife, por exemplo, os preços oscilam entre R$ 1.491 e R$ 3.295, enquanto de Belo Horizonte, essa variação é ainda mais expressiva, situando-se entre R$ 2.671 e R$ 5.054.

 

Já de Fortaleza e Salvador, os valores podem chegar a uma amplitude ainda mais extensa, indo de R$ 3.8051 a R$ 6.388 e de R$ 1.756 a R$ 1.795 reais, respectivamente.

 

Destaca-se que, além dos aspectos geográficos, o tempo de voo e a quantidade de paradas desempenham um papel crucial na determinação dos preços das passagens.

 

Voos de cidades mais distantes, como Rio de Janeiro e São Paulo, para Campina Grande podem ultrapassar significativamente o período de 10 a 20 horas, o que se reflete em uma amplitude ainda maior nos valores, variando entre R$ 2.868 e R$ 6.786 e entre R$ 2.921 e R$ 4.357, respectivamente.

 

Essa amplitude de preços reflete não apenas a crescente demanda por viagens durante o São João, mas também as diferentes opções de rotas e companhias aéreas disponíveis. Assim, para quem deseja participar do Maior São João do Mundo em Campina Grande, é crucial realizar uma pesquisa detalhada e antecipada para garantir a melhor opção de voo que se adeque às necessidades e orçamento.

 

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Economia

Inflação do Brasil deve acelerar em maio, mostram projeções

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

A inflação anualizada do Brasil deve acelerar em maio, segundo projeções de agentes econômicos do mercado financeiro. As estimativas dos analistas indicam que a taxa deverá ser de 3,84% a 3,93% no mês, acima dos 3,69% registrados no mês anterior.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) –medidor oficial da inflação do Brasil– será divulgado na 3ª feira (11.jun.2024). Será o principal indicador de referência dos diretores do BC (Banco Central) para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) em 18 e 19 de junho.

O encontro poderá marcar o fim do ciclo de cortes da taxa básica, a Selic, que é o juro base da economia. Atualmente, está em 10,5% ao ano.

A mediana das projeções espera corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião do Copom, mas há agentes econômicos que passaram a esperar uma Selic 10,5% até o fim de 2024.

O comitê cortou a Selic por 7 reuniões consecutivas. A redução acumulada foi de 3,25 pontos percentuais.

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Poder360

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Economia

Cesta básica aumenta em 11 capitais em maio, diz Dieese

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

O custo médio da cesta básica em maio aumentou em 11 das 17 capitais brasileiras que analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta quinta-feira (6) pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A maior alta na comparação com abril se deu em Porto Alegre, atingida pelas chuvas em maio, com aumento de 3,33% no custo médio da cesta básica. Em seguida aparecem Florianópolis (2,50%), Campo Grande (2,15%) e Curitiba (2,04%). Já as principais quedas foram registradas em Belo Horizonte (-2,71%) e Salvador (-2,67%).

Um dos vilões para o aumento no custo da cesta foi o arroz. De abril a maio, o preço médio do arroz aumentou em 15 capitais, com variações de 1,05% em Recife até 16,73% em Vitória.

Como o Rio Grande do Sul é o Estado brasileiro com maior produção de arroz, as enchentes reduziram a oferta. Segundo o Dieese, mesmo com a importação do grão, houve aumento de preços na maior parte das cidades consultadas pela pesquisa, com exceção de Natal e Goiânia.

Poder360

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Economia

FIEPB apresenta demandas da Indústria paraibana ao BNDES

O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba – FIEPB, Cassiano Pascoal Pereira Neto participou, em Brasília,  no último dia 28 de maio, de um encontro institucional com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, Aloizio Mercadante.

Na ocasião, o presidente da FIEPB apresentou reivindicações dos diversos segmentos da indústria paraibana, com o objetivo de assegurar recursos para investimentos na modernização do setor.

“Tivemos um encontro promissor. Solicitei o apoio do presidente do BNDES, no sentido de abrir linhas de crédito às empresas do nosso Estado, através da Agência Especial de Financiamento Industrial (FINAME), proporcionando fomento da produção e comercialização de máquinas e equipamentos, a também solicitei uma audiência para reunirmos os industriais da Paraíba, na sede do BNDES, para avançarmos na possibilidade de credenciamentos às linhas disponibilizadas”, ressaltou o presidente da FIEPB, Cassiano Pereira.

O BNDES é a única instituição de política de desenvolvimento industrial brasileiro, e financia projetos de investimentos para tornar o setor industrial, produtivo, inovador e competitivo num mercado cada vez mais globalizado.

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Economia

João Pessoa tem segundo maior aumento do país no preço de imóveis residenciais

Foto: Pauta Real

João Pessoa apresentou a maior alta na média de preço de venda de imóveis residenciais entre as capitais do país, com 6,05% de aumento no acumulado deste ano. O dado é da nova  pesquisa FipeZAP, divulgada nesta terça-feira (4), que mostrou também que, nos últimos 12 meses, a valorização dos imóveis registra 10,67%, o quinto maior percentual do país.

No recorte de maio deste ano, João Pessoa ficou entre as 15 capitais pesquisadas que registraram maior valorização. Na lista a cidade aparece em oitavo lugar com 0,92% ficando acima de importantes centros urbanos como São Paulo (0,72%); Porto Alegre (0,65%); Recife (0,60%); Fortaleza (0,59%); Brasília (0,52%); Manaus (0,38%); e Rio de Janeiro (0,29%).

Os municípios que tiveram as maiores altas foram Curitiba (1,88%); Goiânia (1,47%); Maceió (1,27%); Salvador (1,18%); Florianópolis (1,05%); Belo Horizonte (0,98%) e Vitória (0,94%).

Para o conselheiro do Creci-PB, Glauco Morais, o aumento era esperado. Ele afirma que outros crescimentos ainda virão em razão do superaquecimento do destino João Pessoa.

“Esse super aquecimento está refletido em todo o estado da Paraíba, mas João Pessoa tem atraído muitas pessoas de outros estados e com essa demanda crescente, os produtos sendo vendidos, a valorização é um processo natural”, frisou.  

Ainda de acordo com a pesquisa e com base no comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, o Índice registrou um aumento de 0,74% em maio deste ano. Comparando o mês de março (0,64%) e abril (0,66%) o aumento foi de (0,89%) em relação ao imóveis de apenas um quarto. O crescimento das vendas foi menor de (0,41%) para imóveis com quatro ou mais dormitórios.

“Em relação aos imóveis de um quarto que compreende a quarto sala, studio, entre outros, pois são várias tipologias, também é fruto da carência de hotelaria que vem sendo suprindo nos últimos anos com esse tipo de apartamento. São pessoas que vêm morar e comprar uma unidade para ter o seu imóvel no paraíso chamado João Pessoa com a demanda maior de turistas ocupando esses espaços de sistema de locação o que faz com  que investidores para colocar no mercado de local”, detalhou.

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Economia

ANS autoriza reajuste nos planos de saúde individual e familiar; veja percentual

Imagem meramente ilustrativa – (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Um novo reajuste nos Planos de Saúde foi autorizado nesta terça-feira, (4) pela A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O percentual   máximo e de 6,91% no preço dos planos de saúde individual e familiar.

A mudança terá validade de maio de 2024 (retroativo) até abril de 2025 para os contratos de quase 8 milhões de beneficiários.

A decisão não envolve planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão. Segundo a ANS, o reajuste poderá ser aplicado pela operadora no mês de aniversário do contrato, ou seja, no mês da data de contratação do plano.

Para os contratos que aniversariam em maio e junho, a cobrança deverá ser iniciada em julho ou, no máximo, em agosto, retroagindo até o mês de aniversário do contrato.

Na prática, o aumento dos planos poderá ser o dobro da inflação medida em um ano. Nos 12 meses encerrados em abril, por exemplo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou acumulado em 3,69%.

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Economia

Perdeu o prazo para entregar a declaração do IR 2024? Saiba o que fazer

Foto: Divulgação

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2024 sem multa venceu no último minuto desta sexta-feira (31). A partir de agora, quem era obrigado a entregar a declaração, mas não o fez dentro do prazo, está sujeito a multa por atraso, que de R$ 165,74, mas pode chegar a 20% do valor do imposto devido. Além disso, poderá receber notificação, chamado de lançamento de ofício, da Receita Federal.

Por isso, é importante entregar o documento mesmo atrasado. O sistema volta a receber as declarações já com o PGF (Programa Gerador da Declaração) atualizado para incluir a multa.

“É importante preenchê-la e enviá-la utilizando os mesmos programas disponíveis (computador, versão online ou aplicativo “Meu Imposto de Renda”). Ao transmitir a declaração, a notificação de lançamento e o Darf da multa por atraso serão gerados juntamente com o recibo de entrega. O contribuinte terá um prazo de 30 dias para efetuar o pagamento da multa. Após esse período, serão aplicados juros de mora, conforme a taxa Selic”, afirma a Receita Federal.

Fiz a declaração e estou devendo imposto. O que fazer?

O pagamento pode ser dividido em oito vezes. Quem deve menos de R$ 10 não precisa pagar. E, se o valor for menos que R$ 100, o recolhimento é feito de uma vez, em quota única.

Para pagar o imposto, deverá ser impresso o Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), pelo programa do Imposto de Renda, no e-CAC, ou pelo aplicativo Meu Imposto de Renda.

Caí na Malha Fiscal. Qual procedimento?

A Receita afirma que podem ser feitas correções nas declarações que estão retidas. A regularização pode ser feita de forma espontânea, sem a necessidade de a Receita proceder alguma notificação ou algum lançamento de ofício. A retificação pode ser feita pela internet.

Para cair na Malha Fiscal da Receita Federal, algum dos dados apresentados em sua declaração está inconsistente. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando as informações repassadas por você e por terceiros não batem. O contribuinte também pode ter cometido algum erro no preenchimento ou deixou de informar alguma coisa.

Para saber se está na Malha, pode acessar o e-CAC, selecionando a opção “Meu Imposto de Renda (Meu Imposto de Renda – Extrato da DIRPF)” e na aba “Processamento”, escolha o item “Pendências de Malha”. Lá você pode ver se sua declaração está em malha e também verificar qual é o motivo pelo qual ela foi retida.

Veja como fazer a declaração retificadora

Quem optou pela tributação por deduções legais, também conhecida como modelo completo, e depois percebeu que teria sido mais vantajoso entregar pelo modelo simplificado, terá de permanecer com a escolha feita antes do fim do prazo, mesmo que isso signifique mais imposto a pagar ou menos imposto a restituir.

E quem tem imposto a restituir?

Se o contribuinte tiver imposto a restituir, poderá optar por pagar a multa por atraso e receber a restituição inteira ou ter o valor da multa abatido da restituição.

A restituição só será paga quando tudo estiver regularizado.

São cinco lotes de restituição. O primeiro deles já foi pago nesta sexta-feira (31):

Cronograma das restituições

  • 31 de maio
  • 28 de junho
  • 31 de julho
  • 30 de agosto
  • 30 de setembro

R7

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Economia

Imposto de Renda 2024: prazo para a entrega da declaração termina nesta sexta (31)

Foto: TONMOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2024 termina nesta sexta-feira (31), às 23h59min59. Quem está obrigado a declarar e não o fizer até a última hora terá de pagar uma multa que varia de R$ 165,74 a até 20% do imposto devido.

Todos os residentes no Brasil que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90 no ano passado são obrigados a fazer a declaração. A expetativa da Receita Federal é receber um total de 43 milhões de documentos.

Nesta sexta também começa o pagamento do primeiro lote de restituição. Serão contemplados 5,5 milhões de contribuintes, num total de R$ 9,5 bilhões, o maior valor já pago em uma restituição da história.

R7

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Economia

IR 2024: Saiba o que acontece quando se perde o prazo de entrega da declaração

 

Foto: Reprodução

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda acaba nesta sexta-feira (31).

As pessoas que não registrarem o documento no site da Receita Federal até a data ainda precisam declarar, mas terão que pagar uma multa, que a receita chama de Multa por Atraso na Entrega de Declaração (MAED).

O valor da penalidade é de 1% ao mês sobre o valor do imposto de renda devido, calculado na declaração.

A multa começa em R$ 165,74, podendo chegar até 20% do valor do IR.

O valor da multa começa a contar no dia seguinte à data limite de entrega – no caso, sábado (01) e termina sua contagem na data do envio da declaração ou, se não for entregue, na data do lançamento de ofício pela Receita Federal.

No caso do contribuinte com direito à restituição, a multa será deduzida da quantia que a pessoa tem a receber.

CNN

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Economia

Pedidos de recuperação judicial atingem maior alta mensal em 6 anos, mostra levantamento

ImagemFoto: Pixabay

O número de pedidos de recuperação judicial atingiram um pico de seis anos em abril, segundo dados do Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian.

Ao todo, 184 empresas abriram processos de proteção no mês, superando os 183 pedidos do mês anterior.

O resultado é o terceiro pior da série histórica da Serasa Experian, ficando atrás dos meses de setembro de 2016 (244) e de março de 2018 (190).

A variação pode ter sido pouca no mês, mas comparado a abril de 2023, a quantidade de empresas pedindo recuperação judicial é 97,8% maior.

Apesar do ciclo de corte de juros iniciado pelo Banco Central em agosto, a avaliação é de que o efeito da Selic alta ainda pesa no caixas das empresas, colocando obstáculos para que quitem suas dívidas e se reorganizem financeiramente.

“Enquanto a inadimplência não cair, o que envolve negociações com credores e a implementação de estratégias para aumentar a receita e cumprir com pagamentos, as recuperações judiciais continuarão subindo”, pontua o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

CNN Brasil

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