Economia

Preço da carne sobe 5,81% em outubro e pressiona inflação

Preço, Alimentos

O aumento no preço dos alimentos e das bebidas foi um dos fatores que contribuíram para a inflação fechar outubro acima do esperado, segundo dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta (8).

A maior variação neste grupo veio das carnes bovinas, que ficaram 5,81% mais caras em outubro, o segundo maior impacto na inflação atrás apenas da energia elétrica. Os cortes com maior impacto foram acém (9,09%), costela (7,40%), contrafilé (6,07%) e alcatra (5,79%). Foi a maior variação mensal das carnes desde novembro de 2020, quando o índice foi de 6,54%. No acumulado de 12 meses, a carne subiu 4,76% e, no ano a alta é de 3,88%.

O aumento no grupo foi influenciado também pelo preço dos óleos e de gorduras e pescados, que ficaram 2,91% e 1,52% mais caros, respectivamente. Bebidas e infusões (1,5%) e leites e derivados (1,3%) fecham a lista dos cinco itens que mais tiveram aumento dos preços no grupo “alimentação no domicílio”.

Segundo o IBGE, a redução no número de abates de animais, o aumento das exportações em outubro, provocado pela valorização do dólar, e questões climáticas são os fatores que fizeram a oferta no mercado nacional diminuir e os preços aumentarem.

Folhapress

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Economia

João Pessoa lidera valorização no preço dos imóveis entre todas as capitais do país

João Pessoa, capital da Paraíba (Foto; Marco Pimentel/Destino Paraíba)

Com uma valorização de 16,83%, João Pessoa lidera a alta no preço de imóveis residenciais para venda entre todas as capitais do país nos últimos 12 meses. Os dados constam no Índice FipeZAP, divulgado pelo DataZAP, que registrou no país uma valorização acumulada de 7,22%, o maior resultado desde novembro de 2014, quando houve alta de 7,37%.

A valorização é impulsionada por Imóveis com três dormitórios, que lideram com alta de (+7,69%), contrastando com a menor variação entre unidades com quatro ou mais dormitórios (+6,32%).

Quando analisado o desempenho relativo ao mês de outubro, a capital paraibana detém aumento de 1,15% no preço dos imóveis em relação a setembro, o que corresponde a sexta maior valorização entre as capitais. Já no acumulado deste ano, o crescimento no valor foi de 14,57%, o segundo maior do país, atrás apenas de Curitiba (+15,46%).

 

Em outubro foi verificado um preço médio de R$ 6.832/m² para venda de imóveis em João Pessoa. Os bairros mais caros para comprar imóveis são: Cabo Branco (R$ 10.447 /m²), Jardim Oceania (R$ 8.763 /m²) e Altiplano Cabo Branco (R$ 8.717 /m²). Em relação às maiores valorizações, a pesquisa apresenta os bairros Castelo Branco (+70,8% ), Jardim Oceania (+22,7%) e Bessa (+19,8% ).

 

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Economia

Governo está pronto para anunciar nesta semana pacote de corte de gastos, diz Haddad

Equipe de Haddad deve fechar nesta semana pacote de corte de gastos; saiba  quais são as medidas em estudo | Brasil 247Foto: Reprodução

O ministro Fernando Haddad (Fazenda) disse nesta segunda-feira (4) que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está pronto para anunciar ainda nesta semana o pacote de medidas de corte de gastos.

Haddad cancelou uma viagem à Europa e voltou a Brasília, para “se dedicar a temas domésticos”, de acordo com uma nota do Ministério da Fazenda divulgada no domingo (3). A mudança de planos atendeu a um pedido do presidente Lula, segundo a nota.

“Minha ida [à Europa] estava dependendo dessa definição, se esta semana ou semana que vem seriam feitos os anúncios. Como o presidente [Lula] pediu para eu ficar e como as coisas estão muito adiantadas do ponto de vista técnico, acredito que estejamos prontos esta semana para anunciar [o pacote]”, afirmou.

A declaração foi dada depois de reunião de Haddad com o presidente Lula no Palácio do Planalto para tratar de assuntos do G20. Também participaram do encontro os ministros Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral).

No período da tarde, o ministro da Fazenda voltará a se reunir com Lula para discutir as medidas de ajuste fiscal. O detalhamento ainda está sendo acertado pelos membros do governo. A proposta foi discutida de forma mais ampla com o chefe do Executivo pela primeira vez na semana passada, em reunião no Palácio da Alvorada.

“Em relação à Fazenda, tem várias definições que estão muito adiantadas. O presidente passou o final de semana, inclusive, trabalhando no assunto, pediu que técnicos viessem a Brasília para apresentar detalhes para ele. Eu penso que nós estamos na reta final”, disse.

Questionado se as medidas teriam caráter estrutural, Haddad evitou antecipar detalhes “por deferência ao presidente”. “Ele [Lula] que vai definir quem comunica, como comunica, o modelo de apresentação. Então, peço algumas horas para a gente ter um encaminhamento da parte dele”, disse.

A viagem de Haddad à Europa foi cancelada após estresse do mercado financeiro com a demora do anúncio do governo. Na sexta (1º), o dólar disparou a R$ 5,869, o maior patamar desde maio de 2020. Depois da declaração do ministro, nesta segunda, a moeda norte-americana apresentou forte queda. Às 11h53, o dólar recuava 1,56%, cotado a R$ 5,778.

Para acalmar o mercado financeiro e investidores externos, o governo prepara uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) com diversas medidas em busca de equilíbrio das contas públicas.

Entre as propostas em estudo pela equipe econômica, está a adoção de um limite global para as despesas obrigatórias, que seguiria o mesmo índice de correção do arcabouço fiscal (expansão de até 2,5% acima da inflação ao ano) com gatilhos de correção.

Mudanças relativas a seguro-desemprego, abono salarial e BPC (Benefício de Prestação Continuada), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, também estão sendo debatidas.

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Economia

Expo Favela Paraíba premia 20 projetos de empreendedorismo nas periferias



					Expo Favela Paraíba premia 20 projetos de empreendedorismo nas periferias com R$ 40 mil cada
Premiação foi entregue neste domingo (3) na Usina Cultural. Expo Favela Paraíba/Divulgação

Foi divulgado na noite desse domingo (3), durante o último dia da Expo Favela Paraíba 2024, os 20 projetos de inovação que venceram a competição realizada durante o evento com o objetivo de promover o empreendedorismo nas periferias paraibanas. Cada um dos selecionados levou R$ 40 mil para serem utilizados em seus projetos.

O processo foi longo e contou com a coparticipação da Escola de Negócios da Favela, entidade que compôe a Central Única de Favelas (Cufa), organizadora do evento. Houve parceria também com a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia do Governo da paraíba.

De todos os projetos que se inscreveram no Expo Favela Innovation, 60 deles foram selecionados para participar do evento, que aconteceu nesse fim de semana em João Pessoa, na Usina Cultural Energisa.

Na oportunidade, foram realizados uma série de cursos, palestras e mentorias e cada projeto se apresentou, defendendo a sua viabilidade e sua estratégia de negócios. Foi a partir daí que os 20 considerados com maior viabilidade foram premiados.



					Expo Favela Paraíba premia 20 projetos de empreendedorismo nas periferias com R$ 40 mil cada
Expo Favela Paraíba/Divulgação

Confira os projetos que receberam premiação de R$ 40 mil cada

  • Awlays Store
  • Casa do Axé
  • Casa Empreendedora Hub
  • Delícias de Lucena
  • Fuzz
  • Entorno Acessórios
  • Mulheres Negras do Campo
  • Praxedes Paper
  • Nobalaio
  • Embarque 83
  • Karate Dojo Li
  • Sauce
  • Axé do Mola
  • Ayo Cosméticos
  • Ateliê escola criando artes
  • Fasart
  • Camila Eco Designer
  • Caldinho das Meninas Bistrô
  • Quetz
  • Ferreira artes

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Economia

Pix ultrapassa cartão de crédito e vira principal meio de pagamento para compra online no Brasil

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Pix se tornou o método de pagamento mais comum entre brasileiros para compras online, mostra nova edição da TIC Domicílios, pesquisa sobre acesso à internet produzida pelo Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação) divulgada nesta quinta-feira (31).

O indicador é medido em anos pares. Entre 2022 e 2024, a representação do Pix passou de 66% para 84% entre os usuários que compraram produtos na internet nos 12 meses anteriores, superando o cartão de crédito, que recuou de 73% para 67%. O boleto registrou maior queda, de 43% para 24%.

Há tendência de troca de boleto por Pix principalmente entre os mais pobres, que têm menos acesso a cartão de crédito, segundo Fabio Storino, coordenador da pesquisa. Descontos oferecidos por vendedores para o pagamento no Pix também pesam nessa decisão.

Folhapress

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Economia

Ministro do Trabalho nega corte de benefícios e fala em pedir demissão

O ministro Luiz Marinho (Trabalho e Emprego) disse nesta quarta-feira (30) que “não existe” discussão de mudanças no seguro-desemprego e no abono salarial do PIS/Pasep. Ele ameaçou pedir demissão caso alguma decisão sobre temas da pasta seja tomada sem sua participação.

“Se eu for agredido, é possível [pedir demissão]”, afirmou Marinho em entrevista coletiva nesta quarta-feira (30). O ministro disse considerar como agressão uma decisão sem consultar a pasta responsável pela gestão dessas políticas.

“Uma decisão sem minha participação num tema meu é uma agressão. E não me consta que nenhum ministro de Estado tenha discutido esse assunto. Não me consta”, disse.

A mudança nas regras do seguro-desemprego vem sendo discutida pela equipe econômica no âmbito do cardápio de medidas para conter o crescimento dos gastos obrigatórios, mas já enfrenta a oposição da ala política e das centrais sindicais.

Folhapress

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Economia

Pix deve impulsionar PIB do Brasil em R$ 280,7 bilhões até 2028, aponta estudo

PIX: entenda as mudanças que começam a valer em 1º de novembro | Brasil 61Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC), deve impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em R$ 280,7 bilhões até 2028, segundo o Relatório de Impacto Econômico e Inclusão Financeira, desenvolvido pela ACI Worldwide em parceria com a The Centre For Economics and Business Research.

Segundo o estudo, o valor é equivalente a 2,41% do PIB do Brasil combinado ou a produção de 2,5 milhões de trabalhadores.

Vale dizer que no último ano, os pagamentos em tempo real contribuíram para um incremento de R$ 138,3 bilhões no PIB brasileiro, o equivalente a 1,32% do PIB combinado ou a produção de 1,3 milhão de trabalhadores, segunda traz o relatório.

De acordo com o levantamento, o Brasil lidera o ranking de países da América Latina que mais se beneficiaram da adoção da tecnologia.

Em segundo lugar, está o México (US$ 12,8 bilhões até 2028), seguido por Argentina (US$ 19,3 bilhões até 2028), Chile (US$ 740 milhões até 2028) e Peru (US$ 376 milhões até 2028).

Segundo o relatório, atualmente, somente o Brasil é responsável por 75% de todas as transações em tempo real da América Latina.

Além disso, o estudo mostra o impacto do uso do Pix na inclusão financeira, isso porque é esperado um aumento de 2,8 milhões de novos correntistas até 2028.

“A conexão entre pagamentos em tempo real e inclusão financeira, deve desencadear ainda mais inovação entre fintechs e instituições, criando novas experiências e oportunidades para o conjunto crescente de usuários”, destaca Vlademir Santos, head no Brasil da ACI Worldwide.

A nível mundial, estima-se que pagamentos em tempo real possam gerar um acréscimo adicional de US$ 285,8 bilhões no PIB global, equivalente ao trabalho de 16,9 milhões de trabalhadores, além de criar 167 milhões novos titulares de contas bancárias até 2028.

CNN Brasil

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Economia

Produtividade na indústria cai 0,3% no segundo trimestre

Imagem ilustrativa: Reprodução

A produtividade do trabalho na indústria de transformação brasileira voltou a cair, embora em ritmo menor, revela a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a pesquisa Produtividade na Indústria, o indicador recuou 0,3% no segundo trimestre, após cair 1,4% no primeiro trimestre do ano.

O indicador expressa a razão entre o volume produzido e o número de horas trabalhadas. De abril a junho, a produção industrial subiu 0,9%, mas as horas trabalhadas aumentaram 1,3%. Apesar da queda, a CNI considera que o recuo de 0,3% na produtividade do trabalho significa estabilidade.

De acordo com a CNI, a produção manteve o ritmo de crescimento no segundo trimestre, enquanto as horas trabalhadas continuaram a crescer, mas em ritmo menor que no trimestre anterior. Isso, segundo a confederação, indica a estabilidade do indicador.

Ao medir a produtividade pelo total de trabalhadores, em vez do número de horas, o indicador tem resultados melhores, com alta de 0,4% no segundo trimestre. Segundo a CNI, esse é o melhor resultado nessa medição desde o segundo trimestre de 2022.

Na avaliação da CNI, a expectativa é que a produtividade cresça nos próximos trimestres com o fim dos ciclos de treinamento dos trabalhadores recém-contratados. Outro fator que deve melhorar a produtividade, informou a CNI, são as medidas recentes do governo federal que criam melhores condições para as empresas investirem na modernização industrial. A entidade cita as linhas de financiamento do eixo Indústria Mais Produtiva do Plano Mais Produção e a nova lei de depreciação acelerada, regulamentada recentemente.

Histórico

De 2013 a 2023, a produtividade da indústria brasileira acumulou queda de 1,2%. Esse resultado reflete redução de 16,5% nas horas trabalhadas e redução maior no volume produzido, de 17,4%. A queda concentrou-se nos cinco últimos anos.

Na primeira metade da década, até 2018, a produtividade industrial acumulou crescimento de 7,1%. O ganho, no entanto, foi mitigado pela queda de 7,8% na segunda metade da década. Segundo a CNI, boa parte da queda decorreu da retração da demanda e dos juros altos, que prejudicaram os investimentos da indústria.

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Economia

Mercado imobiliário da PB prevê prejuízo com redução no financiamento da Caixa

A decisão da Caixa Econômica Federal em reduzir a cota de financiamento para imóveis de até R$ 1,5 milhão e aumentar a exigência de entrada dos compradores pode resultar em implicações no mercado imobiliário e na economia em geral. O alerta foi feito pelo diretor-secretário do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, Rômulo Soares.

De acordo com o especialista, o primeiro deles é a dificuldade de acesso à casa própria, pois diante da redução da cota de financiamento, potenciais compradores podem encontrar mais dificuldades para adquirir imóveis, sobretudo as famílias de classe média e baixa, que não têm condições de dar uma entrada substancial.

“Mas também imóveis com preço de até R$ 1,5 milhão estão em um segmento que pode ser sensível a essas mudanças, já que a demanda por esses imóveis pode diminuir se os compradores não conseguirem financiar a parte necessária do valor total. Isso pode levar a uma desaceleração nas vendas e até mesmo a uma queda nos preços”, acrescentou.

Segundo ele, exigir uma entrada maior pode incentivar os compradores a economizar mais antes de realizar a compra, o que pode promover uma maior saúde financeira e planejamento a longo prazo, mas também pode atrasar a realização do sonho da casa própria.

Como reagir?

Rômulo Soares defende que o setor da construção civil e os incorporadores possam reagir a essas mudanças ajustando suas estratégias de venda, oferecendo ainda mais condições atrativas para facilitar o financiamento ou adaptando seus lançamentos para atender a um perfil de comprador que consiga arcar com a nova realidade de financiamento.

Para ele, as medidas anunciadas pela Caixa na última terça-feira (15), podem refletir uma tentativa de controlar os riscos de crédito, especialmente em um cenário econômico que pode estar enfrentando desafios, como alta inflação ou aumento das taxas de juros, como também ser um reflexo das condições econômicas atuais e a necessidade de ajustar as políticas de financiamento para garantir a estabilidade do sistema financeiro.

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Economia

PIX já foi normalizado, diz Banco Central após manhã de instabilidade em todo o país

Foto: g1

Clientes dos principais bancos do país enfrentaram problemas nesta segunda-feira (14) para acessar serviços digitais, incluindo o sistema PIX.

Em nota, o Banco Central confirmou que houve “problemas técnicos” na plataforma – mas disse que a situação foi resolvida ainda pela manhã.

“Houve a ocorrência de problemas técnicos no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) que afetaram o funcionamento do Pix durante a manhã desta segunda-feira (14/10). As equipes do Banco Central atuaram rapidamente, e o problema já se encontra resolvido”, informou o BC.

O serviço DownDetector, que monitora falhas em sistemas virtuais a partir de informações de usuários, registrou picos na manhã desta segunda para o Banco Central e os maiores bancos comerciais do país.

Dos 12 sites brasileiros com maior índice de falhas, 11 eram de instituições bancárias ou de pagamento.

Manhã sem PIX

Ao longo da manhã, os apps de bancos apresentavam mensagens distintas para informar que o PIX não estava disponível.

O C6, por exemplo, dizia que o app estava passando por atualizações. Já o Bradesco informava que o PIX não estava disponível e sugeria que o cliente fizesse um TED.

Em nota, o Itaú Unibanco informou que “identificou uma instabilidade no sistema do PIX nesta segunda” e que monitorava o tema junto ao BC.

“O banco acompanha de perto o processo de normalização com o Banco Central e orienta que os clientes não refaçam as transações em caso de erro na operação”, diz o Itaú.

Também em nota, o Santander informou às 12h08 que o sistema já tinha sido restabelecido.

g1

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