Economia

Bolsa perde R$ 215 bilhões desde eleição, o equivalente a 71 Fundos da Amazônia

 

Enquanto o noticiário tenta se desdobrar para entender o tamanho do problema fiscal para os próximos anos de governo Lula, os ativos da bolsa de valores brasileira derretem. Segundo um levantamento feito pelo TradeMap, a pedido do Metrópoles, as maiores empresas já perderam R$ 215 bilhões desde o último dia 28 de outubro, véspera do segundo turno presidencial.

Embora a perda seja virtual e reflita mais o humor do mercado do que o próprio momento das empresas, o dinheiro que se desfez nas últimas semanas seria suficiente, por exemplo, para compor 71 Fundos da Amazônia.

A empresa que mais perdeu valor no período analisado foi a Petrobras (PETR4), com queda de R$ 64 bilhões em pouco mais de três semanas, segundo o levantamento. A petroleira sofre, primeiro, com a perspectiva pior para os juros e inflação, decorrente do problema fiscal, o que deve afetar sua capacidade de crescimento.

E, segundo, sofre com a incerteza sobre como o próximo governo, o maior acionista da Petrobras, vai gerenciar as suas decisões estratégicas – basta lembrar que o plano de controlar os preços dos combustíveis por meio do uso do caixa da empresa esteve na pauta do governo de Jair Bolsonaro e foi, de fato, praticado por Dilma Rousseff, em sua última gestão à frente do país.

O retrato do Ibovespa poderia ter sido pior, não fosse o fato de que a Vale (VALE3), maior empresa do índice de ações local, ganhou R$ 68 bilhões desde as eleições, por fatores que estão mais ligados a um plano desenvolvimentista da China para o setor de aço e construção civil.

Com informações do Metrópoles

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Economia

PESQUISA: Preço da gasolina tem redução em João Pessoa; diferença pode chegar a R$ 0,32 centavos

A média no preço da gasolina comum na Capital está em R$ 4,792, é o que aponta a nova pesquisa comparativa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa (Procon-JP), no dia 16 de novembro. A diferença no preço do produto está em R$ 0,32, oscilando entre R$ 4,670 (Extra Petróleo – Mangabeira) e R$ 4,990 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial), com variação de 8,1% para pagamento à vista. Em relação à semana passada, houve redução nas duas pontas: R$ 0,02 (menor) e R$ 0,08 (maior).

O levantamento, que foi realizado em 108 postos, constata que, se comparado ao último dia 9, o litro da gasolina comum aumentou em 15 locais, caiu em três e se manteve em 89. Já para pagamento no cartão, o preço do produto oscila entre R$ 4,690 e R$ 5,140, diferença de R$ 0,45 e variação de 9,6%.

Quanto ao produto aditivado, a pesquisa do Procon-JP encontrou os preços sendo praticados entre R$ 4,670 (Extra Petróleo – Mangabeira) e R$ 5,190 (Shopping Bessa – Bessa), com variação de 11,1%, diferença de R$ 0,52 e média de R$ 4,970.

Álcool – O menor preço do álcool se manteve em relação à pesquisa anterior: R$ 3,190 (Auto Posto –Valentina). Já o maior subiu R$ 0,10, saindo de R$ 3,690 para R$ 3,790 (Villaggio – Bancários e Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial). O preço médio do etanol foi encontrado a R$ 3,438, a diferença está em R$ 0,60 e a variação em 18,8%. Quando comparado à semana passada, o produto aumentou em 76 postos, se manteve em 27 e nenhum local reduziu o preço.

S10 – O diesel S10 manteve o menor preço do último dia 9 e está sendo comercializado a R$ 6,270 (Nossa Senhora de Fátima – Bairro dos Estados). Quanto ao maior, este mostra leve alta, saindo de R$ 6,980 para R$ 6,990 (Expressão – Torre), com diferença de R$ 0,72, média de R$ 6,528 e variação de 11,5%. Se comparado à semana passada, o S10 subiu em 17, reduziu em três e se manteve em 81 postos.

Diesel comum – Em se tratando do diesel comum, o produto está mantendo os mesmos preços nas duas pontas há três semanas e está oscilando entre R$ 6,190 (Mônaco – Jaguaribe e Independência – Tambiá) e R$ 6,590 (Almeida – Novais), com média de R$ 6,360.

GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) manteve os mesmos preços (menor e maior) do último dia 9 e está sendo praticado entre R$ 4,440 (Frei Damião – Ipês, e Metrópole – Tambaú) e R$ 5,390 (Bancários – Bancários), com diferença de R$ 0,95, variação de 23,9% e média de R$ 4,598. O Procon-JP visitou 11 revendedores do produto e, desses, 10 mantiveram e um aumentou o preço em relação à semana passada.

Blog do BG PB 

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Economia

IGP-10 cai 0,59% em novembro após recuo de 1,04% no mês anterior, diz FGV

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) recuou 0,59% em novembro após ter registrado queda de 1,04% em outubro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (17).

A expectativa do mercado era de uma queda de 0,55%, conforme pesquisa da Reuters.

Com esse resultado, o índice acumula alta de 5,70% no ano e de 5,55% em 12 meses. Em novembro de 2021, o índice subira 1,19% no mês e acumulava elevação de 19,78% em 12 meses.

“Nesta apuração, os três índices componentes do IGP registraram avanço da inflação. O índice ao produtor apresentou queda menos intensa, dada a atual estabilidade dos preços dos combustíveis. No âmbito do consumidor, a inflação acelerou refletindo a alta dos preços dos alimentos. E, por fim, na construção civil, houve aumento mais forte nos preços dos serviços e da mão-de-obra”, afirma André Braz, coordenador dos índices de preços.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, teve queda de 0,98% em novembro, depois de cair 1,44% no mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30% do índice geral, acelerou a alta a 0,67% no mês, de 0,17% em outubro, com o grupo Transportes deixando para trás a queda de 2,17% para subir 0,47% em novembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, subiu 0,19% em novembro, acima da taxa de 0,01% no mês anterior.

O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

CNN

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Economia

PEC fura-teto deve elevar dívida pública para até 108,4% do PIB

 

PEC fura-teto apresentada pelo governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve elevar a dívida pública para 92,9% do PIB (Produto Interno Bruto) até o final do mandato, em 2026. Em um cenário em que a Selic, a taxa básica de juros, se mantém em 13,75%, a dívida pode chegar a até 108,4% do PIB daqui a 4 anos.

O cálculo é de relatório da XP Investimentos publicado nesta 5ª feira (17.nov.2022). O documento, assinado pelo economista Tiago Sbardelotto, considera um crescimento real de 2% nas despesas. Hoje, o endividamento é de 76%.

O documento diz que o aumento nas despesas do governo “deve afetar a inflação pelos canais do câmbio e das expectativas”, forçando o BC a manter a taxa de juros alta para frear a pressão inflacionária. Isso “geraria uma trajetória ainda mais inclinada para o crescimento da dívida pública”, segundo a XP.

O relatório fala na necessidade de uma nova âncora fiscal para evitar a “elevação do custo da dívida pública, dos juros e, possivelmente, depreciação do real”. “Portanto, é fundamental que o novo governo defina o mais breve possível como a expansão fiscal neste momento será acomodada para conduzir as finanças públicas a uma trajetória sustentável”, finaliza a XP.

Poder360

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Brasil

“Vai aumentar o dólar, cair a bolsa? Paciência!”, diz Lula ao defender o fim do teto de gastos

O presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva (PT) ignorou mais uma vez a repercussão negativa no mercado sobre a proposta que retira os programas sociais do teto de gastos. “Vai aumentar o dólar, cair a bolsa? Paciência. O dólar não cai por conta da pessoas sérias, mas dos especuladores”, disse Lula durante o discurso na COP-27 neta quarta-feira (17).

Logo após a fala de Lula o Ibovespa caía 2,58%, aos 110.554,47 pontos. “O mercado ficou indiferente ao discurso do Lula na COP 27”, diz Juan Espinhel, especialista em investimentos da Ivest.

“Tinha bastante coisa acontecendo fora a conferência, principalmente com o petróleo caindo lá fora e a incerteza com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição”, explica.

O foco do mercado agora está na discussão fiscal e como o novo governo fará para financiar todos os programas sociais prometidos. Uma incerteza que tem penalizado a Bolsa brasileira nas últimas semanas.

“Os movimentos observados na sessão de hoje, com a bolsa operando com forte baixa e os juros futuros em alta, sugerem que as atenções se concentram, na verdade, nos rumores sobre possíveis nomes para o Ministério da Fazenda, ou até mesmo a exclusão dos pagamentos de benefícios sociais do teto de gastos pelos próximos quatro anos”, destaca Matheus Pizzani, economista da CM Capital.

Com informações do E-Investidor

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Brasil

Petrobras reduz em 5,3% o preço do gás de cozinha nas refinarias

A Petrobras anunciou no início da noite desda quarta (16) que vai reduzir o preço médio de venda do gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, a partir desta quinta (17).

O preço pago pelas distribuidoras será reajustado de R$ 3,7842 por quilo (kg) para R$ 3,5842/kg. Isso equivale a R$ 46,59 por botijão de 13kg, ou uma redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

A Petrobras afirma que a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a sua prática de preços.Segundo a estatal, o objetivo é buscar o equilíbrio dos seus preços com o mercado sem o repassar para os preços internos a volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio.

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Economia

PEC de Transição: Auxílio fora do teto assusta mercados e bolsa cai 2%

Ibovespa fecha em forte queda, com PEC da Transição e novo nome da Fazenda  no radar | Economia | G1

A PEC de Transição continua no radar dos investidores, e uma notícia divulgada mais cedo pelo jornal Folha de S.Paulo de que a equipe de Luiz Inácio Lula da Silva deve propor ao Congresso a retirada dos gastos sociais do teto de gastos por quatro anos trouxe volatilidade para a bolsa.

De acordo com o jornal, a PEC de Transição deve indicar um gasto de R$ 175 bilhões para o Bolsa Família fora do teto (valor que tem sido chamado de waiver, ou “perdão”, pelo mercado) em 2023, e com previsão para que os gastos sociais fiquem fora do limite fiscal até o final do mandado de Lula.

Embora o waiver não seja novidade, o mercado não gostou da sinalização de que o teto poderá ser rompido também nos próximos anos, pois esse é um indicativo de que a dívida pública pode seguir em trajetória de alta, o que impactaria a inflação e os juros em médio e longo prazo.

O Ibovespa, principal índice da bolsa, operou em baixa durante quase toda a sessão e fechou o dia em queda de 2,5%, aos 110.227 pontos. O dólar avançou 1,5%, para os R$ 5,38.

Metrópoles

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Economia

13º salário deve injetar quase R$ 3 bilhões na economia da Paraíba, até o fim do ano


A economia paraibana deverá receber até o fim de 2022 cerca de R$ 2,8 bilhões com a injeção do 13º salário, aproximadamente 1,3% do total do Brasil e 7,2% da região Nordeste. Esse montante representa em torno de 3,2% do PIB estadual. A média de valores por pessoa é estimada em R$ 1.886. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PB).

Segundo os cálculos, 1,3 milhão de pessoas devem receber o 13º no estado. O número equivale a 1,57% do total que terá acesso ao benefício no Brasil. Em relação à região Nordeste, corresponde a 7,63%.

Os empregados do mercado formal, celetistas ou estatutários, representam 50,7%, enquanto pensionistas e aposentados do INSS equivalem a 48,1%. O emprego doméstico com carteira assinada responde por 1,3%.

Em relação aos valores que cada segmento receberá, nota-se a seguinte distribuição: os empregados formalizados ficam com 61,5% (R$ 1,73 bilhão) e os beneficiários do INSS, com 28,5% (R$ 802,1 milhões), enquanto aos aposentados e pensionistas do Regime Próprio do Estado caberão 7,5% (R$ 211,7 milhões) e aos do Regime Próprio dos Municípios, 2,5% (R$ 71,5 milhões).

Portal Correio

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Economia

Paraíba terá orçamento de R$ 17 bi em 2023

Os poderes que constituem a Paraíba terão R$ 17,6 bilhões de reais em caixa para o orçamento de 2023. É o que prevê a Lei Orçamentária Anual (LOA) em tramitação na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Nesta quarta-feira (16), a Comissão de Orçamento, Fiscalização, Tributação e Transparência aprovou o texto enviado pelo governador João Azevêdo (PSB) sobre o exercício financeiro para o próximo ano. O texto foi aprovado pelos deputados Branco Mendes, Buba Germano, Ricardo Barbosa, Tovar Correia Lima, Wilson Filho e Júnior Araújo, relator da matéria.

O Projeto de Lei 4.032/2022 estima a receita e fixa a despesa para o exercício financeiro de 2023 em R$ 17.635.592.015,00 (dezessete bilhões, seiscentos e trinta e cinco milhões, quinhentos e noventa e dois mil e quinze reais). “A proposta apresentada para o orçamento do próximo ano respeita, além dos princípios constitucionais, às normas gerais de direito financeiro para a elaboração e controle do orçamento público”, destacou Júnior Araújo.

Para o ano de 2023, a Reserva para Cobertura de Emendas Parlamentares – as chamadas Emendas Impositivas – saltou de 0,4% em 2022 para 0,7%, cujo valor total será de R$ 106.390.228,00 (cento e seis milhões, trezentos e noventa mil, duzentos e vinte oito reais), o que corresponde ao valor de R$ 2.955.284,00 (dois milhões, novecentos e cinquenta e cinco mil, duzentos e oitenta e quatro reais) para cada parlamentar da Casa de Epitácio Pessoa, para atender às Emendas Individuais Impositivas, com a destinação obrigatória de 50% desse valor para ações em serviços público em saúde. “O aporte destinado à Emendas Individuais Impositivas teve um aumento de 67,7% em relação ao orçamento do ano de 2022”, explicou o relator.

Para o presidente da Comissão, Branco Mendes, o empenho dos parlamentares e técnicos da Casa foi primordial para a elaboração da LOA em um prazo adequado para aplicação. “Nós tivemos uma participação importante na produção dessa peça. Fizemos audiências, reuniões, fomos aos secretários e, Graças a Deus, nós conseguimos chegar ao dia de hoje já com esse parecer preliminar. Com certeza, vamos chegar até o dia 20 com o parecer e a LOA aprovada, diante do trabalho que fizemos. Só temos a agradecer a todos os pares que fazem parte da Comissão e a todos os técnicos da Assembleia, que contribuíram muito para o bom funcionamento da Comissão do Orçamento”, ressaltou.

Branco Mendes também comemorou o aumento da porcentagem das Emendas Impositivas no orçamento, com a aprovação do Governador João Azevedo. “Também enaltecer o bom entendimento do nosso Governador, que deu um passo importante para que nós pudéssemos instalar a Emenda Impositiva para casa parlamentar; foi fundamental no entendimento, nas conversas. Começamos com 0,4 e já estamos com 0,7% do orçamento destinados para essas emendas”, explicou.

Após a aprovação do relatório preliminar da LOA 2023, os parlamentares terão de 17 de novembro até 1º de dezembro para apresentação de emendas, antes do Perecer Definitivo.

MaisPB

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Brasil

Em quase dois anos, PIX se consolida como meio de pagamento mais usado no país

Ao longo de quase dois anos de funcionamento, o PIX se consolidou como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros. De 16 de novembro de 2020, data em que começou a funcionar no país, até o último dia 30 de setembro, foram 26 bilhões de transações feitas no sistema financeiro nacional, com valores atingindo R$ 12,9 trilhões.

Levantamento feito pela Febraban com base em números do Banco Central mostram que, em seu primeiro mês de funcionamento, o PIX ultrapassou as transações feitas com DOC (Documento de Crédito). Em janeiro de 2021, superou as transações com TED (Transferência Eletrônica Disponível). Em março do mesmo ano passou na frente em número de transações feitas com boletos. Um mês depois, ultrapassou a soma de todos eles.

Já em relação aos cartões, o PIX ultrapassou as operações de débito em janeiro deste ano, e no mês de fevereiro foi a vez de passar na frente das transações com cartões de crédito, quando se tornou o meio de pagamento mais utilizado no Brasil.

“As transações feitas com o PIX continuam em ascensão, revelando a grande aceitação popular do novo meio de pagamento, que trouxe conveniência e facilidades para os clientes em suas transações financeiras do cotidiano. Nos últimos 12 meses, registramos um aumento de 94% das operações com a ferramenta”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban.

Sidney destaca ainda que o PIX é fundamental para impulsionar a bancarização e a inclusão financeira no país, além de reduzir a necessidade do uso de dinheiro em espécie em transações comerciais e os altos custos de transporte e logística de cédulas, que totalizam cerca de R$ 10 bilhões ao ano.

G1

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