Brasil

Vendas do varejo crescem 1,1% em setembro, diz IBGE

As vendas do varejo tiveram alta de 1,1% em setembro na comparação com o mês anterior. O resultado representa o 2º mês de crescimento depois de 2 meses em queda do comércio varejista. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou os dados nesta quarta-feira (9).

O comércio teve alta de 0,8% no acumulado de janeiro a setembro. Em 12 meses, porém, registrou uma queda de 0,7%. O levantamento também mostra queda no número de setores com resultados negativos. Em agosto, foram 4 e em julho, 7.

Segundo o IBGE, 2 setores tiveram taxa negativa em setembro em relação a agosto:

  • veículos e motos, partes e peças (-5%);
  • e móveis e eletrodomésticos (-1%).

O comércio varejista ampliado –que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção– o volume de vendas cresceu caiu 5% em relação a agosto. No ano, está em queda de 1,4%. Em 12 meses, -1,2%.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

“BUJÃO” SECOU: Paraíba enfrenta racionamento de gás de cozinha, diz sindicato

A Paraíba entrou nesta quarta-feira (9) em racionamento na venda do gás de cozinha. De acordo com o Sindicato dos Revendedores de Gás GLP da Paraíba, o problema é registrado em outro estados do Nordeste, como Bahia e Pernambuco.

O Sinregás-PB explicou que unidades da refinaria no estado da Bahia estão passando por manutenção, logo foi necessário ajustar os prazos originalmente previstos para retomada de produção.

Além de afirmar que esse problema não tem ligação com protestos que continuam em alguns lugares do Brasil, Marcos Antônio ainda disse que a previsão para normalizar a situação é no fim do mês de novembro.

Portal T5

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

SÓ NO NOSSO: Cesta básica de João Pessoa acumula a quinta maior alta, em 12 meses

Diferença de preços em itens da cesta básica chega a 187% | Prefeitura Municipal de Umuarama

O custo da cesta básica de João Pessoa apresentou redução pelo quarto mês consecutivo, conforme Pesquisa Nacional de Alimentos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O preço caiu 0,49%, em outubro, na comparação com setembro.

Entretanto, no acumulado dos últimos 12 meses, há uma variação de 13,94%, o quinto maior índice entre as capitais pesquisadas pelo Dieese. Ao longo de 2022, a elevação foi de 9,54%.

A cesta básica de João Pessoa é a terceira mais barata do país, ao custo de R$ 559,57. A de Aracaju (R$ 515,51) e de Recife (R$ 558,40) são mais baratas. O valor do conjunto dos alimentos básicos aumentou em 12 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese, com destaque para Porto Alegre (3,34%), Campo Grande (3,17%) e Vitória (3,14%). No período dos últimos 12 meses, houve alta em todas as capitais, sendo o maior aumento em Salvador (15,38%) e o menor, em Vitória (5,48%).

Na capital paraibana, dos 12 produtos que compõem a cesta básica, seis tiveram inflação, no mês de outubro: manteiga (3,69%), farinha de mandioca (2,94%), óleo de soja (1,38%), pão (1,23%), arroz agulhinha (0,58%) e tomate (0,23%).

No período dos últimos 12 meses, o Dieese registrou alta de preços em todos os produtos em João
Pessoa: café em pó (39,10%), farinha de mandioca (33,19%), manteiga (28,53%), banana (26,38%),
pão francês (20,27%), açúcar refinado (10,70%), óleo de soja (5,86%), tomate (4,29%), carne bovina de
primeira (1,16%) e arroz agulhinha (1,04%).

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Brasil tem a maior queda da extrema pobreza na América Latina

A extrema pobreza do Brasil caiu para o menor patamar da série histórica, iniciada em 1980. Relatório do Banco Mundial mostrou que a taxa do país foi a que mais recuou na América Latina no ano.

As pessoas que viviam abaixo da linha da pobreza eram 5,4% da população em 2019. A taxa caiu para 1,9% em 2020, o que corresponde a uma redução de 3,5 pontos percentuais. Em quantidade, o número passou de 11,37 milhões para 4,14 milhões de brasileiros no período. Ou seja, 7,23 milhões saíram desta situação.

O Banco Mundial considera em extrema pobreza as pessoas que recebem até US$ 2,15 por dia. Em 2020, um número maior de pessoas passou a receber o auxílio emergencial por causa da pandemia de covid-19. O valor médio do benefício aumentou em comparação com o Bolsa Família.

A porcentagem caiu ainda mais em 2021 e 2022, já que mais pessoas passaram a receber o Auxílio Brasil.

O país mais próximo de chegar a essa redução na América Latina foi o Paraguai, que diminuiu de 1% para 0,8% –uma queda de 0,2 ponto percentual.

O Brasil também foi o país da América Latina que mais reduziu a extrema pobreza de 2016 a 2020. Caiu 2,8 pontos percentuais, de 4,7% para 1,9%.

A 2ª maior queda foi da Bolívia, de 5,6% para 3,1%. Dentre os países selecionados –os mais relevantes economicamente–, a maior taxa de extrema pobreza é da Colômbia, com 10,8%. Peru (5,8%) e Bolívia (3,1%) completam o pódio. O percentual do Brasil é maior que o da Argentina (1,1%), do Paraguai (0,8%) e do Chile (0,7%).

AUXÍLIOS E RESPONSABILIDADE FISCAL

Ecio Costa, professor de economia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) disse que o auxílio emergencial e outros benefícios estaduais foram programas “muito importantes” para a população.

De acordo com o analista, o Bolsa Família ajudou a reduzir a pobreza no Brasil no século 21. Mas, depois de 2014, com a crise econômica do governo Dilma Rousseff (PT), houve uma elevação da taxa. Estava em 3,3% no ano de reeleição da petista e subiu para 5,4% em 2019.

“O auxílio emergencial foi bem focalizado nas famílias mais vulneráveis e informais, que eram o público-alvo do Bolsa Família”, disse. “Em 2020, não houve nenhum outro fator que explique essa queda [da pobreza]. Pelo contrário, foi um período de queda do PIB e as transferências de renda foram as únicas justificativas plausíveis para que isso tenha acontecido”, completou.

O professor afirmou que, em 2021 e 2022, a inflação mais alta levou a um crescimento na taxa de pessoas abaixo da linha da pobreza. Ele descartou, porém, uma expansão que volte ao nível de 2019 (5,4%), porque o Auxílio Brasil está sendo usado e é mais abrangente.

Ele ressaltou que, o país melhorou os números, enquanto a América Latina registra aumento das taxas. Destacou que a pobreza na Argentina está em tendência de alta e a Colômbia dobrou os níveis de miséria.

Ecio afirmou que, independentemente do nome do benefício, é importante que o Brasil tenha programas de transferência de renda para ajudar as regiões mais pobres.

“Precisa ser um programa de Estado, independentemente de qual seja o governo. A gente consegue erradicar a pobreza com a transferência de renda. É importante que se tenha também responsabilidade fiscal”, disse o professor.

Ele afirmou que o governo que cria deficit nas contas públicas provoca inflação alta. “É um tiro no pé. Não ajuda as camadas mais pobres da sociedade se a inflação estiver muito alta, corroendo os valores do auxílio”, disse Ecio.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

VAI NA FÉ: Mega-Sena pode pagar R$ 55 milhões, neste sábado

Acumulou de novo! Mega-Sena sorteia R$ 170 milhões neste sábado
O concurso 2.536 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 55 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste sábado (5), em São Paulo.

No sorteio de quinta (5), nenhuma aposta acertou as seis dezenas.

A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada também pela internet até 19h – saiba como fazer.

Serão dois sorteios da Mega esta semana: na quinta-feira (4), por conta do feriado, e neste sábado.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

TCU nega suspensão do consignado do Auxílio Brasil e arquiva caso

O TCU (Tribunal de Contas da União) negou nesta sexta-feira (4) pedido de suspensão do crédito consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil concedido pela Caixa Econômica Federal. A modalidade, prevista em lei, foi lançada no dia 11 de outubro pelo banco, que, em três dias, já havia liberado R$ 1,8 bilhão.

Em despacho publicado nesta sexta-feira, o ministro Aroldo Cedraz, o relator da ação, afirma que os esclarecimentos dados pela Caixa mostraram que não houve irregularidade na operação de empréstimo, após oitiva no banco. Além disso, Cedraz determinou o arquivamento da ação.

O ministro havia determinado no último dia 24 que o banco explicasse o processo de concessão do empréstimo. A documentação foi entregue pela Caixa ao TCU no dia seguinte, 25 de outubro.

“Considerando que as respostas ofertadas pela Caixa à oitiva prévia à diligência realizadas afastaram por completo a suposta irregularidade quanto à não observância de procedimentos operacionais ou de análises de risco essenciais e prévios à decisão de ofertar o empréstimo consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil, de forma que revelaram a total improcedência da representação”, afirmou o ministro no texto.

VEJA MAIS: Caixa suspende oferta de consignado do Auxílio Brasil até dia 14

A decisão indeferiu o pedido de suspensão da concessão do crédito consignado feito pelo Ministério Público junto ao TCU, que argumentava um possível “desvio de finalidade” e o uso “meramente eleitoral”. Segundo o subprocurador Lucas Rocha Furtado, era preciso evitar a “finalidade meramente eleitoral” da modalidade de empréstimo.

No pedido, o MP solicitou ao TCU a avaliação dos procedimentos adotados pela Caixa para a concessão de empréstimos consignados, “de modo a impedir sua utilização com finalidade meramente eleitoral e em detrimento das finalidades vinculadas do banco, relativas à proteção da segurança nacional ou ao atendimento de relevante interesse coletivo”, diz o documento.

A linha de crédito tem juros de 3,45% ao mês, o que beira o limite de 3,5% estabelecido pelo Ministério da Cidadania. A prestação máxima é de 40% do valor do Auxílio Brasil; já a parcela mínima é de R$ 15. A duração do empréstimo é de até 24 meses.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Caixa suspende oferta de consignado do Auxílio Brasil até dia 14

Caixa retoma horário de atendimento pré-pandemia, das 10h às 16h

Os interessados em obter o crédito consignado do Auxílio Brasil só poderão pedir o empréstimo pela Caixa Econômica Federal a partir das 7h do dia 14. Até lá, a contratação está suspensa.

Segundo a instituição financeira, a linha de crédito estará suspensa por duas semanas para processara folha de pagamentos do Auxílio Brasil. A oferta do empréstimo consignado está suspensa desde as 19h de terça-feira (1º).

A Caixa informou que, após esse prazo, a linha de crédito voltará a ser ofertada. O processamento da folha de pagamentos do Auxílio Brasil envolve a Caixa, que opera a linha de crédito; a Dataprev, estatal responsável pela lista dos beneficiários, e o Ministério da Cidadania, que cadastra os participantes do programa.

Operado pela Caixa desde 11 de outubro, o crédito consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil prevê empréstimos com taxas de 3,45% ao ano, com a retenção de até 40% do valor do benefício para pagar as parcelas. A Caixa não é o único banco habilitado a ofertar a linha de crédito, mas lidera as liberações. Segundo o Ministério da Cidadania, 14 instituições financeiras estão autorizadas a ofertar a modalidade, mas nem todas começaram a emprestar dinheiro.

A liberação do crédito consignado para o Auxílio Brasil tem enfrentado uma série de entraves e de suspensões. De 21 a 24 de outubro, a Caixa paralisou as contratações para uma manutenção tecnológica Também em 24 de outubro, a Caixa cumpriu orientação do Tribunal de Contas da União (TCU) e congelou, por 24 horas, a liberação do crédito.

Ao longo de toda a semana passada, o banco ampliou o prazo de análise de 24 horas para cinco dias úteis. Nesse período, os clientes podiam ir às agências da Caixa ou pedir a liberação do dinheiro pelo aplicativo Caixa Tem, mas o dinheiro só era liberado após esse prazo, em cumprimento à sugestão do TCU.

Riscos

O empréstimo pode ser dividido em 24 meses, com prestação mínima de R$ 15 e máxima de 40% do valor do benefício. O empréstimo só pode ser pedido pelo responsável familiar que recebe o Auxílio Brasil há pelo menos 90 dias e que não tenha deixado de comparecer a qualquer convocação do Ministério da Cidadania.

Como as prestações são descontadas diretamente do Auxílio Brasil, especialistas recomendam cuidado na contratação do empréstimo consignado. Após a sanção da lei que liberou a modalidade de crédito, o economista e professor de Mercado Financeiro da Universidade de Brasília César Bergo enumerou alguns riscos, como assédio das instituições financeiras, golpes e comprometimento de até 40% do rendimento mensal por famílias de baixa renda. A Caixa informou que oferece dicas de educação financeira para os usuários.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Relator do Orçamento e Alckmin defendem “PEC de Transição” para garantir auxílio de R$ 600

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator-geral do Orçamento de 2023, afirmaram nesta quinta-feira (3) que o novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negociará com o Congresso uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir o pagamento do Bolsa Família no valor de R$ 600 no próximo ano.

Essa é a primeira ida de Alckmin a Brasília desde o segundo turno da eleição, realizado no domingo (30). A reunião também teve a participação do coordenador do programa de governo de Lula, Aloizio Mercadante, e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

“Chegamos a um acordo: não cabe no orçamento atual as demandas que precisamos atender. Então, de comum acordo, decidimos levar aos líderes partidários, aos presidentes da Câmara e do Senado a ideia de aprovarmos uma PEC em caráter emergencial, excepcionalizando do teto de gastos despesas que são inadiáveis”, afirmou Marcelo Castro.

Questionado se a PEC liberaria do teto de gastos o valor de R$ 200 milhões, Alckmin afirmou que “não se discutiu nenhum valor”. Ele concluiu ressaltando que a reunião “foi muito proveitosa” e que “tudo tem que ser muito rápido”.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PT quer ‘licença para gastar’ R$ 200 bilhões no Orçamento de 2022

A equipe que está debatendo o Orçamento de 2023 para o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estima que será preciso obter espaço fiscal de R$ 200 bilhões no próximo ano. O valor seria necessário para garantir o pagamento do Auxílio Brasil em R$ 600 e dar aumento real para o salário mínimo, as principais propostas do petista na campanha.

Mas inclui também a recomposição de programas sociais que estão com valores subestimados no projeto enviado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) — como o Farmácia Popular — e destinar recursos a obras e investimentos, para incentivar o crescimento econômico.

O valor dessa “licença para gastar” em 2023 corresponde ao dobro do previsto pelo relator da proposta orçamentária, senador Marcelo Castro(MDB-PI), que afirmara que o aumento de gastos seria de ao menos R$ 100 bilhões no próximo ano, considerando basicamente o reajuste do piso e a manutenção do valor do benefício social de R$ 600.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Bloqueios das estradas podem impactar preços e aumentar a inflação

Os bloqueios de caminhoneiros nas estradas do país podem provocar impacto nos preços e na inflação. Os supermercados já registram problemas de desabastecimento, principalmente de produtos perecíveis, como frutas, legumes, verduras, carnes, frios e laticínios, além do aumento do movimento de consumidores, que temem risco de falta dos itens nas gôndolas.

Segundo o economista Matheus Peçanha, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), os produtos mais perecíveis poderão ter reflexo nos preços no curto prazo. No entanto, ainda não é possível fazer uma projeção.

“Teremos um impacto importante principalmente nos alimentos in natura. Por serem perecíveis, eles são afetados mais rapidamente do que qualquer choque que tenham na sua produção, logística e distribuição”, afirma Peçanha. Já os bens que dependem mais de estocagem talvez não sofram impacto. Isso vai depender de quanto tempo vão durar as manifestações.

Nesta terça-feira (1º), 70% dos supermercados já registravam problemas de abastecimento no país. Segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), as regiões mais afestadas eram Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.

Entre os itens que começam a faltar nas gôndolas estão frutas, legumes, verduras, carnes, frios e laticínios, além de itens de área de mercearia e de padaria. O monitoramento da Abras também identificou uma corrida dos consumidores aos supermercados.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.