Brasil

Ações de empresas do Brasil caem 5% no pré-mercado dos EUA após vitória de Lula

As ações de empresas brasileiras negociadas em Nova York caem no pré-abertura de mercado depois do resultado do segundo turno das eleições de 2022. O EWZ que é o índice que replica ativos das companhias recuou até 5% nesta segunda-feira (31). Às 9h28, caía 2%.

Os investidores reagem à vitória do petista Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda não explicou direito como será a política econômica do governo. A falta de informações cria insegurança no mercado e faz com que os operadores atuem com cautela.

Lula derrotou o presidente Jair Bolsonaro (PL) no 2º turno. As ADRs (recibos de ações) da Petrobras caíram até 10%. Às 9h32, recuavam 5,72%.

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Brasil

Proposta do Ministério de Minas e Energia deve baratear contas de luz

As 17 usinas térmicas que assinaram os CER (Contratos de Energia de Reserva) com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em outubro de 2021 devem ter os acordos cancelados, devido ao descumprimento de prazos. O MME (Ministério de Minas e Energia) se posicionou oficialmente sobre o assunto na quinta-feira (27), quando propôs a rescisão amigável dos CER, em uma consulta pública que vai até 28 de novembro.

A anulação dos contratos evitará um custo de até R$ 39 bilhões, que seria bancado pelo consumidor de energia, segundo cálculos do MME. Essa economia representa uma redução de até 4,5% nas contas de luz em todo o país, nos próximos três anos.

As usinas térmicas assinaram contratos bilionários após o Procedimento Competitivo Simplificado, um “leilão emergencial”, que foi realizado pelo governo com o objetivo de afastar riscos de desabastecimento de energia neste ano, mas elas tiveram atraso generalizado.

Pelas regras do leilão, todas as térmicas tinham de estar em operação plena no dia 1º de maio deste ano, mas os contratos previam a possibilidade de prorrogação por 90 dias, até 1º de agosto. Se este segundo prazo não fosse respeitado, poderia haver rescisão unilateral.

Em maio, apenas uma usina, a térmica Fênix, no Alto Araguaia (MT), entrou em operação comercial. Todos os outros 16 empreendimentos atrasaram, e a Aneel convocou os responsáveis para prestar esclarecimentos.

A agência já havia sinalizado a pretensão de rescindir os contratos, mas várias empresas entraram com processos em que pediam para que fossem analisadas, antes da decisão, as causas dos atrasos nos projetos. Em linhas gerais, elas culparam fatores externos pelo descumprimento do cronograma.

Hoje, das 17 usinas contratadas, nove estão concluídas e em operação; duas se encontram operando em parte, e também realizam testes; uma está em fase de teste, com uma etapa em construção; uma está paralisada; três estão em construção; e uma não foi implantada.

A proposta do MME autoriza a Aneel a desfazer todos os acordos, sem custos para as usinas que entraram em funcionamento dentro do prazo. As empresas que concordarem com a rescisão amigável terão 30 dias para dizer se aceitam ou não.

No caso das usinas que não entraram em operação no período combinado, os contratos serão rescindidos por inadimplência, com cobrança das penalidades e multas.

Procurados, apenas os donos de duas usinas falaram sobre a decisão do ministério. A usina Paulínia disse que “encontra-se operacional e cumprindo integralmente o contrato assinado”. Já a Tradener, proprietária da usina Barra Bonita, declarou que aguarda os resultados da consulta pública proposta pelo governo para uma “avaliação aprofundada” da questão. As outras empresas não se manifestaram.

Conta de luz

A decisão do governo, de pedir a rescisão dos contratos emergenciais de energia, tenta dar fim a um erro bilionário, que afetaria todos os consumidores de energia do país e teria impacto direto na conta de luz e na inflação nos próximos anos. Quando o leilão foi realizado, em outubro passado, o objetivo era muito claro: afastar qualquer possibilidade de haver um apagão em pleno ano eleitoral.

O leilão “simplificado” queimou etapas de licenciamento ambiental, para pôr em operação, em menos de um ano, 17 usinas de geração térmica de energia, das quais 14 são movidas a gás, duas a painéis solares e uma a biomassa. Com essa estrutura, o governo pretendia fazer frente a uma possível estiagem que comprometesse o nível dos reservatórios das hidrelétricas, reduzindo a geração de energia dessas usinas.

O megawatt-hora das térmicas foi contratado por R$ 1.563, custo mais de sete vezes superior ao de outros leilões. Além de exigir geração ininterrupta das usinas, com operação em 100% do tempo depois de ligadas, pelo acordo, elas teriam de operar até dezembro de 2025.

Nada do que se imaginava há um ano se confirmou: as usinas não ficaram prontas no prazo determinado, e a forte estiagem não se concretizou. Dessa forma, o governo se viu com contratos bilionários nas mãos, usinas atrasadas e nenhum risco de desabastecimento.

Para o presidente da Abrace (Associação Brasileira dos Consumidores de Energia Elétrica), Paulo Pedrosa, a decisão de anular os contratos é acertada: “O peso de R$ 40 bilhões aos consumidores parece estar sendo bem encaminhado pelo MME e pela Aneel. A agência vem reconhecendo o descumprimento dos contratos e rejeitando as excludentes [justificativas dos atrasos das usinas], o que já está resolvendo a maior parte dos casos”, diz. Segundo Pedrosa, a decisão do ministério é encaminhar, em paralelo, o desfecho com as empresas que já não teriam interesse em manter seus contratos.

R7

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Brasil

Aneel mantém bandeira tarifária verde para novembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em novembro para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz pelo sétimo mês seguido.

A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado no fim de junho pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras Tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril deste ano, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Agência Brasil 

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Brasil

Salário mínimo em 2023 será de R$ 1.400, diz Bolsonaro

Em debate, Bolsonaro diz que salário mínimo será de R$ 1.400 em 2023

O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), disse nesta 6ª feira (28.out.2022) que acertou com a equipe econômica o reajuste de salário mínimo para R$ 1.400 em 2023. Deu a declaração no debate da TV Globo, o último antes do 2º turno da eleição, que será realizado no domingo (30).

“Acertamos na Economia, posso anunciar, a partir do ano que vem, o novo salário mínimo será de R$ 1.400”, declarou o chefe do Executivo. Ele enfrenta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bolsonaro também criticou o candidato do PT por divulgar que ele não reajustaria o salário mínimo. “O seu partido foi, com toda vontade na televisão e inserções de rádio, dizer que eu não ia reajustar o mínimo, que eu não ia reajustar aposentadorias e que eu ia acabar com o 13º, as férias e horas extras”, disse.

Poder360

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Economia

Aeroporto ganha expansão e CG terá novo voo direto com destino a Salvador

Com a expansão do aeroporto João Suassuna, a cidade de Campina Grande, deverá ter mais um voo diário da Gol, com destino a Salvador. A ampliação é feita pela Aena, empresa que administra vários aeroportos brasileiros.

Inicialmente as saídas acontecerão durante as madrugadas, e a partir do mês de abril passarão a ser no período da tarde. O voo também possibilita ao passageiro a conexão para outros destinos nacionais e internacionais.

A companhia aérea Gol já opera com voos diretos da cidade para São Paulo, de segunda a sábado. A aeronave utilizada será um Boeing 737 com capacidade para 186 lugares.

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Brasil

Salário médio volta a subir com queda da inflação e do desemprego

Com a queda da inflação e da taxa do desemprego nos últimos meses, o salário médio do brasileiro voltou a subir. O impacto da redução de preços aponta mudança na trajetória da renda do trabalhador, que vinha sofrendo um achatamento desde a retomada das atividades presenciais.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o salário médio alcançou R$ 2.737 no trimestre de julho a setembro de 2022. Pela primeira vez desde junho de 2020, o rendimento dos brasileiros aumentou tanto na comparação trimestral (3,7%) quanto na anual (2,5%). Já a massa de rendimento real habitual (R$ 266,7 bilhões) cresceu 4,8% frente ao trimestre anterior e 9,9% na comparação anual.

De acordo com a PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o desemprego chegou a 8,7% no trimestre encerrado em setembro. O percentual é o menor apurado desde julho de 2015 (8,4%). Com o recuo de 0,6 ponto percentual da taxa de desocupação, a quantidade de profissionais ainda fora da força de trabalho equivale a 9,5 milhões de pessoas, o menor volume desde o trimestre finalizado em dezembro de 2015.

O (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Previdência, também apresentou resultado positivo pelo nono mês seguido no mercado formal de trabalho. Segundo os dados de setembro, o Brasil abriu 278.085 vagas de trabalho com carteira assinada. O resultado tem impacto na taxa básica de juros, a Selic, que foi mantida pelo Banco Central nesta quarta-feira (26) pela segunda vez consecutiva em 13,75% ao ano.

R7

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Brasil

Desemprego cai para 8,7%, a menor taxa desde 2015

A taxa de desemprego caiu para 8,7% no 3º trimestre. Esse é o menor percentual desde o trimestre de maio a julho de 2015, quando registrou a mesma taxa, de acordo com dados do IBGE divulgados nesta quinta-feira (27). O percentual de desocupados caiu 0,6 ponto percentual em relação ao 2º trimestre do ano. Em comparação com o mesmo trimestre de 2021, quando estava em 12,6%, a taxa caiu 3,9 pontos percentuais.

O número de pessoas desocupadas recuou para 9,5 milhões, o menor nível desde o 4º trimestre de 2015. Caiu 6,2% em relação ao 2º trimestre deste ano, o que corresponde a 621 mil pessoas. São 4 milhões de desempregados a menos em 1 ano.

Os dados fazem parte da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

SUBUTILIZAÇÃO

É considerado subutilizado quem está desempregado, trabalha menos do que poderia ou não procurou emprego mesmo estando disponível para trabalhar.

A taxa de subutilização caiu para 20,1% no 3º trimestre de 2022, o menor nível desde março de 2016. A queda foi de 1,1 ponto percentual em relação ao 2º trimestre deste ano. Em um ano, o recuo foi de 6,4 pontos percentuais.

O número de pessoas subutilizadas caiu para 23,94 milhões no último resultado. Diminuiu 5,3% (menos 1,3 milhão) frente ao trimestre anterior. Também caiu em comparação com o 3º trimestre de 2021 (-23,8%, ou menos 7,4 milhões de pessoas).

Dentro do grupo de subutilizados há o índice de desalentados, que são aqueles que não procuraram empregos porque não acreditam que vão conseguir.

A população manteve estabilidade no trimestre encerrado em setembro de 2022 contra o anterior. Somou 4,3 milhões de pessoas. Diminuiu 17,2% em relação ao período de 3º trimestre do ano passado, o que representa 887 mil pessoas a menos no grupo.

MERCADO DE TRABALHO

A população ocupada foi recorde para a série histórica, iniciada em 2012. Foram 99,3 milhões de pessoas no 2º trimestre deste ano. Subiu 1% (mais 1 milhão) ante o trimestre anterior e 6,8% (mais 6,3 milhões de pessoas) em um ano.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado foi de 36,3 milhões. Registrou alta de 1,3% em relação ao 2º trimestre, o que são 482 mil pessoas. Subiu 8,2% contra o mesmo período 2021, o que são 2,8 milhões de pessoas a mais.

Já a quantidade de empregados sem carteiras –informais– atingiu 13,2 milhões, o maior índice da série histórica, iniciada em 2012. O contingente teve estabilidade em em relação ao trimestre anterior e alta de 16% em comparação com o 3º trimestre de 2021, o que representa 1,5 milhão de pessoas.

A taxa de informalidade foi de 39,4% da população ocupada, contra 40% no trimestre anterior e 40,6% no mesmo trimestre de 2021. O número de trabalhadores informais chegou a 39,1 milhões.

RENDIMENTO MÉDIO

O rendimento real habitual (R$ 2.737) subiu 3,7% no 3º trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Avançou 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

A massa de rendimento real habitual (R$ 266,7 bilhões) cresceu 4,8% frente ao trimestre anterior e 9,9% na comparação anual.

Poder360

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Brasil

Paraíba registra quase 4 mil novos postos de trabalho em setembro, diz Caged

A Paraíba registrou no mês de setembro de 2022 a criação de 3.727 novos postos de trabalho. Foram 16.656 admissões e 12.929 demissões, segundo dados publicados nesta quarta-feira (26) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência.

No mês passado foram registradas 16.656 admissões e 12.929 desligamentos. O saldo representa uma queda em relação ao mês de agosto, quando quase 6 mil novas vagas foram criadas.

O estado segue ainda o saldo positivo da região Nordeste, que registrou 86.658 novos postos de trabalho, sendo 292.997 admitidos e 206.339 demitidos.

Campina Grande foi a cidade que mais gerou empregos, com 1.038 novas vagas. Já Santa Rita ficou em segundo lugar, com 569 admissões. E João Pessoa ficou em terceiro lugar no ranking, com 489 contratações.

No acumulado do ano, são 21.373 novos empregos no estado. Já nos últimos 12 meses, o saldo é de 30.576 vagas.

O setor do estado que mais contratou pessoas foi o da indústria, com 1.414 novos postos de trabalho formal. Seguido pelo setor de comércio, que fechou o mês com 903 vagas ocupadas. Nenhum setor apresentou saldo negativo.

Em todo o Brasil, o saldo positivo ficou em 278.085 empregos criados. Foram 1.926.572 admissões e 1.648.487 desligamentos.

G1

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Economia

SÓ NO NOSSO: Preço do gás de cozinha oscila entre R$ 105 e R$ 120, em João Pessoa

Botijão de gás: Você conhece os riscos de uma má instalação? – Jornal  Semanário

O preço do botijão de 13 quilos do gás de cozinha está oscilando entre R$ 105 e R$ 120, registra pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP), no dia 24 de outubro, em 37 revendedores de 26 bairros da Capital. O produto está com diferença de R$ 15, variação de 14,3% e média de R$ 113,03. A pesquisa completa está disponível aqui.

Em comparação com o levantamento realizado no último dia 6 de setembro, o menor preço caiu R$ 5, com o maior permanecendo o mesmo. O Procon-JP também traz preços do botijão, cheio, de 13 quilos.

O estabelecimento que está praticando o menor preço está instalado no bairro Treze de Maio (Casa do Gás). Já o maior valor foi encontrado nos seguintes locais: Arlete Gás (Manaíra); Bancários Gás (Bancários); Nilson Gás (Mangabeira); Kiko Gás e ADM Gás (Alto do Mateus); Mercadinho Pedro Gondim (Pedro Gondim); e Zeca Gás (Geisel).

Cartão

Para pagamento no cartão de crédito, o Procon-JP encontrou o menor preço a R$ 110 (Casa do Gás – Treze de Maio e Britos Gás – Expedicionários) e o maior a R$ 130, no Depósito do Tito (Torre), com média de R$ 117,15, variação de 18,2% e diferença de R$ 20.

Confira a pesquisa completa acessando os sites da prefeitura de João Pessoa: www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjp.pb.gov.br

Blog do BG

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Brasil

Mercado de bebidas alcoólicas cresce no país; Cerveja é a preferida dos brasileiros

O Brasil é o terceiro maior consumidor de cerveja do mundo e ocupa a 13ª posição no consumo de vinho. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), 42% dos brasileiros relataram alto consumo de álcool durante a pandemia.

Esse comportamento fez o mercado de bebidas registrar crescimento nos últimos anos, driblando as limitações de encontros sociais e o fechamento de bares e restaurantes impostos pela pandemia.

Segundo Rodrigo Mattos, analista sênior da Euromonitor e especialista no mercado de bebidas alcoólicas, aqui no país foi possível observar uma mudança clara de perfil no consumo de bebidas.

“Cerveja é uma categoria que se adapta muito bem, e é tanto consumida dentro quanto fora do lar. E de maneira muito parecida também o mercado de vinhos estourou de crescer em 2020. A gente tem a associação já histórica de que o consumo de vinhos é dentro do lar, um produto para tomar com a família, degustar, também associado com um certo grau de indulgência e relaxamento”, disse Mattos.

A cerveja segue sendo a preferência no brinde dos brasileiros, mas a pandemia alterou hábitos de consumo. Os números do mercado apontaram um avanço em outras categorias em 2020, como gin (13,2%) e vinho (15,2%).

Segundo a Wine Inteligence, o número de amantes de vinho cresceu de 22 milhões em 2010 para 39 milhões em 2020. E 2021 terminou com 51 milhões de pessoas consumindo vinho, um aumento de 12 milhões no ano, representando 36% da população adulta brasileira.

CNN

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