Brasil

Abono salarial será pago a 1,1 milhão de trabalhadores nesta segunda

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (17) o abono salarial para cerca de 1,1 milhão de trabalhadores. Os pagamentos abrangem benefícios que foram objeto de revisão de valor, que têm origem judicial ou que não foram retirados durante os calendários já encerrados, entre 2016 e 2020. Instituído pela Lei 7.998/90, o abono salarial equivale no máximo a um salário mínimo, atualmente R$ 1.212, pago aos profissionais que ganham até dois salários mínimos.

Os valores de pagamento variam de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base de referência. Nesse lote complementar, o valor médio a ser pago é de R$ 398,99, sendo de R$ 101 a R$ 1.212 por parcela. O crédito será feito diretamente em conta que o trabalhador possua na Caixa ou em conta poupança social digital aberta automaticamente em seu nome, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

A Caixa informa que, caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências. As parcelas não creditadas em conta ficarão disponíveis para recebimento até o dia 29 de dezembro.

A partir deste ano, a Caixa passou a atuar especificamente como agente pagador do abono salarial, cabendo ao Ministério do Trabalho e Previdência a gestão do programa e a habilitação dos trabalhadores que têm direito ao benefício

Quem tem direito

Para receber o abono salarial, o trabalhador precisa cumprir alguns requisitos:

– Estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos;

– Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários-mínimos durante o ano-base;

– Ter exercido atividade remunerada para Pessoa Jurídica, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;

– Ter seus dados informados pelo empregador (pessoa jurídica) corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS)/eSocial.

Agência Brasil

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Brasil

Setor de serviços cresce pelo 4º mês seguido, diz IBGE

 

Foto: Reprodução

O setor de serviços cresceu por 4 meses seguidos no Brasil. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE , o país teve alta de 0,7% em agosto na comparação com julho, com correção por ajuste sazonal –espécie de compensação para comparar meses diferentes.

O crescimento do setor ficou acima do esperado pelo mercado financeiro. A mediana das projeções era de uma alta de 0,1% no mês.

Segundo o IBGE, os serviços estão 10,1% acima do patamar pré-pandemia de covid-19 e 0,9% abaixo do ponto mais alto da série histórica, de novembro de 2014.

O setor acumula uma alta de 8,4% no ano e de 8,9% em 12 meses. Em comparação com agosto de 2021, os serviços cresceram 8%, a 18ª taxa positiva consecutiva.

O IBGE disse que 3 das 5 atividades do setor tiveram alta em agosto contra julho: outros serviços (+6,7%); informação e comunicação (+0,6%); serviços prestados às famílias (+1,0%). Os serviços profissionais, administrativos e complementares registraram estabilidade no mês. O ramo de transporte caiu 0,2% em agosto contra julho.

Poder360

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Brasil

Brasil crescerá mais que França, Japão, EUA e Alemanha em 2022, diz FMI

Imagem: Pixabay/@joelfotos

As novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostram que, em 2022, o Brasil terá um crescimento econômico maior que quatro das maiores economias do mundo: Estados Unidos, Alemanha, França e Japão.

O FMI ampliou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2,8%, este ano, ante 1,7%, indicado na estimativa anterior, de julho. A estimativa para as economias avançadas é de 2,5% para a França; 1,7% para o Japão; 1,6% para os Estados Unidos; e 1,5% para a Alemanha, em todos os casos, considerando a mais recente estimativa do FMI.

A nova projeção do FMI para o desempenho da economia brasileira neste ano também fica acima ainda dos índices estimados para vizinhos sul-americanos como Chile (2,0%), Paraguai (0,2%) e Peru (2,7%).

Tribuna do Norte

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Economia

Preço médio dos alimentos básicos cai quase 10% em setembro nos supermercados em 2 meses

Foto: reprodução

A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) registrou uma queda de 9,89% no preço de doze itens da cesta de alimentos básicos de largo consumo. A pesquisa, divulgada em primeira mão à CNN Brasil, compara setembro com o último levantamento, que ocorreu em julho deste ano. Em agosto, não houve coleta de dados.

As maiores baixas foram verificadas no leite longa vida (-15,49%), no óleo de soja (-11,83%), no feijão (-10,17%), no açúcar refinado (-2,17%), na carne bovina (-1,49%), no café moído (-1,26%) e no arroz (-1,06%).

As altas registradas foram na farinha de mandioca (5,41%), farinha de trigo (3,58%), queijo (3,13%), macarrão (1,77%) e margarina (1,41%).

A Associação acredita que o movimento de baixa dos preços vai continuar nos próximos meses. “Estamos muito otimistas e temos observado que a queda da inflação já provocou um aumento do poder aquisitivo das famílias”, afirma João Galassi, presidente da Abras.

“Dados apontam, por exemplo, que o Dia das Crianças terá um aumento importante no consumo. A economia está voltando a aquecer “, analisa Galassi.

A expectativa também é positiva para o consumo na Black Friday. A Abras cita ainda uma pesquisa do Instituto Ipsos que mostra que a intenção de compras da classe C aumentou 32% na comparação com 2021. As classes A e B apresentaram elevação de 23%.

CNN

 

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Paraíba

Preço da gasolina chega a R$ 4,65 em João Pessoa

Marcelo Camargo/Agência BrasilEconomia

O preço da gasolina está oscilando entre R$ 4, 650 em um posto no bairro de Água Fria e R$ 5,090 no Distrito Industrial) para pagamento à vista, segundo uma pesquisa comparativa realizada em 108 postos pelo Procon municipal no dia 11 de outubro, com diferença de R$ 0,44, variação de 9,5% e média de R$ 4,772.

Em relação ao levantamento da semana passada, o menor preço reduziu quatro centavos e, o maior, subiu R$ 0,10.

Desde o último dia 6, o produto reduziu de preço em 51 postos, aumentou em dois e se manteve em cinco. Para pagamento no cartão, a gasolina comum está sendo comercializada entre R$ 4,590 e R$ 5,240, diferença de R$ 0,59 e variação de 12,7%.

Já a gasolina aditivada está com preços oscilando entre R$ 4,690 (Extra Petróleo – Mangabeira) e R$ 5,240 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial), com variação de 11,7%, diferença de R$ 0,55 e média de R$ 4,944.

Álcool – O álcool foi outro combustível que reduziu o menor preço, em relação à semana passada, caindo de R$ 3,220 para R$ 3,190. A média do etanol está em R$ 3,300, a diferença em R$ 0,70 e a variação em 21,9%. Em comparação à pesquisa da semana passada, um posto aumentou, 38 reduziram e 66 mantiveram o mesmo valor.

Blog do BG PB 

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Brasil

Banco Central vai mudar regras do Pix para evitar fraudes e vazamentos

Foto: Reprodução

O Banco Central (BC) pretende implementar, nos próximos meses, mudanças no funcionamento do Pix. O objetivo é fortalecer a segurança no sistema e evitar fraudes e vazamentos de dados. A expectativa da instituição é de colocar parte das mudanças em prática ainda em 2022.

As alterações foram anunciadas na última reunião do Fórum Pix, em setembro deste ano. O evento teve participação de diversos agentes do mercado financeiro, com objetivo de discutir o funcionamento e a segurança do sistema de pagamentos instantâneos.

Uma das implementações busca ampliar a responsabilidade de instituições financeiras em relação às regras de segurança. O objetivo é criar mais uma barreira de segurança para evitar vazamentos de dados.

Outra mudança será a criação de marcadores específicos nas notificações de fraudes quando houver suspeita de uso de contas laranja e de falsidade ideológica.

Além disso, um dos pontos discutidos pelos participantes do Fórum Pix foi a “marcação” dos CPFs ou CNPJs suspeitos de fraudes ou de uso indevido de contas bancárias.

Outra medida debatida no evento foi a exclusão da obrigatoriedade de limites por transação via Pix. Em 2021, o Banco Central estabeleceu limite de R$ 1 mil para transferências noturnas. Segundo a instituição, ainda não há prazo definido para a implementação das mudanças.

“As medidas propostas no Fórum Pix estão sendo discutidas e aprimoradas internamente. Seus contornos definitivos dependem ainda de apreciação das áreas técnicas do BC, além de avaliação pela Diretoria Colegiada e outras instâncias decisórias. Por isso, neste momento, não há um cronograma para a publicação e vigência de eventuais medidas”, informou o BC.

Metrópoles

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Brasil

PIB brasileiro tem expectativa de forte crescimento em 2022 e surpreende FMI

Foto: Reprodução

O Fundo Monetário Internacional passou a ver crescimento bem mais forte do Brasil este ano, em linha com a tendência para a América Latina e Caribe, refletindo uma atividade mais forte do que o esperado no primeiro semestre.

Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira, o Fundo passou a ver expansão do Produto Interno Bruto do Brasil em 2022 de 2,8%, 1,1 ponto percentual acima da estimativa anterior, feita em julho.

Para 2023, entretanto, a atividade deve registrar forte desaceleração, com crescimento de apenas 1,0%, de acordo com o FMI, que fez um ajuste de 0,1 ponto para baixo em sua estimativa para o ano.

Os novos números são parecidos com aqueles projetados pelo Banco Central, que vê expansão de 2,7% do PIB este ano e de 1,0% no próximo. O Ministério da Economia também prevê expansão de 2,7% para o PIB em 2022, mas é bem mais otimista para 2023, enxergando uma alta de 2,5%.

A mudança para o Brasil no relatório do FMI veio em linha com revisões para a região da América Latina e Caribe, cuja estimativa de crescimento em 2022 melhorou em 0,5 ponto, para 3,5%. Para 2023, a estimativa é de expansão de 1,7%, 0,3 ponto a menos do que no relatório anterior.

A atividade melhor do que o esperado no primeiro semestre para a região deve-se, segundo o FMI, a “preços favoráveis de commodities, condições de financiamento externo ainda favoráveis e a normalização das atividades em setores dependentes de contato”.

O FMI alertou, no entanto, que o crescimento na região deve desacelerar no final de 2022 e 2023 diante do enfraquecimento de parceiros comerciais, aperto das condições financeiras e alívio nos preços de commodities.

Para o grupo de mercados emergentes e economias em desenvolvimento, do qual o Brasil faz parte, o FMI elevou a estimativa de crescimento este ano em 0,1 ponto e baixou a do próximo em 0,2 ponto, a 3,7% em ambos os casos.

“O ambiente externo já é bastante desafiador para muitos mercados emergentes e economias em desenvolvimento. A forte apreciação do dólar amplia de forma significativa as pressões domésticas de preços e a crise do custo de vida para esses países”, alertou o FMI.

O Fundo destacou ainda que os fluxos de capital não se recuperaram, e que muitas economias de baixa renda e em desenvolvimento continuam com problemas de dívida.

“Os choques de 2022 vão reabrir feridas econômicas que haviam sido apenas parcialmente cicatrizadas após a pandemia”, completou.

Inflação brasileira

O FMI também destacou o cenário inflacionário em seu relatório, lembrando que a alta dos preços disparou para os maiores patamares em várias décadas no mundo, provocando aperto da política monetária e dos orçamentos das famílias, bem no momento em que diminui o apoio fiscal relacionado à pandemia.

Para o mercado emergente e economias em desenvolvimento, a inflação deve subir de 5,9% em 2021 para 9,9% em 2022 e desacelerar a 8,1% em 2023.

A inflação ao consumidor no Brasil, conforme calculada pelo FMI para o final de período, deve ficar em 6,0% este ano e 4,7% em 2023.

Especialistas consultados pelo Banco Central projetam um IPCA de 5,71%.

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Brasil

Caixa começa a pagar consignado do Auxílio Brasil nesta terça

Brasília: Prédio da Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O empréstimo consignado do Auxílio Brasil estará disponível na Caixa Econômica Federal a partir desta terça-feira (11) nas agências e lotéricas do banco estatal. A informação é da presidente da CEF, Daniella Marques, na segunda-feira (10).

A notícia foi divulgada por Marques por meio de seu perfil no Instagram. “Muita conscientização para renegociarem dívidas e para os que são autônomos e informais”, escreveu a presidente da Caixa em publicação.

Em 4 de outubro, Daniella Marques afirmou que o juro do consignado do Auxílio Brasil será menor que o teto estabelecido pelo Ministério da Cidadania, de 3,5% ao mês.

Marques também afirmou que o programa deverá “dar asas” para esse público “voar” na direção do empreendedorismo.

Poder360

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Brasil

Mercado reduz projeção da inflação pela 15ª semana seguida e eleva PIB de 2023

Foto: Reprodução

O mercado reduziu pela 15ª semana consecutiva a expectativa para inflação de 2022, mostra o Boletim Focus desta segunda-feira (10). O documento divulgado pelo Banco Central (BC) prevê inflação de 2022 em 5,71%, ante projeção de 5,74% da semana anterior.

Para 2023, a previsão é que o IPCA, indicador oficial da inflação, fique em 5%, mesmo número registrado nas duas últimas semanas.

O centro da meta oficial para a inflação em 2022 é de 3,5%, para 2023 é de 3,25% e para 2024 é de 3%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

O mercado financeiro projeta um crescimento da economia de 2,70% para 2022, mesmo valor previsto na semana anterior. Há duas semanas, a expectativa do PIB brasileiro para este ano era de 2,67%.

Já para o ano que vem, as previsões para o PIB foram revisadas para cima, com expectativa de crescimento econômico de 0,53%. Anteriormente, a projeção era de 0,5%. Para o câmbio, a projeção é que fique em R$ 5,20, e a taxa básica de juros, a Selic, permaneça nos atuais 13,75%.

CNN

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Economia

Empréstimo do Auxílio Brasil começa nesta segunda; Veja lista de bancos autorizados

 

Divulgação

O empréstimo consignado do Auxílio Brasil começa nesta segunda-feira (10). O Ministério da Cidadania autorizou a Caixa Econômica Federal e mais 11 bancos a oferecerem essa linha de crédito.

O valor da parcela do empréstimo é descontado automaticamente do valor mensal do benefício para quem contratar o empréstimo. Veja abaixo a lista de bancos autorizados e entenda as regras:

Quem pode contratar o empréstimo? O empréstimo precisa ser contratado pelo responsável familiar, que é a pessoa da família que está inscrita no CadÚnico e que é a titular da conta poupança social da Caixa em que o Auxílio Brasil é depositado.

Em 4 de outubro, o governo federal anunciou a inclusão de 500 mil famílias na lista de beneficiários do Auxílio Brasil em outubro. Com isso, o programa passou a atender 21,1 milhões de famílias.

Qual a taxa de juros do empréstimo? A taxa máxima de juros é de 3,5% ao mês, mas cada banco vai poder adotar a taxa que quiser, desde que seja menor que 3,5%.

O Ministério da Cidadania afirma que cada responsável familiar deve entrar em contato com os bancos autorizados para verificar qual a melhor proposta de empréstimo.

Em que bancos posso pedir o empréstimo do Auxílio Brasil? O Ministério da Cidadania afirma que 12 bancos foram autorizados a oferecer o consignado do Auxílio Brasil. São eles:

  •     Caixa Econômica Federal
  •     Banco Agibank
  •     Banco Crefisa
  •     Banco Daycoval
  •     Banco Pan
  •     Banco Safra
  •     Capital Consig Sociedade de Crédito Direto
  •     Facta Financeira
  •     Pintos S/A Créditos
  •     QI Sociedade de Crédito Direto
  •     Valor Sociedade de Crédito Direto S/A
  •     Zema Financeira

Quando o empréstimo cai na minha conta? Depois que o crédito for aprovado, o valor será depositado pela instituição financeira na mesma conta onde é feito o pagamento do benefício em dois dias úteis depois da contratação do empréstimo.

Qual o valor máximo do empréstimo? As instituições vão poder descontar no máximo 40% do valor permanente do Auxílio, que é R$ 400. O desconto dá R$ 160, o que significa que sobraria até R$ 240 para cair na conta do beneficiário que tiver um empréstimo contratado.

A modalidade considera o valor de R$ 400 do benefício, porque o pagamento de R$ 600 será feito até dezembro deste ano.

Qual o prazo máximo de pagamento? De até 24 meses (dois anos).

Quando vale a pena fazer? Eli Borochovicius, professor de finanças do curso de Administração da PUC-Campinas, só considera interessante pegar o empréstimo se a pessoa está negativada, e após comparar os juros da dívida dela e os do consignado. Se a taxa da dívida atual for maior, vale a pena pegar o empréstimo e quitar a dívida.

Quais cuidados tomar? As taxas de juros cobradas são altas. O beneficiário deve avaliar se vale o empréstimo não irá comprometer o sustento da família.

Lembre-se que o pagamento da dívida é descontado automaticamente do benefício, ou seja, não existe a opção de não pagar.

UOL

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