A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) registrou uma queda de 9,89% no preço de doze itens da cesta de alimentos básicos de largo consumo. A pesquisa, divulgada em primeira mão à CNN Brasil, compara setembro com o último levantamento, que ocorreu em julho deste ano. Em agosto, não houve coleta de dados.
As maiores baixas foram verificadas no leite longa vida (-15,49%), no óleo de soja (-11,83%), no feijão (-10,17%), no açúcar refinado (-2,17%), na carne bovina (-1,49%), no café moído (-1,26%) e no arroz (-1,06%).
As altas registradas foram na farinha de mandioca (5,41%), farinha de trigo (3,58%), queijo (3,13%), macarrão (1,77%) e margarina (1,41%).
A Associação acredita que o movimento de baixa dos preços vai continuar nos próximos meses. “Estamos muito otimistas e temos observado que a queda da inflação já provocou um aumento do poder aquisitivo das famílias”, afirma João Galassi, presidente da Abras.
“Dados apontam, por exemplo, que o Dia das Crianças terá um aumento importante no consumo. A economia está voltando a aquecer “, analisa Galassi.
A expectativa também é positiva para o consumo na Black Friday. A Abras cita ainda uma pesquisa do Instituto Ipsos que mostra que a intenção de compras da classe C aumentou 32% na comparação com 2021. As classes A e B apresentaram elevação de 23%.
O preço da gasolina está oscilando entre R$ 4, 650 em um posto no bairro de Água Fria e R$ 5,090 no Distrito Industrial) para pagamento à vista, segundo uma pesquisa comparativa realizada em 108 postos pelo Procon municipal no dia 11 de outubro, com diferença de R$ 0,44, variação de 9,5% e média de R$ 4,772.
Em relação ao levantamento da semana passada, o menor preço reduziu quatro centavos e, o maior, subiu R$ 0,10.
Desde o último dia 6, o produto reduziu de preço em 51 postos, aumentou em dois e se manteve em cinco. Para pagamento no cartão, a gasolina comum está sendo comercializada entre R$ 4,590 e R$ 5,240, diferença de R$ 0,59 e variação de 12,7%.
Já a gasolina aditivada está com preços oscilando entre R$ 4,690 (Extra Petróleo – Mangabeira) e R$ 5,240 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial), com variação de 11,7%, diferença de R$ 0,55 e média de R$ 4,944.
Álcool – O álcool foi outro combustível que reduziu o menor preço, em relação à semana passada, caindo de R$ 3,220 para R$ 3,190. A média do etanol está em R$ 3,300, a diferença em R$ 0,70 e a variação em 21,9%. Em comparação à pesquisa da semana passada, um posto aumentou, 38 reduziram e 66 mantiveram o mesmo valor.
O Banco Central (BC) pretende implementar, nos próximos meses, mudanças no funcionamento do Pix. O objetivo é fortalecer a segurança no sistema e evitar fraudes e vazamentos de dados. A expectativa da instituição é de colocar parte das mudanças em prática ainda em 2022.
As alterações foram anunciadas na última reunião do Fórum Pix, em setembro deste ano. O evento teve participação de diversos agentes do mercado financeiro, com objetivo de discutir o funcionamento e a segurança do sistema de pagamentos instantâneos.
Uma das implementações busca ampliar a responsabilidade de instituições financeiras em relação às regras de segurança. O objetivo é criar mais uma barreira de segurança para evitar vazamentos de dados.
Outra mudança será a criação de marcadores específicos nas notificações de fraudes quando houver suspeita de uso de contas laranja e de falsidade ideológica.
Além disso, um dos pontos discutidos pelos participantes do Fórum Pix foi a “marcação” dos CPFs ou CNPJs suspeitos de fraudes ou de uso indevido de contas bancárias.
Outra medida debatida no evento foi a exclusão da obrigatoriedade de limites por transação via Pix. Em 2021, o Banco Central estabeleceu limite de R$ 1 mil para transferências noturnas. Segundo a instituição, ainda não há prazo definido para a implementação das mudanças.
“As medidas propostas no Fórum Pix estão sendo discutidas e aprimoradas internamente. Seus contornos definitivos dependem ainda de apreciação das áreas técnicas do BC, além de avaliação pela Diretoria Colegiada e outras instâncias decisórias. Por isso, neste momento, não há um cronograma para a publicação e vigência de eventuais medidas”, informou o BC.
O Fundo Monetário Internacional passou a ver crescimento bem mais forte do Brasil este ano, em linha com a tendência para a América Latina e Caribe, refletindo uma atividade mais forte do que o esperado no primeiro semestre.
Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira, o Fundo passou a ver expansão do Produto Interno Bruto do Brasil em 2022 de 2,8%, 1,1 ponto percentual acima da estimativa anterior, feita em julho.
Para 2023, entretanto, a atividade deve registrar forte desaceleração, com crescimento de apenas 1,0%, de acordo com o FMI, que fez um ajuste de 0,1 ponto para baixo em sua estimativa para o ano.
Os novos números são parecidos com aqueles projetados pelo Banco Central, que vê expansão de 2,7% do PIB este ano e de 1,0% no próximo. O Ministério da Economia também prevê expansão de 2,7% para o PIB em 2022, mas é bem mais otimista para 2023, enxergando uma alta de 2,5%.
A mudança para o Brasil no relatório do FMI veio em linha com revisões para a região da América Latina e Caribe, cuja estimativa de crescimento em 2022 melhorou em 0,5 ponto, para 3,5%. Para 2023, a estimativa é de expansão de 1,7%, 0,3 ponto a menos do que no relatório anterior.
A atividade melhor do que o esperado no primeiro semestre para a região deve-se, segundo o FMI, a “preços favoráveis de commodities, condições de financiamento externo ainda favoráveis e a normalização das atividades em setores dependentes de contato”.
O FMI alertou, no entanto, que o crescimento na região deve desacelerar no final de 2022 e 2023 diante do enfraquecimento de parceiros comerciais, aperto das condições financeiras e alívio nos preços de commodities.
Para o grupo de mercados emergentes e economias em desenvolvimento, do qual o Brasil faz parte, o FMI elevou a estimativa de crescimento este ano em 0,1 ponto e baixou a do próximo em 0,2 ponto, a 3,7% em ambos os casos.
“O ambiente externo já é bastante desafiador para muitos mercados emergentes e economias em desenvolvimento. A forte apreciação do dólar amplia de forma significativa as pressões domésticas de preços e a crise do custo de vida para esses países”, alertou o FMI.
O Fundo destacou ainda que os fluxos de capital não se recuperaram, e que muitas economias de baixa renda e em desenvolvimento continuam com problemas de dívida.
“Os choques de 2022 vão reabrir feridas econômicas que haviam sido apenas parcialmente cicatrizadas após a pandemia”, completou.
Inflação brasileira
O FMI também destacou o cenário inflacionário em seu relatório, lembrando que a alta dos preços disparou para os maiores patamares em várias décadas no mundo, provocando aperto da política monetária e dos orçamentos das famílias, bem no momento em que diminui o apoio fiscal relacionado à pandemia.
Para o mercado emergente e economias em desenvolvimento, a inflação deve subir de 5,9% em 2021 para 9,9% em 2022 e desacelerar a 8,1% em 2023.
A inflação ao consumidor no Brasil, conforme calculada pelo FMI para o final de período, deve ficar em 6,0% este ano e 4,7% em 2023.
Especialistas consultados pelo Banco Central projetam um IPCA de 5,71%.
Brasília: Prédio da Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O empréstimo consignado do Auxílio Brasil estará disponível na Caixa Econômica Federal a partir desta terça-feira (11) nas agências e lotéricas do banco estatal. A informação é da presidente da CEF, Daniella Marques, na segunda-feira (10).
A notícia foi divulgada por Marques por meio de seu perfil no Instagram. “Muita conscientização para renegociarem dívidas e para os que são autônomos e informais”, escreveu a presidente da Caixa em publicação.
Em 4 de outubro, Daniella Marques afirmou que o juro do consignado do Auxílio Brasil será menor que o teto estabelecido pelo Ministério da Cidadania, de 3,5% ao mês.
Marques também afirmou que o programa deverá “dar asas” para esse público “voar” na direção do empreendedorismo.
O mercado reduziu pela 15ª semana consecutiva a expectativa para inflação de 2022, mostra o Boletim Focus desta segunda-feira (10). O documento divulgado pelo Banco Central (BC) prevê inflação de 2022 em 5,71%, ante projeção de 5,74% da semana anterior.
Para 2023, a previsão é que o IPCA, indicador oficial da inflação, fique em 5%, mesmo número registrado nas duas últimas semanas.
O centro da meta oficial para a inflação em 2022 é de 3,5%, para 2023 é de 3,25% e para 2024 é de 3%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
O mercado financeiro projeta um crescimento da economia de 2,70% para 2022, mesmo valor previsto na semana anterior. Há duas semanas, a expectativa do PIB brasileiro para este ano era de 2,67%.
Já para o ano que vem, as previsões para o PIB foram revisadas para cima, com expectativa de crescimento econômico de 0,53%. Anteriormente, a projeção era de 0,5%. Para o câmbio, a projeção é que fique em R$ 5,20, e a taxa básica de juros, a Selic, permaneça nos atuais 13,75%.
O empréstimo consignado do Auxílio Brasil começa nesta segunda-feira (10). O Ministério da Cidadania autorizou a Caixa Econômica Federal e mais 11 bancos a oferecerem essa linha de crédito.
O valor da parcela do empréstimo é descontado automaticamente do valor mensal do benefício para quem contratar o empréstimo. Veja abaixo a lista de bancos autorizados e entenda as regras:
Quem pode contratar o empréstimo? O empréstimo precisa ser contratado pelo responsável familiar, que é a pessoa da família que está inscrita no CadÚnico e que é a titular da conta poupança social da Caixa em que o Auxílio Brasil é depositado.
Em 4 de outubro, o governo federal anunciou a inclusão de 500 mil famílias na lista de beneficiários do Auxílio Brasil em outubro. Com isso, o programa passou a atender 21,1 milhões de famílias.
Qual a taxa de juros do empréstimo? A taxa máxima de juros é de 3,5% ao mês, mas cada banco vai poder adotar a taxa que quiser, desde que seja menor que 3,5%.
O Ministério da Cidadania afirma que cada responsável familiar deve entrar em contato com os bancos autorizados para verificar qual a melhor proposta de empréstimo.
Em que bancos posso pedir o empréstimo do Auxílio Brasil? O Ministério da Cidadania afirma que 12 bancos foram autorizados a oferecer o consignado do Auxílio Brasil. São eles:
Caixa Econômica Federal
Banco Agibank
Banco Crefisa
Banco Daycoval
Banco Pan
Banco Safra
Capital Consig Sociedade de Crédito Direto
Facta Financeira
Pintos S/A Créditos
QI Sociedade de Crédito Direto
Valor Sociedade de Crédito Direto S/A
Zema Financeira
Quando o empréstimo cai na minha conta? Depois que o crédito for aprovado, o valor será depositado pela instituição financeira na mesma conta onde é feito o pagamento do benefício em dois dias úteis depois da contratação do empréstimo.
Qual o valor máximo do empréstimo? As instituições vão poder descontar no máximo 40% do valor permanente do Auxílio, que é R$ 400. O desconto dá R$ 160, o que significa que sobraria até R$ 240 para cair na conta do beneficiário que tiver um empréstimo contratado.
A modalidade considera o valor de R$ 400 do benefício, porque o pagamento de R$ 600 será feito até dezembro deste ano.
Qual o prazo máximo de pagamento? De até 24 meses (dois anos).
Quando vale a pena fazer? Eli Borochovicius, professor de finanças do curso de Administração da PUC-Campinas, só considera interessante pegar o empréstimo se a pessoa está negativada, e após comparar os juros da dívida dela e os do consignado. Se a taxa da dívida atual for maior, vale a pena pegar o empréstimo e quitar a dívida.
Quais cuidados tomar? As taxas de juros cobradas são altas. O beneficiário deve avaliar se vale o empréstimo não irá comprometer o sustento da família.
Lembre-se que o pagamento da dívida é descontado automaticamente do benefício, ou seja, não existe a opção de não pagar.
O Ministério da Economia liberou R$ 665,2 milhões do MEC (Ministério da Educação) para universidades, institutos federais e para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) até novembro.
De acordo com o ministério de Paulo Guedes, “não se trata de um desbloqueio, já que não havia valores bloqueados nessas instituições”. Em nota, o órgão afirmou que, com esses recursos, as instituições federais de ensino terão toda a dotação orçamentária disponível.
A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), porém, calculou que o último bloqueio anunciado pelo governo teria um impacto de R$ 328,5 milhões nas universidades federais. Somado ao contingenciamento anterior, o valor totalizaria R$ 763 milhões. Logo, a liberação anunciada pelo MEC neste fim de semana não cobriria o valor contingenciado na totalidade.
Diante da repercussão do corte da verba, na sexta-feira (7), o ministro da Educação, Victor Godoy, publicou um vídeo nas redes socais antecipando a decisão, mas não especificou o valor.
“Conversei com o ministro [Paulo] Guedes, ele foi sensível, e nós vamos facilitar a vida de todo mundo. Eu já tinha dito que não haveria impacto para as universidades, para os institutos, porque nos trataríamos ‘caso a caso’. E agora, nós estamos fazendo uma liberação para todo mundo, para facilitar”, disse Godoy.
BLOQUEIO
Em 30 de setembro, o governo federal publicou um decreto contingenciando R$ 2,4 bilhões da Educação. O Ministério da Economia divulgou uma nota afirmando que o bloqueio seria “para cumprimento do Teto de Gastos”, e que totalizava R$ 1,04 bilhão.
No mesmo dia, Godoy publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que não havia “corte” no orçamento do MEC, nem “risco de descontinuidade das atividades nas universidades”. Citou “uso político” na repercussão das informações sobre bloqueio de recursos da pasta para “desgastar a imagem do governo”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) vem ressaltando em sua campanha pela reeleição dados positivos sobre recuperação do emprego.
Quando considerados as 10 cidades que mais abriram postos de trabalho formais no ano, o atual presidente obteve mais votos do que os demais candidatos em 6: Rio de Janeiro (47%), Brasília (51,6%), Belo Horizonte (46,6%), Curitiba (55,3%), Goiânia (56,1%) e Manaus (53,6%).
Os dados são do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Previdência.
Considerando todo o território nacional, o mercado de trabalho de fato tem dado sinais de melhora — o saldo entre admissões e desligamentos é positivo em 1,853 milhão de vagas de janeiro a agosto.
O anúncio da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+), grupo de maiores produtores do mundo, de que irá reduzir a produção de petróleo causou preocupação mundial. O corte de 2 milhões de barris por dia deve impactar principalmente a Europa e os Estados Unidos, que lidam com o impacto negativo contínuo da invasão da Ucrânia.
Mas o mercado brasileiro também se mostrou receoso com o anúncio. Em nota, a Petrobras afirmou que segue monitorando continuamente o mercado e os movimentos nas cotações de mercado do petróleo e dos derivados, que atualmente experimenta alta volatilidade. “A companhia reafirma seu compromisso com a prática de preços em equilíbrio com o mercado, sem repassar a volatilidade conjuntural nem movimentos especulativos como os que estão sendo observados recentemente.
Sobre as estimativas que circulam nas notícias, é importante lembrar que não existe uma referência única e percebida da mesma maneira por todos os agentes, sejam eles refinadores ou importadores. Para demonstração, basta observar que duas renomadas agências de informação, Argus e Platts, publicam referências de preços para o Brasil com diferenças significativas entre elas”, destacou a estatal.
Contudo, essa movimentação pode causar uma recessão e aumento inflacionário. Para o diretor de alocação e distribuição da InvestSmart XP, André Meirelles, o principal impacto de uma redução na oferta do barril de petróleo é a elevação no preço da commodity. “O preço do petróleo é o combustível da inflação. Temos a maior redução desde 2020 e isso é inflacionário porque boa parte do mundo depende da substância. É uma péssima notícia para a Europa que enfrenta dificuldade desde a guerra para a Ucrânia. Também para os Estados Unidos, que sofrem com a inflação.
Mas, no Brasil, vemos alguma normalidade no preço. Vamos provavelmente ver uma alta nos juros e na inflação, principalmente em produtos e serviços atrelados ao dólar. Mas o petróleo tem muita flutuação. Por isso, os analistas geralmente fazem uma média histórica de dez anos. Se não for apenas uma variação momentânea, vamos ter recessão e redução da atividade econômica, mas a questão de preço demora um pouco para chegar até o consumidor.
O Brasil está em uma posição relativamente confortável no meio do caos, tanto porque a inflação não está tão forte quanto antes, como também porque estamos relativamente distantes das disputas geopolíticas. E não temos grandes problemas com energia. Temos uma vantagem competitiva forte em relação ao resto do mundo. Inflação sempre foi muito estudada no Brasil, mas no mundo não”, defende.
Especialista em petróleo e superintendente de Petróleo e Tecnologia na Prefeitura de São João da Barra (RJ), cidade beneficiada pelos royalties do combustível fóssil e onde está localizado o Porto de Açu, Wellington Abreu acredita que o conflito entre Rússia e Ucrânia está no centro da decisão. Para ele, quando o presidente russo decidiu entrar em guerra, sabia que ia sofrer sanções. Por isso, fechou acordos com países vizinhos para fornecer o que tem de mais abundante: energia, petróleo e gás. “E ele ofereceu a um preço muito mais barato do que o mercado da Índia e da China.
“Mas com a política de paridade internacional, ficamos reféns do preço internacional do petróleo e do câmbio. Esse aumento de preço vai para o consumidor, mas gera ganhos para o governo e investidores. Enquanto permanecer o conflito entre Ucrânia e Rússia e o embargo da Otan à nação russa, o preço vai continuar subindo, e a Petrobras não vai conseguir segurar. Nós perdemos as rédeas da energia no país, pelos menos na questão de combustível. Só não estamos sofrendo esses aumentos ainda porque nossa matriz energética não depende tanto de combustível fóssil. Se dependêssemos, a população estaria em uma situação bem complicada, porque nossa moeda está muito defasada”, alerta.
Comente aqui