Brasil

Preço do querosene de aviação cai 0,84% a partir de sábado

Foto: Reprodução

Os preços do querosene de aviação (QAV) terão redução de 0,84% nos valores de venda para as distribuidoras a partir do próximo sábado (1º). A informação foi divulgada nesta quarta-feira (28) pela Petrobras.

Esta é a terceira queda seguida nos preços do combustível. Em setembro houve queda de 10,4% e no mês anterior, em agosto, o recuo foi de 2,6%.

Segundo a companhia, a prática dos últimos 20 anos indica que os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmula contratual negociada com as distribuidoras.

“Os preços de venda do QAV da Petrobras para as companhias distribuidoras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio”.

A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras. Cabe às distribuidoras transportarem e comercializarem o produto para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos, ou para os revendedores. “Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento”, completou.

“Importante ressaltar que o mercado brasileiro é aberto à livre concorrência e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de QAV”, destacou a estatal.

Informações adicionais sobre os preços de venda da Petrobras podem ser acessadas no site da companhia. “Conforme regulação da ANP, os novos preços de QAV estarão disponíveis nesse site a partir de 1º de outubro, data de início de vigência”, concluiu.

Agência Brasil 

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Economia

Queda no preço da gasolina faz prévia da inflação recuar pelo 2° mês consecutivo

Marcelo Camargo/Agência BrasilEconomia

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – considerado a prévia da inflação oficial do país – teve queda de 0,37% em setembro, a segunda taxa negativa seguida, aponta o levantamento divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mais uma vez, a variação negativa do indicador foi puxada pela queda nos preços dos combustíveis, sobretudo da gasolina. Em agosto, o indicador havia registrado queda de 0,73%, a menor taxa em mais de 30 anos.

Combustíveis mais baratos

Puxado pelo recuo nos preços dos combustíveis, o grupo de Transportes foi o segundo com a variação negativa mais intensa dentre os nove grupos pesquisados, mas partiu dele o maior impacto negativo sobre o indicador geral.

De acordo com o IBGE, na passagem de agosto para setembro foram registradas quedas de 10,10% no preço médio do etanol, de 9,78% da gasolina, de 5,40% no óleo diesel e de 0,30% no gás veicular.

A gasolina foi o produto com o maior peso sobre o indicador, contribuindo com o impacto negativo de 0,52 ponto percentual sobre o índice do mês. “Esse resultado decorre da redução no preço do produto vendido para as distribuidoras, em 16 de agosto (R$ 0,18 por litro) e em 2 de setembro (R$ 0,25/l)”, destacou o instituto.

G1

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Economia

Produção de petróleo no Brasil vai subir 73% em 10 anos, diz Sachsida

Foto: Reprodução

Adolfo Sachsida, ministro de Minas e Energia (MME), disse que a produção de petróleo no país deve aumentar 73% na próxima década. A declaração foi feita nesta segunda-feira (26/9), durante a abertura da 20ª edição da Rio Oil e Gás, no Rio de Janeiro.

“Nos próximos 10 anos a produção de petróleo vai aumentar 73%. E nós investiremos mais de R$ 400 bilhões no setor de petróleo, gás e biocombustíveis. Como ministro do MME, desde o primeiro dia, eu deixei bem claro, melhores marcos legais, mais segurança jurídica, foco no investimento privado e geração de competição, esse é o caminho da prosperidade”, disse.

O titular da pasta também citou a aprovação da PEC do Teto do ICSM no Congresso Nacional. A regra limitou a tributação sobre energia e combustíveis como bens essenciais.

“Tributar em 30% um insumo básico para a indústria é tecnicamente um equívoco, essa grande diminuição tributária reduzirá os pesos mortos dos tributos, aumentará a eficiência locativa e deve gerar um grande ganho de produtividade de rendas e empregos na economia brasileira”, afirmou Sachsida.

Agência Brasil

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Economia

Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 6% para 5,88%

Foto: joelfotos/Pixabay

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 6% para 5,88% neste ano. É a 13ª redução consecutiva da projeção.

A estimativa está no Boletim Focus de hoje (26), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2023, a estimativa de inflação ficou em 5%. Para 2024 e 2025, as previsões são de inflação em 3,5% e 3%, respectivamente.

A previsão para 2022 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior 5%.

Em agosto, a inflação teve recuo de 0,36%, após queda de 0,68% em julho. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,39% no ano e 8,73% em 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Agência Brasil 

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Economia

População ocupada no País alcança 100,2 milhões, recorde desde 2012

Foto: Governo de São Paulo

A população ocupada no País, com alguma atividade profissional, com ou sem registro em carteira de trabalho, avançou 7,5% em julho e chegou a 100,2 milhões de pessoas, na comparação com o mesmo período de 2021. O dado é recorde na série iniciada em janeiro de 2012, segundo a nota ‘Desempenho Recente do Mercado de Trabalho e Perspectivas’, elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo aponta uma melhora generalizada na ocupação, abrangendo todas as regiões, todos os segmentos etários e educacionais e quase todos os setores da economia.

Os dados mensais são calculados pelo Ipea, a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta da ocupação vem sendo o principal fator responsável pela melhora na taxa de desocupação, que recuou pelo décimo quarto mês consecutivo, chegando a 8,9% em julho, o menor patamar desde julho de 2015. Em julho de 2021, a taxa de desemprego estava em 12,8%, diz Ipea. A população desocupada recuou 28,7% entre julho de 2021 e 2022 – quase 4 milhões a menos –, passando de 13,6 milhões para 9,7 milhões no período analisado.

O cálculo dos fluxos de transição dos indivíduos no mercado de trabalho indica que o aumento da população ocupada se deve à redução do fluxo de saída da ocupação, que recuou entre o 1º e o 2º trimestres de 2022. Essa queda no fluxo de saída no segundo trimestre de 2022 é explicada tanto pelo recuo no fluxo da ocupação para o desemprego – que passou de 2,3% para 1,7% –, quanto pelo fluxo de saída da ocupação para a inatividade – que caiu de 4,8% para 4,2%.

O estudo mostra ainda que, no segundo trimestre de 2022, o aumento da ocupação ocorreu de forma mais intensa entre os trabalhadores mais jovens (15,1%) e os mais idosos (18,0%). No que diz respeito à escolaridade, a queda mais acentuada da taxa de desocupação, novamente, aconteceu entre os trabalhadores com ensino superior, cuja alta da ocupação (4,1%) foi maior que a observada na força de trabalho (0,2%).

A análise setorial revela que, à exceção dos grupos “agricultura” e “administração pública”, todos os demais setores pesquisados pelo IBGE apresentaram, no segundo trimestre de 2022, crescimento interanual da ocupação, com destaque para os segmentos de “alojamento e alimentação” (19,9%) e “serviços pessoais” (15,0%).

Os indicadores de subocupação e desalento ratificam o cenário de recuperação do mercado de trabalho. No mês de julho, os trabalhadores que se declararam subocupados correspondiam a 6,1% do total da ocupação, ou seja, resultado 2,2 pontos percentuais inferior ao registrado em julho de 2021. Por sua vez, a proporção de desalentados em relação à população fora da força de trabalho recuou de 4,4% para 3,6% entre julho de 2021 e de 2022.

A melhora do mercado de trabalho ocorre também de forma qualitativa, tendo em vista que, embora a maior parte das novas vagas ainda esteja sendo gerada nos segmentos informais da economia, é clara a trajetória de forte crescimento do emprego formal. No trimestre móvel encerrado em julho, de acordo com a PNAD Contínua, o contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado cresceu 19,8%, enquanto o de ocupados com carteira no mesmo setor avançou 10%, na comparação interanual.

Tribuna do Norte

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Brasil

Preço do gás de cozinha cai 6% a partir desta sexta

Foto: Divulgação

Começa a valer a partir desta sexta-feira (23) a nova redução no preço de venda de gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha. Essa é a segunda redução do preço médio de venda do GLP da Petrobras para as distribuidoras em setembro e a terceira do ano.

O preço médio de venda do quilo de GLP para as distribuidoras cairá 6%, saindo de R$ 4,0265 para R$ 3,7842, equivalente a R$ 49,19 por botijão de 13kg. A redução média será de R$ 3,15 por 13kg.

Segundo informou a Petrobras, essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da empresa, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

No último dia 13, o preço médio de venda do gás de cozinha passou de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13kg, com redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

Em 9 de abril, houve redução de R$ 4,48/kg para R$ 4,23/kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg. A redução média refletida foi de R$ 3,27 por 13kg.

Já em março, houve variação, mas para cima. No dia 11 daquele mês o preço médio de venda do GLP para as distribuidoras passou de R$ 3,86/kg para R$ 4,48/kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg e refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por kg.

Agência Brasil

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Economia

Governo Federal fechará as contas no azul pela 1ª vez em 8 anos; Confira números

 

O Ministério da Economia revisou a projeção para as contas públicas deste ano: saiu de um rombo de R$ 59,3 bilhões para um saldo positivo de R$ 13,5 bilhões. Representa uma melhora de R$ 72,9 bilhões em relação à projeção anterior. O motivo: aumento da arrecadação de impostos e contenção de despesas.

Se confirmado, a projeção para o resultado primário (que exclui despesas financeiras) será a melhor em 8 anos. Desde 2014, o Brasil apresenta saldo negativo (deficit) nas contas públicas.

Para 2023, no entanto, o governo espera que o país volte a ter deficit por causa do aumento de despesas, como o Auxílio Brasil de R$ 600 e uma atualização na tabela de Imposto de Renda.

Poder 360

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Economia

OLHA O GÁS: Petrobras reduz preço do gás de cozinha em 6%; Já é a segunda queda no mês

Foto: Reprodução

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (22) a redução, em 6%, do preço do GLP (gás liquefeito de petróleo), o gás de cozinha vendido em botijão. É a segunda queda no preço do gás este mês.

Com a redução, o preço médio cobrado das distribuidoras pela estatal passa de R$ 4,0265 por quilo para R$ 3,7842/kg a partir de sexta-feira (23) – equivalente a R$ 49,19 por 13 quilos (o peso do conteúdo do botijão comum).

O preço do GLP havia sido alterado pela última vez no dia 13 de setembro, quando o quilo passou de R$ 4,23 para R$ 4,03, equivalente a R$ 52,34 por 13 kg. Em abril, já havia sido reduzido de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg.

Antes, no entanto, vinha em trajetória de alta: em março, o gás de cozinha vendido pela Petrobras havia sido reajustado em 16,1%. Em outubro do ano passado, a alta havia sido de 7,2%. E em julho do mesmo ano, de 6%.

Agência Brasil

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Economia

”É falso, é mentira” rebate Guedes sobre dados de 33 milhões de brasileiros passando fome

 

Foto: EVARISTO SA / AFP

O ministro da economia, Paulo Guedes, questionou o número de brasileiros em situação de insegurança alimentar no país, nesta quarta-feira (21).

“É impossível ter 33 milhões de pessoas passando fome. Por mais que tenha havido inflação, não foi três vezes mais. O poder de compra está mais do que preservado por essa nova transferência de renda”, disse mais uma vez durante sua fala.

Guedes se referia aos dados divulgados pelo 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), e divulgados em junho deste ano.

O presidente Jair Bolsonaro também negou a escalada da fome este ano. Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, em agosto, Bolsonaro disse que não se vê gente “pedindo pão” na porta de padaria, no Brasil.

G1

 

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Brasil

Regra aprovada pela ANEEL pode baratear contas de luz no Nordeste

 

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (20) novas regras no cálculo das tarifas de transmissão de energia elétrica. Com a mudança, previstas para serem aplicadas em 2023, os geradores do Nordeste serão mais onerados, enquanto os consumidores da região serão beneficiados com uma redução no valor da conta de luz.

Segundo a agência, o objetivo da mudança é buscar o equilíbrio de pagamento entre os usuários da rede de transmissão de energia. O relator do processo, diretor Hélvio Neves Guerra, disse que a regra atual fazia com que os consumidores do Nordeste e Norte pagassem mais do que deveriam, enquanto os geradores dessas regiões estavam pagando menos.

“O sistema de transmissão é um condomínio onde custo é distribuído entre todos os usuários. Se o gerador paga menos, o consumidor paga mais”, alertou.

Como as usinas instaladas nas regiões Norte e Nordeste produzem a maior quantidade de energia do país, os consumidores terão que pagar R$ 1,23 bilhão a menos por ano no uso da rede de transmissão.

O alívio médio nas tarifas dos consumidores da Região Nordeste será de 2,4%, em média. Dos consumidores do Norte, 0,8%, em média. No entanto, a redução só será sentida integralmente pelos consumidores em 2028, após o período de transição, que será de cinco anos.

Por outro lado, as geradoras de energia distantes dos grandes centros de consumo passarão a pagar mais, uma vez que usam mais a rede de transmissão. Nos últimos anos, com a entrada da usina hidrelétrica de Belo Monte em operação na Região Norte, além de diversas usinas eólicas no Nordeste, a geração de energia das duas regiões passou a ser superior à demanda local.

Assim, o excesso passou a ser exportado para o Sudeste, Centro-Oeste e Sul. A Associação Brasileira de Energia Eólica (AbEEólica) entrou na Justiça para barrar a mudança, mas não obteve resultado favorável.

Metrópoles

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