Brasil

Petrobras reduz em 5,8% o preço do querosene de aviação

A Petrobras informou nesta quinta-feira (1º) que reduziu o preço do querosene de aviação para as distribuidoras em dezembro. A redução média foi de 5,8%, segundo a assessoria de imprensa da estatal

A cotação do combustível foi reduzida em 5,79% em Paulínia (SP), 5,83% em Duque de Caxias (RJ) e 5,72% em Betim (MG).

A empresa não informou uma cotação média do produto no país.

G1

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Brasil

Economia brasileira cresce 0,4% no 3º trimestre de 2022, mostra IBGE


A economia brasileira cresceu 0,4% no terceiro trimestre de 2022, na comparação com os três meses anteriores, conforme mostram dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado, fruto da produção de R$ 2,5 trilhões entre julho e setembro, faz o PIB (Produto Interno Bruto) — soma de todos bens e serviços finais feitos no país — alcançar o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996.

A quinta variação positiva da economia nacional representa uma desaceleração frente aos quatro trimestres anteriores, quando a economia nacional avançou 0,4%, 0,9%, 1,3% e 1%, respectivamente.

Além de atingir o maior nível da série, o PIB figura em um patamar 4,5% acima do registrado na pré-pandemia, calculado no quarto trimestre de 2019. No terceiro trimestre, a variação positiva foi influenciada pelos resultados dos serviços (+1,1%) e da indústria (+0,8%), enquanto a agropecuária recuou 0,9%.

Antonio van Moorsel, diretor do Advisory e sócio da Acqua Vero Investimentos, avalia que a perda de força da atividade econômica ocorre em virtude da deterioração da conjuntura macroeconômica, caracterizada pela inflação resiliente e pelo aperto das condições financeiras das famílias.

“Apesar do crescimento da massa salarial real e da forte expansão fiscal em curso, houve queda na produção industrial e no consumo de bens cíclicos e reversão nos indicadores de confiança. Ademais, o alto endividamento das famílias e a desaceleração no crescimento das concessões de crédito para consumo corroboram a queda no comércio varejista”, afirma ele.

Dentro do setor de serviços, a alta foi puxada pelas áreas de comunicação (+3,6%,) atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (+1,5%) e atividades imobiliárias (+1,4%). O segmento de outras atividades de serviços (+1,4%), que representa cerca de 23% do total do setor, também cresceu.

“As outras atividades de serviços já vêm se recuperando há algum tempo, com a retomada de serviços presenciais que tinham demanda represada durante a pandemia”, explica Rebeca Palis, coordenadora de contas nacionais do IBGE.

Na contramão, o único segmento dos serviços que ficou no campo negativo foi o comércio, que variou -0,1%. “Esse é um cenário que já vínhamos observando na Pesquisa Mensal de Comércio. O resultado reflete a realocação do consumo das famílias dos bens para os serviços”, destaca Rebeca.

Moorsel observa que o varejo e a indústria estão enfraquecidos e caminham em sentido oposto ao observado pelo setor de serviços, impulsionado pelo arrefecimento da pandemia e pela menor dependência de crédito. Na avaliação dele, o ramo responsável por 70% do PIB também perde fôlego.

“Os últimos dados divulgados sinalizam a manutenção da tendência de perda de ímpeto, em decorrência da inflação corrente elevada, expectativas desancoradas, recuo dos índices de confiança e a campanha agressiva de alta de juros promovida pelo BC”, explica ele.

R7

 

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Brasil

Desemprego cai para 8,3%, menor nível desde 2015, diz IBGE

A taxa de desemprego do Brasil caiu para 8,3% no trimestre de agosto, setembro e outubro. Esse é o menor percentual desde o trimestre encerrado em maio de 2015, quando registrou o mesmo percentual. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o resultado nesta quarta-.feira (30).

A taxa caiu 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio, junho e julho). E recuou 3,8 pontos percentuais em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior).

A última vez que a taxa de desocupação foi menor do que 8,3% foi no trimestre encerrado em abril de 2015, quando era de 8,1%. Para o trimestre encerrado em outubro, a taxa registrada em 2022 foi a menor desde 2014, quando era 6,6%.

Em números absolutos, o desemprego atinge 9 milhões pessoas, o menor nível desde o trimestre encerrado em julho de 2015. Houve uma diminuição de 860 mil no trimestre e 3,9 milhões em 1 ano.

Os dados fazem parte da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). O documento mostrou indicadores mensais produzidos com informações do trimestre móvel terminado em outubro de 2022.

SUBUTILIZAÇÃO

É considerado subutilizado quem está desempregado, trabalha menos do que poderia ou não procurou emprego mesmo estando disponível para trabalhar.

A taxa de subutilização caiu para 19,5% no trimestre encerrado em outubro deste ano, o menor nível para desde o trimestre terminado em janeiro de 2016. A queda foi de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho de 2022. Em um ano, o recuo foi de 6,2 pontos percentuais.

O número de pessoas subutilizadas chegou a 22,7 milhões no último resultado. Diminuiu 6,7% (menos 1,6 milhão) frente ao trimestre anterior –de maio a julho. Também caiu em comparação com o trimestre encerrado em outubro de 2021 (-24,2%, ou menos 7,2 milhões de pessoas).

Dentro do grupo de subutilizados há os desalentados, que são aqueles que não procuraram empregos porque não acreditam que vão conseguir.

Essa população manteve estabilidade no trimestre encerrado em outubro de 2022 contra o anterior. Somou 4,2 milhões de pessoas no período. Diminuiu 17,6% em relação ao período na comparação anual, o que representa 894 mil de pessoas a menos no grupo.

MERCADO DE TRABALHO

A população ocupada foi recorde para a série histórica, iniciada em 2012. Foram 99,7 milhões de pessoas no trimestre encerrado em outubro. Subiu 1% (mais 1 milhão) ante o trimestre anterior e 6,1% (mais 5,7 milhões de pessoas) em um ano.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado foi de 36,6 milhões. Registrou alta de 2,3% em relação ao trimestre anterior, o que são 822 mil pessoas. Subiu 8,1% contra o trimestre encerrado em outubro de 2021, o que são 2,7 milhões de pessoas a mais.

Já a quantidade de empregados sem carteiras –informais– atingiu 13,4 milhões. O contingente cresceu 2,3% em relação ao trimestre anterior (mais 297 mil pessoas) e 11,8% em relação ao trimestre de outubro de 2021, o que representa 1,4 milhão de pessoas.

A taxa de informalidade foi de 39,1% da população ocupada, contra 39,8% no trimestre anterior e 40,7% no mesmo trimestre de 2021. O número de trabalhadores informais cai para a 39 milhões.

RENDIMENTO MÉDIO

O rendimento real habitual (R$ 2.754) subiu 2,9% no trimestre de agosto, setembro e outubro. Avançou 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

A massa de rendimento real habitual (R$ 269,5 bilhões) cresceu 4% frente ao trimestre anterior e 11,5% na comparação anual.

Poder360

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Brasil

MEC diz “buscar soluções” sobre bloqueio orçamentário

O Ministério da Educação (MEC) informou em nota oficial, que está avaliando alternativas e que vai “buscar soluções” para lidar com o bloqueio de verbas da pasta, que atingem também universidades e institutos federais.

“O Ministério da Educação (MEC) informa que recebeu a notificação do Ministério da Economia a respeito dos bloqueios orçamentários realizados. É importante destacar que o MEC mantém a comunicação aberta com todos e mantém as tratativas junto ao Ministério da Economia e à Casa Civil para avaliar alternativas e buscar soluções para enfrentar a situação”, informou o órgão.

Entidades como a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino (Andifes) e a União Nacional dos Estudantes (UNE), criticaram os bloqueios orçamentários. Ao todo, segundo o presidente da Andifes, Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com base em dados apurados nas próprias instituições, o bloqueio total no MEC foi de R$ 1,68 bilhão, sendo R$ 344 milhões nas universidades federais.

“Após o bloqueio orçamentário de R$ 438 milhões ocorrido na metade do ano, essa nova retirada de recursos, no valor de R$ 344 milhões, praticamente inviabiliza as finanças de todas as instituições”, alertou a Andifes, em nota oficial.

Ainda segundo a entidade, os cortes comprometem o pagamento de serviços mais básicos, como água, luz, manutenção predial e bolsas de assistência estudantil, que garantem a permanência de jovens vulneráveis nas universidades.

“É um enorme prejuízo à nação que as universidades, institutos federais e a educação, essenciais para o futuro do nosso país, mais uma vez, sejam tratados como a última prioridade”, acrescentou.

Embora confirme o corte, o MEC não informou, na nota, o detalhamento dos bloqueios.

Mais cedo, o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, informou que o bloqueio de R$ 5,7 bilhões no Orçamento Geral da União, realizado na semana passada pelo governo federal, será reavaliado no próximo mês.

Agência Brasil 

 

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Brasil

13º deve injetar R$ 250 bi na economia; Trabalhadores recebem 1ª parcela nesta quarta

Os trabalhadores de carteira assinada recebem a primeira parcela do 13º salário até esta quarta-feira (30), conforme a legislação.

Até dezembro de 2022, o benefício deve injetar R$ 249,8 bilhões na economia brasileira, montante que representa quase 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

A estimativa é do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que também prevê aproximadamente 85,5 milhões de brasileiros beneficiados com rendimento adicional de R$ 2.672, em média.

De acordo com especialistas ouvidos pelo CNN Brasil Business, o dinheiro extra pode ser usado para quitar dívidas, comprar presentes de natal ou investir

CNN Brasil

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Brasil

Brasil criou 159,5 mil empregos com carteira assinada em outubro

O Brasil criou 159,5 mil empregos com carteira assinada em outubro de 2022. Este é o 10º mês consecutivo em que o país tem saldo positivo, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Ao todo, foram abertos 2,3 milhões de postos de trabalho de janeiro a outubro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Houve queda de 18% na comparação com o mesmo período em 2021, quando foram criados 2,8 milhões de empregos.

O Brasil agora tem 42,9 milhões de pessoas trabalhando formalmente nos setores público e privado. Representa alta de 0,37% em relação ao estoque do mês anterior.

O ministro do Trabalho José Carlos Oliveira citou que 26 unidades da Federação tiveram resultado positivo no mês. A região Sudeste, que tem a maior população, apresentou o melhor número.

Oliveira disse que a economia está no caminho certo e agradeceu aos empresários que investem no mercado brasileiro: “Quem gera emprego, são os empreendedores que acreditam no Brasil”.

TRANSIÇÃO

O subsecretário de Estudos e Estatísticas do Trabalho, Felipe Pateo, afirmou que a equipe do Ministério do Trabalho e Emprego mantém conversas com o governo de transição. “O que eu posso falar é que a gente teve uma reunião muito boa na semana passada com o pessoal da transição, que está ocorrendo de forma republicana”, disse.

SALÁRIO MÉDIO

Segundo o ministério, o salário médio de admissão foi de R$ 1.932,93 em outubro, valor 0,38% menor que o registrado em setembro. Houve uma queda real de R$ 7,28.

SETORES

O setor de serviços teve o melhor desempenho e ajudou a impulsionar o resultado de outubro.

Eis os resultados setoriais:

serviços: 91.294 postos;

comércio: 49.356 postos;

indústria: 14.891 postos;

construção: 5.348 postos;

agricultura: -1.435 postos.

 

ESTADOS

Ao todo, 26 unidades da Federação registraram saldos positivos no mês. A exceção foi o Amapá.

Os maiores saldos foram em:

São Paulo: 60.404 postos (0,46%);

Rio Grande do Sul: 13.853 postos (0,52%);

Paraná: 10.525 postos (0,36%).

REGIÕES

As 5 regiões também brasileiras apresentaram saldo positivo:

Sudeste: 80.740 postos (0,37%);

Nordeste: 32.223 postos (0,46%);

Sul: 31.244 postos (0,39%);

Centro-Oeste: 8.409 postos (0,22%);

Norte: 7.266 postos (0,35%).

Poder360

 

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Brasil

8 em cada 10 comerciantes brasileiros devem contratar neste fim de ano, diz CNC


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) calcula que oito em cada dez (85%) empresários brasileiros contratem novos funcionários neste fim de ano.

O que aumentou o número de contratações para o período foi o aquecimento econômico provocado pela Copa do Mundo e as datas comemorativas do fim de ano, como Black Friday e Natal.

Caso a projeção divulgada nesta sexta-feira (25) se confirme, será o maior volume de contratações já feitas pelo comércio varejista brasileiro entre os meses de novembro e dezembro. É o que aponta a série histórica da CNC, que teve início em 2011.

Com a Black Friday, o comércio varejista movimentou mais de R$ 4,2 bilhões – maior faturamento desde 2010, quando a data foi incorporada no calendário do varejo nacional. Já no Natal, a CNC projeta que 109,4 mil trabalhadores temporários sejam contratados, o maior número em nove anos. Desses, espera-se que 11% sejam efetivados.

Dos 85% dos empresários que afirmaram contratar neste fim de ano, 21% devem “aumentar muito” o quadro de funcionários neste fim de ano. Já 64% esperam “aumentar pouco” o número de colaboradores até dezembro de 2022.

“A chegada das festas de fim de ano e o desempenho mais favorável da economia e do comércio estão incentivando as intenções de investir para absorver funcionários e incentivar o consumo”, aponta a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva.

CNN Brasil

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Brasil

Governo concede crédito extra para volta da emissão de passaportes

Passaporte brasileiro

A emissão de passaportes pela Polícia Federal será retomada após crédito suplementar de R$ 37.365.321 para a continuidade da impressão. O serviço está suspenso desde o último sábado (19) por falta de recursos. O R7 perguntou à corporação quando a emissão voltará a ser feita e aguarda retorno.

A volta do serviço foi garantida por uma portaria publicada em edição extra do Diário Oficial da União desta quinta-feira (24). O texto é da Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento, vinculada ao Ministério da Economia, e abre crédito suplementar de R$ 58.765.321 para os ministérios da Justiça e Segurança Pública e do Desenvolvimento Regional.

A parte destinada à pasta da Justiça mira a Polícia Federal, mais especificamente o programa de segurança pública, combate à corrupção, ao crime organizado e ao crime violento. A atividade descrita é a manutenção do sistema de emissão de passaporte, controle do tráfego internacional e de registros de estrangeiros.

Do valor total, R$ 21,4 milhões são voltados à administração direta do Ministério de Desenvolvimento Regional, para ações de proteção e defesa civil, dentro do programa de gestão de riscos e desastres.

Para bancar os recursos, o governo federal anulou repasses ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Na pasta, a quantia fazia parte de programa para desenvolvimento de tecnologias aplicadas, inovação e desenvolvimento sustentável em operações especiais e projetos de desenvolvimento tecnológico.

Questionado, o Ministério da Economia ainda não informou se os investimentos retirados serão retomados, não detalhou os motivos que levaram ao corte na área nem explicou quais ações integravam as operações suspensas.

Na quarta-feira (23), o governo de transição do presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), havia afirmado que o valor previsto no Orçamento de 2023 para a Polícia Federal era insuficiente. Na ocasião, o senador eleito Flávio Dino (PSB-MA), integrante do grupo, declarou que a falta de verba poderia interromper atividades essenciais da corporação.

R7

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Economia

SORTE: Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 57 milhões, neste sábado

Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena e prêmio vai a R$ 46 milhões -  Jornal Contábil - Contabilidade, MEI , crédito, INSS, Receita Federal e  Auxílios
O Concurso 2.543 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (26) à noite em São Paulo, pagará o prêmio de R$ 57 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será feito às 20h no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Ninguém acertou as seis dezenas no último concurso, realizado quinta-feira (24) e o prêmio ficou acumulado. Foram sorteadas as dezenas  12 – 20 – 22 – 25 – 26 e 55. Foi o segundo-sorteio da Mega-Semana da República.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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Economia

REDUÇÃO: Aneel anuncia bandeira tarifária verde para dezembro

Bandeira Verde: O que muda na conta de luz com o fim da tarifa vermelha?A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou hoje (25) a manutenção da bandeira tarifária verde no mês de dezembro para as contas de luz dos consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com isso, não haverá cobrança extra na conta de luz pelo oitavo mês seguido.

A justificativa da agência é que as condições de geração de energia no país estão boas. “Com a chegada do período chuvoso, melhoram os níveis dos reservatórios e as condições de geração das usinas hidrelétricas, as quais possuem um custo mais baixo.

Dessa forma, não é necessário acionar empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas”, afirmou a Aneel, em nota.

Bandeiras tarifárias
Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril deste ano, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

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