Brasil

Mujica critica PT e admite que esquerda brasileira “pisou na bola”

Foto: Reprodução/Poder 360.

O ex-presidente do Uruguai José Mujica criticou o Partido dos Trabalhadores e classificou a sigla como um partido “de esquerda mais ou menos, com contradições”. O uruguaio fala em “falha humana” para justificar a avaliação.

“A esquerda brasileira não deixa de ser humana e certamente teve gente que fez besteira e ‘pisou na bola’, mas eu não posso me prender somente em relação à esquerda porque isso acontece com a direita e e com todos. O empresário te rodeia e tenta te corromper“, declarou em entrevista à revista Veja.

Mujica também criticou a esquerda brasileira.

“A esquerda brasileira errou, permaneceu estagnada no tempo e presa na literatura de uma época em um mundo que mudou. Esquerda é empatia, é solidariedade e é preocupação com a desigualdade”, afirmou.

Diário do Poder

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Brasil

CBF define quatro nomes de treinadores para a Seleção Brasileira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu quatro nomes como prioridade para o comando da Seleção Brasileira no próximo ciclo de Copa do Mundo: Carlo Ancelotti, José Mourinho, Zinedine Zidane e Luis Enrique. Apesar de não fechar portas para a chegada de um brasileiro, há uma preferência por um estrangeiro.

Na última terça-feira, Tite e sua comissão técnica assinaram a rescisão contratual. Coordenador da Seleção Brasileira, Juninho Paulista também deixou a entidade e a CBF busca um novo nome para substituir o dirigente que participou da campanha do pentacampeonato mundial com o Brasil em 2002.

Em março, a Seleção Brasileira encara seus primeiros adversários desde o fim da Copa do Mundo do Qatar por conta da Data Fifa. A ideia da CBF é a de que um nome seja anunciado ainda em fevereiro, embora Carlo Ancelotti e José Mourinho estejam no meio da temporada no comando do Real Madrid e Roma, respectivamente.

Por outro lado, Zinedine Zidane e Luis Enrique estão livres no mercado e seriam opções mais “viáveis” neste momento. Ainda assim, não há nenhuma previsão de viagem do presidente Ednaldo Rodrigues para o exterior para dar início às negociações, embora seja ele quem irá comandar a contratação do novo treinador.

SITUAÇÃO DE CARLO ANCELOTTI

Comandante do Real Madrid, o italiano tem contrato com o clube espanhol até junho de 2024. Contratado na última temporada, o treinador conduziu a equipe merengue ao título da Champions League e do Campeonato Espanhol, além de ter tido um papel chave na evolução do jogo de Vini Jr na Europa.

Apesar do interesse, Ancelotti já reafirmou seu compromisso com o Real Madrid quando foi questionado sobre as especulações com a Seleção Brasileira. No dia 29 de dezembro, o treinador afirmou que ainda não havia sido contactado por nenhum representante da equipe pentacampeã do mundo.

Historicamente, Carlo Ancelotti possui uma boa relação com jogadores brasileiros que vão além de Vini Jr. Antes de assumir o comando do Real Madrid, o italiano comandava o Everton e foi um dos principais responsáveis pela evolução de Richarlison. No Milan, o treinador trabalhou com Kaká no ano em que o brasileiro venceu o prêmio de melhor jogador do mundo.

SITUAÇÃO DE JOSÉ MOURINHO

Assim como Carlo Ancelotti, o Special One tem contrato com a Roma até junho de 2024, mas não se pronunciou sobre o interesse da Seleção Brasileira. O comandante é detentor de um currículo vasto, tendo sido campeão de todos os torneios da Uefa, como Champions League (2), Liga Europa e Conference League.

Além disso, Mourinho possui grande relação com jogadores brasileiros, como Willian, atualmente no Fulham. A dupla trabalhou por anos no Chelsea e o atacante reafirmou em diversas ocasiões que o português foi o melhor treinador com quem já trabalhou na carreira.

SITUAÇÃO DE ZINEDINE ZIDANE

Como treinador, Zidane trabalhou apenas no Real Madrid em duas passagens diferentes. Entre 2016 e 2018, o comandante conquistou três títulos de Champions League de forma consecutiva, além de ter vencido duas vezes o Mundial de Clubes. Em março de 2019, o técnico retornou ao clube merengue e conquistou um Campeonato Espanhol e uma Supercopa da Espanha.

Nos últimos meses, Zidane optou por não assumir nenhuma equipe esperando uma chance para dirigir a França. No entanto, os Bleus optaram pela renovação de Didier Deschamps por mais um ciclo de Copa do Mundo após uma campanha convincente no Mundial do Qatar em que a equipe chegou na final, embora tenha sido derrotada para a Argentina nos pênaltis.

SITUAÇÃO DE LUIS ENRIQUE

Assim como Zidane, Luis Enrique está sem emprego desde que deixou a Espanha após uma campanha decepcionante na última Copa do Mundo. Em seu trabalho com a Fúria, o comandante não conquistou nenhum título, tendo sido eliminado nas oitavas de final do Mundial e caído na semifinal da última Eurocopa.

Apesar das passagens por Roma e Celta de Vigo, o grande trabalho de destaque de Luis Enrique aconteceu no Barcelona. Entre 2014 e 2017, o treinador conquistou nove títulos, sendo uma Champions League e um Mundial de Clubes e foi eleito o melhor técnico do mundo em 2014/2015.

Lance

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Brasil

PF diz que operação contra envolvidos em atos golpistas será “permanente”; Quatro prisões são confirmadas


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.

A Polícia Federal afirmou há pouco que a Operação Lesa Pátria, deflagrada nesta sexta-feira (20), será “permanente”, com atualizações periódicas sobre o número de mandados judiciais expedidos, pessoas capturadas e foragidas.

A ação visa identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os atos realizados no dia 8 de janeiro, em Brasília, quando radicais invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes.

Ao todo estão sendo cumpridos oito mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Até o momento, quatro prisões foram confirmadas. Entre os presos está Ramiro Junior, conhecido como Ramiro dos Caminhoneiros, candidato a deputado federal por São Paulo pelo PL em 2022. Com 4.542 votos, ele se tornou suplente da Câmara dos Deputados.

O Antagonista

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Brasil

Lula culpa integrantes da Lava Jato por morte de reitor da UFSC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (19) durante encontro com reitores de universidades no Palácio do Planalto, que integrantes da Operação Lava Jato são responsáveis pelo suicídio de Luiz Carlos Cancellier Olivo, ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina. O caso ocorreu em 2017.

“Faz cinco anos e quatro meses que uma aberração aconteceu neste país: a morte do reitor Luiz Carlos Cancellier”, disse Lula.

“Faz cinco anos que esse homem se matou, pela pressão de uma polícia ignorante, de um promotor ignorante e de pessoas insensatas, que o condenaram antes de investigar e julgar.”

Cancellier foi alvo da Operação Ouvidos Moucos, um desdobramento da Lava Jato em Santa Catarina. A Polícia Federal chegou a anunciar que investigava desvios de R$ 80 milhões na Universidade Federal de Santa Catarina.

Os investigadores acusaram o reitor de tentar interferir nas investigações. Posteriormente, Cancellier foi afastado do cargo e preso. “Esse afastamento é um exílio”, disse o reitor, depois de ser libertado. “Moro a três metros da universidade. Saio de casa e tô dentro da universidade. Não posso entrar na ‘casa’ que convivo desde 1977, que conheço cada pedrinha daquela instituição.”

O Cancellier foi encontrado morto em 2 de outubro de 2017, em um shopping de Florianópolis, capital de Santa Catarina. A policia encontrou no bolso de Cancellier um bilhete escrito: “Decretei a minha morte no dia da minha prisão pela Polícia Federal”.

Na época, pessoas próximas a Cancellier disseram que o reitor afastado iniciou um tratamento psicológico logo depois de deixar a penitenciária, no dia seguinte à sua prisão, para tratar sintomas de depressão.

Revista Oeste

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Brasil

Governo Lula quer ampliar formas de uso do cartão corporativo; Especialista projeta riscos

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos abriu consulta pública para a sociedade opinar sobre regras de uso do cartão corporativo ou cartão de pagamento do governo federal.

Pela proposta em análise, o governo quer regularizar outras possibilidades de pagamento, como “contratações, por dispensa de licitação e por inexigibilidade, de obras e serviços de engenharia ou de serviços de manutenção de veículos automotores até o valor de R$ 100 mil, ou para outros serviços e compras até o valor de R$ 50 mil”.

O governo também quer habilitar o uso do cartão para o pagamento de micro e pequenas empresas.

E sugere ainda que sejam proibidas as compras de artigos de luxo e prevê a divulgação de notas fiscais.

O cartão atualmente pode ser utilizado, por exemplo, para pequenas compras de material e despesas em viagens.

O aviso do chamamento foi publicado nesta terça (18) e os interessados têm até a próxima sexta (25) para enviar suas contribuições por meio da plataforma Participa +Brasil.

No endereço eletrônico, é possível ver a proposta de minuta e fazer sugestões para cada um dos itens.

A proposta foi apresentada pela nova pasta criada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), resultado do desmembramento do Ministério da Economia em quatro: Fazenda, Planejamento, Gestão e Indústria e Comércio.

Segundo o ministério, o objetivo da consulta é trazer “mais transparência, agilidade, redução da burocracia e economicidade nas compras do governo”.

Descontrole

Para Marina Atoji, diretora de projetos da ONG Transparência Brasil, a proposta de novas formas de uso do cartão corporativo pode aumentar o risco de descontrole.

“Até o momento, o cartão só podia ser usado para gastos pontuais, excepcionais. O novo decreto inclui compras feitas por inexigibilidade e dispensa de licitação”, diz Marina.

“Ao mesmo tempo em que é uma forma de agilizar o processo desse tipo de compras públicas e dar ao governo condições mais parecidas com as da iniciativa privada, parece aumentar o risco de descontrole. Especialmente porque não se indicam os critérios de quem pode portar e usar o cartão para essas situações”, acrescenta a especialista.

Ainda segundo Marina Atoji, a transparência das despesas nas regras sugeridas pela pasta precisa ser melhorada.

“Da forma como está, pode impor até retrocesso nas práticas atuais. O texto não exige expressamente a divulgação da identificação do portador do cartão (algo que é divulgado hoje) e deixa margem para que as despesas sejam divulgadas apenas de forma agrupada, e não individualizada, como é hoje”, afirmou.

G1

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Brasil

Americanas perde R$ 9,9 bilhões de valor de mercado em oito dias


Foto: KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Desde 11 de janeiro, quando a Americanas divulgou rombo bilionário, a perda de valor de mercado da empresa já alcançou R$ 9,9 bilhões. Após a Justiça aceitar nesta quinta-feira (19) o pedido de recuperação judicial, as ações da empresa na bolsa despencaram 42,53%, chegando a R$ 1.

A decisão da Justiça ocorreu oito dias após a empresa anunciar que havia encontrado rombo de R$ 20 bilhões ligado à conta de fornecedores e o presidente-executivo, Sérgio Rial, decidir deixar a companhia apenas dez dias de ter assumido o cargo. O valor a ser protegido das ações de credores, no entanto, chega a R$ 43 bilhões.

Nesse período, o tombo chega a 91,67%, de acordo com levantamento da Economatica. Antes do anúncio das “inconsistências contábeis”, as ações da Americanas na bolsa valiam R$ 12. No mesmo período, para comparação, a Ambev S/A caiu 4,35%; a Via perdeu 19,77%; e a Magazine Luiza registrou alta de 25,74%.

Os papéis da Americanas serão excluídos dos índices da B3, após o fechamento de sexta-feira, como norma que vale para qualquer empresa que entre em recuperação.

Após o fechamento do mercado acionário nesta quinta, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) anunciou a criação de uma força tarefa para investigar o escândalo, criando um canal de denúncias anônimas envolvendo a Americanas.

R7

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Danos ao Planalto, Congresso e STF chegam a R$ 18,5 mi; AGU quer bloqueio de bens de financiadores

Foto: VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL

Os danos causados ao Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF) cheguem a R$ 18,5 milhões, segundo estimativas apresentadas pela Advocacia-Geral da União (AGU) em pedido para bloquear a quantia de quem financiou os atos de vandalismo no último dia 8. A solicitação foi feita nesta quinta-feira (19) à Justiça Federal no Distrito Federal.

Confira os prejuízos calculados:

Palácio do Planalto: R$ 7.978.773,07
Câmara dos Deputados: R$ 1.102.058,18
Senado: R$ 3.500.000,00
Supremo Tribunal Federal: R$ 5.923.000,00
– TOTAL: R$ 18.503.831,25

Alguns danos, como os causados a obras de arte e a presentes de chefes de Estado, são inestimáveis.

No último dia 12, a AGU havia pedido o bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 52 pessoas e de sete empresas, mas aumentou a quantia após as estimativas de prejuízo atualizadas por parte da Diretoria-Geral da Câmara dos Deputados, da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Presidência da República e do STF.

Os valores, segundo a AGU, precisam ser arcados não só pelos extremistas responsáveis pelos atos de vandalismo, mas pelos financiadores, que, segundo o órgão, devem responder “em regime de solidariedade” pelos danos.

R7

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PP e PL ignoram Lira e Lula e negociam apoio a Marinho no Senado

A bancada do PP no Senado articula para apoiar o ex-ministro e senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) no comando da Casa Alta. O acordo a favor do candidato do PL, de oposição ao governo petista, vai de encontro ao apoio de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Arthur Lira (PP-AL) para a Presidência da Câmara.

Lula tinha a expectativa de ter amplo apoio para a reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no Senado, adversário de Marinho. O petista abriu mão de ter candidato ao comando da Câmara para apoiar a releição de Lira.

No Senado, o candidato do presidente é Pacheco, que também busca ser reconduzido no cargo. O combinado entre Lula e Lira, no entanto, foi deixado de lado ante as negociações entre PP e PL.

Um dos que encabeçam as articulações com o PL na Casa Alta é o senador Ciro Nogueira, presidente do PP.

O 2º vice-líder do partido na Casa, Luis Carlos Heinze (RS), afirmou ao Poder360 que os senadores tendem a fechar questão a favor do PL.

Marinho calcula ter 25 votos a seu favor já com o PP completo. Nas contas de Pacheco, entretanto, ao menos metade da legenda o apoia.

A bancada do PP, que terá 6 senadores neste ano, se reunirá na 3ª feira (24.jan) para bater o martelo sobre o apoio ao ex-ministro. “Todos [senadores do PP] estamos comprometidos com Rogério Marinho, mas não é troca disso ou aquilo. Em princípio, já está fechado isso”, disse Heinze.

O PL –que tem a maior bancada de deputados– argumenta que ao apoiar Lira na Câmara seria natural receber o aceno de volta para o ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL). Para o comando do Senado e de congressistas do PP, no entanto, o apoio do PL a Lira na Câmara não garante essa reciprocidade.

O Poder360 apurou que deputados do PP não reconhecem o acordo ventilado pelo PL. Dizem que os apoios na Câmara e Senado não são equivalentes e nem interdependentes. O eventual apoio do PP a Marinho poderia, no entanto, desgastar Lira junto ao governo Lula.

“Eu acho que [o acordo com o PL] não faz nenhum sentido porque o Marinho é adversário do governo. E o Lira tem o apoio do governo. O governo tem um compromisso com o Pacheco. Esse é o acordo que tem que ser cumprido”, declarou José Nelto (PP-GO), vice-líder do PP na Câmara.

Poder360

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Brasil

PSDB vai à Justiça por Planalto chamar impeachment de Dilma de ‘golpe’

Foto: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

O PSDB acionou a Justiça para impedir o governo federal de utilizar a expressão “golpe” em referência ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A movimentação do partido ocorre após uma publicação feita pela atual gestão do Executivo em um site oficial que reforça a narrativa de que a petista sofreu um golpe em 2016.

O PSDB alega que o uso da palavra “golpe” nessa situação é inadequado e fere a Constituição Federal — que, em seu artigo 37, determina que a publicidade institucional tem que ter, entre outros, caráter informativo. “Informação é aquela provida de veracidade, pois, do contrário, estaríamos diante de uma desinformação.”

“Afirmar que o impeachment de Dilma se constituiu em ‘golpe’ é ato desprovido de verdade. Golpe, no sentido político, é aquele em que os representantes eleitos são destituídos de seu cargo fora das regras previstas na Constituição Federal”, afirma o partido na ação. “Não há a possibilidade de se admitir como golpe um processo de afastamento que respeitou todas as regras previstas na Constituição Federal.”

Assinam a ação o presidente do PSDB, Bruno Araújo, e o vice-presidente jurídico do partido, o deputado Carlos Sampaio.

R7

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Brasil

Defesa de Bolsonaro pede ao TSE que desconsidere minuta de decreto em processo

Bolsonaro ainda não tem data para voltar ao Brasil
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (foto) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que desconsidere a juntada da minuta do decreto encontrado na casa do ex-ministro Anderson Torres no processo que pode torná-lo inelegível.

Na resposta ao TSE, a defesa alega que  o documento encontrado jamais foi publicado
e que não haveria qualquer evidência de que “dele se tenha dado conhecimento a qualquer autoridade ou cidadão”, além de apontar que a minuta seria apócrifa.

“Num primeiro momento, é necessário consignar que o documento apócrifo, juntado aos autos, não foi encontrado em posse dos Investigados, nem assinado por eles, e a peça de juntada tampouco indica quaisquer atos concretos ou ao menos indiciários de que tenham participado de sua redação ou agido para que as providências supostamente pretendidas pelo documento fossem materializadas no plano da realidade fenomênica“, diz trecho da manifestação da defesa de Bolsonaro.

Antagonista

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