Brasil

Lula assiste ao desfile do 7 de Setembro ao lado de Janja e ministros

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O primeiro desfile da Independência do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou pontualmente às 9h. Acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, o petista andou em carro aberto. A programação oficial deve durar cerca de 2h e não há previsão de discurso do mandatário.

Lula assiste ao desfile na tribuna de honra, ao lado do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (PMDB); do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; e da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber.

Estão presentes no evento os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), Sonia Guajajara (Povos Indígenas), Jorge Messias (Advocacia-Geral da União), Juscelino Filho (Comunicações), José Múcio (Defesa), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e Márcio França (Micro e Pequenas Empresas).

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Veneziano anuncia que municípios brasileiros não terão redução no FPM em 2023

Foto: Reprodução

O senador paraibano, Veneziano Vital do Rego (MDB) se reuniu nesta quarta-feira (6) com o Ministro Chefe da Casa Civil, Rui Costa. Após o encontro, Rui assegurou ao parlamentar que nenhum município brasileiro terá menos repasses neste ano do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

“Estamos trazendo em primeira mão, para tranquilizar os amigos prefeitos e as amigas prefeitas da Paraíba, a informação do Ministro da Casa Civil, Rui Costa, do compromisso do Governo Federal em garantir que nenhum município brasileiro receba em 2023 menos recursos do FPM em relação ao que foi recebido em 2022”, disse o senador.

Greve dos prefeitos

No mês passado, mais de 200 municípios paraibanos participaram de um ato municipalista em defesa dos municípios e pela reposição de perdas nos repasses.

A mobilização, encabeçada pela Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) contou com o apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM), e aconteceu nesta quarta na Praça João Pessoa, em frente à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em João Pessoa.

Dados da CNM apontam que 51% dos municípios enfrentam dificuldades financeiras, especialmente pela queda de FPM e atrasos em outros repasses, como os royalties de minerais e petróleo. Ainda segundo o levantamento, a cada R$ 100 que são arrecadados por pequenos municípios, R$ 91 são utilizados para o pagamento de pessoal e o custeio da máquina pública.

A Famup destaca que a crise vem se agravado porque houve quedas recentes de receitas relevantes, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além dos atrasos em emendas parlamentares federais e do aumento das despesas de pessoal, custeio e investimentos.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Novo ministro de Lula votou a favor do impeachment de Dilma

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O líder do PP na Câmara, André Fufuca (MA), foi convidado nesta quarta-feira (6.set.2023) para substituir Ana Moser no comando do Ministério do Esporte do governo Lula. Em 2016, como deputado federal, o novo ministro votou a favor da abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

No mesmo ano, Fufuca também foi contra o parecer do Comitê de Ética da Câmara dos Deputados pela cassação do mandato de Eduardo Cunha, aprovada meses mais tarde pela Casa Baixa. Cunha, então presidente da Câmara, foi o responsável pelo andamento do processo de impeachment da petista.

Fufuca substitui a ex-atleta e 1ª medalhista olímpica de vôlei feminino Ana Moser, que estava à frente do ministério desde 1º de janeiro deste ano. A troca faz parte de uma reforma ministerial arquitetada pelo presidente para abrigar representantes do Centrão na Esplanada e, consequentemente, receber mais apoio dos congressistas na aprovação de pautas importantes para o governo no Legislativo.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Sem Bolsonaro, ocupação dos hotéis de Brasília cai no 7 de Setembro

Morar em Brasília: conheça as melhores regiões para adquirir seu imóvelFoto: Reprodução/

Os hotéis de Brasília devem ter 43% de ocupação durante o feriado de 7 de Setembro, dia da Independência, em 2023. É a 1ª vez que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará dos atos comemorativos na Esplanada dos Ministérios em seu 3º mandato.

A taxa de reservas no governo do petista é quase duas vezes menor que nos 2 anos anteriores, quando Jair Bolsonaro (PL) era presidente. A taxa de ocupação foi de 80% e 73%, em 2021 e 2022, respectivamente. Os dados são da Abih (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis).

O presidente da Abih-DF, Henrique Severien, afirma que o movimento de esvaziamento se explica pela forma como Bolsonaro articulou os desfiles de 7 de Setembro em sua gestão. Se tratava de um movimento mais político e de um público mais engajado.

A pesquisa da associação ouviu 20 hotéis de Brasília de 1 a 4 de setembro, que somam 4.254 apartamentos. Os resultados podem mudar conforme o decorrer do feriado.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Minirreforma eleitoral será apresentada na próxima segunda-feira; anuncia presidente da Câmara

Arthur Lira – (Foto: Agência Senado)

O parecer da minirreforma eleitoral discutido na Câmara dos Deputados será apresentado na próxima segunda-feira (11). A previsão era apresentar o texto nesta quarta-feira (06), mas o Grupo de Trabalho (GT) criado para analisar e votar a minirreforma encerrou a reunião sem um texto definitivo.

Segundo a assessoria de imprensa do relator, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), a apresentação e a votação do parecer no GT foram adiadas porque o relator recebeu novas sugestões de mudanças na legislação eleitoral que devem ser incluídas no texto.

Com a lei exige que mudanças nas regras eleitorais sejam publicadas um ano antes do pleito, a minirreforma precisa ser sancionada até o dia 5 de outubro para poder valer nas eleições municipais de 2024. O presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira (PP/AL) prometeu conclui a votação na próxima semana para dar tempo de o Senado analisar a proposta.

Rubens Pereira Júnior tem afirmado que temas mais complexos, que não tenham consenso, não estarão no seu parecer. Entre os temas que devem ser abordados, estão: federação partidária, propaganda eleitoral, prestação de contas eleitorais, inelegibilidade, financiamento de campanhas e violência política contra mulheres.

“Nós evitamos assuntos polêmicos, se tiver um assunto muito polêmico inviabiliza o debate e não é aprovado no Plenário. Procuramos simplificar os processos e desburocratizar”, explicou o relator em entrevista à TV Câmara realizada nesta quarta-feira.

Sobras eleitorais
O relator disse que o tema mais polêmico discutido na minirreforma é o das “sobras eleitorais”. Atualmente, as cadeiras das Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas estaduais e da Câmara dos Deputados são preenchidas pelos partidos ou federações que alcançam o chamado quociente eleitoral, que é o cálculo que define quantos votos são necessários para ocupar uma vaga.

Se, por exemplo, forem 100 mil votos válidos para 10 vagas existentes, o quociente eleitoral será 10 mil votos. Esse é o mínimo que um partido precisa ter na eleição para eleger um deputado.

Depois de ocupadas essas vagas pela regra do quociente eleitoral, ainda sobram cadeiras que não foram ocupadas pelos partidos. Afinal, se um partido teve 55 mil votos, ele ganha cinco cadeiras pelo exemplo usado acima, sobrando ainda 5 mil votos.

Essas “sobras”, pela regra aprovada em 2021, serão preenchidas pelos partidos que conseguiram, pelo menos, 80% do quociente eleitoral e pelos candidatos com um número mínimo de votos de 20% desse quociente.”

“Esse assunto está sendo debatido no Supremo Tribunal Federal (STF) e, na dúvida, a Câmara vai ter que colocar algo no lugar”, explicou Rubens Pereira que acrescentou que esse deve ser um tema decidido sem consenso, pelo voto no Plenário.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Sócio da 123 Milhas diz à CPI que Decolar queria comprar a empresa

Reprodução


Em depoimento à CPI das Pirâmides Financeiras, nesta quarta-feira (6/9), na Câmara dos Deputados, o empresário Ramiro Júlio Soares Madureira, um dos sócios da 123 Milhas, afirmou que a companhia quase foi vendida para a Decolar, uma de suas concorrentes no mercado.

As declarações de Ramiro foram uma resposta à entrevista concedida pelo CEO da Despegar (dona da Decolar no Brasil), Damián Scokin, ao site Brazil Journal, na qual o executivo disse que a 123 Milhas era uma pirâmide financeira.

Chama-se de pirâmide financeira um esquema irregular e insustentável que gera dinheiro por meio da adesão desenfreada de novos participantes. Pode haver ou não a venda de produtos ou serviços.

“Só queria falar para o presidente dessa empresa (Decolar) que, algumas semanas atrás, ele não parava de ligar para tentar fazer algum tipo de aquisição com a 123. Isso está tudo documentado”, afirmou Ramiro aos parlamentares.

Em entrevista ao site, Scokin se disse surpreso com o fato de as autoridades do Brasil “tolerarem” o negócio da 123 Milhas relacionado a pacotes promocionais.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos em julho

O índice alcançado pelas MPEs em julho só é inferior, em 2023

 

As micro e pequenas empresas (MPEs) são o carro-chefe da criação de empregos com carteira assinada no país. Em julho, 79,8% das vagas abertas no Brasil foram absorvidas pelos pequenos negócios. Isso representa 113,8 mil postos de trabalho de um total de 142,7 mil. O levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e obtido em primeira mão pela Agência Brasil. Esse montante representa uma média de 3.670 vagas formais geradas a cada dia.

O volume total criado pelas MPEs é quase seis vezes maior que o número de contratações das médias e grandes empresas (MGEs), que concentraram 13,5% das vagas criadas (19.229). Os demais segmentos são instituições sem fins lucrativos (3.813), pessoas físicas (6.032) e administração pública (-200).

No levantamento do Sebrae, são consideradas microempresas as firmas com até nove empregados (agropecuária, comércio e serviço) ou 19 funcionários (indústria e mineração). Pequenas empresas são as que têm até 49 trabalhadores (agropecuária, comércio e serviço) ou 99 empregados (indústria e mineração).

O estudo leva em conta dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo de julho foi o sétimo resultado positivo seguido. A última vez que as MPEs tiverem um mês com mais demissões que admissões foi em dezembro, mês em que a economia costuma ter perda de emprego, por concentrar o término de contratos temporários relacionados à demanda das festas de fim de ano.

O índice alcançado pelas MPEs em julho só é inferior, em 2023, ao registrado em janeiro, quando elas foram responsáveis por 81% das contratações.

Os principais motores da abertura de trabalho nas MPEs, em julho, foram os setores de serviços (46,7 mil vagas), construção (26,1 mil vagas) e comércio (25 mil vagas). As atividades que mais se destacaram foram construção de edifícios (8,6 mil vagas), restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (5,8 mil), e transporte rodoviário de carga (4,4 mil).

AgênciaBrasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Líder do governo no Congresso e presidente do PT divergem sobre reforma adminsitrativa

SNAI prioriza o legado do modo petista de governar | Partido dos  TrabalhadoresFoto: Reprodução

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou na noite desta terça-feira que a reforma administrativa e nenhuma outra medida de corte de gastos é pauta prioritária para o governo Lula.

“Isso não é pauta do governo. Essa reforma, o que estava proposto, nem o Bolsonaro queria enviar. É uma espécie de alma penada que perambula pela Câmara. Nós acabamos de votar o regime fiscal, para que reforma administrativa? Ele tem o direito de defender (Lira) e eu tenho o direito de ser contra. A reforma administrativa não é pauta prioritária para o governo nem para o país. O governo não tratou desse tema com Lira”, afirmou.

Já a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, foi a uma rede social para criticar a reforma, que foi defendida pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto:

“Agora você (Campos Neto) vem com a cantilena da reforma administrativa. Mais uma vez o mercado financeiro querendo impor a sua pauta como se conhecesse a realidade brasileira. Até aqui erraram todas as previsões. É muita arrogância e prepotência”, disse Hoffmann.

Guimarães, porém, diz que não conversou com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a reforma, nem a possibilidade de pautar um projeto de supersalários. Questionado se nenhuma outra medida de redução de gastos seria pauta do governo, o líder disse são “interesses da Faria Lima”.

“Já que o mercado está falando que tem que ter corte de gastos, vamos perguntar à população. Cortar gastos onde? No Bolsa Família, salário mínimo? Virou um discurso sem nexo com a realidade. Estamos muito bem obrigado sem penalizar os servidores do país. Vai levar em conta só os interesses da Faria Lima? Tem que levar em conta os interesses do país”, disse.

Cerca de 25 frentes parlamentares publicaram cartas de apoio à reforma administrativa, o que deu força para o presidente da Arthur Lira (PP-AL) defender a retomada da proposta na Casa.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Após duas tentativas frustradas, CPI deve ouvir sócios e diretores da 123milhas nesta quarta

Tragédia anunciada: 123 Milhas segue a trajetória da Hurb - Uai TurismoFoto: Reprodução

Sócios, diretores e ex-diretores da 123milhas devem depor nesta quarta-feira (6) na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga pirâmides financeiras com criptomoedas na Câmara dos Deputados. Como já ouve duas tentativas frustradas de ouvir os responsáveis pela empresa, o presidente do colegiado, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), solicitou na semana passada a condução coercitiva dos irmãos Ramiro Soares Madureira e Augusto Julio Soares Madureira, no caso de faltarem novamente à sessão.

Além dos irmãos, são esperados na comissão:

• Tânia Madureira — sócia da empresa HotMilhas, do mesmo grupo da 123milhas;
• Marcos Brandão — ex-vice-presidente de governança e gestão da 123milhas;
• Roger Duarte Costa — gerente de prevenção a fraudes da 123milhas; e
• Matheus Divino — gerente de planejamento, orçamento e controle da 123milhas.

Eles devem explicar a suspensão da emissão de passagens aéreas já compradas pelos consumidores, anunciada pela companhia no último dia 18 de agosto.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Governo diz que 7 de Setembro é ‘de todos’ e oposição aposta no ‘fique em casa’

7 de Setembro: desfile com mais de 2 mil militares e estudantes do DF —  Secretaria de Comunicação SocialFoto: Reprodução

As comemorações da Independência do Brasil têm como pano de fundo a disputa política entre o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a base aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Enquanto o presidente e o entorno político dele sustentam um discurso de que o 7 de Setembro é uma data “de todos” os brasileiros, a oposição pede para que os apoiadores fiquem em casa com o objetivo de esvaziar a festa organizada pela gestão petista.

O tom da oposição é de descontentamento com as Forças Armadas. O senador Magno Malta (PL-ES), por exemplo, afirmou que os militares “hoje fazem continência para bandido, junto com o MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], junto com a CUT [Central Única dos Trabalhadores], dando continência para bandido, para ex-presidiário”.

Na mesma linha, o senador Jorge Seif (PL-SC) repercutiu nas redes sociais o movimento. “E aí, vai mesmo prestigiar o 7 de Setembro? Vai permitir que seu filho seja comprado por 0,5 pontos na média para ir ao desfile? Os mesmos que traíram seu povo em 08/01? Os mesmos que prestam continência a Lula e Maduro? Certamente não”, publicou.

Em uma outra frente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estimula uma manifestação pacífica a partir da doação de sangue. “Lula está desesperado com o 7 de Setembro, primeiro porque nunca foi patriota, e segundo porque não reúne meia dúzia de pessoas de forma espontânea. Por isso, quero fazer um convite a todos para doar sangue em apoio ao 7 de Setembro. Como é feriado, faça a doação no dia 6 de setembro. Ajude quem precisa e mostre a todos que a nossa união é vital para o Brasil. Participe deste grande ato cívico”, publicou.

Apesar do incentivo ao esvaziamento, a avaliação da inteligência do governo federal aponta para outro grupo de apoio a Bolsonaro que estimula a ida à Esplanada para vaiar Lula e as Forças Armadas.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.