Brasil

VÍDEO: Em culto, Michelle Bolsonaro chora e fala em perseguição e injustiça

Na semana em que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), fechou um acordo de delação premiada com a Polícia Federal, a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro participou de um culto em Brasília onde chorou e falou em perseguição e injustiça. Acompanhada de Bolsonaro, Michele subiu ao altar da igreja nesta quinta-feira (7) para orar com os coberta com a bandeira do Brasil nas costas.



“Primeira vez que eu olhei a bandeira do Brasil cair no chão, porque é tão vivo, é tão forte. Mas, amados, a gente não pode perder a esperança. Nossa esperança está em Cristo Jesus. Eles vão nos atacar. O Senhor não nos prometeu que seria fácil. O Senhor falou que nós seríamos perseguidos. Todos aqueles que tivessem Cristo como o Senhor salvador seriam perseguidos. E nós estamos sendo perseguidos e injustiçados, mas eu sei em quem eu tenho crido“, disse, em lágrimas, a ex-primeira-dama.

O Antagonista

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Brasil

PISTOLA DA PRF: Novo radar é “metralhadora de multas” e autua 30 carros por minuto

Divulgação


Um equipamento capaz de identificar até três veículos por segundo – em velocidade de até 322 km/h e distância de até 650 metros – foi adotado pelos agentes de trânsito. Por minuto, ele é capaz de disparar até 30 autuações.

O radar tipo “pistola” não é uma novidade no Brasil, mas a nova e moderna ferramenta promete ser uma “metralhadora de multas”.

O modelo do dispositivo eletrônico móvel chama-se Trucam e possui formato de pistola, com mira a laser e sensor de presença. A fabricante Lasertech Brasil afirma ser fornecedora oficial de sensores a laser para a agência espacial norte-americana (Nasa).

Como funciona o novo radar

O radar é capaz de diferenciar os veículos por tamanho, de forma automática, e multá-los individualmente, em função da velocidade-limite regulamentada para cada categoria. Ele pode identificar até três veículos por segundo, sejam eles motos, carros, ônibus ou caminhões.

O equipamento mede a velocidade, calcula a distância entre cada veículo, produz evidência fotográfica e vídeo do infrator, realiza levantamentos estatísticos, quantitativos e classifica os dados obtidos.

Limitações do equipamento

Existem limitações para o uso do super-radar. De acordo com a Resolução 798 do Conselho Nacional se Trânsito (Contran) a distância entre dois radares, sejam eles do modelo que for, deve ser de, no mínimo, 500 metros nas cidades e também em trechos de vias rurais com características de via urbana.

Saiba mais: 

Metrópoles

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Brasil

Governo quer nova regra para saque-aniversário do FGTS

Foto: Agência Brasil.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, encaminhou à Casa Civil um projeto que autoriza trabalhadores demitidos a partir de 2020, e que aderiram ao chamado saque-aniversário, a retirarem o saldo remanescente da conta do FGTS. Ou seja, de forma retroativa, já que o saque da totalidade dos recursos, é proibido por dois anos pelas regras que criaram essa modalidade de retirada.

O impacto da medida para o FGTS seria de R$ 14 bilhões. Esse é o potencial de recursos que poderiam ser injetados na economia, conforme estimativas da Caixa Econômica Federal repassadas ao governo.

Há duas modalidades de saque do FGTS. A original se chama saque-rescisão, que permite a retirada completa do saldo por trabalhadores com carteira assinada demitidos. No governo de Jair Bolsonaro, em 2019, foi criado o saque-aniversário, que permite a retirada de uma pequena parte do saldo, em um determinado mês do ano, mas com o bloqueio por dois anos do saque total, em caso de demissão.

Ou seja, ao aderir ao saque-aniversário ele fica proibido de aderir ao saque-rescisão. Em caso de demissão sem justa causa nesse período, o trabalhador recebe apenas a multa de 40% sobre o saldo do FGTS.

Confira mais detalhes na matéria de Geralda Doca, O Globo

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Mentira de Lula sobre perda do dedo foi ‘brincadeira’, diz Secom

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil.

Viralizou uma suposta contradição de Lula sobre a perda de seu dedo mínimo. Diferente do que relata a biografia do presidente da República, atribuindo a deficiência a um acidente de trabalho, Lula surgiu durante evento, no palácio do Planalto, dizendo que, na verdade, perdeu a parte do corpo porque era catador de siri.

“Eu só queria dizer para vocês que, além de pescador, eu fui catador de siri e fui catador de caranguejo. Quem não acredita nisso, esse dedo aqui eu perdi pegando um caranguejo, lá em Pernambuco. Essa é a prova da minha relação com vocês.”

Foi só o presidente mencionar a experiência no mar, até então desconhecida, para que vídeos contrapondo as diferentes versões sobre a perda do dedo mínimo começassem a surgir na internet. “O cara mente muito”, afirmou uma das edições do conteúdo.

Ao Estadão, a Secretaria de Comunicação Social da presidência afirmou que a fala recente foi uma piada: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho, em 1964, conforme ele já detalhou em diversas entrevistas concedidas ao longo da trajetória política”.

Deborah Sena, Diário do Poder

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Cheio de nada e sem povo na rua, diz Moro sobre 7 de Setembro

Público 7 de setembroFoto: Paulo Silva Pinto/Poder360

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) escreveu em seu perfil no X (ex-Twitter) que o desfile do 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), foi “vazio e cheia de nada”.

Na opinião do ex-juiz federal, a baixa adesão de público no evento reflete uma falta de entusiasmo da população com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Serve para lembrar que precisamos retomar luta vibrante, mas pacífica pela independência”, declarou.

Poder360

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Vaquinha para motorista que atropelou ator Kayky Brito já arrecadou mais de R$ 150 mil

Fotos: reprodução/Instagram

Uma vaquinha online criada por Diones da Silva, o motorista de aplicativos que atropelou o ator Kayky Brito no Rio de Janeiro na semana passada, já tinha arrecadado mais de R$ 150 mil até as 19h40 desta quinta-feira (7).

Pela manhã, o valor levantado estava em cerca de R$ 30 mil.

A meta de arrecadação era também de R$ 30 mil, destinados a arcar com o “o prejuízo do carro, a franquia do seguro, a prestação do carro, a mensalidade do seguro, e despesas com meus filhos até o carro ficar pronto e eu voltar a trabalhar novamente”, de acordo com a descrição feita pelo próprio Diones no link para colaborações.

O motorista divulgou, pela manhã, um vídeo em seu perfil no Instagram – onde tinha feito apenas três publicações em pouco mais de dois anos – divulgando a vaquinha para colaborações.

O carro de Diones ficou destruído após o acidente. Ele afirma que era o seu veículo de trabalho e que, sem poder usá-lo, não tem como arcar com os custos.

Em sua postagem, Diones agradece as mensagens de apoio que tem recebido e deseja melhoras a Kayky Brito.

“Não têm sido dias fáceis, não tenho conseguido dormir”, diz.

“Estou torcendo muito para que o Kayky se saia dessa logo e volte para a família dele, pro seu filhinho. É o que eu mais quero, porque eu também sou pai, tenho dois filhos.”

CNN Brasil

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Defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de Bolsonaro, pede liberdade provisória a Moraes

https://www.blogdobgpb.com.br/wp-content/uploads/2023/09/v-768x512-1.webpFoto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

A defesa do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, Mauro Cid, afirmou que pediu a liberdade provisória do militar ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A solicitação foi feita após Cid e a Polícia Federal assinarem um acordo de delação premiada

O documento ainda deve ser homologado pelo STF. O R7 apurou que Moraes vai decidir se homologa ou não a delação depois que o Ministério Público Federal (MPF) analisar os termos e assegurar o acordo.

Cid prestou um novo depoimento à Polícia Federal na semana passada no inquérito sobre a conduta do hacker Walter Delgatti Neto na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça e na inserção de documentos falsos, entre eles alvarás de soltura, no Banco Nacional de Mandados de Prisão.

R7

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Polícia Federal aceita delação premiada de Mauro Cid

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A Polícia Federal aceitou fechar um acordo de delação premiada com Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo o blog da jornalista Andréia Sadi, no g1. Cid deu depoimentos à PF nos últimos 20 dias. O Ministério Público Federal (MPF) ainda precisa ser ouvido sobre quais as condições para o acordo ser firmado.

Além disso, a delação premiada só passa a valer após homologação (aval) do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em 28 de agosto, Cid passou mais de 10 horas depondo na sede da PF, em Brasília, no âmbito da investigação que apura a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo hacker Walter Delgatti Neto, para desacreditar o sistema judiciário brasileiro. Naquela altura, o acordo já vinha sendo negociado.

Não há, ainda, informações sobre qual será o foco da delação, isso porque Cid é investigado em mais de um caso.

Além do caso envolvendo o hacker Walter Delgatti, a Polícia Federal também investiga a participação de Cid em uma suposta fraude de carteiras de vacinação de Bolsonaro e da filha de 12 anos do ex-presidente; participar da tentativa de trazer de maneira irregular para o Brasil joiais recebidas como presente da Arábia Saudita; tentar vender ilegalmente presentes dados ao governo federal por delegações estrangeiras; e por envolvimento em tratativas sobre um possível golpe de estado.

g1, blog da Andréia Sadi

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Ana Moser diz que saída do ministério do Esporte foi decisão política e dispara: “abandono do esporte”

presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comunicou decisão pela exoneração na tarde desta quarta-feira (6), no Palácio do Alvorada. (Foto: Reprodução )

 

A ex-ministra do Esporte Ana Moser afirmou à rede de TV CNN, nesta quinta-feira (7), que sua saída do Ministério do Esporte foi uma decisão política e representa um abandono do esporte no país.“Foi uma decisão política, pena para o esporte. É um abandono do esporte, mas faz parte da política”, afirmou a ex-jogadora da seleção de vôlei à reportagem no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. 

Em nota, o Planalto afirmou na quarta-feira que os deputados federais André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) aceitaram o convite para assumir, respectivamente, os ministérios do Esporte e dos Portos e Aeroportos. Com a mudança, Ana Moser deixa a pasta assumida por Fufuca.

A ex-ministra já havia dito, em nota divulgada na quarta-feira (6), que via “com tristeza e consternação a interrupção” da política que vinha tocando à frente da pasta, que classificou como inclusiva, democrática e igualitária. A nota foi divulgada na noite desta quarta-feira (6) após deixar o cargo.

Ela lamentou que “as promessas de campanha [de Lula], de um esporte para toda a nação, tenham tido tão pouco tempo para que se desenvolvessem na retomada da gestão do Ministério”. “Tivemos pouco tempo para mudar a realidade do Esporte no Brasil”, disse Moser.

“A ministra e a equipe do Ministério do Esporte vão continuar trabalhando e contribuindo para a política pública de esporte no Brasil, mantendo o sonho de todos que acreditaram no trabalho deste grupo”, continuou o texto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comunicou a ela sua decisão pela exoneração na tarde desta quarta-feira (6), no Palácio do Alvorada. Na ocasião, Moser apresentou ao presidente as ações implementadas, disse a nota.

CNN

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Sócio da 123milhas diz que passagens foram suspensas após preços não seguirem previsões

(Foto: Reprodução / Imagem compartilhada pelo WhatsApp)

Um dos donos da 123milhas, Ramiro Madureira, disse nesta quarta-feira (6) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Pirâmides Financeiras que a empresa teve que suspender a emissão de passagens aéreas da linha promocional, iniciada em abril de 2022, porque os preços das passagens não se comportaram conforme o previsto. Ele afirmou também que o produto dependia de um fluxo de novas compras no site, que teria sido menor que o esperado.

“Acreditávamos que o custo do ‘promo’ diminuiria com o tempo, à medida que ganhávamos eficiência na tecnologia de sua operação e que o mercado de aviação fosse se recuperando dos efeitos da pandemia. Uma tendência que projetamos à época e que se revelou precisamente o oposto”, declarou. “Ao contrário do que prevíamos, o mercado tem se comportado permanentemente como se estivesse em alta temporada. E isso abalou os fundamentos não só do ‘promo’ quanto de toda a 123milhas.”

Os advogados do empresário fizeram questão de esclarecer que a dependência de novas receitas não estaria ligada à linha promocional, mas aos demais produtos vendidos. A audiência ouviu 10 pessoas em seis blocos durante quase 16 horas.

Ramiro Madureira disse que confia na continuidade da empresa, que agora está em recuperação judicial. Segundo ele, é preciso que a 123milhas continue funcionando para que os 150 mil consumidores que viajariam agora em 2023 sejam ressarcidos dentro do plano de recuperação, que será discutido com os credores. Ele afirmou que quem comprou passagens para 2024 também estará incluído no plano, mas que ainda não sabe quantos são.

Compensação aos clientes
Na semana que vem, segundo o empresário, será feita uma reunião com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) do Ministério da Justiça para negociar um acordo para a compensação dos clientes.

Ele informou que deverão ser organizadas prioridades para clientes que precisam viajar por problemas de saúde, por exemplo. Ramiro Madureira disse ainda que devem ser feitas mais demissões nas empresas do grupo. A 123milhas teria hoje 1.300 funcionários, e foram demitidos cerca de 400 na crise atual.

A empresa suspendeu a venda de passagens e pacotes da linha promocional em 18 de agosto e disse que compensaria os clientes com vouchers. Com a reação negativa de consumidores e autoridades públicas – além de movimentos de antecipação de créditos por parte de bancos e outros financiadores – a empresa, segundo Ramiro, resolveu pedir a recuperação judicial para manter o negócio.

Compra de milhas
O presidente da CPI, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), quis saber por que clientes que venderam milhas para a empresa através da Hotmilhas (uma associada do grupo) também não receberam pela transação. Isso porque Ramiro afirmou que a empresa apenas fazia a intermediação entre quem vendia e quem comprava milhas.

O empresário não teria respondido à pergunta diretamente e acabou sendo orientado pelo advogado a deixar de responder, com base em habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O instrumento dá ao depoente o direito de não responder nada que o incrimine.

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Tomada de depoimento.
Reunião desta quarta-feira da CPI das Pirâmides Financeiras

Também em depoimento na CPI, a dona da Hotmilhas, Tânia Madureira, disse que a empresa tem um estoque de cerca de 500 milhões de milhas não utilizadas de 15 mil pessoas. A ideia é negociar a devolução disso durante a recuperação judicial.

O relator da CPI, deputado Ricardo Silva (PSD-SP), mostrou várias promoções da 123milhas, como passagens para Nova York ida e volta a R$ 1.089, e questionou se os sócios da empresa teriam lucrado com isso. Ramiro, por orientação do advogado, também ficou em silêncio.

Mais tarde, ele respondeu que esses preços eram “exceções”. “Aquilo ali era pontual. De forma geral, do preço que nós pegávamos da nossa tabela de dados, que a gente via como estava o comportamento do preço, nós abaixávamos dentro da curva. Achávamos que veríamos a janela de oportunidade de emissão, de 20% a 35% abaixo do que foi vendido”, disse Ramiro Madureira.

O empresário explicou que, pela sua experiência, a janela para emissão de passagens mais baratas ocorria entre 30 e 45 dias antes da viagem.

Linha promocional
O sócio da 123milhas afirmou na audiência que, além de depender da curva de preços e do fluxo de novas compras, a linha promocional também contava com uma redução da necessidade de marketing, que foi a única parte que correspondeu ao esperado. Mas o relator disse que a empresa teria gasto mais de R$ 1 bilhão em publicidade no ano passado, o que foi negado por Ramiro.

O empresário também disse várias vezes que a linha promocional era apenas 15% do negócio, o que foi questionado pelo deputado Caio Vianna (PSD-RJ). “Não faz sentido. Se o senhor tinha saúde financeira, com suas finanças saudáveis. E aí o senhor chega nesse ponto, pedindo uma recuperação judicial, dizendo que era um percentual pequeno da operação. Se era um percentual pequeno, o senhor tinha caixa suficiente para pagar isso”, disse o parlamentar.

Para o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), o modelo de negócios da empresa é irregular. “Mas eu tenho certeza absoluta, depois de tudo o que o senhor respondeu, da forma agressiva de marketing, da captação de clientes, do produto totalmente insustentável na sua empresa, dos problemas que ocorreram desde o ano passado, que os senhores fizeram uma grande pirâmide financeira.”

Logo no início da audiência, o empresário pediu desculpas pelos transtornos causados aos clientes. Ele lembrou que a empresa tem 14 anos de atuação, sendo 7 anos sob a marca 123milhas e que, apenas em 2021, foi responsável por 10% das passagens emitidas no País.

Blog do BG PB

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