Polêmica

MPRN diz que não cometeu erro em caso de paraibano preso por engano



					MPRN diz que não cometeu erro em caso de paraibano preso por engano
Homem é preso por engano na Paraíba após confusão de identidade com condenado no RN – Foto: Divulgação. Gustavo Demétrio

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (PMRN) informou, nesta sexta-feira (20), que não houve erro da instituição no caso do paraibano que ficou preso por engano no lugar de um homem condenado por roubo qualificado pela Justiça do Rio Grande do Norte. Segundo o órgão, a troca de identidade ocorreu porque o verdadeiro autor do crime se apresentou com os dados do homônimo durante a prisão e o interrogatório.

Ao Jornal da Paraíba, o MPRN explicou que, no momento da prisão em flagrante e do interrogatório, o acusado se identificou voluntariamente como José Wellington Alves de Lima, fornecendo dados pessoais que foram registrados pela autoridade policial e usados como base para a denúncia.

De acordo com o MPRN, à época dos fatos, em 2021, o homem declarou estar em situação de rua e afirmou não possuir documentos formais. Com isso, o sistema de Justiça passou a considerar apenas as informações prestadas verbalmente, sob compromisso legal. A divergência de dados, segundo o órgão, teve origem exclusivamente nessa autodeclaração.

O caso veio a público após a prisão indevida de um homônimo na Paraíba. José Wellington ficou três dias preso no lugar do condenado. Ele é funcionário do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Itabaiana e foi detido enquanto estava de plantão no trabalho. Ele não tinha passagens pela polícia.

Paraibano preso por engano vai pedir indenização de até R$ 70 mil

O paraibano José Wellington Alves de Lima vai entrar na Justiça com um pedido de indenização por danos morais de até R$ 70 mil contra o estado do Rio Grande do Norte. As informações foram cofirmadas ao Jornal da Paraíba pelo advogado dele.

A ação será baseada no mandado de prisão expedido com os dados pessoais de José Wellington, embora os crimes tenham sido cometidos por um homônimo que segue foragido.

A defesa afirma que José Wellington nunca teve passagens pela polícia e que a prisão indevida causou prejuízos que precisam ser reparados.

O Jornal da Paraíba procurou a Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte, mas não obteve resposta até a última atualização da reportagem.

Momentos de agonia, relata paraibano

Em entrevista para a TV Cabo Branco, José Wellington disse que no período em que ficou preso, ele só pensava na família e nos filhos, e eventuais desdobramentos nos dois trabalhos que ele tem. Tanto no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) quanto em um lava-jato próprio.

“Só pensava na minha família, nos meus filhos, em como eu vou pagar por uma pena, por um crime que não cometi? Pensava nisso também, como que iria ficar minha vida, meu trabalho? Eu trabalho como vigilante no Samu e também tenho um lava-jato. Como iria ficar? Como iria ficar minha casa? Quem iria fazer as coisas?”, disse.

José Wellington tem filhos e é casado, e disse que a família foi o pilar para conseguir passar por aquele momento. Quando ele saiu da prisão, foi recebido com festa por amigos e parentes. O primo dele, Wanderson Rodrigues, explicou como foi a reação deles quando ele foi preso.

“A gente ficou sem entender, todo mundo se sensibilizou, até na saída dele tinha muita gente. A cidade toda ficou muito feliz com o que aconteceu (a saída). Todo mundo na rua, no Carnaval, passou por a gente dizendo que estava torcendo por ele, porque na verdade não sabemos como aconteceu esse erro”, contou.

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Saúde

Saúde descarta R$ 108 milhões em vacinas e medicamentos; parte ainda estava dentro da validade

Foto: Aline Massuca/Metrópoles

O Ministério da Saúde incinerou mais de R$ 108,4 milhões em vacinas, medicamentos e insumos ao longo de 2025. Desse total, 17,1% — cerca de R$ 18,5 milhões — ainda estavam dentro do prazo de validade no momento do descarte, segundo dados obtidos via Lei de Acesso à Informação.

As informações são da coluna de Tácio Lorran, do Metrópoles. Entre os itens inutilizados estão medicamentos de alto custo, como anticorpos monoclonais usados no tratamento de câncer, além de vacinas contra a dengue e insumos adquiridos por decisão judicial. Há casos de produtos com validade até 2050 que também acabaram incinerados. Apesar da redução em relação aos anos anteriores, o volume segue acima do período pré-pandemia.

Nos três primeiros anos do atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o montante descartado já chega a R$ 2 bilhões — valor mais de três vezes superior ao registrado em todo o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando foram incinerados R$ 601,5 milhões. O pico ocorreu em 2023, com R$ 1,3 bilhão em perdas.

Após auditoria, a Controladoria-Geral da União apontou falhas na gestão de estoques e recomendou medidas para melhorar controle, logística e monitoramento. O ministério afirma que as recomendações já foram cumpridas ou estão em fase final de execução e nega desperdício, alegando ressarcimento em casos de não conformidade técnica.

Segundo a pasta, a taxa de incineração em 2025 correspondeu a 1,48% do estoque total, com meta de redução para 1% em 2026. O governo atribui os descartes a fatores como judicialização, mudanças em protocolos médicos, variações epidemiológicas e exigências sanitárias que impedem o reaproveitamento de medicamentos devolvidos.

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Política

CPI mira STF e quer ouvir Toffoli, Moraes e familiares sobre caso Banco Master


Foto: STF

A CPI do Crime Organizado no Senado deve analisar, na próxima quarta-feira (25), uma série de requerimentos que colocam ministros do Supremo Tribunal Federal no centro das investigações sobre o Banco Master. Entre os pedidos estão convites para que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes prestem esclarecimentos sobre possíveis ligações com o conglomerado financeiro.

A comissão também analisa quebras de sigilo e convocações de sócios e executivos da instituição, incluindo o proprietário Daniel Vorcaro. Parlamentares da oposição ainda apresentaram requerimentos envolvendo familiares dos ministros, como a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Moraes, citada em pedidos relacionados a contrato firmado entre o banco e seu escritório.

Outro ponto sensível envolve o resort Tayayá, anteriormente ligado a familiares de Toffoli e posteriormente vendido a fundo associado a Vorcaro. As conexões comerciais motivaram questionamentos e contribuíram para a substituição de Toffoli na relatoria do caso no STF, que passou ao ministro André Mendonça.

A pauta inclui ainda convite ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para esclarecer a liquidação extrajudicial do banco e uma reunião fora da agenda entre Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teria contado com a presença de Rui Costa e Guido Mantega.

Além dos requerimentos, a CPI deve ouvir o ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, preso sob acusação de ligação com o Comando Vermelho. A comissão promete avançar sobre contratos, relações empresariais e possíveis desdobramentos políticos do caso.

Com informações da CNN

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Brasil

Fim da escala 6×1 pode gerar rombo bilionário e pressionar indústria, alerta entidade

Foto: Drazen Zigic/Freepik/Arquivo

A possível substituição da escala 6×1 por uma jornada semanal menor pode provocar um impacto de até R$ 178,8 bilhões por ano nos custos da indústria brasileira, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. De acordo com o levantamento, caso a carga horária seja reduzida para 36 horas semanais sem corte salarial, a folha de pagamento do setor pode subir 25,1%.

Em um cenário intermediário, com jornada de 40 horas, o impacto financeiro projetado varia entre R$ 58,3 bilhões e R$ 87,5 bilhões anuais, representando aumento de 7,4% a 11,2% nos custos com mão de obra. A entidade afirma que a mudança pode pressionar margens, encarecer produtos e reduzir a competitividade da indústria nacional.

Segundo a Abimaq, cerca de 80% das empresas do setor operam atualmente com jornada de 44 horas semanais no sistema 5×2. Para a associação, qualquer redução de carga horária sem ajuste proporcional de salários tende a gerar efeito cascata, com risco de demissões e até fechamento de empresas.

A discussão ocorre em meio a comparações internacionais, já que países da União Europeia adotam jornadas médias entre 36 e 40 horas semanais, geralmente com mecanismos de compensação negociados entre empresas e sindicatos. No Brasil, embora o limite legal seja de 44 horas, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que a média efetiva trabalhada costuma ser inferior ao teto.

A entidade também chama atenção para a baixa evolução da produtividade no setor, que teria crescido, em média, 0,2% ao ano entre 1981 e 2024. O tema deve ganhar força nas negociações coletivas, que já registram milhares de acordos tratando de prorrogação ou redução de jornada.

Com informações do R7

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Brasil

Justiça absolve homem de 35 anos acusado de estupro de menina de 12 por ‘vínculo afetivo consensual’

Foto: Mirna de Moura/TJMG

A decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos gerou forte reação de parlamentares e entidades de defesa da infância.

Por maioria, a 9ª Câmara Criminal derrubou a condenação de primeira instância, que havia fixado pena de nove anos e quatro meses de prisão. O relator, desembargador Magid Nauef Láuar, entendeu que havia um “vínculo afetivo consensual” entre o réu e a vítima, com conhecimento da família, apontando “peculiaridades” do caso ocorrido em Indianópolis, no Triângulo Mineiro. O processo tramita em segredo de Justiça.

A legislação brasileira tipifica como estupro de vulnerável qualquer ato sexual com menor de 14 anos, independentemente de consentimento — entendimento consolidado em súmula do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em nota, o Ministério Público de Minas Gerais afirmou que a lei estabelece presunção absoluta de vulnerabilidade e informou que avalia medidas cabíveis. A Defensoria Pública de Minas Gerais, autora do recurso que levou à absolvição, disse ter atuado na garantia da ampla defesa. O TJMG declarou que não comentará o caso.

Reação política e institucional

A decisão foi criticada por parlamentares de diferentes espectros. A deputada Erika Hilton afirmou que acionará o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Já o deputado Nikolas Ferreira disse que o tribunal criou uma exceção ilegal à norma.

Após a repercussão, ao menos três projetos de lei foram apresentados na Câmara para reforçar que o consentimento é juridicamente irrelevante em casos envolvendo menores de 14 anos. Propostas de Duda Salabert e Henrique Vieiradefendem a uniformização da aplicação da lei.

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, a Rede Nacional de Conselheiros Tutelares e o Instituto Liberta também repudiaram a decisão, classificando-a como retrocesso. As entidades afirmam que a relativização da vulnerabilidade pode favorecer a naturalização da violência sexual infantil e esperam que o STJ reverta o entendimento.

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Paraíba

Após arquibancada ceder, Carnaval Tradição 2026 ocorre neste fim de semana em JP

(Secom-JP/Divulgação)

O Carnaval Tradição 2026 será realizado neste sábado (21) e domingo (22), no Centro de João Pessoa. O evento teve que ser remarcado após parte da estrutura da arquibancada ceder na última segunda-feira (16).

Uma das saídas de emergência ficou parcialmente obstruída, configurando risco ao público. Após uma nova vistoria técnica, a estrutura foi remontada e liberada, com todos os protocolos de segurança revisados.

As agremiações dos grupos A e B desfilam de forma competitiva ao longo dos dias de programação. Além disso, seis maracatus convidados participam do evento, sem concorrer às premiações.

No sábado, desfilam representando as Ala Ursas: Urso Jamaica, Urso da Paz, Urso Macaco Louco, Urso Selvagem, Urso Santa Cruz, Urso Gorila Louco, Urso Celebridade e Urso Sem Lenço Sem Documento.

Já no domingo, a abertura do desfile fica por conta dos convidados Maracatu Quilombo Nagô, Urso Negro e Urso Maluco Xegooh. Em seguida, entram na avenida as agremiações: Urso Anos Dourados, Urso Alpha, Urso Treme Terra, Urso Preto, Urso Folião, Urso Alegria do Panda, Urso Canibal, Urso Pardo e Urso Gavião.

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Polêmica

Lei do Gabarito: MP aponta contradição da prefeitura em novos argumentos ao STF



					Lei do Gabarito: MP aponta contradição da prefeitura em novos argumentos ao STF
Angélica Nunes

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) novos argumentos para que seja mantida a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) que declarou inconstitucional o artigo 62 da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) de João Pessoa. O dispositivo flexibilizava as regras de altura para construções na orla da capital.

O novo pedido, ao qual o blog Conversa Política teve acesso, foi encaminhado pelo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans, nesta sexta-feira (21), ao ministro Edson Fachin, presidente do STF. Ele é o relator de uma ação movida pela prefeitura para tentar ‘ressuscitar’ o dispositivo.

MP rebate tese de vácuo normativo com movimentação da prefeitura

Um dos pontos questionados pelo MP é o argumento da prefeitura de que a revogação do artigo gerou um ‘vácuo normativo‘. Na manifestação, o procurador destaca que o próprio prefeito Cícero Lucena (MDB) reconheceu a inconstitucionalidade do dispositivo ao editar a Medida Provisória nº 82/2025.

Além disso, o MP lembra que, no intervalo de cerca de três meses entre a vigência do atual Plano Diretor (janeiro de 2024) e a entrada em vigor da Luos (abril de 2024), a prefeitura concedeu alvarás e licenças com base no Decreto Municipal nº 9.718/2021, o mesmo que agora afirma não ser aplicável.

“Não existe vácuo normativo, mas mera indisposição do município em cumprir a legislação ambiental. O atual Prefeito, que hoje propala ao STF uma situação normativa insolúvel, já reconheceu que o artigo 62 da LUOS viola o meio ambiente, através do primeiro considerando da Medida Provisória 82/2025, bem como já aplicou o Decreto 9.718/2021 mesmo depois da revogação do antigo plano diretor, precisamente, entre os marcos da revogação e início de vigência da Lei de Uso e Ocupação do Solo”, reitera o procurador.

Na semana passada, o MP expediu recomendação para que o decreto de 2021 seja utilizado pela prefeitura até a edição de uma nova legislação sobre a matéria.

MP diz que prefeitura tenta rediscutir no STF decisão definitiva do TJ

Na manifestação ao STF, o procurador reitera que a decisão do TJPB foi tomada após julgamento definitivo de mérito, e não uma decisão provisória. O acórdão, segundo ele, foi fundamentado em estudos técnicos da Universidade Federal da Paraíba, que comprovaram o avanço indevido do gabarito sobre a faixa costeira protegida pela Constituição Estadual.

Diante disso, o MP afirma que o pedido de suspensão apresentado pela prefeitura não pode ser usado como meio indireto para rediscutir provas e fundamentos já analisados pela Corte estadual.

Retrocesso ambiental e impossibilidade de validar alvarás

No mérito, o Ministério Público sustenta que o artigo 62 da Luos representou retrocesso ambiental, ao alterar a metodologia de cálculo da altura das edificações e permitir prédios mais altos na orla, com impactos diretos sobre ventilação, sombreamento e a paisagem urbana.

Para o órgão, a norma violou o núcleo essencial da proteção ambiental previsto na Constituição da Paraíba. O MP também se posiciona contra qualquer tentativa de convalidar alvarás concedidos com base no dispositivo declarado inconstitucional, lembrando que, em matéria ambiental, não se aplica a teoria do fato consumado.

Ao Conversa Política, a Procuradoria-geral do Município informou que não foi notificada da nova petição do Ministério Público e que deve se posicionar nos autos.

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Paraíba

João viaja para a Europa, e Lucas Ribeiro assume governo do estado pela sexta vez

O governador João Azevêdo transmitiu, na manhã deste sábado (21), o cargo para o vice-governador Lucas Ribeiro, que ficará à frente do Governo da Paraíba durante a ausência do chefe do Executivo paraibano, no período de 22 de fevereiro a 1º de março. Ele fará viagem oficial a Barcelona, na Espanha, e a Lisboa, em Portugal.

Em Barcelona, o chefe do Executivo vai oficializar com a rede Vila Galé a instalação de um hotel 5 estrelas no Centro Histórico da Capital, além de buscar parcerias para fortalecer o Polo de Tecnologia do Sertão.

Já em Lisboa o governador João Azevêdo participa mais uma vez da BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa) com um stand exclusivo da Paraíba em uma das maiores Feiras de Turismo do mundo, e inaugura a Sala Paraíba, uma espécie de rugby de tecnologia em um complexo chamado Muda Portugal, onde as empresas paraibanas que querem abrir mercado na Europa, principalmente na área de tecnologia, tenham o apoio necessário.

 

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Brasil

Após quase 30 anos de acidente aéreo, corpos dos cinco ‘Mamonas Assassinas’ serão exumados

Foto: reprodução

Trinta anos após o acidente aéreo que interrompeu uma das mais rápidas trajetórias de sucesso na música brasileira, os corpos de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, integrantes dos Mamonas Assassinas serão exumados nesta segunda-feira (23).

A decisão foi tomada em comum acordo pelas famílias, que optaram pela cremação e pela transformação das cinzas em adubo para o plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade onde os músicos viviam.

O grupo morreu na noite de 2 de março de 1996, quando o jatinho Learjet 25D, fretado pela banda, caiu na Serra da Cantareira durante uma tentativa de arremetida. Além dos músicos da banda, o acidente vitimou dois tripulantes e dois membros da equipe.

À época, os Mamonas estavam no auge. O único álbum do grupo, lançado em 1995, ultrapassou 1,8 milhão de cópias vendidas em poucos meses, impulsionado por sucessos como Pelados em Santos e Brasília Amarela. A banda encerrava uma turnê nacional e se preparava para gravar o segundo disco e viajar para a Europa.

O velório, realizado no Ginásio Municipal Paschoal Thomeu, reuniu cerca de 30 mil pessoas. O cortejo até o cemitério atraiu mais de cem mil fãs, em uma despedida marcada por emoção, cantos e homenagens. Os músicos foram enterrados juntos, em cerimônia acompanhada apenas por familiares e amigos próximos.

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Brasil

Hotel na Coreia do Sul onde Janja está hospedada cobra até R$ 7,6 mil por diária

Foto: Reprodução/Hoteis.com

A primeira-dama Rosângela da Silva, Janja, está hospedada no Lotte Hotel Seoul, na capital sul-coreana, onde as diárias podem chegar a R$ 7.625. O valor corresponde a uma suíte de 76 metros quadrados, com dois ambientes. Segundo o site do hotel, o quarto mais simples na torre principal custa cerca de R$ 1.750 para um adulto.

Localizado próximo à região de Myeongdong, área central e turística de Seul, o hotel fica cercado por lojas e restaurantes. Janja viajou acompanhada de uma assessora. Integrantes do Palácio do Planalto também estão hospedados no local, mas em outra torre.

A primeira-dama está em Seul desde quinta-feira (19) e integra a equipe precursora responsável por preparar a visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desembarca no país no domingo (22), após compromissos na Índia. Lula e ministros da comitiva também ficarão no mesmo hotel.

Nesta sexta-feira (20), Janja se reuniu com jovens brasileiros residentes na Coreia do Sul que atuam como influenciadores digitais. Ela também tem agenda prevista no Museu Nacional do Folclore da Coreia, onde visitará uma exposição sobre o Carnaval brasileiro, acompanhada da primeira-dama sul-coreana, Kim Hea-Kyung.

Antes da viagem, Janja participou de encontro em São Paulo com representantes da comunidade coreana no Brasil e recebeu de presente um hanbok, traje tradicional do país asiático.

Com informações do Poder360

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