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STF revoga prisão de advogada alvo da Operação Lesa Pátria

STF revoga prisão de advogada alvo da Operação Lesa Pátria
Foto: Reprodução/Flickr

O Supremo Tribunal Federal revogou a prisão da advogada Margarida Marinalva de Jesus Brito (foto). Alvo da Operação Lesa Pátria, Margarida foi presa no dia 27 de setembro, após se entregar na sede da Polícia Federal, em Brasília.

Doutora Nalva, como era conhecida, vinha sendo defendida pela seccional da OAB do Distrito Federal.  Ela foi acusada de recolher celulares dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro para que eles não fossem identificados.

Seu mandado de prisão foi concedido pela Justiça na 17ª fase da Operação Lesa Pátria, que busca identificar pessoas que depredaram, instigaram e financiaram a invasão das sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro.

A defesa de Margarida afirmou que “centenas” de advogados foram para a sede da Polícia Federal no dia 9 de janeiro para “auxiliar” as pessoas que haviam sido presas no dia anterior.

A advogada, de 58 anos, é conselheira da Subseção da OAB de Águas Claras.

O Antagonista

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VÍDEO: Irmã do ministro do STF, Cristiano Zanin, é agredida em São Paulo

A advogada Carolina Zanin, de 42 anos, irmã do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, foi agredida na porta de sua casa na tarde desta segunda-feira (16) em Perdizes, zona oeste de São Paulo. Câmeras de segurança filmaram a ação.

Segundo Carolina, era por volta das 17h30 quando ela saiu de casa para levar seus dois cachorros para passear. Na volta, já no portão do prédio, um homem de camiseta verde, bermuda preta e mochila azul gritou e começou a chutar os cães, da raça corgi, e depois a própria Carolina.

“Eu nunca vi esse cara. Ele olhou para mim e disse: ‘Vou dar um chute em você, vou dar um chute nos seus cachorros’. Eu ainda falei ‘não, imagina’ e fui entrando no meu prédio. Mas aí ele foi chutando”, contou a advogada.

Metrópoles

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Crusoé: Quem é o dono da marca iPhone no Brasil? O STF vai decidir

Crusoé: Quem é o dono da marca iPhone no Brasil? O STF vai decidir

 

O plenário do Supremo Tribunal começou nesta sexta-feira (13) a decidir quem é dono, no Brasil, da marca iPhone. A disputa envolve a IGB Eletrônica, dona da marca Gradiente, e a Apple, que tornou o nome famoso em todo o planeta com seu smartphone, hoje na 15ª geração.

A Gradiente alega que, apesar de a Apple ter um produto internacionalmente conhecido e registrado em outros países, é ela a detentora do pedido mais antigo de registro no INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual.

A empresa brasileira registrou o iPhone em março de 2000 – a concessão da marca , no entanto, só ocorreu em 2008, um ano após a Apple entrar no mercado.

O Antagonista

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Moraes diz que impeachment de Dilma seguiu “regras do jogo”

 

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o país passou por dois processos de impeachment “sem sair das regras do jogo”.

“O Brasil superou dois impeachments, um de um presidente à direita e outro de uma presidente à esquerda, sem sair das regras do jogo”, disse na sexta-feira (6), durante evento promovido pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

“Nesses dois procedimentos por crime de responsabilidade, se somarmos os mandados de segurança no STF, são mais de 100. Todos os partidos, de esquerda e de direita, jogaram pela regra do jogo constitucional, com as impugnações perante o Supremo”, disse.

O Antagonista

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Moraes marca julgamento de segunda ação de inelegibilidade de Bolsonaro

Urgente: Moraes marca julgamento de segunda ação de inelegibilidade de Bolsonaro
Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, marcou para a próxima terça-feira, dia 10 de outubro, o julgamento das ações de inelegibilidade de Jair Bolsonaro relacionada às lives realizadas no Palácio da Alvorada.

As ações foram ajuizadas pelo PDT. Segundo o partido, o ex-presidente da República teria tirado vantagens eleitorais ao utilizar a estrutura palaciana para promover a sua candidatura e de seus aliados.

Como mostramos ontem, essa ação não conta com o endosso do Ministério Público Federal. Em parecer emitido nesta terça-feira (3), o vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet, se manifestou contra a ação de inelegibilidade.

No documento, Gonet, que ainda tenta ser indicado ao cargo de Procurador-Geral da República, afirma que nos autos faltaram “esclarecimentos sobre se os encontros foram exclusivamente realizados com finalidade eleitoral, nem sobre os custos estimados, nem, menos ainda, sobre a repercussão concreta dos encontros no contexto da disputa eleitoral”.

Para o vice-PGE, apesar de um abuso por parte do ex-presidente de utilizar um prédio público para fazer atos de campanha, não há a comprovação do impacto desse ato no processo eleitoral ou se essa ação foi decisiva para obter votos.

“Não há nos autos elementos que permitam, com mínima segurança, afiançar que terem sido essas manifestações de abono produzidas em prédios públicos haja sido fator de impacto substancial sobre a legitimidade das eleições. A indispensável comprovação de um desvio de finalidade qualificado pela consequência da quebra da legitimidade do pleito diante ainda de um concreto comprometimento do equilíbrio entre os competidores eleitorais não se mostra satisfeita”, afirma Gonet.

O Antagonista

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STF tem maioria para condenar mais 5 réus do 8/1

STF tem maioria para condenar mais 5 réus do 8/1
Foto: Adriano Machado/O antagonista

O Supremo Tribunal Federal formou maioria para condenar mais cinco réus pelos atos de 8 de janeiro. O ministro Cristiano Zanin acompanhou o voto do relator, Alexandre de Moraes. Até o momento, são seis votos a favor e nenhum contrário.

A Procuradoria-Geral da República acusa o grupo dos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Moraes votou para impor penas que variam de 12 a 17 anos aos cinco denunciados. Além de Zanin, seguiram o relator os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Rosa Weber.

Os réus são Davis Baek, João Lucas Vale Giffoni, Jupira Silvana da Cruz Rodrigues, Moacir José dos Santos e Nilma Lacerda Alves.

Moacir, de 52 anos, recebeu a pena mais alta, de 17 anos.

O Antagonista

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Maioria do STF determina que Congresso defina regra sobre licença-paternidade

Foto: Felipe Sampaio/STF

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Congresso aprove uma lei para garantir a implementação da licença-paternidade. Pela decisão, o Legislativo tem prazo de 18 meses para criar as regras do benefício.

Por 7 votos a 1, o Supremo entendeu que o Congresso foi omisso quanto ao tema, já que a licença aos pais está prevista na Constituição Federal desde a sua promulgação, em 1988, mas jamais regulamentada. A maioria seguiu o entendimento do ministro Edson Fachin.

O julgamento ocorre no plenário virtual e vai até 6 de outubro, e faltam votar os ministros Nunes Marques, Luiz Fux e Cristiano Zanin. Até o final da sessão, o julgamento ainda pode ser paralisado por pedido de vista ou destaque.

A ação que está sendo analisada pelo Supremo foi apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS) e começou a ser julgada ainda em 2020, mas foi paralisada por um pedido de vista.

No caso, a entidade pede para que o STF fixe um prazo para que o Congresso estabeleça uma regra sobre a licença paternidade — quantidade de dias a que os trabalhadores terão direito, por exemplo.

A Constituição fixou o benefício como um direito dos trabalhadores e estabeleceu que, até o Legislativo elaborar uma lei sobre o assunto, o prazo geral da licença seria de 5 dias.

Quando o caso começou a ser julgado, o relator, ministro hoje aposentado Marco Aurélio Mello, julgou improcedente o pedido. O ministro Edson Fachin, por sua vez, abriu a divergência para julgar a ação procedente e declarar a omissão legislativa, determinando prazo de 18 meses ao Congresso para sanar a omissão

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Barroso assume presidência do STF nesta quinta

Foto: Rômulo Serpa/Ag. CNJ

O novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, vai tomar posse nesta quinta-feira (28) na presidência da Corte. Barroso vai herdar, no cargo, um acervo de 4.889 processos.

Os dados são da área de transparência do tribunal. Pelos números, a maioria destes procedimentos já têm uma decisão — 4.449. Ou seja, agora aguardam um eventual recurso.

A maioria dos casos é de processos que chegam ao tribunal e, pelas regras internas, devem ser enviados diretamente a seu presidente. Nesta classe estão, por exemplo, recursos extraordinários — 4.698 casos.

Depois que passam por uma primeira análise de admissibilidade, estes procedimentos, se aceitos, são distribuídos aos demais ministros. A média de tempo de tramitação destes casos na presidência tem sido de 81 dias.

O comando do Supremo terá na vice-presidência o ministro Edson Fachin, 65 anos.

g1

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STF vai julgar se WhatsApp pode ser suspenso pela Justiça


Foto: Carlos Moura/SCO/STF

A pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a análise sobre a possibilidade de suspensão dos serviços de mensagem, como o Whatsapp, por descumprimento de ordens judiciais, voltará à pauta. Ainda sem data marcada, a análise do caso será reiniciada em sessão presencial. O julgamento era virtual, com término previsto para a próxima sexta-feira (29).

A ação foi proposta em 2016 pelo antigo Partido da República, hoje Partido Liberal (PL), para discutir dispositivos do Marco Civil da Internet. A sigla pediu a inconstitucionalidade da penalidade de suspensão temporária dos aplicativos de mensagem, devido à função social desse tipo de serviço.

Dentre os dispositivos em análise, destaca-se o parágrafo que estabelece que o acesso ao conteúdo de comunicações privadas só pode ocorrer mediante autorização judicial. Além disso, medidas como a suspensão temporária e a proibição do exercício das atividades de empresas que transgridam a legislação e os direitos individuais à privacidade devem ser discutidas.

Esses trechos do Marco Civil da Internet foram utilizados para embasar decisões judiciais que autorizaram o acesso a conversas de mensagens e emitiram ordens para a suspensão do WhatsApp em todo o território brasileiro.

O Antagonista

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Réu do 8 de Janeiro volta a ser preso após xingar ministros do STF

Embora estivesse proibido de usar redes sociais, Marcos Moreira publicou um vídeo em uma rede social com novos ataques aos ministros do STF. Ele chamou os magistrados de “bandidos, criminosos, canalhas e corruptos”. (Foto: reprodução)

 

O empresário Marcos Soares Moreira, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento nos atos extremistas de 8 de janeiro, foi preso novamente neste sábado (23), no Espírito Santo. A informação foi confirmada por fontes ouvidas pela reportagem.

A prisão preventivamente foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, porque o empresário descumpriu medidas cautelares impostas quando ganhou liberdade provisória. A decisão aponta que ele agiu com ‘total desprezo pela Justiça’.

“A possibilidade de restabelecimento da ordem de prisão foi expressamente consignada na decisão que substituiu a custódia por medidas cautelares diversas”, escreveu o ministro. “A notícia de que o acusado descumpriu a medida cautelar a ele imposta por ocasião da concessão de liberdade provisória constitui motivo suficiente para a decretação da prisão.”

Embora estivesse proibido de usar redes sociais, Marcos Moreira publicou um vídeo em uma rede social com novos ataques aos ministros do STF. Ele chamou os magistrados de “bandidos, criminosos, canalhas e corruptos”.

“Não estou com medo. Para mim, é indiferente estar aqui ou lá dentro [da prisão]. Mas eu jamais vou me curvar a vocês, bandidos, que têm o poder da caneta na mão, porém são bandidos. Alexandre de Moraes, Rosa Weber, todos vocês aí são bandidos, vagabundos. Quer me prender, pode prender. Manda o PCC, que vocês apoiam”, afirma na gravação.

R7

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