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Com a popularidade em baixa, governo Lula patina ao tentar reverter rejeição com medidas populares

Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES

Com a popularidade em baixa, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalou que deve lançar no segundo semestre um pacote com medidas no campo social, voltadas sobretudo para o eleitorado de baixa renda.

A edição da pesquisa Genial-Quaest, divulgada na quarta-feira (4), mostrou que a impopularidade do presidente cresceu sobre uma das faixas de público mais fiéis ao petista: aqueles que ganham até dois salários-mínimos.

Por isso, o presidente solicitou à Casa Civil medidas de impacto rápido e direto, sobretudo envolvendo oferta de crédito a baixo custo, e pretende anunciá-las ao longo dos próximos meses.

Na lista, figuram o financiamento de motocicletas a entregadores de comida, um programa de crédito para jovens abrirem seu primeiro negócio e para donas de casa reformarem seus imóveis e o acesso à cesta básica a idosos de baixa renda.

Fora isso, há medidas já anunciadas como a tarifa social de energia elétrica, o vale gás e a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.

O petista também pretende participar de caravanas temáticas promovidas pelas pastas ministeriais. Uma delas é o programa de consultas com especialistas promovido pelo Ministério da Saúde.

O presidente manifestou ainda a intenção de acompanhar vistorias de obras públicas e marcar presença em eventos culturais financiados pelo governo federal.

Segundo relatos à CNN, a avaliação é de que, até agora, o governo Lula 3 não conseguiu pautar o debate público. E tem ficado refém de crises políticas ou de críticas da oposição. Nas palavras de um auxiliar, a gestão não pode “continuar a reboque”.

Nos bastidores, assessores palacianos reconhecem que o episódio do IOF ajudou a manter a popularidade do presidente em baixa, um exemplo do que o governo petista não deve fazer: anunciar medidas sem antes discutir com a cúpula do Congresso Nacional.

CNN Brasil

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PESQUISA ATLAS: Lula perderia para Bolsonaro, Tarcísio e Michelle se eleições fossem hoje

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Se o 2º turno das eleições presidenciais fosse hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perderia para Jair Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas (Republicanos), segundo pesquisa da AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (30).

O estudo também testou confrontos do atual presidente contra os governadoresEduardo Leite (PSDB), do Rio Grande do Sul,Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais. O petista venceria de todos.

Eis os percentuais: 

  • Lula (45,5%) X (47,5%) Jair Bolsonaro (PL)
  • Lula (45,3%) X (49,8%) Michelle Bolsonaro (PL)
  • Lula (45,1%) X (48,9%) Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • Lula (45,2%) X (36,1%) Ratinho Jr. (PSD)
  • Lula (45,2%) X  (39,5%) Romeu Zema (Novo)
  • Lula (45,2%) X (36,1%) Ronaldo Caiado (União Brasil)
  • Lula (44%) X (22,6%) Eduardo Leite (PSDB)

pesquisa AtlasIntel para 2026

A pesquisa foi realizada por Latam Pulse, Bloomberg e AtlasIntel. Os dados foram coletados de 19 a 23 de maio de 2025. Foram entrevistadas via questionários on-line 4.399 pessoas. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.

Poder 360

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VÍDEOS: Oruam, filho de Marcinho VP, lidera protesto por Poze do Rodo e coloca fogo em avenida no Rio

Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, filho de Marcinho VP, considerado um dos líderes do Comando Vermelho (CV), reuniu reuniu motoqueiros em protesto contra a prisão do MC Poze do Rodo, preso na manhã de quinta-feira (29/5) pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) por apologia ao crime e por envolvimento com o tráfico de drogas.

Logo após a prisão de Poze, Oruam compartilhou prints de mensagens trocadas com sua mãe, a empreendedora Márcia Gama. Nos textos, ela pedia para o filho não “dar brecha” porque, segundo ela, a polícia também deseja prendê-lo. Apesar do conselho materno, o rapper tem feito o contrário.

Imagem: reprodução

No início da tarde, ele divulgou que faria “o maior rolê de moto da história do Rio de Janeiro pela liberdade do MC, para mostrar que o povo tem voz”, declarou. Imagens divulgadas nas redes sociais, mostram uma avenida completamente interditada por motociclistas, barricadas e até mesmo fogo e fogos de artifício.

Metrópoles

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Fraude no INSS: TCU manda investigar sindicato ligado a irmão de Lula

O ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), acolheu representação da bancada do Novo no Congresso e determinou uma série de medidas para apurar indícios de fraudes envolvendo o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi), que tem como um dos diretores Frei Chico – irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As irregularidades investigadas dizem respeito a descontos indevidos em aposentadorias e pensões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), 76,9% dos beneficiários que tiveram descontos vinculados ao Sindnapi afirmaram nunca ter autorizado tais cobranças. Além disso, a receita do sindicato aumentou significativamente nos últimos anos, passando de R$ 23 milhões em 2020 para R$ 154 milhões em 2024.

A decisão determina, entre outras ações, uma inspeção específica no Ministério da Previdência, no INSS e na Dataprev. Esse trabalho tem como objetivo acessar as bases de dados e documentos desses órgãos para identificar todas as consignações realizadas nos benefícios previdenciários, os repasses feitos às entidades sindicais, os servidores públicos envolvidos e as medidas efetivas adotadas até o momento para apuração e ressarcimento dos prejuízos causados.

“Entendo necessário que a diligência proposta pela unidade técnica seja ampliada para a investigação quanto a todas as entidades associativas, bem como deve ser realizada inspeção específica para identificar todas as entidades potenciais fraudadoras e os servidores públicos que facilitaram as fraudes, para que sejam apuradas as responsabilidades devidas”, escreveu o ministro.

Além disso, o TCU exigiu que o INSS envie informações detalhadas sobre os acordos de cooperação técnica firmados desde 2020, os valores repassados mensalmente por entidade, a lista de responsáveis por cada repasse e o volume de denúncias registradas.

No despacho, Cedraz reforça ainda que todos os Acordos de Cooperação Técnica (ACT) formalizados pelo INSS, que envolvam descontos de mensalidades associativas em folha de pagamento de benefícios previdenciários, estão suspensos e devem permanecer assim até que tudo seja apurado.

As medidas, segundo o TCU, visam garantir a responsabilização das entidades e servidores envolvidos nas irregularidades.

“O sindicato do irmão do Lula não pode ficar impune diante de indícios tão graves de fraude. É um escândalo que envolve o desvio de dinheiro de aposentados, justamente os mais vulneráveis. A inspeção no Ministério da Previdência e na Dataprev é essencial para apurar responsabilidades. Vamos seguir cobrando transparência e punição exemplar para todos os envolvidos”, declarou a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

CNN

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Orçamento de universidades federais está abaixo do nível pré-pandemia

Foto: Angélica Gouveia

O orçamento discricionário das universidades federais no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está abaixo dos valores registrados durante as gestões de Michel Temer (MDB) e de Jair Bolsonaro (PL) antes da pandemia. Os dados são do centro de estudo SoU_Ciência.(Centro de Estudos Sociedade, Universidade e Ciência) e foram divulgados nesta 2ª feira pelo jornal Folha de S. Paulo.

Em 2024, o orçamento discricionário da universidades federais, excluídos os benefícios pagos a servidores, somou R$ 5 bilhões, valor inferior aos R$ 6,7 bilhões de 2016 e aos R$ 5,5 bilhões de 2019.

Destinado ao custeio de contas básicas, manutenção e assistência estudantil, o orçamento discricionário das universidades federais financia, entre outros gastos, as contas de água e de luz, a limpeza dos centros de ensino e as bolsas estudantis.

O orçamento discricionário pode ser ajustado ou cortado pelo governo, conforme prioridades e disponibilidade de recursos. No momento mais crítico, durante a pandemia no governo Bolsonaro, o valor caiu para R$ 3,5 bilhões em 2021.

As 69 universidades federais brasileiras, que atendem a aproximadamente 1,3 milhão de estudantes conforme o Censo da Educação Superior de 2023, enfrentam dificuldades com a redução orçamentária.

O MEC (Ministério da Educação) atribui a situação à redução de verbas dos anos anteriores “Na gestão atual, os recursos destinados às instituições tiveram um aumento de 22%. Além disso, o MEC trabalha para garantir a recomposição do orçamento em 2025 destinado às instituições federais de ensino superior, que foi reduzido a partir de aprovação da Lei Orçamentária Anual no Congresso Nacional”, afirmou o ministério à Folha.

Redução desde 2016

A redução orçamentária se iniciou em 2016. Naquele ano em que foi concluído o processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT), as universidades federais empenharam R$ 6,7 bilhões em verbas discricionárias, valores corrigidos pela inflação.

Em 2019, esse montante caiu para R$ 5,5 bilhões. Durante a pandemia, os recursos diminuíram ainda mais: R$ 4,7 bilhões em 2020 e R$ 3,5 bilhões em 2021. No último ano do governo Bolsonaro, o valor subiu para R$ 4 bilhões.

O cenário atual resulta de uma combinação de fatores, incluindo as leis orçamentárias aprovadas pelo Congresso Nacional em 2023, 2024 e 2025, que reduziram os recursos para a educação. O decreto presidencial 12.448, de 30 de abril, agravou a situação ao remanejar o orçamento discricionário das universidades.

Com este decreto, os repasses mensais às universidades serão divididos em 18 partes, sendo que apenas 11 serão pagas até novembro, representando aproximadamente 61% do previsto para o ano.

A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), que representa as universidades federais, afirma que a “situação é agravada pelo fato de as universidades federais enfrentarem, há anos, sérias dificuldades orçamentárias e os cortes acumulados ao longo de vários anos continuam produzindo efeitos significativos, apesar de o MEC ter realizado algumas recomposições orçamentárias recentemente”.

Poder 360

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Brasileiros abriram mais de 1,1 mil processos contra ‘bets’ últimos três anos

 

Foto: Brenno Carvalho

Ações judiciais contra casas de apostas tiveram um aumento exponencial no Brasil nos últimos três anos, acompanhando a febre que esse mercado se tornou no país, conforme indica levantamento inédito da Predictus. O banco de dados judiciais identificou que, desde 2022, 1.156 processos foram movidos contra empresas do setor em tribunais brasileiros. E o número vem crescendo ano a ano.

No início da contagem, 21 ações do tipo foram contabilizadas no ano de 2022. Agora, em 2025, antes do fim do primeiro semestre, já são 554. O aumento foi de 2.538%, ainda segundo a Predictus.

A maior parte das tramitações, nesses últimos três anos, foi registrada em São Paulo (291 ações). Depois, vieram Rio de Janeiro (167), Bahia (125) e Minas Gerais (119). Juntos, os quatro estados reúnem 60% dos casos iniciados nesse período. Em geral, a incidência obedece o tamanho dos mercados consumidores, exceto pelo caso baiano: com menos habitantes que MG, o alto volume de processos no estado pode indicar maior propensão de sua população aos jogos, diz a Predictus.

As causas estão relacionadas ao relacionamento das casas com os consumidores e ao cumprimento de pagamentos. A reclamação mais comum é relativa a prêmios que não são pagos ou saques negados, em que o apostador fatura o prêmio no site ou aplicativo e não consegue resgatá-lo. Em parte dessas situações, as plataformas alegam violações dos usuários para não fazer os repasses.

Das mais de mil ações abertas desde 2022, cerca de 80% ainda estão em curso. Das 103 que foram julgadas, ainda de acordo com o levantamento, 55% foram improcedentes (isso é, o consumidor perdeu) e 45% foram procedentes (com derrotas parciais ou integrais das casas de apostas). Há ainda uma parcela de 3% em que, relata a Predictus, acordos teriam levado ao encerramento dos casos.

Lauro Jardim – O Globo

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Bandidos armam emboscada contra juíza de Boqueirão e criminoso morre baleado pelo marido dela

Um bandido morreu e outro ficou gravemente ferido durante uma tentativa de emboscada contra a juíza da comarca de Boqueirão, Andreia Arcoverde. O caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (23).

De acordo com as primeiras informações, o veículo foi interceptado por criminosos quando se dirigia para a cidade de Barra de Santana, no Cariri paraibano. Durante a ação, o esposo da magistrada, policial militar, reagiu ao fato e conseguiu balear dois dos suspeitos.

Um dos assaltantes morreu ainda no local, enquanto o outro está em estado grave. Um terceiro envolvido conseguiu fugir e, até o momento, segue foragido. A Polícia Militar realiza intensas buscas na região com o objetivo de localizar e prender o suspeito.

No local da ocorrência, foram encontradas duas armas de fogo, que teriam sido utilizadas pelos criminosos. A Polícia Civil vai investigar a motivação do crime.

Blog do BG PB

 

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Abrasel aciona justiça para anular lei do Couvert Artístico na Paraíba

Lei Aldir Blanc

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) entrou com uma ação no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), nesta quinta-feira (22), pedindo a anulação da Lei conhecida como “Lei do Couvert Artístico”. A ação tem como alvo a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e defende que a lei é inconstitucional.

A legislação determina que bares, restaurantes e estabelecimentos similares que ofereçam apresentações artísticas devem informar, de forma clara e visível ao consumidor, o valor adicional cobrado pelo serviço.

Na ação, a Abrasel justifica que a lei invade competência da União ao legislar sobre Direito do Consumidor. Caso a medida seja aceita, a norma pode ser suspensa temporariamente. Se, ao final do julgamento, a inconstitucionalidade for reconhecida, a lei será anulada de forma definitiva.

BG com Portal Correio

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PT descarta uso de urnas eletrônicas e terá eleição interna com ‘voto impresso’

Imagen

Foto: TSE

O Partido dos Trabalhadores (PT) desistiu de usar urnas eletrônicas e passará a utilizar cédulas de papel na eleição interna da legenda que acontece em 6 de julho.

A decisão foi tomada em reunião da Comissão Executiva Nacional, na última quarta-feira, 21, e se deu pela impossibilidade do empréstimo dos equipamentos pela Justiça Eleitoral. Em março, a direção da sigla havia recorrido à presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, para pedir a cessão das urnas para o Processo de Eleição Direta (PED).

A magistrada respondeu que caberia aos tribunais regionais (TREs) de cada estado decidir — a eleição do PT vai definir não apenas o novo presidente do partido, mas os dirigentes locais também.

Até a quarta-feira, os tribunais de quatro estados haviam negado o empréstimo dos equipamentos, alegando falta de segurança e dificuldades logísticas: Alagoas, Minas Gerais, Espírito Santo e Pernambuco. O partido chegou a considerar um modelo híbrido de votação, com uso dos equipamentos nos estados nos quais os tribunais regionais deram a permissão e o uso da cédula de papel nos demais.

A Executiva, no entanto, decidiu por uniformizar toda a votação por meio do voto em papel.

“A Comissão Executiva Nacional, considerando a impossibilidade, junto à Justiça Eleitoral, da cessão das urnas eletrônicas para utilização em todo o território nacional, decide determinar, ad referendum do Diretório Nacional, que o Processo de Eleições Diretas (PED 2025) será realizado exclusivamente por meio de voto em cédulas de papel, em todo o território nacional”, diz a resolução.

Candidatos

As eleições internas da legenda vão escolher, além dos quadros de direção locais, o próximo presidente do Partido dos Trabalhadores.

Nos últimos pleitos, realizados em 2017 e 2019, Gleisi Hoffmann foi eleita e reeleita para chefiar o partido. Ela deixou o cargo neste ano para assumir a Secretaria de Relações Institucionais do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Em seu lugar, quem assumiu interinamente foi o senador Humberto Costa (PT-PE).

Atualmente, os principais candidatos para a presidência são o deputado federal e ex-presidente da legenda, Rui Falcão, e Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara e coordenador da campanha de Lula em 2022.

Maquiavél – Veja

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INSS: Prazo para confirmar ou contestar cobranças indevidas em benefícios começa nesta quarta

A partir desta quarta-feira (14), os aposentados e pensionistas que receberam notificação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão responder se reconhecem ou não os descontos feitos nos benefícios por entidades associativas. O aviso, enviado exclusivamente pelo aplicativo Meu INSS, informa os valores cobrados e as associações responsáveis.

Este é o primeiro passo para a identificação de descontos não autorizados, e só os beneficiários que receberam a notificação poderão se manifestar. Quem indicar que não autorizou os débitos poderá, a partir dessa resposta, solicitar o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente entre março de 2020 e março de 2025.

Ao todo, cerca de 9 milhões de beneficiários devem ser notificados. Segundo o INSS, o processo será realizado apenas pelo aplicativo oficial e não haverá ligações, mensagens de texto (SMS) nem contatos por intermediários. Em caso de dúvida, a recomendação é ligar para o número 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Após o beneficiário declarar que não reconhece o desconto, o INSS acionará a associação para que faça o pagamento do valor indevido. As entidades terão 15 dias úteis para devolver os valores, sob risco de serem acionadas judicialmente. O segurado não precisa apresentar nenhum documento nesse processo.

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