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Pequenas Igrejas, Grandes Negócios: Projeto prevê financiamento para pequenos templos de qualquer culto

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 1957/21 prevê a criação, pelas instituições financeiras públicas federais, de linhas de crédito para as pequenas igrejas. A proposta, do deputado Marcelo Brum (PSL-RS), tramita na Câmara dos Deputados. O projeto não detalha o financiamento previsto, mas esclarece que serão beneficiadas as pequenas igrejas, de qualquer culto, inscritas no Cadastro Nacional na Pessoa Jurídica (CNPJ), cujo valor recebido no ano-calendário anterior a partir de doações e das demais receitas de qualquer natureza seja inferior a R$ 4,8 milhões.

Marcelo Brum observa que as restrições resultantes das recomendações para evitar a propagação da Covid-19 acarretaram expressiva retração nos dízimos e nas doações que permitem a prestação de serviços religiosos, gerando desafios para a manutenção das atividades das igrejas, sobretudo as menores.

“Nesse grave contexto, é adequado e oportuno que existam linhas de crédito por parte das instituições financeiras públicas federais direcionadas às pequenas igrejas, que têm uma relevante função social a cumprir, de maneira a viabilizar sua existência inclusive para que, em breve, as obrigações assumidas sejam tempestivamente adimplidas”, afirma o autor da proposta.

Tramitação – O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Agência Câmara de Notícias

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Paraíba

MEDIDA RÍGIDA: Quem agendar vacinação e não comparecer terá CPF bloqueado

Foto: Secom/JP

A Prefeitura Municipal de João Pessoa, por meio da Secretaria de Saúde, vai bloquear o CPF das pessoas que fizerem o agendamento para tomar a vacina contra covid-19 e não comparecerem. Com isso, o proprietário do documento CPF até poderá agendar futuramente, mas será imunizado com a mesma vacina que estava prevista no dia do primeiro agendamento.

De acordo com o secretário Fábio Rocha, a medida pode ser adotada para evitar que a população queira escolher o imunizante que quer tomar. “Essa é uma atitude inconveniente, egoísta e impensada. Todas as vacinas são eficazes e não estamos em tempos de escolher”, disse.

O secretário esclareceu ainda que a Saúde poderá aceitar um novo agendamento de quem não compareceu para aplicação da vacina, mas apenas com uma comprovação de que não pode estar presente. “Essa pessoa deve apresentar um atestado ou qualquer outro documento que mostre a real impossibilidade de ter comparecido para ser imunizado”, explicou.

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