Política

Cícero, Dinho, Daniella, Tibério e outros 35 aparecem em lista de impugnação de candidaturas do MPE; Veja outros nomes

 

O Ministério Público Eleitoral (MPE) informou nesta terça-feira (18) que já apresentou 39 impugnações a registros de candidaturas nas eleições de 2026 na Paraíba. A relação inclui o candidato ao Governo do Estado Cícero Lucena (MDB), a senadora Daniella Ribeiro (PP), registrada como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos), e candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. O levantamento ainda é parcial, porque a análise dos registros continua dentro dos prazos eleitorais.

Os motivos não são os mesmos para todos os candidatos. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral na Paraíba (PRE-PB), as ações envolvem questões como falta de quitação eleitoral, ausência de comprovação de desincompatibilização de cargos públicos, rejeição de contas, inelegibilidade por parentesco e documentação relacionada à situação de militares da ativa. Há também casos fundamentados em suspeitas de vínculo com organizações criminosas armadas.

Entre as impugnações estão as de Cícero Lucena (MDB) e Dinho Dowsley (MDB), cujos fundamentos permanecem sob sigilo porque utilizam provas provenientes de outros procedimentos também protegidos por segredo de Justiça. Já nos casos de Vitor Hugo (MDB) e Janine Lucena (PSD), o MPE sustenta inelegibilidade com base no artigo 17, parágrafo 4º, da Constituição e cita elementos, respectivamente, das operações En Passant e Mandare relacionados a suposto vínculo consciente com organização criminosa armada.

A apresentação de uma impugnação não significa que o registro tenha sido negado. Cada candidato terá direito de apresentar defesa e caberá à Justiça Eleitoral decidir se concede ou indefere a candidatura. Segundo o MPE, novas ações ainda podem ser apresentadas enquanto estiverem abertos os prazos previstos na legislação.

Veja a lista completa das 39 candidaturas impugnadas

  1. Aglair Pereira da Silva (Federação PSOL/Rede) — deputado federal: militar estadual da ativa. O MPE aponta ausência de documentos sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
  2. Antonio Ronismar de Andrade (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre o afastamento do cargo de professor em Cabedelo e certidões criminais estaduais consideradas ilegíveis.
  3. Astronadc Pereira de Moraes (PDT) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
  4. Carlos Tibério Limeira Santos Fernandes (PSB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade em razão de contas de gestão de 2021 julgadas irregulares pelo TCE-PB, com imputação de débito e sem suspensão judicial.
  5. Cícero de Lucena Filho (MDB) — governador:impugnação tramita sob sigilo porque utiliza provas produzidas em outro processo também sigiloso.
  6. Daniella Velloso Borges Ribeiro (PP) — primeira suplente de senador: a PRE-PB alega inelegibilidade por parentesco com o governador Lucas Ribeiro (PP), seu filho. O MPE sustenta que a candidatura à suplência não configura reeleição para o mandato de senadora atualmente exercido por Daniella.
  7. Danillo Ramalho Leite (Novo) — deputado federal: policial militar da ativa. O MPE aponta ausência de documentação necessária para verificar sua situação funcional e afastamento.
  8. Emerson Fernandes Alvino Panta (Federação União Progressista) — deputado federal:médico com dois vínculos com a Secretaria de Estado da Saúde. A PRE-PB questiona a comprovação de afastamento dentro do prazo eleitoral.
  9. Eures Pessoa e Silva (Republicanos) — deputado estadual: bombeiro militar da ativa. A impugnação aponta falta de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
  10. Felipe Anderson Fernandes (Rede/Federação PSOL-Rede) — deputado federal: o MPE questiona a comprovação do afastamento de suas funções na Secretaria de Estado da Educação.
  11. Fernando Dias de Melo (Federação União Progressista) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos relacionados ao tempo de serviço, afastamento e exercício de funções de comando.
  12. Francisco José Garcia Figueiredo (MDB) — deputado estadual: professor da UFPB. A impugnação questiona a comprovação da desincompatibilização no prazo legal.
  13. Gerana Gouveia Xavier Pereira (PL) — deputada federal: o MPE aponta ausência de documentos para comprovar afastamento de cargo em comissão e de vínculo temporário como nutricionista da Prefeitura de Campina Grande.
  14. Gerlane Bandeira da Silva (PSB) — deputada estadual: falta de comprovação do afastamento do cargo de auxiliar de administração na Secretaria de Estado da Saúde, segundo a PRE-PB.
  15. Hebert Levy de Oliveira (PSB) — deputado federal: ausência de quitação eleitoral relacionada a contas da campanha de 2012 julgadas não prestadas, segundo o MPE.
  16. Ivone dos Santos Lima e Lima (Novo) — deputada federal: questionamento por ausência de desincompatibilização, dentro do prazo legal, do cargo de auxiliar de enfermagem na UFCG.
  17. Jacó Moreira Maciel (Podemos) — deputado federal: a PRE-PB sustenta inelegibilidade devido à rejeição pelo TCU de contas relativas ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).
  18. Jakeline Maria da Silva (Federação União Progressista) — deputada estadual: o MPE aponta problemas na documentação de escolaridade, além da ausência de certidões oficiais atualizadas de quitação eleitoral e filiação partidária.
  19. Jeane Alves de Oliveira (PSB) — deputada estadual: a PRE-PB sustenta ausência do período mínimo de seis meses de domicílio eleitoral na circunscrição.
  20. João Barbosa da Silva (PDT) — deputado estadual: militar da ativa. O MPE aponta documentação insuficiente sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
  21. John Early (Democrata) — deputado federal:a impugnação aponta divergências em informações cadastrais, como data de nascimento e estado civil.
  22. Jorge Rodolfo Maia Feitosa (PDT) — deputado estadual: a PRE-PB questiona a desincompatibilização de vínculo funcional dentro do prazo legal.
  23. José Aledson de Sousa Moura (PL) — deputado federal: o MPE aponta ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas.
  24. José Marcelino de Queiroz Souza (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre desincompatibilização de cargo em comissão de assessor operacional na Assembleia Legislativa.
  25. Marcela Kelly de Vasconcelos (Rede) — deputada federal: a PRE-PB aponta falta de comprovação de afastamento de vínculo com a Secretaria de Estado da Educação.
  26. Marcella Priscila de Medeiros Torres (PL) — deputada estadual: ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas, segundo a impugnação.
  27. Marcos Henriques e Silva (PT) — deputado estadual: o MPE questiona o prazo de desincompatibilização de funções exercidas no Senai-PB e de representação sindical.
  28. Maria Cristina da Silva (Democrata) — deputada federal: divergência sobre estado civil e dúvida quanto ao afastamento do cargo de agente comunitária de saúde.
  29. Maria Evangerlania Dantas (PSD) — deputada federal: servidora efetiva de Sousa. Segundo a PRE-PB, não informou o vínculo no registro nem comprovou o afastamento dentro do prazo.
  30. Maria Janine Assis de Lucena Barros (PSD) — primeira suplente de senador: o MPE sustenta inelegibilidade por suposta utilização ou vínculo consciente com organização criminosa armada, com base em elementos relacionados à Operação Mandare.
  31. Maricelia Alves (Federação União Progressista) — deputada estadual: a PRE-PB aponta problemas na comprovação de desincompatibilização e ausência de certidões oficiais de quitação eleitoral e filiação partidária.
  32. Olivia Motta Wanderley da Nobrega (Republicanos) — deputada estadual: o MPE aponta falta de comprovação da exoneração de cargo em comissão e dois vínculos ativos como médica na Secretaria de Estado da Saúde.
  33. Raquel de Oliveira França (PL) — deputada estadual: policial militar da ativa. A impugnação aponta ausência de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
  34. Roberto Carlos de Almeida Lima (MDB) — deputado estadual: falta de documentação para comprovar a desincompatibilização de cargo em comissão, segundo a PRE-PB.
  35. Roberto Lopes Burity (PSB) — deputado federal: o MPE aponta vínculos com a Suplan e a Secretaria de Governo sem comprovação de afastamento no prazo legal.
  36. Sergio Ricardo Gomes de Araujo (PDT) — deputado estadual: sargento da Polícia Militar e militar da ativa. A PRE-PB aponta falta de documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
  37. Stenio Jose Paulino Soares (PT) — deputado estadual: falta de comprovação documental do afastamento do cargo de professor federal no prazo eleitoral.
  38. Valdir José Dowsley (Dinho) (MDB) — deputado estadual: o processo tramita em sigilo porque a impugnação utiliza provas produzidas em outro procedimento também protegido por segredo de Justiça.
  39. Vitor Hugo Peixoto Castelliano (MDB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade por suposto vínculo consciente com organização criminosa armada, citando elementos relacionados à Operação En Passant.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

DATAFOLHA: Flávio tem 51% e Lula, 49% dos votos válidos

Ricardo Stuckert-PR e Andressa Anholete-Agência Senado

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos e Lula (PT) com 49%. O cálculo dos votos válidos exclui brancos, nulos e indecisos.

Considerando o total de entrevistados, Flávio aparece com 47%, enquanto Lula mantém 45%. Brancos e nulos passaram de 5% para 6% e os indecisos, de 1% para 2%.

O instituto ouviu 2.520 eleitores em 153 municípios nos dias 13 e 14 de outubro. A pesquisa foi encomendada pela Folha e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00466/2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Mais servidores são exonerados da Prefeitura de João Pessoa; veja lista de nomes

Centro administrativo, João Pessoa,
Foto: Secom-JP

A edição suplementar dessa quarta-feira (14) do Diário Oficial da Prefeitura de João Pessoa trouxe uma nova lista de 22 servidores comissionados exonerados. Clique aqui para conferir nomes e cargos.

As exonerações foram assinadas pelo prefeito Leo Bezerra. Elas atingem comissionados das secretarias de Direitos Humanos e Cidadania, Cuidado de Proteção Animal, Serviços Urbanos e Zeladoria, Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

Além delas, também foram exonerados comissionados das secretarias de Comunicação Social, Planejamento, Gestão Governamental, Juventude, Esporte e Recreação, Políticas Públicas para Mulheres e a Controladoria Geral do Município.

No Diário dessa terça-feira (13), o prefeito assinou a exoneração de 24 servidores. Veja a relação aqui.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

MAIS DE R$ 350 BILHÕES: Entenda o rombo provocado pelo ‘pacote de bondades’ do governo Lula

As medidas econômicas e sociais anunciadas ou ampliadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em ano eleitoral já ultrapassam R$ 350 bilhões, segundo levantamento compilado pelo economista Marcos Mendes e pelo jornal O Estado de S. Paulo. O pacote reúne benefícios sociais, financiamentos, subsídios e renúncias tributárias, levantando questionamentos sobre o impacto nas contas públicas e a diferença entre os valores anunciados e o custo efetivo para os cofres da União.

O levantamento inclui o pacote Prospera MEI, anunciado em 13 de outubro, com perdão de dívidas tributárias, transferência de até R$ 5 mil para pequenos negócios e renegociação de débitos bancários.

Segundo o levantamento divulgado pela Veja, com base em dados compilados por Marcos Mendes e pelo Estadão, o total inclui R$ 30 bilhões do Move Brasil, R$ 22 bilhões do Plano Brasil Soberano e R$ 20 bilhões em financiamentos do Minha Casa, Minha Vida.

Entre os benefícios sociais, estão R$ 28,5 bilhões associados ao Bolsa Família e R$ 18,86 bilhões ao Pé-de-Meia. Na área tributária, a ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 7 mil mensais representa impacto estimado em R$ 31,8 bilhões.

O pacote para MEIs prevê o perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas tributárias de cerca de 3,6 milhões de empreendedores. Segundo o governo, porém, aproximadamente 86% desses débitos são de difícil recuperação. A perda efetiva de arrecadação foi estimada em R$ 3 bilhões ao longo de três anos.

O chamado Pix MEI prevê repasses de até R$ 5 mil para pequenos negócios, com orçamento de R$ 5 bilhões distribuídos ao longo de quatro anos. Já o Desenrola voltado aos microempreendedores pretende renegociar cerca de R$ 6 bilhões em dívidas bancárias, com descontos mínimos de 90%.

Os valores, entretanto, não representam integralmente dinheiro gasto pelo governo. O levantamento soma empréstimos reembolsáveis, subsídios, benefícios diretos e renúncias fiscais. O custo efetivo para os cofres públicos depende da execução de cada programa e dos recursos que precisarão ser destinados ao seu financiamento.

Com informações de Veja e Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polícia

VÍDEO: Criminoso é atropelado ao tentar fugir da polícia em João Pessoa

Imagens gravadas por câmeras de segurança e populares registraram o exato momento em que um homem investigado por tráfico de drogas foi atropelado e preso pela Delegacia de Repressão ao Apontado Crime Organizado (DRACO) em João Pessoa. O caso ocorreu nesta quinta-feira (15), durante uma abordagem tática da Polícia Civil na Capital.

De acordo com as informações policiais, ao perceber a aproximação dos investigadores, o suspeito tentou empreender fuga a pé em meio ao tráfego de veículos, momento em que acabou sendo atingido. Logo após o impacto, as equipes realizaram o cerco, prestaram os primeiros atendimentos e efetuaram a prisão em flagrante do indivíduo, com quem foram apreendidos entorpecentes e material para comercialização.

O detido foi levado sob custódia para atendimento médico e, em seguida, encaminhado à Cidade da Polícia Civil.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Refis oferece desconto de até 100% em multas e juros de dívidas de ICMS na Paraíba


					Refis oferece desconto de até 100% em multas e juros de dívidas de ICMS na Paraíba
Foto: Divulgação. Jornal da Paraíba

O Governo da Paraíba publicou uma medida provisória que institui um programa de regularização fiscal para contribuintes com dívidas relacionadas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Refis. A iniciativa prevê descontos de até 100% em multas e juros para quem quitar os débitos à vista.

A Medida Provisória nº 367, de 14 de outubro de 2026, foi publicada no Diário Oficial do Estado e contempla dívidas vencidas até 30 de junho de 2026, inscritas ou não em dívida ativa, inclusive aquelas que já são cobradas na Justiça.

O programa prevê a redução de 100% das multas relacionadas ao descumprimento de obrigações principais e das multas moratórias e dos juros de mora. Para multas decorrentes do descumprimento de obrigações acessórias, o desconto é de 95%.

A adesão ao programa poderá ser feita entre os dias 3 de novembro e 18 de dezembro de 2026. Para ter direito ao benefício, o contribuinte deverá pagar o débito até 23 de dezembro.

Como funcionam os descontos?

Os descontos variam conforme o tipo de multa aplicada ao débito tributário:

  • 100% de desconto nas multas punitivas por descumprimento de obrigações principais
  • 95% de desconto nas multas punitivas por descumprimento de obrigações acessórias
  • 100% de desconto nas multas moratórias e nos juros de mora

O pagamento deve ser feito em parcela única, à vista. O valor consolidado da dívida será atualizado até a data da adesão ao programa.

Quais dívidas podem ser incluídas?

O programa abrange débitos de ICMS vencidos até 30 de junho de 2026, estejam eles inscritos ou não em dívida ativa. Também podem ser incluídas dívidas que já estejam sendo cobradas judicialmente e débitos que tenham sido objeto de parcelamentos anteriores ou ainda em andamento, conforme as condições previstas na legislação estadual.

O benefício, no entanto, não se aplica a débitos decorrentes de operações ou prestações para as quais a legislação tributária estadual proíba expressamente a concessão do incentivo.

Como aderir ao programa?

O contribuinte interessado deverá formalizar o pedido de adesão entre 3 de novembro e 18 de dezembro de 2026. A quitação integral da dívida deverá ocorrer até 23 de dezembro do mesmo ano.

Ao aderir, o contribuinte reconhece os débitos incluídos no programa e deve desistir de eventuais ações judiciais, embargos à execução fiscal, impugnações, defesas e recursos administrativos relacionados às dívidas, além de renunciar ao direito sobre o qual se fundamentam as ações judiciais.

A medida provisória entrou em vigor na data de sua publicação, em 14 de outubro de 2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

PAGUE MEU DINHEIRO: Campanhas de Cícero e Mersinho são acusadas de deixar 92 profissionais sem pagamento

Profissionais de comunicação denunciam um suposto calote nas campanhas do ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB), candidato ao Governo da Paraíba, e de seu filho, o deputado federal Mersinho Lucena (PSD), que disputou a reeleição sem sucesso.

De acordo com os denunciantes, cerca de 92 trabalhadores estão sem receber pagamentos referentes aos serviços prestados na reta final da campanha, com uma dívida estimada em quase R$ 900 mil.

Os profissionais afirmam que trabalharam desde a pré-campanha nas áreas de produção audiovisual, direção, edição, equipes técnicas e maquiagem, inclusive aos fins de semana e feriados. “Já cobramos o nosso direito de forma amigável, mas não temos resposta. Estamos atrás dos nossos direitos, porque trabalhamos de domingo a domingo por essas campanhas”, relatou uma das profissionais. O grupo afirma que poderá adotar medidas para exigir o pagamento dos valores cobrados.

De acordo com um dos relatos, os pagamentos eram de responsabilidade das campanhas, e não da produtora Castanhola, que também teria acumulado prejuízos. Os denunciantes afirmam que tentaram resolver a situação de maneira amigável, mas ainda aguardam uma resposta.

A denúncia ocorre após a derrota dos dois candidatos nas eleições do último dia 4 de outubro. Cícero Lucena ficou em terceiro lugar na disputa pelo Governo da Paraíba, enquanto Mersinho Lucena recebeu pouco mais de 62 mil votos e não conseguiu a reeleição para a Câmara dos Deputados. Até a publicação desta matéria, não havia manifestação apresentada pelos dois políticos ou por suas campanhas sobre as cobranças. O espaço segue aberto para esclarecimentos.

Com Maurilio JR

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Netanyahu chama Brasil de ‘pequeno país’ e sugere ida à eventual posse de Flávio Bolsonaro

Foto: Ronen Zvulun/Adriano Machado/REUTERS

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chamou o Brasil de “um pequeno país” ao relembrar sua participação na posse do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em janeiro de 2019. A declaração foi feita na quarta-feira (14), durante uma cerimônia em Jerusalém para celebrar a inauguração da embaixada da Colômbia na cidade.

Ao discursar no evento, Netanyahu recordou viagens à América Latina e mencionou a aproximação de Israel com os governos da região. O premiê também sinalizou que espera repetir a experiência de visitar o Brasil em uma eventual posse de Flávio Bolsonaro (PL) como presidente.

“Os primeiros lugares que visitamos, Sara [esposa] e eu, foram três países: Colômbia, Argentina e México. Foi uma ótima visita, com uma recepção muito amigável em cada um desses países. E, aliás, um ano depois, fomos a um pequeno país chamado Brasil, para a posse do presidente Bolsonaro. Quem sabe? Talvez façamos isso novamente”, afirmou.

Relações diplomáticas

A declaração ocorreu em meio aos esforços do governo israelense para fortalecer as relações diplomáticas com países da América Latina. Durante o discurso, Netanyahu afirmou que os vínculos com a região passaram por um período de afastamento, mas avaliou que uma reaproximação está em curso.

“E agora preciso dizer que algo extraordinário está acontecendo na América Latina. Tudo está voltando. Tudo está voltando. A grande amizade, a grande simpatia, a profunda afinidade entre nossos povos. Uma amizade verdadeira”, declarou.

O primeiro-ministro também mencionou Brasil, Argentina, México e Colômbia ao criticar governos anteriores que, segundo ele, teriam enfraquecido as relações diplomáticas com Israel. Netanyahu atribuiu esse afastamento ao que chamou de “aliança global woke”.

Jovem Pan

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

VÍDEO: Dupla armada assalta farmácia e leva dinheiro e celular em Tambaúzinho

 

Ver esse post no Instagram

 

Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

Dois homens assaltaram uma farmácia no bairro de Tambaúzinho, em João Pessoa, na tarde desta quarta-feira (14). Câmeras de segurança registraram a dupla ameaçando uma funcionária e levando dinheiro e um celular.

Um dos suspeitos, que vestia camisa vermelha e estava armado, exigiu dinheiro e procurou valores nas gavetas. O outro, de camisa branca, pegou o celular da funcionária. Ambos usavam capacetes e fugiram em uma motocicleta após o crime.

Até a divulgação das imagens, os homens não haviam sido identificados ou presos. A quantia levada não foi informada.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Em carta, Lula diz que não é evangélico e pede que fiéis peçam discernimento a Deus na hora de votar

Foto: EFE/ Andre Borges

Em carta destinada às famílias evangélicas, Lula (PT) pediu que os eleitores busquem orientação divina antes de decidir o voto. “Conclamo vocês a pedirem discernimento a Deus para fazer a escolha nesta eleição”, escreveu o presidente.

No texto, Lula afirma que tem em comum com os evangélicos o compromisso de cuidar das famílias brasileiras. Ele também cita ações de seu governo, como o combate às apostas on-line, a defesa de dois dias de descanso semanal e o enfrentamento à violência.

“Não sou evangélico, mas tenho total respeito por quem é, assim como tenho por todas as religiões e profissões de fé”, afirmou.

A carta foi divulgada às vésperas do segundo turno das eleições. No primeiro turno, Lula obteve 45,16% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registrou 47,03%.

Leia a carta na íntegra:

Carta de Luiz Inácio Lula da Silva às Famílias Evangélicas Brasileiras

Queridas famílias evangélicas do Brasil,

Resolvi escrever a vocês com o coração aberto, cheio de verdade, pois os cristãos com quem tenho dialogado estão me ensinando que a Bíblia nos orienta a “seguir a verdade em amor.” Não sou evangélico, mas tenho total respeito por quem é, assim como tenho por todas as religiões e profissões de fé. Temos uma coisa em comum: o compromisso de cuidar das famílias brasileiras, pois somente lares fortes podem produzir uma nação forte!

Aprendi dentro de casa o valor do trabalho, resistindo bravamente com minha mãe, Dona Lindu, para criar uma família com sete irmãos. Com essa base familiar sólida, aprendi a amar e a lutar para transformar a realidade. É nesse chão que a minha história se encontra com a história de vida e de fé da sua família. Entrei para a política com esse compromisso em meu coração: ajudar a mudar as condições de vida das famílias pobres e batalhadoras.

Numa longa e difícil jornada, me tornei Presidente do Brasil por três vezes. Agora, disputo o quarto mandato. Cheguei até aqui com a proteção divina, orientado por um propósito e missão. Tenho absoluta certeza de que, se não fosse a boa mão de Deus, eu nem teria saído vivo das várias batalhas que enfrentei. Guiado por Ele estou aqui, mais uma vez, fazendo a defesa das famílias brasileiras com ações concretas, como tenho feito ao longo de toda a minha jornada política, e não com discursos vazios, como muitos outros fazem. As famílias são a base do Brasil que queremos.

Dentre as várias ações do meu governo que abençoam suas famílias, relembro a vocês, por exemplo, o combate às apostas online, as Bets, que estão destruindo tantos lares, e meu empenho para que todos tenham dois dias de descanso semanal, pois a vida não se resume ao trabalho. As pessoas precisam de mais tempo para descansar, ter lazer e estar em casa com os seus, fortalecendo os vínculos familiares. Para o povo evangélico, isso garante, inclusive, mais tempo para estar na igreja em comunhão com os irmãos e em adoração.

Sigo também empenhado em proteger as mulheres, combater todos os tipos de violência e o crime organizado com inteligência: prender os bandidos, proteger as nossas crianças e adolescentes e poupar as vidas inocentes.

Jamais poderão nos acusar de estarmos comprometidos com políticas que destroem vidas, que fecham templos ou que não demonstrem respeito, como Jesus nos ensinou, que devemos amar a todas as pessoas. Precisamos avançar mais, precisamos amar mais! Até aqui, ajudei a arrumar a nossa casa, o Brasil. Mas sei que ainda há muito a ser feito. Estou escutando o clamor legítimo e urgente de vocês por mudanças, por segurança, por futuro e prosperidade.

Estou comprometido com a melhoria da saúde pública, para que sua família fique bem cuidada; com o aumento real da renda, com poder de compra; e com a preservação da natureza criada por Deus. O Brasil é nosso! Eu vou escutar e atender aos anseios de vocês.

Sei que, nas famílias evangélicas, tudo se decide em oração. Por isso, conclamo vocês a pedirem discernimento a Deus para fazer a escolha nesta eleição. Vá às urnas com a consciência livre e com a aliança renovada com o nosso amado Brasil.

Com gratidão por sua atenção e generosa leitura, conto com suas orações e sigo olhando firmemente para a esperança da vitória e de um Brasil mais justo, respeitoso e com oportunidades para todos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

PEC do fim da escala 6×1: veja como votaram os senadores paraibanos

Divulgação/Reprodução

O Senado aprovou por maioria, na noite desta quarta-feira (14), em dois turnos, o fim da escala 6×1, que prevê seis dias de trabalho e apenas um de descanso.

Os três senadores da Paraíba — Daniella Ribeiro (PP), Efraim Filho (PL) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) — votaram a favor da proposta nos dois turnos. A PEC foi aprovada por 75 votos a favor e um contra.

O texto prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial, e garante dois dias de descanso remunerado por semana, preferencialmente aos domingos. A mudança será gradual e ainda depende de promulgação para entrar em vigor.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.