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Justiça determina instalação de placas sobre qualidade da água nas praias de João Pessoa

Piscinas naturais em João Pessoa – (Foto: Divulgação / Secom-PB)

A Justiça da Paraíba determinou que a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) reinstale, no prazo de 60 dias, placas informativas sobre a balneabilidade nas praias de João Pessoa. A medida faz parte de uma ação judicial que busca combater o despejo irregular de esgoto na orla da capital paraibana.

A decisão foi assinada pelo juiz Antônio Carneiro de Paiva Júnior, da 4ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa, durante audiência que reuniu representantes da Sudema, Cagepa, Prefeitura de João Pessoa e órgãos ambientais.

De acordo com a determinação, as placas deverão conter informações atualizadas sobre a qualidade da água e ser instaladas em locais de fácil visualização para os banhistas. O objetivo é ampliar o acesso da população aos dados de monitoramento das praias urbanas.

Durante a audiência, também ficou definido que a Sudema passará a analisar líquidos poluentes encontrados em galerias pluviais identificadas pela Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra). Além disso, estudos sobre a qualidade da areia das praias deverão ser realizados em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

A ação judicial foi movida pelo Instituto Protecionista SOS Animais e Plantas contra a Prefeitura de João Pessoa, Cagepa, Sudema e o Governo da Paraíba. A entidade aponta degradação ambiental provocada por falhas nos sistemas de saneamento e drenagem da capital.

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Flávio embarca para os EUA e deve se encontrar com Trump nesta terça (26)

O senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), embarcou para os Estados Unidos na noite deste domingo (24), à espera de um encontro com o presidente Donald Trump.

Segundo apurou a CNN, a previsão é que um encontro com os dois aconteça na terça-feira (26). Ainda não há registro oficial sobre a reunião por parte da Casa Branca.

Um dos objetivos do encontro é tentar recuperar o fôlego na corrida presidencial após a crise desencadeada pela revelação dos contatos com o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O convite para a reunião na Casa Branca, de acordo com integrantes da pré-campanha, chegou na semana passada por e-mail ao gabinete de Flávio Bolsonaro no Senado. A comunicação, segundo relatos, precisou ser checada para comprovar a veracidade.

A conversa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro com Trump já vinha sendo articulada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que mantém contato com o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos.

A reunião com Trump já era considerada essencial para o time de Flávio após a longa visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de mais de três horas, à Casa Branca.

Depois da divulgação de que Flávio manteve contato com Vorcaro em busca de patrocínio para o filme “Dark Horse” sobre a vida de Jair Bolsonaro, a conversa e, consequentemente, uma foto com Trump ganharam uma dimensão ainda maior, na avaliação de estrategistas do pré-candidato do PL.

O entendimento é que o encontro tem potencial para ajudar a virar o noticiário focado na crise e demonstrar que o episódio não teve impacto na relação com o presidente dos Estados Unidos.

Além disso, a expectativa é que imagem de Flávio junto a Trump mobilize apoiadores, combalidos após o áudio, e passe o recado aos indecisos de que o senador está preparado para negociar em alto nível.

CNN

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MARCHA SEXUAL: After de prefeitos no DF é regado a sacanagem luxuosa

A rigidez dos protocolos, o nó apertado da gravata e as exaustivas discussões orçamentárias que mobilizam mais de 15 mil gestores municipais, entre prefeitos, vereadores e secretários, têm hora exata para terminar na capital da República. As informações são da Coluna Na Mira do Metrópoles.

Quando o sol se põe atrás da arquitetura de Niemeyer e as agendas oficiais da 27ª Marcha dos Prefeitos se encerram, o Poder Executivo municipal do Brasil se despe das formalidades. É na madrugada brasiliense que o verdadeiro “orçamento secreto” ganha vida, regado a espumante, fendas provocantes e transações envolvendo altos valores.

Durante duas madrugadas consecutivas, a coluna Na Mira infiltrou-se na engrenagem que movimenta o mercado sacana da “prostituição premium” para acompanhar a árdua, porém luxuosa, peregrinação das comitivas em busca de sexo rápido, de alta qualidade e que pode custar alguns milhares de reais por poucas horas.

O que se viu foi uma mudança radical no comportamento, tanto das garotas de programa de luxo quanto dos clientes que comandam os municípios espalhados pelo país.

O novo esquema afastou o clichê dos ambientes enfumaçados e escondidos pela escuridão, antes iluminados apenas pelo neon purpurinado das boates de entretenimento adulto. Neste ano, ocorreu uma mudança curiosa na dinâmica e na logística das noitadas calientes. Os prefeitos passaram a negociar os programas em locais públicos, ou melhor, sobre as mesas reluzentes de ambientes bem menos discretos.

Carlos Carone/Metrópolesmulheres na frente de restaurante

Abordagens diretas

Os restaurantes sofisticados à beira do Lago Paranoá se transformaram no principal palco da diversão e da caça. De olho nos cachês polpudos injetados pelas comitivas, muitas garotas de programa abandonaram temporariamente o pole dance tradicional para investir pesado nas abordagens diretas nas portas e varandas desses estabelecimentos, transformados em verdadeiros pontos de prostituição de alto nível.

“Oi, vocês estão querendo companhia? Vamos sentar e tomar alguma coisa?” – as duas perguntas se repetiram como um mantra no início da noite, na porta de um badalado restaurante à margem do lago, e a coluna monitorou o movimento de forma estritamente discreta.

A estratégia das profissionais se dividiu em duas frentes estéticas claras: a primeira delas é a linha “executiva comportada”, em que algumas garotas vestiam calças de alfaiataria e blusas sem decotes pronunciados. Camuflavam-se com facilidade cirúrgica entre turistas e jantares de negócios, misturando-se ao público tradicional sem chamar a atenção de olhares curiosos ou de fotógrafos locais.

Sedução explícita

A segunda vertente ficava por conta da linha de “sedução explícita”. Outras meninas apostavam no magnetismo clássico com vestidos ultrajustos, saias curtas e fendas provocantes que desafiavam o vento frio tão comum às margens do Paranoá.

Sozinhas ou em duplas, elas circulavam com desenvoltura entre as mesas. O sinal verde do desfecho dos negócios, o esperado “final feliz”, dava-se quando casais recém-formados deixavam o local de mãos dadas, caminhando sem pressa em direção aos sedãs pretos e SUVs alugados nos estacionamentos.

A logística ganhou o reforço de cúmplices internos. Garçons estrategicamente posicionados operam como pontes de ligação. Em troca de “caixinhas” generosas (gorjetas em dinheiro vivo), eles identificam integrantes de comitivas sentados em mesas mais afastadas ou discretas e fazem a apresentação sutil das garotas, agilizando o flerte e garantindo que o dinheiro circule rapidamente.

Carlos Carone/Metrópolesmulheres na frente de restaurante

Pix dos R$ 100

Enquanto o Lago Paranoá sediava o flerte gastronômico, o Setor de Indústrias Gráficas (SIG) fervilhava sob uma engenharia de tráfego agressiva e altamente lucrativa. Uma conhecida boate de prostituição de luxo da região revolucionou a captação de clientes nesta edição da marcha. A casa passou a pagar “R$ 100 por cabeça” para cada motorista de aplicativo que levasse passageiros que efetivamente entrassem no estabelecimento.

A estratégia fez a boate “bombar”. Se um motorista desembarcasse no local com uma comitiva de cinco prefeitos ou secretários, embolsava instantaneamente R$ 500 via Pix. O incentivo financeiro gerou corrida do ouro entre os condutores da capital. Uma espécie de “manual de etiqueta e abordagem” começou a circular intensamente em grupos fechados de WhatsApp de motoristas de app, detalhando o passo a passo para seduzir político de alto escalão sem espantá-lo.

Manual de abordagem

A coluna teve acesso às diretrizes compartilhadas entre os motoristas de aplicativo para pescar os clientes da Marcha dos Prefeitos. O foco central? Sofisticação, discrição e promessa de privacidade absoluta.

1. Identificar a janela de oportunidade
O manual orienta a não forçar o diálogo. O motorista deve avaliar se o passageiro está sociável. Puxa-se o assunto naturalmente com ganchos cotidianos: “Vai curtir a semana ou veio só a trabalho?” ou “O movimento de festas está grande hoje, né?”. Se o cliente morder a isca e disser que procura exclusividade ou descanso pós-evento, a rota começa a ser traçada.

2. Indicação indireta (retirando a pressão)
Em vez de sugerir o programa diretamente, o motorista “vende” a reputação do ambiente: “Se o senhor curte shows de pole dance e um ambiente selecionado, tem uma casa noturna excelente. Vale a pena conhecer, é considerada a melhor de Brasília”.

3. Verniz do “networking” e business
Para atrair o público de alto escalão, que valoriza a discrição, o ambiente é pintado como um reduto de negócios descontraídos:

“O ambiente é super reservado, costuma frequentar muito o pessoal do meio empresarial e corporativo, políticos que querem fazer um networking mais descontraído e relaxar assistindo a shows de modelos jovens a cada 10 minutos”.

Vende-se a segurança de que o político não será visto por opositores: “Muitos passageiros do seu perfil elogiam a estrutura, tem camarotes privativos para quem busca total discrição e fica a menos de 5 minutos do Setor Hoteleiro”.

4. Hora de recuar
O código de conduta dos motoristas também exige prudência. Diante de respostas curtas (“sim”, “não”), uso de fones de ouvido ou olhar fixo para a janela, a orientação é o silêncio imediato. Afinal, no jogo do poder e do prazer na capital federal, o silêncio ainda é a mercadoria mais cara de todas.

A 27ª Marcha dos Prefeitos caminha para o seu encerramento oficial nas tribunas e nos auditórios, mas, nas esquinas douradas de Brasília, os acordos firmados entre lençóis e taças de cristal continuarão ecoando nos bastidores do poder municipal por muito tempo.

Metrópoles

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CUSTO BRASIL: Marcas como Nike e Adidas transferem operações para o Paraguai em busca de impostos menores

Foto: Reprodução

Grandes marcas globais do setor de calçados e vestuário, como Adidas, Nike e Fila, expandiram de forma significativa suas operações fabris em território paraguaio.

O movimento estratégico de descentralização industrial ocorre por intermédio do Grupo Dass, responsável pelas confecções na América do Sul.

O principal atrativo para a transferência de linhas de produção é o conjunto de incentivos operacionais oferecido pelo governo paraguaio, com destaque para a chamada Lei de Maquila.

A legislação local estabelece regimes de tributação reduzida e desburocratização aduaneira para empresas focadas na exportação.

Relatórios de comércio internacional apontam que o Paraguai consolidou-se como um polo de montagem e manufatura no continente.

Fabricantes utilizam as vantagens fiscais do país vizinho para produzir insumos com custos reduzidos e, posteriormente, reinserir os produtos acabados no mercado consumidor brasileiro.

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DOIDÃO: PRF prende homem dirigindo sem CNH e ‘fedendo’ a maconha na BR-230, em Campina Grande

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na noite desta quarta-feira (20), um homem de 27 anos que acumulou uma série de infrações e crimes ao ser abordado na BR-230. Ele conduzia uma caminhonete clonada, não possuía habilitação, portava entorpecentes e confessou estar dirigindo sob o efeito de maconha.

O flagrante começou durante uma abordagem de rotina a uma Hilux de cor prata. Ao solicitar os documentos, os policiais descobriram que o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Ao descer do veículo, a equipe sentiu um forte odor de maconha vindo do motorista. Questionado pelos policiais, o jovem admitiu espontaneamente que havia utilizado a droga momentos antes de assumir a direção e entregou voluntariamente uma porção de aproximadamente 24 gramas da substância que guardava no bolso. Diante dos visíveis sinais de alteração psicomotora, os policiais realizaram um registro audiovisual para documentar o estado do condutor.

Paralelamente, os agentes realizaram uma vistoria minuciosa nos elementos de identificação da caminhonete. A fiscalização técnica revelou que o número do bloco do motor, as etiquetas de segurança e a plaqueta metálica pertenciam, na verdade, a outra Hilux registrada no estado do Rio de Janeiro. O veículo abordado utilizava placas clonadas para circular de forma aparentemente regular.

Aos policiais, o homem alegou que havia comprado a caminhonete no dia anterior, em João Pessoa, nas mãos de um desconhecido, e que não possuía nenhum recibo ou contrato que comprovasse a transação legal.

Diante de todas as evidências, o homem recebeu voz de prisão e foi enquadrado por três crimes simultâneos:

O detido foi conduzido ileso, juntamente com o veículo apreendido, a porção de maconha e as imagens gravadas, para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde responderá perante a Justiça.

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Morte de bebê recém-nascido após abandono passa a ser tratada como infanticídio

INVESTIGAÇÃO: Nove grandes áreas da Paraíba apresentam 100% de elucidação  de homicídios no primeiro bimestre de 2025; confira os locais | Polícia  Civil da Paraíba - PCPB
A Polícia Civil da Paraíba iniciou, nesta quarta-feira (20), a investigação sobre a morte do recém-nascido encontrado abandonado entre duas residências no distrito de Cupissura, em Caaporã. Um inquérito foi aberto pelo Núcleo de Homicídios da 6ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC).

A primeira medida adotada foi o pedido de internação provisória da mãe, uma adolescente, responsável pelo fato. Ela responderá por atos infracionais análogos aos crimes de Aborto e Infancídio.

Atualmente, ela está na maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa, recebendo atendimento médico especializado. O recém-nascido foi encontrado na tarde desta terça-feira (19) entre paredes que dividiam duas residências e morreu, momentos após receber atendimentos médicos.

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Ranking coloca João Pessoa como a melhor capital nordestina para viver

5 razões para conhecer João Pessoa, na Paraíba - Um dos destinos mais interessantes do país e você não pode perder - Go Guides
Um levantamento do IPS (Índice de Progresso Social) Brasil 2026 revelou quais são as capitais brasileiras com melhor qualidade de vida no país. O estudo analisou indicadores sociais e ambientais das 27 capitais e mostrou diferenças significativas entre os municípios.

Segundo o ranking, divulgado nesta quarta-feira (20), as melhores colocações ficaram com Curitiba (PR), que lidera o ranking, seguida por Brasília (DF), São Paulo (SP), Campo Grande (MS) e Belo Horizonte (MG), enquanto cidades como Porto Velho (RO), Macapá (AP), Maceió (AL) e Salvador (BA) apareceram entre os piores resultados.

No levantamento, João Pessoa aparece em 9° no lugar e desponta como a melhor capital nordestina para viver, desbancando cidades como Natal e Recife e até o Rio de Janeiro.

O IPS Brasil mede fatores ligados à qualidade de vida, como segurança, moradia, acesso à saúde, educação, inclusão social e oportunidades para a população. Ao todo, foram considerados 57 indicadores sociais e ambientais.

O levantamento avalia os 5.570 municípios brasileiros e utiliza uma escala de 0 a 100 para calcular o nível de progresso social das cidades.

CNN

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BBB DO TRÁFICO: Câmeras de facções criminosas aterrorizam moradores e transformam a Paraíba em um ‘reality do crime’

Cabedelo: cidade é tomada por facção e vigiada 24 horas por câmeras instaladas por bandidos | Se Liga PB

A cena parece retirada de uma série sobre narcotráfico, mas acontece em plena Paraíba, onde facções criminosas esão instalando câmeras em postes para monitorar a chegada da polícia, rastrear rivais e controlar comunidades inteiras como se fossem donas do território.

Primeiro, Cabedelo ganhou destaque nacional no Fantástico da TV Globo, após investigações apontarem que criminosos no Rio de Janeiro monitoravam a cidade à distância, direto do Complexo do Alemão.

Nesta segunda-feira (18), a Polícia Civil encontrou uma câmera clandestina em Mangabeira, um dos bairros mais populosos de João Pessoa. O recado é claro: o crime organizado deixou de apenas ocupar espaços e passou a administrar as ruas com tecnologia, vigilância e sensação de autoridade.

Enquanto isso, o cidadão comum segue refém da violência, da insegurança e da impressão cada vez mais forte de que há bairros onde o Estado da Paraíba entra apenas para fazer operação, tirar foto e ir embora depois. Porque, na prática, quem vigia, controla e observa a movimentação diária é o crime.

O que deveria servir à iluminação urbana virou suporte para espionagem criminosa. O poste é público, mas o controle parece privado. A presença dessas câmeras revela a ausência de inteligência preventiva, falhas de ocupação urbana e um Estado que perdeu a capacidade de impor presença contínua em determinadas áreas. É o “reality show do crime”, onde cada rua vira corredor monitorado e cada morador, figurante involuntário. O crime observa tudo e o estado, parece fechar os olhos.

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Governo da PB pagou mais de R$ 750 mil para presidente da OAB-RR nomeado em cargo ‘fantasma’

Pesquisa aponta que 96,1% dos brasileiros preferem pagar com dinheiro em  espécie - Jornal O Globo
ma investigação conduzida pela Polícia Civil da Paraíba apontou um suposto caso de “funcionário fantasma” envolvendo um servidor vinculado ao sistema penitenciário estadual, que teria recebido mais de R$ 700 mil em salários pagos pelo Governo do Estado sem exercer regularmente suas funções.

O investigado, Ednaldo Gomes Vidal, exercia cargo efetivo em unidades prisionais localizadas no sertão da Paraíba, em cidades como Conceição e Itaporanga, enquanto atuava simultaneamente como presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Roraima.

As investigações apontam que, mesmo residindo a aproximadamente 4.900 quilômetros da Paraíba, o investigado permaneceu recebendo remuneração regularmente até abril de 2024, além de benefícios funcionais, sem registros de faltas nas unidades onde estaria lotado.

Segundo levantamento realizado pelo Ministério Público da Paraíba, o servidor teria recebido aproximadamente R$ 756 mil em salários durante o período investigado. As apurações também identificaram possíveis irregularidades relacionadas ao controle de frequência funcional.

Diante dos elementos colhidos durante a investigação, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário, com o indiciamento de cinco pessoas, em tese, pelos crimes de peculato e falsidade ideológica. O caso segue em tramitação na Justiça, observando-se o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.

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Protesto contra morte de jovem em ação policial interdita trecho da BR-230, em João Pessoa

A manhã desta segunda-feira (18) começou com protestos na BR-230, próximo ao Parque de Exposições no bairro do Cristo, em João Pessoa. Manifestantes queimaram pneus e incendiaram dois veículos.

Neste momento, estão bloqueados os dois trechos da rodovia, nos dois sentidos, o trânsito já é intenso.

Moradores da Comunidade Boa Esperança estão pedindo justiça após um jovem ser baleado durante uma ação policial na noite da última sexta-feira (15). Ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

De acordo com os manifestantes, um jovem, identificado como Carlos Eduardo não teria envolvimento com o crime. 

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