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Fim da escala 6×1 traz custo ao consumidor e risco à produtividade, alerta setor da construção civil

Construção gera 18 mil novos empregos em maio e alcança melhor salário de  admissão entre setores da economia - CBIC – Câmara Brasileira da Industria  da Construção
O fim da escala 6×1 nao impactaria apenas a escala de trabalho, mas toda a estrutura do setor de construção civil, segundo levantamento da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção).

“A mudança altera a própria organização produtiva da construção. Os principais indicadores mostram que o tema afeta custo, prazo, produtividade e dinâmica do emprego formal”, enfatiza a entidade.

Ao apurar a percepção geral de impactos no setor, a CBIC notou que os impactos mais elevados da redução da jornada semanal se concentram em custo, produtividade e prazo.

Segundo o levantamento, há “consenso elevado” na construção civil sobre aumento de custo de mão de obra (88,5%), custo ao consumidor (84,6%), impacto na produtividade (82,5%) e prazo de execução de obras (81,6%).

“A necessidade de contratação adicional (73,9%) sugere que a adaptação não é percebida como apenas reorganização interna. As respostas empresariais tendem mais para contração de quadro do que para manutenção”, alerta o estudo.

“No recorte de obras públicas, a maioria das empresas com atuação no segmento veem aumento de custo em contratos em andamento e futuros. Produtividade, disponibilidade e capacitação concentram os principais gargalos de mão de obra já hoje”, acrescenta.

A entidade afirma ainda que 45,3% do setor afirma que poderia reduzir contratações futuras caso a jornada seja reduzida sem revisão proporcional de salários. Ademais, 78,6% indicam risco de aumento da informalidade na construção, ponto esse que “conecta jornada, custo e qualidade do emprego”, segundo a CBIC.

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Governo Lula autoriza ‘Bet’ banida em vários países a operar no Brasil

O site da casa de apostas 1xBet é seguro e confiável?

Banido em vários países, o site 1xBet conseguiu autorização do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para funcionar enquanto atuava ilegalmente no Brasil, indicam processos judiciais. A outorga foi liberada pelo Ministério da Fazenda em julho e a bet, de origem russa, ainda responde na Justiça por bloquear prêmios de apostadores durante o período de ilegalidade no Brasil.

As bets que conseguiram o aval do governo estavam liberadas pela legislação para explorar o mercado de apostas regular a partir de 1º de janeiro de 2025. Sem obter a autorização nas primeiras levas de outorgas por inadequações no requerimento, a 1xBet manteve-se em funcionamento mesmo assim, arrecadando dinheiro de brasileiros de forma clandestina.

Procurado, o Ministério da Fazenda afirmou que a operadora da marca no Brasil foi autorizada depois de apresentar documentos que “permitiram avaliar sua estrutura societária até o nível de beneficiário final”, mas destacou que autorizações podem ser revistas “caso surjam fatos novos que descumpram as regulamentações impostas”.

A 1xBet disse que a operação da marca no Brasil é independente e segue os mais rígidos padrões globais de compliance, jogo responsável e governança corporativa. Também alegou que atua em conformidade com a legislação brasileira e de acordo com a autorização obtida na Fazenda.

A atuação indevida está demonstrada em processos judiciais movidos por apostadores que relataram ter sido impedidos de sacar ganhos. Nas ações, a responsável pela 1xBet alegou não ter relação com o site que travou os pagamentos, mas o argumento não foi acolhido pela Justiça em ações que tramitam em Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A marca 1xBet é explorada no Brasil pela Defy Ltda, uma empresa de Caxias do Sul (RS) em nome de Carlos Eduardo Ferreira e da Lutum Limited, uma firma registrada no Chipre, na Ásia ocidental – onde está a sede da operação da bet. Antes, a Defy chamava-se 1xBet Intermediação de Negócios LTDA e mudou o nome ao longo da tramitação de processos movidos por apostadores.

A Defy apresentou defesas quase idênticas em todos os processos analisados pela reportagem. Dizia que a semelhança de seu nome com a da bet questionada não passava de coincidência, que não tinha ingerência sobre o site acessado pelos apostadores lesados, o br.1xbet.com, e que a Justiça deveria se basear em uma informação que o próprio site apresentava sobre o controlador da página, uma empresa estrangeira registrada em Curaçao, paraíso fiscal do Caribe.

Irregularidades

Dos processos analisados pelo Estadão, dois são representativos. Em um deles, movido em outubro de 2024 por um apostador de Goiânia (GO), a Defy pagou, sem recorrer da sentença, os R$ 3,1 mil, cobrados de devolução e indenização perdidos na 1xBet na fase anterior à regulação.

O outro caso é o de uma apostadora de Joaçaba (SC). Ela relatou à Justiça que jogou na 1xBet no fim de janeiro de 2025 e acabou tendo R$ 5,2 mil bloqueados pela plataforma, que pedia novos aportes para liberar o dinheiro.

Ou seja, em paralelo ao processo de licença que corria na Fazenda, a casa de apostas funcionava sem ter a autorização, durante o período do mercado regulado, quando nenhuma bet sem o aval federal poderia oferecer apostas online.

Até 2024, as empresas de apostas exploravam uma “zona cinzenta” da legislação vigente à época e funcionavam livremente no País a partir de supostas sedes no exterior. As regras atuais passaram a valer em 2025. A Defy só ganhou a autorização oficial para explorar apostas com a 1xBet em 29 de julho, após ter pedidos negados desde o fim de 2024.

No processo da apostadora de Joaçaba, a Justiça determinou que a Defy faça a devolução do dinheiro travado, conforme uma decisão de novembro. A empresa que representa a 1xBet perdeu dois recursos. Um terceiro ainda será julgado.

O advogado da apostadora afirmou no processo que a bet faz “manobra para se furtar à responsabilidade jurídica frente aos consumidores” e que a empresa, como não havia sido autorizada, “passou a operar de forma ilegal no País por diversos domínios diferentes, e arrecadando mais dinheiro de diversos consumidores”.

Procurada para comentar os processos movidos por apostadores e o funcionamento irregular já em 2025, a casa de apostas não comentou.

Relatórios falam em esquema mundial ilegal

Criada por russos em 2007, a 1xBet está, hoje, em uma base no Chipre, país da Ásia ocidental. A empresa é banida em vários países da Europa por um histórico de funcionamento ilegal e conexão com crimes como lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Em fóruns especializados do exterior, a bet é conhecida como “Grupo Wagner das Apostas”, em referência à organização paramilitar de mercenários russos. O rótulo foi dado por Corentin Ségalen, coordenador da Autoridade Nacional de Jogos da França, entidade que atua contra a manipulação nos esportes, e ex-líder do Grupo Copenhagen.

A entidade é um braço da Convenção de Macolin, um conselho internacional dedicado a combater a manipulação de resultados esportivos. O Brasil aderiu a essa Convenção em setembro.

Estadão

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MARCA BRASIL: Governo Lula derruba imagem do Brasil no exterior, diz pesquisa mundial

Entenda o risco de maior derrota de Lula em 5 pontos - 31/05 ...

A avaliação sobre governo é o principal ponto de fragilidade da imagem do Brasil, segundo levantamento global da consultoria OnStrategy sobre a imagem do país em 2026.  A pesquisa Marca Brasil é a maior já produzida sobre a reputação do Brasil. Foram entrevistados pela OnStrategy 192.400 brasileiros e 278.200 estrangeiros de forma online — entre cidadãos, executivos de empresas, jornalistas, influenciadores e autoridades entre outubro de 2025 e março de 2026.

Os dois indicadores aparecem entre os piores desempenhos tanto na percepção de brasileiros quanto de estrangeiros. Já a avaliação de estilo de vida e segurança aparece com a nota 5,4 para brasileiros, enquanto os estrangeiros classificam o tema com 4,4.

Instabilidade política e social

Ainda segundo o levantamento, a percepção de instabilidade no ambiente político, econômico e social brasileiro aparece como um dos principais fatores que limitam a melhora da imagem do país no exterior e entre os próprios cidadãos.

Para os brasileiros, o ambiente político, econômico e social recebe a nota 5,5. Para os estrangeiros, esse âmbito registra 5,2.

As entrevistas internacionais da pesquisa foram feitas com cidadãos do México, Argentina, EUA, Canadá, China, Japão, Índia, Emirados Árabes, África do Sul, Angola, Moçambique, Rússia, Reino Unido, Suíça, Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia, Holanda, Grécia, Bélgica, Portugal, Suécia, Áustria e Dinamarca.

Fundada em 2009 e sediada em Lisboa, a OnStrategy é uma consultora multidisciplinar de brand value management, focada na criação, construção e otimização do valor econômico e financeiro de negócios e marcas.

CNN

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VÍDEO: ‘Arraiá do Henry’ é cancelado após prefeitura embargar casa de shows em João Pessoa

 

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Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

O show do cantor Henry Freitas, que acontecia na noite desta sexta-feira (15), em João Pessoa, foi cancelado no meio do evento após uma ação da Secretaria de Meio Ambiente (Semam).

A festa, denominada “Arraiá do Henry Freitas”, era realizada no Lagoon Celebration, quando fiscais do órgão embargaram o local por supostas irregularidades ambientais denunciadas anteriormente.

A interdição aconteceu por volta das 00h30, pouco antes de Henry Freitas subir ao palco. Segundo relatos de pessoas que estavam no evento, a decisão pegou público, organização e até fornecedores de surpresa, já que não teria havido qualquer notificação prévia informando sobre a possibilidade de embargo ou suspensão da festa.

Com a determinação da Semam, o evento foi encerrado imediatamente e o público precisou deixar o local. Nas redes sociais, muitas pessoas reclamaram da forma como a situação foi conduzida, principalmente pelo fato da decisão ter ocorrido já durante a realização da festa,.

Até o momento, a Secretaria de Meio Ambiente não detalhou quais seriam as irregularidades identificadas no Lagoon e nem informou se o espaço já havia sido notificado anteriormente.

Em nota, a organização do evento criticou a medida e disse que vai acionar a justiça pedindo a liberação do local.

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CASO MASTER: Pai de Daniel Vorcaro é preso em Belo Horizonte

Quem é Henrique Vorcaro, pai de Daniel preso nesta quinta-feira

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (14) Henrique Vorcaro,  pai de Daniel Vorcaro. Segundo a PF, nesta 6ª fase, o objetivo é aprofundar as investigações contra uma organização criminosa ligada ao caso, suspeita de praticar condutas de intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos. Uma delegada da Policia Federal foi alvo e afastada na operação, por integrar o mesmo grupo.

Foram cumpridos sete mandados de prisão, busca e apreensão. A decisão da prisão foi do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça.

Policiais federais cumprem sete mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e de sequestro e bloqueio de bens.

Estão sendo investigados os crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional”.

“A Turma”, como o grupo se identificava no material apreendido pela Polícia Federal, conversou sobre “quebrar todos os dentes” do jornalista Lauro Jardim, de O Globo. A sugestão da sova foi dada pelo chefe e então dono do Master, Daniel Vorcaro, a Luiz Mourão, o “Sicário”, apelido que remete a matadores de aluguel.

De acordo com as ordens de prisão decretadas pelo ministro André Mendonça em março, “Sicário” e um ex-policial também invadiam sistemas de órgãos federais, monitoravam e espionavam alvos do dono do banco e agiam para limpar a imagem pública da empresa financeira e de Vorcaro, por meio de pedidos forjados a plataformas digitais e pagamentos a editores por veiculações amistosas.

“Sicário” morreu logo depois de ser preso. A PF afirma que ele cometeu suicídio.

Em março também foi preso preventivamente Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro suspeito de organizar pagamentos de “A Turma”.

Henrique Vorcaro era um participante ativo da rede de movimentações financeiras do Master e do filho. Eles participavam juntos de empresas que, segundo as investigações, teriam sido usadas para ocultar patrimônio do empresa.

Mônica Bérgamo – Folha de S. Paulo

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Condomínio onde elevador despencou já havia acionado a Justiça contra construtora por problemas estruturais

Elevador despenca três andares em prédio residencial em João Pessoa; três pessoas ficam feridas — Foto: TV Cabo Branco

O condomínio onde um elevador desabou e que três pessoas ficaram feridas, no bairro do Altiplano, em João Pessoa, nesta quarta-feira (13), já havia processado a construtora GGP por supostas falhas estruturais na construção do empreendimento e por problemas nos elevadores do local. As informações são da Rede Paraíba de Comunicação.

As falhas constam em um documento em que o condomínio moveu o processo na 7ª Vara Cível da Capital, contra a construtora, e também de um laudo realizado por uma empresa que avaliou os supostos problemas.

No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de “vícios estruturais nos elevadores” mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023. Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança.

O processo teve uma decisão favorável para o condomínio em janeiro de 2025, determinando a substituição integral dos elevadores, no entanto, a construtora recorreu judicialmente e o processo ainda tramita na Justiça da Paraíba.

Laudo de 2026 aponta falhas

O documento, elaborado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, lista várias inconformidades no elevador do Bloco B, incluindo problemas considerados de alta prioridade e risco à segurança dos moradores. Neste bloco, inclusive, houve o desabamento do elevador, que feriu as três pessoas.

Entre os principais problemas encontrados estão a ausência de sinalização de segurança e de controle de acesso à casa de máquinas do elevador, falta de extintor de incêndio adequado, inexistência de iluminação de emergência e falhas no aterramento elétrico do sistema. O laudo também registrou ausência de ventilação adequada, problemas de organização da instalação elétrica e ausência de dispositivos de resgate emergencial.

O documento aponta ainda que a máquina de tração do elevador, “não atende à capacidade de peso de toda a estrutura e não atende às normas de segurança”. O laudo recomendou a substituição completa do equipamento. A pendência foi classificada com prioridade “alta”.

G1 Paraíba

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Com cerca de três anos, residencial de luxo Reserve Altiplano do Grupo GP tem queda de elevador e deixa feridos em João Pessoa

O acidente envolvendo uma mulher e duas crianças no edifício Reserve Altiplano 1, empreendimento do Grupo GP localizado no bairro do Altiplano, em João Pessoa, reacendeu o debate sobre responsabilidade legal, manutenção predial e segurança de elevadores em condomínios residenciais de alto padrão.

O caso ocorreu na tarde desta quarta-feira (13), após um elevador apresentar falha durante o funcionamento, deixando mulher e crianças os feridas. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

Apesar de ter sido entregue há cerca de três anos, o Reserve Altiplano 1 já enfrenta polêmica mesmo sendo um empreendimento novo e de um construtora renomada.

 

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Juiz teria ganho quadriciclo em troca de decisão em processo; CNJ investiga

Uma empresa comunicou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que fez uma investigação particular e reuniu indícios de que um desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) ganhou um quadriciclo de R$ 62,5 mil em troca de uma decisão em um processo.

O relato chegou ao CNJ no último dia 28, no âmbito de um Pedido de Providências apresentado pela Construtora Zoller, de Curitiba, contra o desembargador Francisco Carlos Jorge.

A empresa diz que foi prejudicada por uma decisão do magistrado que reverteu decisões anteriores do órgão colegiado.

Desembargador do TJPR Francisco Carlos Jorge — Foto: Divulgação/TJPR

Desembargador do TJPR Francisco Carlos Jorge — Foto: Divulgação/TJPR

A investigação particular, também apresentada em um pedido de apuração disciplinar feito à Presidência do TJ paranaense em 27 de abril, traz como indícioso depoimento do administrador da loja que vendeu o quadriciclo, uma nota fiscal em nome do filho do desembargador e uma foto de Instagram com os netos dele pilotando o veículo.

Foto apresentada ao CNJ como prova de que netos do desembargador receberam quadriciclo sob suspeita. — Foto: Reprodução

Já o Conselho Nacional de Justiça afirmou, em nota, que a Corregedoria Nacional de Justiça instaurou procedimento “visando apurar supostas irregularidades”.

 

O advogado Michel Guerios Netto nega que tenha ido à loja e escolhido o quadriciclo. Leia a nota na íntegra:

Tomei conhecimento recentemente das alegações caluniosas trazidas na improcedente petição e nos documentos com conteúdo falso que foram fabricados para acompanhá-la. Refuto integralmente o contido na petição e na documentação que a acompanhou.

Não conheço e nem nunca mantive qualquer relação, profissional, comercial, de amizade ou social, com qualquer familiar do desembargador relator do processo.

Apresentarei, em meu nome e em defesa de meu cliente, as razões e fundamentos no processo específico e nas demais medidas judiciais que já estão sendo tomadas, inclusive na esfera criminal.

O CNJ afirmou que apura o caso. Veja a nota do órgão:

Em resposta aos questionamentos sobre o Pedido de Providências 0007741-47.2025.2.00.0000, informamos que o procedimento tramita sob a relatoria da Corregedoria Nacional de Justiça, visando apurar supostas irregularidades e usurpação de competência na conduta do desembargador Francisco Carlos Jorge.

Até o momento, a Corregedoria determinou a intimação da requerente (Construtora Zoller) para que apresente um relato cronológico detalhado e documentos comprobatórios das alegações, além de solicitar informações ao desembargador Mário Luiz Ramidoff [que era relator do processo antes de Francisco Jorge assumi-lo].

Não há conclusão sobre a plausibilidade dos fatos, uma vez que a Corregedoria Nacional de Justiça determinou esclarecimentos adicionais.

Ressalte-se que a alegação sobre o recebimento de um quadriciclo será analisada oportunamente, bem como aquelas que dizem respeito à tramitação processual de todos os feitos relacionados.

G1

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LUTO NA TV: Morre aos 85 anos Thereza Madalena, a “Rainha da TV paraibana”

Em momento de silêncio e fé, TV Master presta homenagem a Thereza Madalena  e pede respeito à família – Paraíba Master

A apresentadora Thereza Madalena, conhecida como a “Rainha da TV Paraibana”, morreu na manhã desta terça-feira (12). Thereza estava internada na UTI do Hospital São Vicente de Paulo, em João Pessoa, após se submeter a uma cirurgia no intestino e vinha se recuperando do procedimento. No entanto, o estado de saúde se agravou e ela não resistiu.

Trajetória

Natural de Orós, no Ceará, Thereza Madalena dedicou mais de 30 anos da área de comunicação e promoção cultural em João Pessoa e Campina Grande. Na imprensa foi colunista social, palestrante e colunista social no Diário da Borborema, Diários Associados e no Sistema Correio de Comunicação. Atualmente apresentava um programa na TV Master.

Ainda não há informações precisas sobre o horário e o local do velório e do sepultamento.

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Operação nacional cumpre 20 mandados de prisão contra facção criminosa em João Pessoa


A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba deflagrou, nesta terça-feira (12), em João Pessoa, a Operação Trapiche, realizada simultaneamente em outros 13 estados.

Durante as diligências na Paraíba, estão sendo cumpridos 40 mandados de busca e apreensão, 20 mandados de prisão preventiva e 7 medidas de bloqueio e sequestro de bens. A investigação investiga a atuação de uma facção criminosa, especialmente na região central de João Pessoa, envolvendo os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de capitais, entre outros.

A FICCO/PB é uma força de atuação integrada composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba (SESDS/PB) e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (SEAP/PB), em modelo de cooperação técnica e operacional coordenado pela Polícia Federal, sem hierarquia entre as forças participantes.

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