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CUSTO BRASIL: Marcas como Nike e Adidas transferem operações para o Paraguai em busca de impostos menores

Foto: Reprodução

Grandes marcas globais do setor de calçados e vestuário, como Adidas, Nike e Fila, expandiram de forma significativa suas operações fabris em território paraguaio.

O movimento estratégico de descentralização industrial ocorre por intermédio do Grupo Dass, responsável pelas confecções na América do Sul.

O principal atrativo para a transferência de linhas de produção é o conjunto de incentivos operacionais oferecido pelo governo paraguaio, com destaque para a chamada Lei de Maquila.

A legislação local estabelece regimes de tributação reduzida e desburocratização aduaneira para empresas focadas na exportação.

Relatórios de comércio internacional apontam que o Paraguai consolidou-se como um polo de montagem e manufatura no continente.

Fabricantes utilizam as vantagens fiscais do país vizinho para produzir insumos com custos reduzidos e, posteriormente, reinserir os produtos acabados no mercado consumidor brasileiro.

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DOIDÃO: PRF prende homem dirigindo sem CNH e ‘fedendo’ a maconha na BR-230, em Campina Grande

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na noite desta quarta-feira (20), um homem de 27 anos que acumulou uma série de infrações e crimes ao ser abordado na BR-230. Ele conduzia uma caminhonete clonada, não possuía habilitação, portava entorpecentes e confessou estar dirigindo sob o efeito de maconha.

O flagrante começou durante uma abordagem de rotina a uma Hilux de cor prata. Ao solicitar os documentos, os policiais descobriram que o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Ao descer do veículo, a equipe sentiu um forte odor de maconha vindo do motorista. Questionado pelos policiais, o jovem admitiu espontaneamente que havia utilizado a droga momentos antes de assumir a direção e entregou voluntariamente uma porção de aproximadamente 24 gramas da substância que guardava no bolso. Diante dos visíveis sinais de alteração psicomotora, os policiais realizaram um registro audiovisual para documentar o estado do condutor.

Paralelamente, os agentes realizaram uma vistoria minuciosa nos elementos de identificação da caminhonete. A fiscalização técnica revelou que o número do bloco do motor, as etiquetas de segurança e a plaqueta metálica pertenciam, na verdade, a outra Hilux registrada no estado do Rio de Janeiro. O veículo abordado utilizava placas clonadas para circular de forma aparentemente regular.

Aos policiais, o homem alegou que havia comprado a caminhonete no dia anterior, em João Pessoa, nas mãos de um desconhecido, e que não possuía nenhum recibo ou contrato que comprovasse a transação legal.

Diante de todas as evidências, o homem recebeu voz de prisão e foi enquadrado por três crimes simultâneos:

O detido foi conduzido ileso, juntamente com o veículo apreendido, a porção de maconha e as imagens gravadas, para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde responderá perante a Justiça.

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Morte de bebê recém-nascido após abandono passa a ser tratada como infanticídio

INVESTIGAÇÃO: Nove grandes áreas da Paraíba apresentam 100% de elucidação  de homicídios no primeiro bimestre de 2025; confira os locais | Polícia  Civil da Paraíba - PCPB
A Polícia Civil da Paraíba iniciou, nesta quarta-feira (20), a investigação sobre a morte do recém-nascido encontrado abandonado entre duas residências no distrito de Cupissura, em Caaporã. Um inquérito foi aberto pelo Núcleo de Homicídios da 6ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC).

A primeira medida adotada foi o pedido de internação provisória da mãe, uma adolescente, responsável pelo fato. Ela responderá por atos infracionais análogos aos crimes de Aborto e Infancídio.

Atualmente, ela está na maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa, recebendo atendimento médico especializado. O recém-nascido foi encontrado na tarde desta terça-feira (19) entre paredes que dividiam duas residências e morreu, momentos após receber atendimentos médicos.

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Ranking coloca João Pessoa como a melhor capital nordestina para viver

5 razões para conhecer João Pessoa, na Paraíba - Um dos destinos mais interessantes do país e você não pode perder - Go Guides
Um levantamento do IPS (Índice de Progresso Social) Brasil 2026 revelou quais são as capitais brasileiras com melhor qualidade de vida no país. O estudo analisou indicadores sociais e ambientais das 27 capitais e mostrou diferenças significativas entre os municípios.

Segundo o ranking, divulgado nesta quarta-feira (20), as melhores colocações ficaram com Curitiba (PR), que lidera o ranking, seguida por Brasília (DF), São Paulo (SP), Campo Grande (MS) e Belo Horizonte (MG), enquanto cidades como Porto Velho (RO), Macapá (AP), Maceió (AL) e Salvador (BA) apareceram entre os piores resultados.

No levantamento, João Pessoa aparece em 9° no lugar e desponta como a melhor capital nordestina para viver, desbancando cidades como Natal e Recife e até o Rio de Janeiro.

O IPS Brasil mede fatores ligados à qualidade de vida, como segurança, moradia, acesso à saúde, educação, inclusão social e oportunidades para a população. Ao todo, foram considerados 57 indicadores sociais e ambientais.

O levantamento avalia os 5.570 municípios brasileiros e utiliza uma escala de 0 a 100 para calcular o nível de progresso social das cidades.

CNN

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BBB DO TRÁFICO: Câmeras de facções criminosas aterrorizam moradores e transformam a Paraíba em um ‘reality do crime’

Cabedelo: cidade é tomada por facção e vigiada 24 horas por câmeras instaladas por bandidos | Se Liga PB

A cena parece retirada de uma série sobre narcotráfico, mas acontece em plena Paraíba, onde facções criminosas esão instalando câmeras em postes para monitorar a chegada da polícia, rastrear rivais e controlar comunidades inteiras como se fossem donas do território.

Primeiro, Cabedelo ganhou destaque nacional no Fantástico da TV Globo, após investigações apontarem que criminosos no Rio de Janeiro monitoravam a cidade à distância, direto do Complexo do Alemão.

Nesta segunda-feira (18), a Polícia Civil encontrou uma câmera clandestina em Mangabeira, um dos bairros mais populosos de João Pessoa. O recado é claro: o crime organizado deixou de apenas ocupar espaços e passou a administrar as ruas com tecnologia, vigilância e sensação de autoridade.

Enquanto isso, o cidadão comum segue refém da violência, da insegurança e da impressão cada vez mais forte de que há bairros onde o Estado da Paraíba entra apenas para fazer operação, tirar foto e ir embora depois. Porque, na prática, quem vigia, controla e observa a movimentação diária é o crime.

O que deveria servir à iluminação urbana virou suporte para espionagem criminosa. O poste é público, mas o controle parece privado. A presença dessas câmeras revela a ausência de inteligência preventiva, falhas de ocupação urbana e um Estado que perdeu a capacidade de impor presença contínua em determinadas áreas. É o “reality show do crime”, onde cada rua vira corredor monitorado e cada morador, figurante involuntário. O crime observa tudo e o estado, parece fechar os olhos.

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Governo da PB pagou mais de R$ 750 mil para presidente da OAB-RR nomeado em cargo ‘fantasma’

Pesquisa aponta que 96,1% dos brasileiros preferem pagar com dinheiro em  espécie - Jornal O Globo
ma investigação conduzida pela Polícia Civil da Paraíba apontou um suposto caso de “funcionário fantasma” envolvendo um servidor vinculado ao sistema penitenciário estadual, que teria recebido mais de R$ 700 mil em salários pagos pelo Governo do Estado sem exercer regularmente suas funções.

O investigado, Ednaldo Gomes Vidal, exercia cargo efetivo em unidades prisionais localizadas no sertão da Paraíba, em cidades como Conceição e Itaporanga, enquanto atuava simultaneamente como presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Roraima.

As investigações apontam que, mesmo residindo a aproximadamente 4.900 quilômetros da Paraíba, o investigado permaneceu recebendo remuneração regularmente até abril de 2024, além de benefícios funcionais, sem registros de faltas nas unidades onde estaria lotado.

Segundo levantamento realizado pelo Ministério Público da Paraíba, o servidor teria recebido aproximadamente R$ 756 mil em salários durante o período investigado. As apurações também identificaram possíveis irregularidades relacionadas ao controle de frequência funcional.

Diante dos elementos colhidos durante a investigação, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário, com o indiciamento de cinco pessoas, em tese, pelos crimes de peculato e falsidade ideológica. O caso segue em tramitação na Justiça, observando-se o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.

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Protesto contra morte de jovem em ação policial interdita trecho da BR-230, em João Pessoa

A manhã desta segunda-feira (18) começou com protestos na BR-230, próximo ao Parque de Exposições no bairro do Cristo, em João Pessoa. Manifestantes queimaram pneus e incendiaram dois veículos.

Neste momento, estão bloqueados os dois trechos da rodovia, nos dois sentidos, o trânsito já é intenso.

Moradores da Comunidade Boa Esperança estão pedindo justiça após um jovem ser baleado durante uma ação policial na noite da última sexta-feira (15). Ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

De acordo com os manifestantes, um jovem, identificado como Carlos Eduardo não teria envolvimento com o crime. 

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Fim da escala 6×1 traz custo ao consumidor e risco à produtividade, alerta setor da construção civil

Construção gera 18 mil novos empregos em maio e alcança melhor salário de  admissão entre setores da economia - CBIC – Câmara Brasileira da Industria  da Construção
O fim da escala 6×1 nao impactaria apenas a escala de trabalho, mas toda a estrutura do setor de construção civil, segundo levantamento da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção).

“A mudança altera a própria organização produtiva da construção. Os principais indicadores mostram que o tema afeta custo, prazo, produtividade e dinâmica do emprego formal”, enfatiza a entidade.

Ao apurar a percepção geral de impactos no setor, a CBIC notou que os impactos mais elevados da redução da jornada semanal se concentram em custo, produtividade e prazo.

Segundo o levantamento, há “consenso elevado” na construção civil sobre aumento de custo de mão de obra (88,5%), custo ao consumidor (84,6%), impacto na produtividade (82,5%) e prazo de execução de obras (81,6%).

“A necessidade de contratação adicional (73,9%) sugere que a adaptação não é percebida como apenas reorganização interna. As respostas empresariais tendem mais para contração de quadro do que para manutenção”, alerta o estudo.

“No recorte de obras públicas, a maioria das empresas com atuação no segmento veem aumento de custo em contratos em andamento e futuros. Produtividade, disponibilidade e capacitação concentram os principais gargalos de mão de obra já hoje”, acrescenta.

A entidade afirma ainda que 45,3% do setor afirma que poderia reduzir contratações futuras caso a jornada seja reduzida sem revisão proporcional de salários. Ademais, 78,6% indicam risco de aumento da informalidade na construção, ponto esse que “conecta jornada, custo e qualidade do emprego”, segundo a CBIC.

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Governo Lula autoriza ‘Bet’ banida em vários países a operar no Brasil

O site da casa de apostas 1xBet é seguro e confiável?

Banido em vários países, o site 1xBet conseguiu autorização do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para funcionar enquanto atuava ilegalmente no Brasil, indicam processos judiciais. A outorga foi liberada pelo Ministério da Fazenda em julho e a bet, de origem russa, ainda responde na Justiça por bloquear prêmios de apostadores durante o período de ilegalidade no Brasil.

As bets que conseguiram o aval do governo estavam liberadas pela legislação para explorar o mercado de apostas regular a partir de 1º de janeiro de 2025. Sem obter a autorização nas primeiras levas de outorgas por inadequações no requerimento, a 1xBet manteve-se em funcionamento mesmo assim, arrecadando dinheiro de brasileiros de forma clandestina.

Procurado, o Ministério da Fazenda afirmou que a operadora da marca no Brasil foi autorizada depois de apresentar documentos que “permitiram avaliar sua estrutura societária até o nível de beneficiário final”, mas destacou que autorizações podem ser revistas “caso surjam fatos novos que descumpram as regulamentações impostas”.

A 1xBet disse que a operação da marca no Brasil é independente e segue os mais rígidos padrões globais de compliance, jogo responsável e governança corporativa. Também alegou que atua em conformidade com a legislação brasileira e de acordo com a autorização obtida na Fazenda.

A atuação indevida está demonstrada em processos judiciais movidos por apostadores que relataram ter sido impedidos de sacar ganhos. Nas ações, a responsável pela 1xBet alegou não ter relação com o site que travou os pagamentos, mas o argumento não foi acolhido pela Justiça em ações que tramitam em Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A marca 1xBet é explorada no Brasil pela Defy Ltda, uma empresa de Caxias do Sul (RS) em nome de Carlos Eduardo Ferreira e da Lutum Limited, uma firma registrada no Chipre, na Ásia ocidental – onde está a sede da operação da bet. Antes, a Defy chamava-se 1xBet Intermediação de Negócios LTDA e mudou o nome ao longo da tramitação de processos movidos por apostadores.

A Defy apresentou defesas quase idênticas em todos os processos analisados pela reportagem. Dizia que a semelhança de seu nome com a da bet questionada não passava de coincidência, que não tinha ingerência sobre o site acessado pelos apostadores lesados, o br.1xbet.com, e que a Justiça deveria se basear em uma informação que o próprio site apresentava sobre o controlador da página, uma empresa estrangeira registrada em Curaçao, paraíso fiscal do Caribe.

Irregularidades

Dos processos analisados pelo Estadão, dois são representativos. Em um deles, movido em outubro de 2024 por um apostador de Goiânia (GO), a Defy pagou, sem recorrer da sentença, os R$ 3,1 mil, cobrados de devolução e indenização perdidos na 1xBet na fase anterior à regulação.

O outro caso é o de uma apostadora de Joaçaba (SC). Ela relatou à Justiça que jogou na 1xBet no fim de janeiro de 2025 e acabou tendo R$ 5,2 mil bloqueados pela plataforma, que pedia novos aportes para liberar o dinheiro.

Ou seja, em paralelo ao processo de licença que corria na Fazenda, a casa de apostas funcionava sem ter a autorização, durante o período do mercado regulado, quando nenhuma bet sem o aval federal poderia oferecer apostas online.

Até 2024, as empresas de apostas exploravam uma “zona cinzenta” da legislação vigente à época e funcionavam livremente no País a partir de supostas sedes no exterior. As regras atuais passaram a valer em 2025. A Defy só ganhou a autorização oficial para explorar apostas com a 1xBet em 29 de julho, após ter pedidos negados desde o fim de 2024.

No processo da apostadora de Joaçaba, a Justiça determinou que a Defy faça a devolução do dinheiro travado, conforme uma decisão de novembro. A empresa que representa a 1xBet perdeu dois recursos. Um terceiro ainda será julgado.

O advogado da apostadora afirmou no processo que a bet faz “manobra para se furtar à responsabilidade jurídica frente aos consumidores” e que a empresa, como não havia sido autorizada, “passou a operar de forma ilegal no País por diversos domínios diferentes, e arrecadando mais dinheiro de diversos consumidores”.

Procurada para comentar os processos movidos por apostadores e o funcionamento irregular já em 2025, a casa de apostas não comentou.

Relatórios falam em esquema mundial ilegal

Criada por russos em 2007, a 1xBet está, hoje, em uma base no Chipre, país da Ásia ocidental. A empresa é banida em vários países da Europa por um histórico de funcionamento ilegal e conexão com crimes como lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Em fóruns especializados do exterior, a bet é conhecida como “Grupo Wagner das Apostas”, em referência à organização paramilitar de mercenários russos. O rótulo foi dado por Corentin Ségalen, coordenador da Autoridade Nacional de Jogos da França, entidade que atua contra a manipulação nos esportes, e ex-líder do Grupo Copenhagen.

A entidade é um braço da Convenção de Macolin, um conselho internacional dedicado a combater a manipulação de resultados esportivos. O Brasil aderiu a essa Convenção em setembro.

Estadão

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MARCA BRASIL: Governo Lula derruba imagem do Brasil no exterior, diz pesquisa mundial

Entenda o risco de maior derrota de Lula em 5 pontos - 31/05 ...

A avaliação sobre governo é o principal ponto de fragilidade da imagem do Brasil, segundo levantamento global da consultoria OnStrategy sobre a imagem do país em 2026.  A pesquisa Marca Brasil é a maior já produzida sobre a reputação do Brasil. Foram entrevistados pela OnStrategy 192.400 brasileiros e 278.200 estrangeiros de forma online — entre cidadãos, executivos de empresas, jornalistas, influenciadores e autoridades entre outubro de 2025 e março de 2026.

Os dois indicadores aparecem entre os piores desempenhos tanto na percepção de brasileiros quanto de estrangeiros. Já a avaliação de estilo de vida e segurança aparece com a nota 5,4 para brasileiros, enquanto os estrangeiros classificam o tema com 4,4.

Instabilidade política e social

Ainda segundo o levantamento, a percepção de instabilidade no ambiente político, econômico e social brasileiro aparece como um dos principais fatores que limitam a melhora da imagem do país no exterior e entre os próprios cidadãos.

Para os brasileiros, o ambiente político, econômico e social recebe a nota 5,5. Para os estrangeiros, esse âmbito registra 5,2.

As entrevistas internacionais da pesquisa foram feitas com cidadãos do México, Argentina, EUA, Canadá, China, Japão, Índia, Emirados Árabes, África do Sul, Angola, Moçambique, Rússia, Reino Unido, Suíça, Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia, Holanda, Grécia, Bélgica, Portugal, Suécia, Áustria e Dinamarca.

Fundada em 2009 e sediada em Lisboa, a OnStrategy é uma consultora multidisciplinar de brand value management, focada na criação, construção e otimização do valor econômico e financeiro de negócios e marcas.

CNN

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