Saúde

Transplante de fígado passa a ter cobertura obrigatória em planos de saúde

Foto: Ascom

O transplante de fígado para o tratamento de pacientes com doença hepática, contemplados com a disponibilização do órgão por meio de fila única do Sistema Único de Saúde (SUS), passará a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde

A decisão foi anunciada hoje (30) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e passará a integrar o rol da agência a partir de sua publicação no Diário Oficial da União (DOU), prevista para segunda-feira (3).

A Diretoria Colegiada da ANS aprovou também nesta sexta-feira a inclusão do medicamento Regorafenibe, para o tratamento de pacientes com câncer colorretal avançado ou metastático, no rol de procedimentos e eventos em saúde.

De acordo com a ANS, as tecnologias cumpriram os requisitos previstos em norma e passaram por todo o processo de avaliação e incorporação após serem apresentadas por meio do FormRol, o processo continuado de avaliação da agência, cuja análise é baseada em avaliação de tecnologias em saúde. Trata-se de um sistema de excelência que prima pela saúde baseada em evidências.

As tecnologias também discutidas em reuniões técnicas da Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde), realizadas entre junho e setembro deste ano, com ampla participação social.

Agência Brasil

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Saúde

ALERTA: 152 casos de Monkeypox são investigados na Paraíba; Estado já possui 46 dos 223 municípios com notificações

Foto: Reuters/ Dado Ruvic/

A Paraíba investiga o montante de 152 casos suspeitos de Monkeypox, varíola dos macacos. Cinco novas notificações foram registradas entre quarta-feira (28) e ontem (29), segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde, chegando ao total de 294 notificações totais. Entre os casos em investigação, 81 se concentram em João Pessoa, 19 em Cabedelo, oito em Cajazeiras e seis em Campina Grande.

A capital concentra também a maioria dos demais registros, com 13 casos confirmados, um provável e 66 descartados. Cabedelo aparece na sequência com três casos confirmados e sete descartados. Campina Grande também registra um caso confirmado e quatro descartados. Outras 23 cidades possuem casos em investigação.

A Paraíba tem 17 casos confirmados, um provável e, além dos suspeitos, 124 descartados. A maioria dos casos suspeitos acomete homens, com 80 casos em investigação. Entre mulheres, o número é de 72.

Entre as faixas etárias, a população de 10 a 19 representa a maioria, com 32 casos suspeitos. Na sequência, aparecem as faixas etárias de zero a nove anos e de 30 a 39 anos com 26 e 27 casos, respectivamente; 20 a 29, com 24 casos suspeitos cada. O estado tem 46 dos 223 municípios com notificações.

Blog do BG

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Paraíba

Campanha contra pólio e multivacinação ainda está longe de atingir a meta em JP

Foto: Reprodução

A Campanha de Vacinação contra Poliomielite e Multivacinação em João Pessoa atingiu, até o momento, 53,10% do público-alvo – crianças menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias). O reforço na vacinação segue até esta sexta-feira (30).

Desde o início da campanha, em 8 de agosto, aproximadamente 22 mil crianças receberam as doses da vacina que protege contra a Pólio. A meta da Campanha de Vacinação contra Poliomielite e Sarampo é imunizar 95% do total de 41,2 mil crianças na faixa etária de um ano até menores de cinco anos de idade.

“Os profissionais da Secretaria de Saúde têm realizado busca ativa nos Creis e nos domicílios, com intuito de garantir um bloqueio eficiente das nossas crianças contra doenças imunopreveníveis”, destacou Fernando Virgolino, chefe das Seção de Imunização da Prefeitura de João Pessoa.

As vacinas estão disponíveis nas Unidades de Saúde da Família (de 7h às 11h e de 12h às 16h), nas Policlínicas Municipais (de 7h às 17h) e no Centro Municipal de Imunização, localizado na Torre (de 8h às 16h), administrando 18 tipos de imunizantes previstos no Cartão Nacional de Vacinação.

A Campanha também está ofertando outras vacinas do calendário de vacinação. Para crianças estarão disponíveis os seguintes imunizantes: Hepatite A e B; Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente; VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); VOP (Vacina Oral Poliomielite); Febre amarela; Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba); Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela); DTP (tríplice bacteriana); Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).

Já para adolescentes são ofertadas também os imunizantes HPV; dT (dupla adulto); Febre amarela; Tríplice viral; Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

O Brasil não detecta casos de poliomielite deste 1990 e, em 1994, recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) a Certificação de área livre de circulação do Poliovírus Selvagem (PVS).

Portal Correio 

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Saúde

ALERTA: Milhares de crianças estão desprotegidas contra a paralisia infantil no Estado

 

Divulgação

Mais de 42 mil crianças estão desprotegidas contra a poliomielite na Paraíba. O número representa quase 20% do público-alvo da campanha de vacinação, que é formado por crianças entre 1 e 4 anos de idade.

De acordo com o Ministério da Saúde, a meta é vacinar pelo menos 95% das crianças nesta faixa etária; até o momento, o Estado vacinou 81,9%. Apesar de estar abaixo da meta estabelecida, a Paraíba é o estado que ocupa a primeira posição no ranking nacional de cobertura vacinal contra a poliomielite, com 184 mil doses aplicadas.

A Campanha Nacional de Multivacinação e Poliomielite termina sexta-feira (30) , entretanto, mesmo depois do encerramento, a vacinação permanece disponível em todos os municípios paraibanos, nas unidades de saúde.

Blog do BG

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Covid-19

Cientistas da UFPB descobrem seis fármacos com potencial para inativar o coronavírus

Foto: ASCOM

Pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) identificaram seis fármacos com potencial de inativar o coronavírus, que causa a Covid-19. Em um futuro próximo, essas substâncias naturais e sintéticas poderão ser aliadas das vacinas no combate a essa infecção respiratória aguda.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), fármaco é a principal substância da formulação de um medicamento, responsável pelo efeito terapêutico. Fármaco também é um composto químico obtido por extração, purificação, síntese ou semissíntese.

“Em apenas 24 meses, reunimos 20 moléculas naturais, isoladas de plantas, e outras 35 sintéticas, preparadas nos laboratórios da UFPB. Dessas, 11% podem ser inibidores enzimáticos do vírus”, explica o Prof. José Maria Barbosa Filho, professor e pesquisador do Departamento de Ciências Farmacêuticas da UFPB e coordenador do projeto de pesquisa.

Os fármacos foram testados no Laboratório de Triagem Fenotípica do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), um dos parceiros no estudo e referência mundial nesse tipo de triagem. A técnica utilizada foi a de triagem fenotípica que, por meio de um sistema robotizado, testa se determinada substância tem efeito ou não sobre células infectadas propositadamente por um patógeno [organismo que pode produzir doença].

“Depois de 48 horas, anticorpos com moléculas fluorescentes e corantes de DNA foram adicionados às amostras para permitir a visualização do vírus e das células em diferentes cores. Um microscópio automatizado varreu toda a placa, tirando fotos de cada poço a cada 40 minutos. As imagens permitiram quantificar a presença do vírus nas células das amostras. Gráficos estatísticos mostraram a performance de cada amostra. A droga ideal é aquela que consegue destruir o vírus sem afetar as células. Seis apresentaram potencial”, explica Lucio Freitas-Junior, coordenador do laboratório Phenotypic Screening Platform, do ICB-USP.

As seis substâncias identificadas pelo estudo da UFPB apresentaram citotoxicidade, que é a capacidade de inibir a proliferação ou danos e lesões do novo coronavírus às células.

Esse tipo de estudo é importante porque visa identificar células e mecanismos responsáveis pela gravidade da doença. Isso futuramente pode ser utilizado no desenvolvimento de medicamentos mais específicos no combate à Covid-19”, afirma Tatjana Keesen.

Blog do BG PB com informações da UFPB

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Saúde

Brasil receberá vacina da monkeypox neste mês, afirma Queiroga

Divulgação

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou no domingo (18) que as primeiras doses da vacina contra a monkeypox, doença conhecida como varíola dos macacos, devem chegar ao Brasil ainda neste mês.

De acordo com Queiroga, as primeiras 50 mil unidades do imunizante serão enviadas ao país “ainda na segunda quinzena de setembro”. Inicialmente, a vacina será administrada em profissionais da saúde e pessoas que tiveram contato com pacientes infectados pelo vírus.

O laboratório dinamarquês Bavarian Nordic deve fornecer as doses após negociação com o governo federal e intermediação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). “Estudos já mostram que uma dose dessa pode ser fracionada em cinco doses. Então nós podemos beneficiar um número maior de pessoas. A princípio, são aqueles que têm contato com o material contaminado”, destacou Queiroga.

O Brasil já notificou 6.869 casos confirmados da doença e 5.747 suspeitas, conforme atualização de sábado (17/9) do registro do Ministério da Saúde. A vacinação contra a monkeypox começou na Europa e América do Norte.

Metrópoles

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Saúde

Vacina contra a varíola dos macacos deve chegar ao Brasil este mês

Foto: reprodução

O primeiro lote de vacinas contra a varíola dos macacos deve chegar ainda este mês ao Brasil, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em entrevista ao programa Brasil Em Pauta, da TV Brasil.

A negociação, feita com o laboratório dinamarquês Bavarian Nordic, conta com a intermediação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Nessa primeira leva, devem estar disponíveis 50 mil imunizantes, os mesmos utilizados para o combate da varíola.

De acordo com o ministro, as vacinas não são para toda a população, e sim para grupos específicos. “Não há recomendação, no momento, para a vacinação em massa”, esclareceu Queiroga.

Entre os grupos específicos estão profissionais de saúde que lidam diretamente com amostras de infectados e pessoas que tiveram contato com portadores do vírus. “Estudos já mostram que uma dose dessa pode ser fracionada em cinco doses. Então nós podemos beneficiar um número maior de pessoas. A princípio são aqueles que têm contato com o material contaminado”, disse Queiroga.

O ministro da Saúde também reforçou as diferenças entre a varíola dos macacos e a covid-19. Segundo Queiroga, além da letalidade, o vírus da covid-19 apresentou inúmeras mutações no decorrer da pandemia, o que não se observa com a varíola dos macacos, que foi mapeada pela primeira vez na África, em 1976.

Queiroga reforçou ainda que os índices de contágio da varíola dos macacos estão em queda no mundo e em estabilidade no Brasil. “No mundo inteiro o surto tem diminuído, a velocidade de progressão dos casos é menor e nós estamos numa fase de platô com queda. Então esperamos que esse surto seja controlado”, defendeu Queiroga.

Além da importação emergencial de doses de vacina contra a varíola dos macacos, o Ministério da Saúde também recebeu autorização emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para importar o antiviral Tecovirimat, que deve ser utilizado em situações graves e específicas. “O uso é diante de situações onde não temos mais alternativas para esses pacientes”, salientou o ministro da Saúde.

Vacina nacional
O Ministério da Saúde também trabalha com o desenvolvimento de um imunizante nacional para enfrentar a doença. A expectativa é que a vacina esteja operacional no segundo semestre do ano que vem. Mas para isso, segundo o ministro Queiroga, o cenário epidemiológico tem de indicar a necessidade de ampliação do público alvo da vacinação.

“É algo que está trabalhado, em pesquisas. Já recebemos a Universidade Federal de Minas Gerais, que nós chamamos de semente, que depois gera a produção do IFA, e a Fundação Oswaldo Cruz, através de Biomanguinhos, tem capacidade de fazer escala. Mas isso é se houver uma indicação de vacinação para um grupo maior de pessoas”.

Agência Brasil

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Saúde

Anvisa aprova vacina da Pfizer contra Covid para crianças entre 6 meses e 4 anos

Foto: Reprodução

A Anvisa aprovou nesta sexta-feira, a ampliação de uso da vacina da Pfizer para imunização contra Covid-19 em crianças entre 6 meses e 4 anos de idade.

A autorização veio após uma análise técnica de dados e estudos clínicos conduzidos pelo laboratório, que indicam a segurança e eficácia da vacina também para bebês e crianças nessa faixa etária.

Além da dosagem e composição diferentes, o imunizante deverá ser aplicado em três doses de 0,2 mL (equivalente a 3 microgramas).

As duas doses iniciais devem ser administradas com três semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose.

A tampa do frasco da vacina será da cor vinho, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e, também, pelos responsáveis que levarão as crianças para serem vacinadas.

g1

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Saúde

PB tem o quarto maior índice de casos suspeitos de dengue no Nordeste

Foto: Reuters

A Paraíba figura na quarta posição no ranking de estados do Nordeste com maior incidência de casos suspeitos de dengue, com cerca de 688,4 casos por 100 mil habitantes. Os dados são do Boletim Epidemiológico sobre Arboviroses lançado pelo Ministério da Saúde e correspondem ao dia 2 de fevereiro a 5 de setembro de 2022.

Liderando o ranking da região está o Rio Grande do Norte com 1.124 casos, seguido por Alagoas (834,5) e Piauí (738,7).

De acordo com o governo do estado, entre janeiro e agosto deste ano  do total de 45.001 casos prováveis de arboviroses, 26.267 foram registrados para dengue, o que equivale a 58% das notificações.

No âmbito regional, segundo aponta o levantamento, o Nordeste aparece como a segunda região com menor número de incidência a cada 100 mil/hab, com 398,5 casos/100 mil hab. Já a região Centro-Oeste apresentou a maior taxa de incidência de somando 1.867,3 registros, seguida das regiões Sul (1.018,0 casos/100 mil hab.), Sudeste (494,4), Nordeste (398,5 casos) e Norte (227,6 casos).

Em números totais, de acordo com o período analisado, o Brasil somou 1.337.413 casos prováveis de dengue (taxa de incidência de 627,0 casos por 100 mil hab.). Em comparação com o ano de 2019, houve redução de 7,8% de casos registrados para o mesmo período analisado. Quando comparado com o ano de 2021, ocorreu um aumento de 189,1% de casos até a respectiva semana.

Blog do BG PB 

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Saúde

Cantor Vicente Nery caminha pela primeira vez após sofrer grave acidente

Foto: Reprodução

O cantor de forró Vicente Nery segue se recuperando muito bem após sofrer um grave acidente na semana passada em Fortaleza, onde perdeu o controle de um veículo e capotou. Ele chegou a fraturar o braço em três locais.

Nesta quinta-feira (15), o artista caminhou pela primeira vez nós corredores do hospital onde ele segue internado. Nas redes sociais, a equipe do cantor agradeceu ao apoio que o artista tem recebido.

“Muito em breve queremos vê-lo caminhando para mais um show. Fazendo o que sabe fazer de melhor. Cantando e encantando a gente. Vimos agradecer a valiosa equipe médica do Hospital Otoclinica que o acompanha e aos milhares de fãs pelas orações.”

Ainda segundo a equipe, ele permanece internado no hospital OTOClínica, na capital cearense, fazendo uso de antibióticos e sem previsão de alta médica.

Blog do BG PB 

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