Saúde

FIOCRUZ: Internações de crianças por síndrome respiratória seguem em alta na Paraíba

Hospitais de SP veem alta de 'gripe' associada a conjuntivite em crianças -  04/10/2022 - UOL VivaBem
A Paraíba foi um dos estados apontados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com alto número de internações causadas por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no público infantil. O boletim InfoGripe foi divulgado nesta sexta-feira (19).

Conforme o estudo, em 13 das 27 unidades federativas, o sinal de crescimento de casos está concentrado fundamentalmente nas crianças, como a Paraíba. No quadro etário geral, em 19 das 27 unidades há sinal moderado de crescimento na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) e de curto prazo (últimas 3 semanas).

A análise tem como base dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de maio, sendo referente à Semana Epidemiológica (SE) 18, de 30 de abril a 6 de maio. Os resultados laboratoriais por faixa etária apontam predomínio dos casos positivos para Sars-CoV-2 na população adulta, apesar de queda observada em diversos estados. Em contrapartida, mantém-se sinal de aumento nos casos associados ao vírus influenza A e B.

Estados e capitais (Paraíba e João Pessoa)

O aumento de casos em crianças está na Paraíba, Amazonas, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe. A análise ainda aponta que, embora mais fraco do que na população infantil, no Espírito Santo, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe, observa-se possível sinal de crescimento em algumas das faixas etárias da população adulta.

Entre as capitais, 15 apresentam sinal de crescimento: Belém (PA), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Portoa Velho (RO), Recife (PE), Rio Branco (AC), Salvador (BA) e Teresina (PI).

Sobre SRAG

A SRAG é uma complicação respiratória que demanda hospitalização e está associada muitas vezes ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.

O Boletim InfoGripe foi disponibilizado na íntegra no portal da Fiocruz. 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

65% dos médicos da PB tem Bournout e 17% depressão, diz CRM

7 a cada 10 médicos no Brasil já apresentaram sinais de depressão -  Medicina S/A
A medicina tem uma aura de status, glamour e carrega muitas imagens idealizadas, mas na prática a profissão é uma das mais estressantes e cheia de riscos para além da proximidade com agentes causadores de doenças. Ser médico pode trazer sérias consequências, como o risco cinco vezes maior de cometer suicídio. Quase metade dos estudantes de medicina tem algum grau de depressão.

Segunda pesquisa realizada pelo Diretor de Fiscalização e Comunicação do CRM-PB Bruno Leandro de Souza, 65% dos médicos da Paraíba sofrem de Bournout (que é um tipo de esgotamento mental) 17% afirmaram ter depressão, e todos responderam que não procuraram nenhum tipo de ajuda profissional ou técnicas e recursos para melhoria na sua saúde mental. Dr. Leandro realizou a pesquisa em 2021 com o título: Qualidade de vida e Bournout entre os médicos. 3 médicos ouvidos no estudo em 2019 atentaram contra sua vida.

Outro dado que chama atenção é, quando a pesquisa foi realizada em 2019, antes da Pandemia, a categoria médica mais afetada com o esgotamento físico e mental era de médicos de saúde da família, em comparação com os dados de 2021 durante a pandemia, os médicos mais afetados com Bournout era intensivistas e emergencista.

As causas apontadas por diversos estudos e pesquisas apontam para: exposição diária a situações de estresse, vivência direta com a morte e condições de trabalho precárias como alguns gatilhos para o ato. A competição e a ambição no campo profissional finalizam as características que transformam a profissão em arriscada para o suicídio.

Com esses dados e números alarmantes a nossa reportagem conversou com Coordenadores dos cursos de medicina da UFPB em João Pessoa e da Faculdade Santa Maria (FSM) em Cajazeiras.

Segundo o Dr. Estácio Amaro que coordena o curso na capital, A UFPB tem 3 opções de apoio para os estudantes que necessitem de amparo psicológico e/ou psiquiátrico. Dr. Estácio que é psiquiatra afirmou que acompanha pessoalmente os alunos que o procuram com problemas e questões psicológicas. A UFPB dispõe de Clínica escola do curso de psicologia com atendimento de urgência para os alunos, O Centro de Referência de assistência social além do Comitê de inclusão e acessibilidade – CIA e o ambulatório de psiquiatria do HU.

Blog do BG PB com PolêmicaPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Uso de cigarro eletrônico na adolescência aumenta risco de consumo de maconha e abuso de álcool, aponta estudo

Foto: Reprodução

Um novo estudo feito por diversos pesquisadores americanos associados a diferentes unidades de ensino, como Columbia University e Yale School of Public Health, indica que o uso de cigarro eletrônico durante a adolescência está fortemente ligado a uma maior probabilidade de consumo excessivo de álcool e uso de cannabis.

O trabalho, realizado com mais de 50 mil adolescentes americanos, foi publicado na revista científica Substance Use and Misuse. Para os autores, as descobertas aumentarão as crescentes preocupações de saúde pública sobre o aumento da popularidade do uso de cigarros eletrônicos entre os jovens.

“Embora os riscos gerais do vaping para a saúde sejam menores do que fumar, os cigarros eletrônicos ainda são prejudiciais aos adolescentes e merecem vigilância contínua, especialmente porque os impactos a longo prazo permanecem desconhecidos”, diz o principal autor Noah Kreski, da Columbia University Mailman School of Public Health, em comunicado.

“Nossos resultados indicam que o vaping não é um comportamento isolado, mas fortemente ligado ao uso de outras substâncias que podem prejudicar os adolescentes e dificultar o abandono da nicotina. Reconhecendo a forte sobreposição entre várias formas de uso de substâncias, esforços eficazes de intervenção devem funcionar para abordar simultaneamente vaping, bebida e uso de cannabis para incentivar a saúde e o bem-estar dos jovens”.

Olhando para o uso de nicotina e uso de cannabis (em qualquer forma, incluindo vaping), eles descobriram que, em comparação com aqueles que não usavam nicotina, os adolescentes que:

fumavam cigarro comum tinham 8,03 vezes mais chances de usar maconha
usavam cigarro eletrônico tiveram 20,31 vezes mais chances de usar maconha
que fumam ambos foram 40,1 vezes mais propensos a usar maconha
Os pesquisadores também encontraram uma ligação entre o uso de nicotina nos últimos 30 dias e o consumo excessivo de álcool por duas semanas, mesmo após o ajuste. Os pesquisadores observaram que os adolescentes que fumavam — no cigarro normal ou no vaping — tinham muito mais risco de exagerar na bebida alcoólica.

Com informações de O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

OMS diz que adoçantes não ajudam a emagrecer e podem aumentar mortalidade

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou nesta segunda-feira (15) que os adoçantes não são eficazes para o controle de peso em longo prazo e podem ter efeitos indesejados se usados por muito tempo, como o aumento do risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e mortalidade em adultos.

Portanto, a entidade desaconselhou seu uso e disse que, em geral, as pessoas devem cortar os doces da dieta, e devem fazê-lo desde cedo para melhorar a saúde.

Entre os produtos específicos que não são recomendados estão acessulfame-K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, bem como estévia e seus derivados.

“As pessoas precisam considerar outras maneiras de reduzir a ingestão de açúcares livres, como consumir alimentos que naturalmente contêm açúcares, como frutas, ou alimentos e bebidas que não sejam doces”, disse o diretor de nutrição e segurança alimentar da OMS, Francesco Branca.

Essa recomendação se aplica a todas as pessoas, exceto àquelas com diabetes preexistente.

A OMS também afirmou que essa nova recomendação inclui adoçantes sintéticos, naturais ou modificados “que não são classificados como açúcares encontrados em bebidas e alimentos industrializados” ou que são vendidos separadamente para serem adicionados pelo consumidor.

A organização esclareceu que sua posição sobre os adoçantes não se aplica a produtos de higiene ou cuidados pessoais que possam contê-los, como pasta de dente, cremes para a pele ou medicamentos.

Também não se aplica a açúcares de baixa caloria ou álcoois de açúcar, pois são derivados do açúcar e contêm calorias e, portanto, não são considerados adoçantes.

Esse conjunto de recomendações se baseia nas conclusões da revisão de evidências científicas e faz parte dos esforços da OMS para garantir que os países adotem políticas que favoreçam hábitos alimentares saudáveis e dietas de qualidade, que reduzam o risco de sofrer de doenças crônicas.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Saúde amplia para toda população campanha de vacina contra gripe na PB

O Estado da Saúde emitiu uma nota técnica, na manhã desta segunda-feira (15), ampliando a campanha de vacinação contra gripe para toda população com mais de seis meses. A medida é um desdobramento da decisão do Ministério da Saúde de ofertar o imunizante a todos os brasileiros.

Apesar da ampliação, o Estado alerta que o avanço da imunização dependerá do estoque de vacina nos municípios e das estratégias que serão adotadas por cada município.

O Estado lembra, ainda, que mesmo com a ampliação do público-alvo, é preciso dar atenção às pessoas que se encaixam no grupo prioritário e mais vulnerável à infecção, como as gestantes, puérperas, adultos com mais de 60 anos, crianças e indivíduos com comorbidades ou condições clínicas especiais, especialmente cardiorrespiratórias, obesidade, diabetes, imunossupressão, dentre outros.

Para a Secretaria, “todos os esforços deverão ser continuados para vacinar esses grupos prioritários”.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Paraíba tem 119 municípios com cobertura vacinal abaixo de 50% no público infantil

De acordo com o levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgado nesta sexta-feira (13), até o dia 06 de maio foram confirmados 186 casos de síndromes respiratórias na Paraíba. Deste total, 23 foram de Influenza A (12,37%), 42 Influenza B (22,58%), 99 de Vírus Sincicial Respiratório (53,23%), 05 de Adenovírus (2,69%), 16 de Rinovírus (8,60%) e 01 de Parainfluenza (0,54%).

Destes 186 casos, 67 (36,02%) foram em menores de 1 ano, 55 em crianças de 1 a 4 anos de idade (29,57%) e 19 acometeram crianças de 05 a 09 anos (10,22%)
*As informações de casos confirmados são atualizadas semanalmente, de acordo com os dados do Boletim Epidemiológico de Vírus Respiratórios.

Cobertura Vacinal

A vacina contra influenza, oferecida para os grupos prioritários até 31 de maio, está com 42,32% de cobertura. O público infantil (crianças entre 6 meses e menores de 6 anos), alcançou 34,20% dos indivíduos. A Paraíba tem 312.277 crianças aptas a receber a vacina e 107.085 doses foram aplicadas neste grupo. O município que atingiu a meta de vacinação em crianças foi Areia de Baraúnas, com 156,10%. Dos 223 municípios paraibanos, 119 estão com porcentagem de cobertura abaixo de 50% no público infantil e 101 estão com cobertura entre 50 e 89%.
*Dados oficiais preliminares (fonte: SI-PNI) extraídos às 16h, do dia 12/05/2023, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até o momento, a Paraíba registrou 22 óbitos por síndrome respiratória, sendo 13 por influenza (um deles com coinfecção com VRS), seis de Vírus Sincicial Respiratório (VRS), dois por Rinovírus e um por parainfluenza. Das vítimas, 11 estavam na faixa etária entre 0 e 7 anos; três tinham entre 39 e 58 anos e oito eram maiores de 60 anos. Os óbitos foram confirmados entre residentes dos municípios de Monteiro (7); João Pessoa (5); Sousa (3); Alagoa Grande (1); Cabedelo (1); Conde (1); Jacaraú (1); Santa Luzia (1); São João do Tigre (1) e Sumé (1).
No momento, a Paraíba está com quatro óbitos em investigação.
*Dados oficiais preliminares (fonte: Sivep Gripe e SIM) extraídos às 12h, do dia 12/05/2023, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Ocupação de leitos

Para atender ao público infantil, a Paraíba tem 268 leitos de enfermaria e 45 de UTI distribuídos em todo estado. De acordo com o Complexo Estadual de Regulação (CER), a ocupação é de 87% nas UTIs pediátricas e 79% nas enfermarias. Dados do CER confirmam que, nas últimas 24h, 28 crianças foram internadas com sintomas respiratórios nos leitos de referência.

PBJá

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Paraíba atinge 100% de ocupação nos leitos de UTI para crianças com síndromes respiratórias

Todos os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender crianças com síndromes respiratórias na Paraíba estão ocupados. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a Paraíba tem 268 leitos de enfermaria e 45 de UTI distribuídos em todo Estado. Já nas enfermarias estão 85% ocupadas.

Ontem à tarde, a pasta anunciou previsão de abertura de 40 novos leitos de enfermaria e 22 de UTI, em toda Paraíba.

Dados do órgão confirmam que, nas últimas 24h, 12 crianças foram internadas com sintomas respiratórios nos leitos de referência.

Até o dia 6 de maio, já eram confirmados 186 casos de síndromes respiratórias na Paraíba. Destes, 67 (36,02%) foram em menores de 1 ano, 55 em crianças de 1 a 4 anos de idade (29,57%) e 19 acometeram crianças de 05 a 09 anos (10,22%).

Vintes e duas pessoas já morreram no estado por síndrome respiratória. Entre as vítimas, 11 estavam na faixa etária entre 0 e 7 anos.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Paraíba tem sobrecarga em leitos infantis após aumento de doenças respiratórias

Saúde amplia leitos hospitalares para atendimento das síndromes gripais infantis e chama atenção para vacinação contra influenza - Repórter PB

A rede pública de saúde da Paraíba tem apresentado uma sobrecarga nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) infantis. Segundo o secretário de saúde do estado, Johny Bezerra, o estado ainda não registrou nenhuma criança na lista de espera por uma vaga, mas foi necessário a abertura de leitos emergenciais.

A Secretaria Estadual de Saúde elaborou um plano de ação para garantir o atendimento às crianças. Ao MaisPB, Jhony Bezerra informou que, ao total, foram abertos 26 leitos de UTI e 77 leitos de enfermarias para comportar a alta demanda. Isso porque, já foram registradas oito mortes de crianças por síndrome respiratória aguda grave.

“Dos 18 óbitos por síndrome aguda grave, metade são por influenza. De 10 desses óbitos, 50% são crianças. A gente chama atenção dos pais nesse momento para a vacinação infantil. É importante neste momento estarmos com nossas crianças protegidas. Infelizmente essas crianças que não foram vacinadas estão adoecendo de forma grave”, disse o secretário da saúde da Paraíba.

De acordo com o gestor, um dos principais obstáculos enfrentados pela secretaria têm sido a resistência dos pais de levarem seus filhos para serem vacinados contra a influenza, que já matou, ao total, 10 pessoas na Paraíba.

“A Paraíba precisa vacinar 90% da população de risco, que envolve aí idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, caminhoneiros, profissionais da força de segurança. A influenza volta à cena. Metade dos 18 óbitos por SRAG são por influenza”, afirmou Jhony Bezerra.

A Paraíba tem melhor cobertura vacinal contra influenza do país, com 36,12% do público-alvo vacinado. A média nacional é de 25,65%. Os casos, no entanto, preocupam. Até o dia 6 de maio, a SES registrou 77 – um aumento de 234% em relação ao mesmo período do ano passado.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Com apenas 2 médicos para atender em média 180 pacientes, UPA na Grande João Pessoa é interditada

O Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM-PB) interditou eticamente o trabalho dos médicos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa. Após fiscalização realizada na manhã desta quarta-feira (10), foi constatado que a quantidade de médicos contratada para a unidade não é suficiente para atender a demanda, colocando em risco o ato médico e a avaliação correta dos pacientes.

Conforme foi observado pela equipe de fiscalização do CRM-PB, há dois médicos para atender diariamente 180 pacientes. Ou seja, são 90 pacientes para cada médico atender em um turno de 12 horas. Cada paciente teria que ser avaliado em apenas oito minutos.

“Conforme Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), um médico deve atender um paciente a cada 20 minutos, no mínimo. Uma quantidade acima disso coloca em risco o atendimento, a vida do paciente. A avaliação não tem como ser feita de forma coerente”, afirma o diretor de fiscalização do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza.

Ele acrescentou que, no início do ano, médicos foram demitidos da UPA, o que agravou ainda mais a situação. “Tivemos que tomar esta medida extrema, que é a interdição ética, para proteger a sociedade e o trabalho médico. Infelizmente, não nos restou outra solução”, completa.

A interdição ética do trabalho dos médicos tem início a meia noite desta quinta-feira (11) e perdurará até que as inconformidades apresentadas pelo CRM-PB sejam sanadas pela gestão municipal.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Paraíba registra aumento de 234,78% de casos de vírus respiratórios em 2023

A Secretaria de Saúde da Paraíba inicia esta semana um plano de ação para atender os casos e conter o avanço dos casos de Síndrome Gripal Aguda Grave (SRAG) em crianças na Paraíba. No cenário pós-Covid, o estado registrou um aumento de 234,78% de casos de vírus respiratórios em relação ao ano passado.

Quando se fala em vírus respiratórios, se fala em Influenza A, Influenza B, VRS, Adenovírus e Rinovírus. Entre esses, o VRS e o Rinovírus apresentam as maiores variações.

A faixa etária mais afetada pelo VRS foram justamente as crianças menores de um ano (52,63%), seguida pelos idosos com mais de 80 anos (15,79%). Para o rinovírus, a predominância é na faixa etária de 20 a 29 anos com 37,50%, para o adenovírus, observa-se 3 casos com idade 1 a 4 anos e para Influenza B a faixa etária é de 30 a 39 anos com 31,43%.

João Pessoa, Monteiro e Sousa seguem liderando o número de casos. Atualmente três óbitos estão em investigação. Todas crianças menores de três anos, residiam nos municípios de: Areia, Cajazeiras e Alagoa Grande.

Portal Paraíba

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.