Paraíba

Enfermeiros protestam nesta quinta em JP para cobrar pagamento do piso nacional

Profissionais da Enfermagem fazem protesto para manter piso | CIDADES |  OPOVO+Foto: Reprodução

Enfermeiros, técnicos e auxiliares de todo o estado irão às ruas a partir das 09h, nesta quinta-feira (15), durante a ‘1ª Marcha da Enfermagem de João Pessoa e Região’, para pressionar o Governo Federal a liberar verbas suficientes para realização do pagamento do piso nacional da categoria.

De acordo com Fábio Patterson, presidente do SATENF-PB (Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Serviço Público da Paraíba) e um dos organizadores do ato na Capital paraibana, o ponto de concentração será na Praça da Independência.

“Sabemos que a lei 14 434/23 está vigente. E que o ministro Luís Roberto Barroso revogou a suspensão do piso. O ato terá o intuito de pressionar os gestores. É importante salientarmos que o piso não está atrelado a carga horária e é constitucional“, diz Patterson.

Valores

O Governo Federal, através do Ministério da Saúde (MS), já realizou os cálculos referentes ao valor que cada município brasileiro irá receber sob forma de subsídio para pagamento do piso nacional da categoria, porém, além de ainda não ter enviado os ditos valores, segundo os prefeitos, os montantes são insuficientes.

Além de prefeitos, o tema também preocupa gestores das unidades de Saúde particulares e, principalmente, filantrópicas, que também alegam não possuírem verbas suficientes para realizar o pagamento determinado ainda na reta final do então presidente Jair Bolsonaro (PL), medida considerada à época eleitoreira.

FNP

O atraso no repasse da verba e a insuficiência em reais para realização do pagamento do piso nacional da Enfermagem se transformou em uma das pautas principais no encontro da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), evento que reuniu ministros, prefeitos e diversas lideranças políticas nacionais em João Pessoa nos últimos dias 01 e 02 de junho.

Na ocasião, os gestores assinaram um documento intitulado “Carta de João Pessoa” que cobra soluções para viabilização do pagamento do piso salarial da Enfermagem no país.

O documento visa a possibilidade de garantir a sobrevivência do pagamento do piso da categoria mesmo após o fim do ano 2023.

Blog do BG PB

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Saúde

Primeira vacina contra a chikungunya apresenta resultados promissores

A farmacêutica francesa Valneva anunciou nesta terça-feira, 13, que a primeira vacina contra o vírus chikungunya, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, teve resultados positivos. Os resultados foram elogiados por especialistas, embora o teste tenha sido realizado com pacientes nos Estados Unidos, onde o vírus não é endêmico.

Detectado em 115 países desde a sua descoberta na Tanzânia, em 1952, o vírus causa febre e dores nas articulações, e raramente é fatal. É transmitido aos seres humanos por meio do mosquito do tipo Aedes. A doença, para a qual ainda não existe medicamento, cresceu exponencialmente nas Américas. Entre janeiro e abril, foram detectados 135 mil casos no continente, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nos primeiros seis meses de 2022, foram registrados 50 mil casos na região. A Valneva testa a vacina em adolescentes no Brasil, onde o vírus é endêmico. Os resultados podem ser decisivos para o futuro do medicamento. A vacina desenvolvida pela Valneva é conhecida como VLA1553. Segundo a empresa, autoridades americanas podem dar a sua aprovação em agosto.

O novo teste, de fase três (última fase antes de solicitar o exame do medicamento perante autoridades) envolveu mais de 4.100 adultos saudáveis nos Estados Unidos, onde o chikungunya não é endêmico. Um total de 99% dos pacientes geraram anticorpos capazes de neutralizar o vírus, segundo estudo publicado na revista “The Lancet”. A vacina, que requer uma injeção única, gerou efeitos colaterais semelhantes aos de outros fármacos.

Os resultados são promissores, destacou Martina Schneider, chefe de estratégia clínica da Valneva e principal autora do estudo. “Ela poderia representar a primeira vacina contra o chikungunya para quem vive em regiões endêmicas, bem como para viajantes”, explicou. A OMS alertou em abril que doenças transmitidas por mosquitos, como dengue e chikungunya, poderiam se espalhar devido às mudanças climáticas. Outro medicamento contra o vírus é desenvolvido pela farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic.

JovemPan

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Saúde

ANS anuncia reajuste de até 9,63% no preço dos planos de saúde individuais

O reajuste anual é calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — Foto: UFJF Foto: UFJF

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta segunda-feira (12) o reajuste máximo de 9,63% no preço dos planos de saúde individual. O valor foi definido e aprovado durante reunião dos diretores da agência. A mudança terá validade de 1º de maio (retroativo) até 30 de abril de 2024.

O reajuste é válido para os planos médico-hospitalares contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98).

Vale destacar que o aumento no valor dos planos de saúde é aplicado pelas operadoras na data que se comemora um ano do contrato do serviço. A decisão não envolve planos coletivos, sejam empresários ou por adesão.

Como a mudança no valor passará a ser considerada a partir de maio, os boletos dos meses seguintes – julho e agosto – terão além do reajuste mensal, a compensação que não foi paga nos 60 dias anteriores.

Histórico de mudanças

Em 26 de maio de 2022, a ANS anunciou o maior aumento desde o início da série histórica em 2000, de 15,5%. Antes, o maior registrado havia sido de 13,57% em 2016, segundo dados da agência. A mudança teve validade de maio de 2022 a abril de 2023.

No ano anterior, foi determinado um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais em razão da queda provocada pela pandemia no uso de serviços médicos, com adiamento de procedimentos como cirurgias e exames.

Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), a oscilação de 2021 para baixo e de 2022 para cima foram efeitos da transferência das despesas médicas por conta do período de isolamento para o combate da pandemia (veja o histórico de reajuste de planos desde 2000).

Planos de saúde

De acordo com o levantamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar, em dezembro de 2022, o setor totalizou 50.493.061 usuários em planos de assistência médica, sendo 8,9 milhões familiares ou individuais.

 

A ANS mantém um guia na sua página na internet, onde o consumidor pode pesquisar todos os planos de saúde comercializados no país.

A ANS oferece os seguintes canais para reclamações sobre irregularidades e dificuldades de atendimento:

  • Disque ANS: 0800 701 9656
  • Fale Conosco: www.gov.br/ans
  • Central de Atendimento a Deficientes Auditivos: 0800 021 2105

g1

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Saúde

ANS define reajuste dos planos de saúde individuais ou familiares nesta segunda

Plano de saúde: tudo o que você precisa saber antes de contratar | Sami  SaúdeFoto: Divulgação

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai definir nesta segunda-feira (12), em reunião da diretoria colegiada, o índice máximo de aumento anual para os planos de saúde individuais ou familiares. A estimativa é de reajuste entre 10% e 12%, segundo a projeção da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), com base na metodologia de aumento adotada pela ANS e em cálculo de consultorias.

A medida vai afetar 8,9 milhões de beneficiários de planos individuais e familiares, o que representa 17,6% do total de consumidores de planos de assistência médica no Brasil. O setor atingiu um total de 50.573.160 usuários em abril deste ano, o maior número desde novembro de 2014.

O aumento vai valer para contratos feitos a partir de janeiro de 1999 e poderá ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário da contratação do plano. O percentual será válido entre junho de 2023 a maio de 2024.

No ano passado, a agência autorizou reajuste de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares, o maior índice desde o início da série histórica, em 2000.

R7

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Saúde

HIV: Anvisa aprova primeira injeção para prevenir a infecção do vírus; entenda

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu o registro de novo medicamento ao Cabotegravir, uma injeção aplicada a cada dois meses para prevenir a infecção pelo HIV. O aval foi publicado no Diário Oficial da União no último dia 5.

A injeção, desenvolvida pela farmacêutica GSK, tem o nome comercial de Apretude. O medicamento funciona como uma profilaxia pré-exposição ao vírus (PrEP). No Brasil, desde 2017, a estratégia é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de comprimidos diários.

A terapia é destinada a determinados grupos considerados de maior risco de exposição ao HIV, como homens que fazem sexo com outros homens, profissionais do sexo e pessoas que não vivem com o vírus, mas estão em um relacionamento sorodiscordante (em que a outra pessoa vive com o HIV).

O comprimido, que deve ser tomado diariamente, é uma combinação de dois antirretrovirais, tenofovir + emtricitabina, que bloqueiam os caminhos que o HIV utiliza para infectar o organismo. Com isso, caso o indivíduo seja exposto ao vírus, o risco de contaminação é mais de 90% menor.

Segundo o Painel PrEP, do Ministério da Saúde, desde a implementação, até abril deste ano, 81.824 brasileiros acessaram a terapia no país – 89% pela rede pública. No entanto, mais de 22 mil deixaram de aderir à estratégia.

Uma das maiores dificuldades para o sucesso da profilaxia é justamente pelo fato de o esquema envolver comprimidos diários, o que leva muitas pessoas a desistirem a longo prazo.

Por isso, pesquisadores têm investido em novos fármacos capazes de aumentar a aderência do público-alvo, como os de longa duração, que podem ser aplicados em intervalos maiores, ou em formatos de implantes, por exemplo.

Um dos mais avançados nesse sentido até agora é o Cabotegravir, que desde julho do ano passado é indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aos países como uma alternativa mais eficaz da PrEP. Nações como Estados Unidos, Austrália e Zimbabué deram o aval recentemente ao medicamento.

Nos estudos clínicos, o Cabotegravir apresentou uma eficácia 69% maior do que os comprimidos diários para evitar a infecção pelo HIV. Ele funciona por meio de duas aplicações mensais no início, e depois uma a cada dois meses – reduzindo a frequência de 365 vezes ao ano, com os comprimidos, para apenas seis. A injeção é feita nos glúteos.

Especialistas afirmam que essa eficácia superior observada nos estudos pode ser justamente devido à maior facilidade na adesão, já que na estratégia atual é preciso que o indivíduo tenha o comprometimento diário de tomar o comprimido para garantir a proteção.

PrEP injetável está no SUS?

Embora a Anvisa tenha concedido o registro de novo medicamento para o Cabotegravir injetável, isso não quer dizer que ele será imediatamente oferecido na rede pública.

Para isso, ainda é necessária uma avaliação do Ministério da Saúde para decidir se irá incorporar ou não o novo fármaco à estratégia da PrEP no SUS, e desenhar as regras para isso.

Porém, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já havia anunciado no ano passado que iria implementar um projeto piloto com a PrEP injetável no Brasil, uma iniciativa financiada pela Unitaid, agência global de saúde ligada à OMS. A Fiocruz é quem produz hoje a versão em comprimidos da profilaxia distribuída nos postos de saúde do país.

O avanço de novas formas de prevenir a infecção pelo HIV é importante no momento em que o Brasil registra um avanço no número de novas contaminações. De acordo com a edição mais recente do Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, entre 2011 e 2021 o número de diagnósticos saltou 198% no país, passando de 13,7 mil ao ano para 40,9 mil.

Segundo o Ministério da Saúde, um milhão de brasileiros vivem com o vírus. No mundo, o programa para aids das Nações Unidas (Unaids) estima um total de 38,4 milhões de indivíduos.

Por outro lado, graças à terapia antirretroviral (TARV), os casos da síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) caíram 18,5% no mesmo período no Brasil, passando de 43,2 mil novas notificações, em 2011, para 35,2 mil, em 2021. Isso acontece porque os medicamentos atuais conseguem controlar a infecção do HIV, impedindo a evolução para a sua forma grave, que é a aids.

O Globo

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Brasil

Após puxar inflação de maio, planos de saúde terão reajuste em junho

Plano de saúde terá definição de índice de reajuste

Após puxar a inflação de maio, os planos de saúde terão reajuste em junho. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai definir nesta segunda-feira (12), em reunião da diretoria colegiada, o índice máximo de aumento anual para contrato individual ou familiar.

A estimativa é de reajuste entre 10% e 12%, segundo a projeção da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), com base na metodologia de aumento adotada pela ANS e em cálculo de consultorias. A medida vai afetar 8,9 milhões de beneficiários de planos individuais e familiares, o que representa 17,6% do total de consumidores de planos de assistência médica no Brasil. O setor atingiu um total de 50.573.160 usuários em abril deste ano, o maior número desde novembro de 2014.

O aumento vai valer para contratados a partir de janeiro de 1999, e poderá ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês da contratação do plano. Enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país, foi de 0,23% em maio, o maior impacto e a maior variação vieram do grupo Saúde e cuidados pessoais, com 0,93%. O destaque foi o plano de saúde, que registrou alta de 1,20% no mês.

Nos últimos 12 meses, o acumulado dos convênios chega a 17,48%, enquanto a inflação geral acumula 3,94%. Em 2020, os planos ficaram congelados por causa da pandemia de Covid-19. Já em 2021, pela primeira vez, a ANS definiu redução de 8,19% nos valores das mensalidades.

A decisão foi motivada pela queda da demanda decorrente do período de isolamento na pandemia; por causa do distanciamento social, muitos brasileiros adiaram a procura por serviços médicos não emergenciais. No ano passado, a agência autorizou reajuste de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares, o maior índice desde o início da série histórica, em 2000.

ANS explica que o índice de reajuste dos planos individuais ou familiares é determinado pela agência, sendo aprovado em reunião de diretoria colegiada e apreciado pelo Ministério da Fazenda. “O percentual é o teto para o reajuste. As operadoras podem aplicar índices mais baixos, mas são proibidas de aplicar percentuais mais altos que o definido pela ANS para os planos individuais ou familiares”, afirma a agência reguladora em nota.

Já os planos coletivos com 30 beneficiários ou mais possuem reajuste definido em contrato e estabelecido a partir da relação comercial entre a empresa contratante e a operadora, em que há espaço para negociação entre as partes.  A ANS orienta os usuários que estiverem com dúvidas em relação ao percentual do seu reajuste que procurem, inicialmente, sua operadora e, caso não tenha a questão resolvida, registre reclamação junto à ANS.

R7

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Saúde

Nova droga reduz pela metade risco de morte de pacientes de câncer de pulmão operados

Chapa de raio-x de paciente com câncer de pulmão

Uma nova droga contra câncer de pulmão reduziu pela metade o risco de morte ao longo de cinco anos para pacientes que passaram por cirurgias de remoção de tumor. Cientistas da Universidade Yale revelaram neste domingo que o fármaco osimertinib permitiu sobrevida a 88% dos voluntários que receberam o fármaco em um ensaio clínico, contra 78% que receberam placebo.

O anúncio foi feito por cientistas da Universidade Yale no congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), em Chicago. A droga se aplica a pacientes com um tipo específico de câncer pulmonar, relacionado a mutações no gene EGFR, que representam cerca de um quarto dos diagnósticos. Os voluntários recrutados para o teste foram submetidos a cirurgia em fases relativamente precoces do câncer (estágios 1B, 2, e 3A).

Esse foi o segundo resultado positivo anunciado para a droga. Anteriormente, os cientistas já haviam reportado que ela ajudava a frear a remissão de tumores da classe dos carcinomas de pulmão de células não pequenas, que representam 85% do total.

“Este foi o primeiro estudo global de fase 3 a demonstrar com significância estatística um benefício da sobrevida livre de doença e da sobrevida geral com o tratamento dirigido aos pacientes com mutação no EGFR em estágios de 1B a 3A”, escreveram os pesquisadores em um resumo divulgado no congresso.

Segundo Roy Herbst, médico que liderou o ensaio clínico, a droga se qualifica a ser adotada como tratamento padrão depois dos resultados do estudo.

“Esses dados realçam que o tratamento adjuvante com osimertinib proporciona aos pacientes a melhor chance possível de sobrevida a longo prazo”, disse o pesquisador em comunicado à imprensa.

“A droga demonstrou um benefício sem precedentes, altamente significativo estatisticamente e clinicamente em pacientes em estágio 1B–3A”, afirmou o oncologista William Nassib William Jr, líder da especialidade de tumores torácicos do Grupo Oncoclínicas, que esteve na conferência.

A multinacional AstraZeneca, que desenvolveu a droga e já a distribui com o nome comercial Tagrisso, também publicou um pronunciamento.

“Esses resultados enfatizam a importância de diagnosticar cedo os pacientes com câncer de pulmão, testá-los para mutações no EGFR, e tratar aqueles que a possuem”, disse Susan Gailbraith, vice-presidente da empresa para a área de pesquisa em oncologia.

O teste que indicou a eficácia da droga foi feito com 682 pacientes em 26 países diferentes. Os pesquisadores prosseguem analisando os dados do ensaio clínico e devem divulgar dentro de alguns meses informações sobra a capacidade da droga de bloquear a ação de tumores residuais.

O Globo

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Saúde

Ocupação de leitos nas UTIs pediátricas é de 72,55% na Paraíba

UTI pediátrica em Cajazeiras, Sertão da PB.
Nove crianças  foram internadas com sintomas respiratórios nos leitos de referência nas últimas 24h na Paraíba, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (2), pela  Secretaria de Estado da Saúde (SES). De acordo com o Complexo Estadual de Regulação (CER), a ocupação é de 72,55% nas UTIs pediátricas e 75,93% nas enfermarias. 

A vacina contra influenza, que será oferecida até 30 de junho, está com 74,13% de cobertura na Paraíba. O público infantil (crianças entre 6 meses e menores de 6 anos), alcançou 70,54% dos indivíduos. A Paraíba tem 312.277 crianças aptas a receber a vacina e 218.651 doses foram aplicadas neste grupo.

Segundo a SES, até o dia 27 de maio, foram confirmados 564 casos de síndromes respiratórias na Paraíba. Deste total, 56 foram de Influenza A (9,93%), 90 Influenza B (15,96%), 304 de Vírus Sincicial Respiratório (53,90%), 10 de Adenovírus (1,77%), 24 de Rinovírus (4,26%) e 03 de Parainfluenza (0,53%). Destes 564 casos, 226 (46,41%) foram em menores de 1 ano, 127 em crianças de 1 a 4 anos de idade (26,08%) e 40 acometeram crianças de 05 a 09 anos (8,21%).

Ainda conforme a SES, não houve alteração dos dados de óbitos nesta sexta -feira.

Até o momento, a Paraíba registrou 36 óbitos por síndrome respiratória, sendo 21 por influenza (um deles com coinfecção com VRS), 12 de Vírus Sincicial Respiratório (VRS), dois por Rinovírus e um por parainfluenza.  Das vítimas, 18 estavam na faixa etária entre 0 e 9 anos; sete tinham entre 33 e 58 anos; e 11 eram idosos a partir de 60 anos.

Os óbitos ocorreram entre residentes dos municípios de: Monteiro (8); João Pessoa (6); Sousa (4); Sapé (2); Campina Grande (2); Alagoa Grande (1); Cabedelo (1); Conde (1); Cuité de Mamanguape (1); Esperança (1); Jacaraú (1); Lagoa Seca (1); Queimadas (1); Quixaba (1); Santa Luzia (1); São João do Tigre (1); São José da Lagoa Tapada (1); Sumé (1) e Tacima (1).

No momento, a Paraíba está com seis óbitos em investigação.

T5

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Brasil

Anvisa deixa de exigir teste de covid para entrada no país

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Os brasileiros ou estrangeiros que entram no Brasil não precisam mais apresentar comprovante de vacinação ou teste negativo de covid-19. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revogou as duas portarias editadas durante a pandemia com medidas sanitárias para o ingresso no país.

Segundo a Anvisa, o fim das exigências foi motivado pela decisão da OMS (Organização Mundial de Saúde) de decretar o fim do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, que vigorava desde março de 2020.

A agência repassou as orientações às companhias aéreas, postos de fronteira e operadores de portos e aeroportos em instrução técnica publicada em 23 de maio.

NORMAS MANTIDAS

Apesar de revogar as exigências de testes ou de certificados de vacinação, a Anvisa informou, na nota técnica, que manteve as recomendações para medidas não farmacológicas de prevenção (como uso de máscaras), e as normas de notificação e de respostas a casos suspeitos e confirmados.

Poder360

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Saúde

Brasil deixa de exigir teste de Covid ou comprovante de vacinação para entrar no país, afirma Anvisa

Governo passa a exigir comprovante de vacinação para entrar no Brasil | Agência Brasil

Brasileiros ou estrangeiros não precisam mais apresentar comprovante de vacinação ou teste negativo de Covid-19 para entrar no Brasil. A medida vale para portos, aeroportos e fronteiras. A decisão é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que já comunicou a mudança para operadores aeroportuários, postos de fronteira e companhias aéreas.

O fim da obrigatoriedade de apresentação dos documentos aparece em uma nota técnica, publicada pela Anvisa em 23 de maio. De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada por conta do fim da emergência sanitária de importância internacional, anunciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no início de maio.

“Esse cenário possibilitou a determinação de que a Covid-19 é agora um problema de saúde estabelecido e contínuo, não constituindo mais uma ESPII. Desta forma, o Brasil deixa de exigir de viajantes de procedência internacional a comprovação vacinação contra a Covid-19 ou apresentação de resultado negativo de teste, bem como da implementação pelos administradores de terminais de passageiros e operadores de meios de transporte de medidas de prevenção e mitigação da doença”, diz o documento.

A Anvisa afirma que as recomendações de medidas não farmacológicas para prevenção e controle de da Covid-19, e a notificação e resposta à casos suspeitos ou confirmados, devem ser mantidas.

De acordo com a agência reguladora, os pontos de entrada ao Brasil devem manter planos de contingências atualizados para enfrentamento de futuras emergências sanitárias internacionais e garantir a vigilância e o atendimento dos casos suspeitos e confirmados de Covid.

Também segue obrigatória a comunicação à autoridade sanitária em caso de evento de saúde pública a bordo de meios de transportes ou em terminais de passageiros.

Portaria perde função

Em setembro de 2022, o governo federal mudou as regras para a entrada de viajantes no país com a publicação de uma portaria interministerial, passando a cobrar a apresentação do comprovante de vacinação ou de um teste negativo para Covid para acesso ao Brasil.

Com o fim da emergência global, essa portaria perdeu a função, segundo a Anvisa. Por isso, a agência reguladora publicou um novo documento para formalizar a queda da exigência dos documentos para entrada no país, por ser a autoridade máxima responsável pela vigilância epidemiológica em portos, aeroportos e fronteiras, além de executar e coordenar atividades de vigilância nesses locais.

Os ministérios da Casa Civil, Justiça e Segurança Pública, Saúde e Portos e Aeroportos, que assinaram a portaria no ano passado, além do Itamaraty, foram procurados pelo g1. O Ministério da Saúde respondeu que as recomendações de saúde para entrada no país são de responsabilidade da Anvisa. As outras pastas ainda não retornaram aos questionamentos.

Revogações

Desde o anúncio da OMS, a Anvisa revogou uma série de notas técnicas e resoluções que haviam sido implementadas durante os primeiros anos de pandemia, mas que perderam eficácia com o fim da emergência sanitária global.

Recentemente, caiu a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacina ou do teste negativo de Covid para o embarque em navios de cruzeiro que circulam em águas jurisdicionais brasileiras.

No começo de março, por conta do cenário epidemiológico favorável, a Anvisa também retirou a exigência do uso de máscaras em aeroportos e aviões.

Agência Brasil

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